TOO BiG TO JAIL
Em que escândalo , em que investigação é que o BES não está metido ?
Três esquecimentos de declaração de verbas avultadas no IRS e o Regulador continuou a achar que o banqueiro era idóneo !
Esconderam 1200 milhões de prejuízos - uma pequena "enfermidade"- e os banqueiros continuaram a ser idóneos ...
Foi preciso a zanga entre comadres chegar à praça pública para o regulador- embora os continue a considerar idónios os dois banqueiros - deixasse claro que não os queria na direcção do BES !
Uma vergonha ...
No entanto um jornal económico da pandilha diz que o Regulador enfrentou o banqueiro e que este agiu com muita discrição....
Grande regulador que mais parece um presidente da Associação Portuguesa de Bancos !
24 de junho de 2014
O Banco Francês BPN e o bloqueio a CUBA
A TRADUZIR
Trente cadres de BNP-Paribas échappent à Guantanamo.

D’après le Wall Street Journal, BNP-Paribas paiera finalement 9 milliards d’amende aux USA. Toute transaction en dollars lui est temporairement interdite et trente de ses cadres seront licenciés (sans extradition à Guantanamo).
Tout ça parce que la banque française a effectué des transactions en dollars et violé ainsi le blocus (Cuba, Iran, Soudan) décidé aux USA par des élus états-uniens.
Chaque année (depuis 22 ans) un vote de l’ONU condamne le blocus imposé à Cuba et, selon la Cour des comptes (y allant à la louche), le déficit annuel du régime des intermittents du spectacle représente environ 1 milliard d’euros. 320 millions d’après l’Unedic et un rapport parlementaire (http://www.assemblee-nationale.fr/14/rap-info/i0941.asp).
Théophraste R. (Quand j’entends le mot culture, je sors mon billet vert).
Tout ça parce que la banque française a effectué des transactions en dollars et violé ainsi le blocus (Cuba, Iran, Soudan) décidé aux USA par des élus états-uniens.
Chaque année (depuis 22 ans) un vote de l’ONU condamne le blocus imposé à Cuba et, selon la Cour des comptes (y allant à la louche), le déficit annuel du régime des intermittents du spectacle représente environ 1 milliard d’euros. 320 millions d’après l’Unedic et un rapport parlementaire (http://www.assemblee-nationale.fr/14/rap-info/i0941.asp).
Théophraste R. (Quand j’entends le mot culture, je sors mon billet vert).
23 de junho de 2014
PS- PARA MEMÓRIA FUTURA
Belas Palavras.
(...) não basta garantir uma simples alternância. A alternância sem alternativa de nada servirá ou pior servirá para criar mais desilusão , mais descrença ,mais desconfiança . António Costa em campanha para Secretário Geral do PS- Público 6/6/2014.
Mas onde está a alternativa ? Onde está a diferença?
Leia-se o que diz Carrilho sobre Costa :
(...) como se sobrasse em protagonismo- sebastico-mediático o que falta em diferença prepositiva , ou ideológica.
Há um tom de voz mais grave, é certo, e isso conta. Mas quanto a ideias, não ouvi a Costa nada que o Seguro não ande a dizer há muito tempo: pugnar por outro modelo de desenvolvimento, apostar na qualificação, combater o retrocesso social, etc., etc. Diário de Noticias - Opinião- 5 / 6/ 2014
(...) não basta garantir uma simples alternância. A alternância sem alternativa de nada servirá ou pior servirá para criar mais desilusão , mais descrença ,mais desconfiança . António Costa em campanha para Secretário Geral do PS- Público 6/6/2014.
Mas onde está a alternativa ? Onde está a diferença?
Leia-se o que diz Carrilho sobre Costa :
(...) como se sobrasse em protagonismo- sebastico-mediático o que falta em diferença prepositiva , ou ideológica.
Há um tom de voz mais grave, é certo, e isso conta. Mas quanto a ideias, não ouvi a Costa nada que o Seguro não ande a dizer há muito tempo: pugnar por outro modelo de desenvolvimento, apostar na qualificação, combater o retrocesso social, etc., etc. Diário de Noticias - Opinião- 5 / 6/ 2014
Negócios, política e ensino de Economia !
Ligações e coincidências
Segundo o comunicado do BES, disponibilizado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Alberto de Oliveira Pinto "na data da assembleia-geral cessará funções".
O ex-vice-presidente do PSD afirma que renunciará ao mandato de deputado e à presidência do Conselho de Fiscalização das "secretas", caso assuma a presidência do Conselho de Administração do BES.
Ricardo Salgado recebeu em junho de 2013 o grau de Doutor Honoris Causa pelas mãos do Reitor do ISEG, António Cruz Serra, por serviços prestados à cultura, à ciência e à economia.
O banqueiro no seu discurso de agradecimento lembrou que "o BES, ao longo dos últimos 144 anos, sofreu algumas transformações, umas desejadas outras forçadas". O presidente do banco reconheceu que "todos têm responsabilidade, governantes e sociedade civil, em criar condições para que os nossos jovens encontrem em Portugal lugar para as suas realizações", reconhecendo-se enquanto ex-emigrante.
Aproveitou por elogiar Mário Soares por nos anos 80 ter reaberto o país à iniciativa privada, que permitiu o regresso da família Espirito Santo a Portugal.
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Alexandre Soares dos Santos recebe Prémio Fé e Liberdade
O Instituto de Estudos Políticos (IEP), da Universidade Católica Portuguesa, vai atribuir o Prémio Fé e Liberdade a Alexandre Soares dos Santos, anterior presidente do conselho de administração do grupo Jerónimo Martins.
A distinção vai ser entregue a 24 de junho, durante o Fórum Político do Estoril, que reúne dezenas de oradores nacionais e estrangeiros sob o tema "Reavaliando a 3.ª vaga de democratização", por ocasião dos 40 anos do 25 de abril (1974) e os 25 anos da queda do Muro de Berlim (1989).
A sessão, que à semelhança das conferências decorre no Hotel Palácio Estoril, terá como anfitrião o padre José Tolentino Mendonça, vice-reitor da Universidade Católica Portuguesa e diretor do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
O moderador será Alejandro Chafuen, presidente da Atlas Economic Research Foundation (Washington, EUA) e membro da direção do Acton Institute for the Study of Religion and Liberty (Grand Rapids, EUA).
:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::.................:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::O deputado do Partido Social Democrata (PSD) Paulo Mota Pinto é proposto para a liderança do conselho de administração do Banco Espírito Santo (BES) pelo maior acionista, o Espírito Santo Financial Group (ESFG), de acordo com um comunicado hoje divulgado.
A designação de Paulo Mota Pinto para presidente não-executivo do BES, substituindo Alberto de Oliveira Pinto, é uma das propostas que o maior acionista do BES, que conta com 25,1% do capital social, vai submeter à aprovação dos acionistas numa assembleia-geral extraordinária agendada para 31 de julho.Segundo o comunicado do BES, disponibilizado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Alberto de Oliveira Pinto "na data da assembleia-geral cessará funções".
O ex-vice-presidente do PSD afirma que renunciará ao mandato de deputado e à presidência do Conselho de Fiscalização das "secretas", caso assuma a presidência do Conselho de Administração do BES.
16 de junho de 2014
A EUROPA ATRELADA AO CARRO DE GUERRA DOS EUA
A
Rússia é para já o inimigo a abater. A China será o alvo a seguir. Lançando o
caos onde quer que intervenham os EUA prosseguem a escalada militarista. Para
manter o domínio mundial dispõem de mais de um milhar de bases e instalações
militares no estrangeiro, sete esquadras navais, 13 porta-aviões, CIA e ONG como
armas de conspiração, etc. A dívida atinge 17,4 milhões de milhões de dólares,
as máquinas do FED não cessam de imprimir notas verdes, no último ano apesar dos
cortes sociais, de Estados e grandes cidades estarem em bancarrota, a dívida aumentou mais de 700 mil milhões de dólares (no ano anterior 1
milhão de milhões).
Só
para a constituição dos grupos neonazis na Ucrânia foram gastos 5 mil milhões
de dólares.
Com
estas políticas agressivas o mundo está ameaçado de guerras que não podemos
imaginar como decorrerão nem quais as consequências globais. Eis os resultados das
políticas de traição de Gorbatchov, Chevarnaze e do inqualificável Ieltsin.
A
Rússia entretanto define estratégias e procura subtrair-se às ameaças.
Recentemente, foi concluído um tratado com a Republica Popular da Coreia em que
parte da dívida contraída com a URSS (10 mil milhões de dólares) foi perdoada. O
remanescente (1 000 milhões) será investido em rede ferroviária, e infraestruturas
para exportação de gás e eletricidade até à Coreia do Sul, além de tratados
comerciais diversos.
A “guerra ao terror” dos EUA leva a uma degradação
da vida individual e coletiva afirma Chris Floyd (1). “O sistema está a
produzir exatamente aquilo que é o seu propósito: morte, desespero e crescentes
lucros a baterem records.”
John W. Whitehead (2)
pergunta-se: por que devemos acreditar num governo que mata, tortura, mente,
espia, engana e trata os seus próprios cidadãos como criminosos.? Por que razão
acreditar num governo cujas políticas internas são ditadas mais pela paranoia
que pela necessidade?
Paul Craig Roberts,
considera que os EUA vêm os compromissos da Rússia para com a
Europa como uma ameaça e trabalham para impedir que produtos energéticos russos
fluam para a Europa. Os vassalos europeus dos EUA devem tomar nota: Washington
está preparada para destruir a economia europeia para marcar pontos sobra a
Rússia.
PCR
acrescenta: “O secretário adjunto da Defesa para as Segurança Internacional
disse-me há anos que Washington comprava políticos europeus com sacos cheios de
dinheiro.” “Resta saber se os “líderes” europeus estão dispostos a sacrificar
os seus povos e as suas próprias reputações para serem cúmplices da guerra que Washington
está a planear para a Rússia, uma guerra que pode terminar com o fim da vida na
Terra” (3)
Note-se
que PCR colocou a palavra “líderes” entre aspas…
6 de junho de 2014
Dizem que anda por aí um «novo Marx»
A propõsito de um livro de Thomas Picketty
Mão
amiga fez-me chegar «'às mãos» - por via electrónica – um
artigo de Sérgio Aníbal publicado no jornal PÚBLICO em 24 de Maio
(se não estou em erro).
Tem
por título «Anda por aí um novo Marx»... Referindo-se ao ultimo
grito dos sucessos editoriais – eu invejoso me confesso – o livro
de Thomas Picketty, «Capital no Século XXI»
Segundo
nos diz Sérgio Aníbal, «"Maior livro da última década” e
“brilhantemente revolucionário” ou “lengalenga ideológica
bizarra” e “espantosamente ignorante” foram alguns dos
adjectivos usados para descrever a obra de Piketty».
Confesso
que já ando a ficar «excitado» (para não dizer «farto»...) com
esta mania do «novo Marx»...
Ainda não tive pachorra (se chegar
a ter...) para ler o referido livro e portanto estas reflexões são
elaboradas para serem lidas (se isso chegar a acontecer, claro...) com
algum «sal e pimenta»...
Thomas Pickety - por aquilo que já li –
conseguiu coligir informação mais do que suficiente para demonstrar
– empiricamente – aquilo que muitos andam a denunciar há
décadas: as desigualdades crescentes na distribuição da riqueza
global. Só por isso já valeu a pena o trabalho elaborado por Thomas Picketty!
Mas, no que diz respeito a
explicação teórica sobre as causas dessa crescente desigualdade
parece confundir «efeitos» com «causas»... Talvez seja por isso
que se sente - dizem - pouco confortável com a comparação com
Marx.
Passo a citar de novo o autor do
artigo
«A fórmula, a mais discutida no debate económico dos últimos meses, escreve-se como r>g, em que r é a taxa de retorno do capital e g é a taxa de crescimento da economia. A tendência de longo prazo, diz Piketty, é a de que r supera g»...
«A fórmula, a mais discutida no debate económico dos últimos meses, escreve-se como r>g, em que r é a taxa de retorno do capital e g é a taxa de crescimento da economia. A tendência de longo prazo, diz Piketty, é a de que r supera g»...
Por outras palavras, a tendência
de longo prazo, dizem que diz Picketty, é a de que «a
taxa de lucro excede a taxa de crescimento da economia como um
todo»...
Como explicação para um fenómeno
historicamente recorrente (ou seja, não é sempre assim...), é caso
para dizer. NADA DE MAIS ERRADO!...
Em primeiro lugar não vi ainda qualquer referência ao caracter oscilatório (e dinâmico) das «ondas de evolução» da história económica... Ondas de Kuznetts, ou de outros quaisquer...
Em primeiro lugar não vi ainda qualquer referência ao caracter oscilatório (e dinâmico) das «ondas de evolução» da história económica... Ondas de Kuznetts, ou de outros quaisquer...
Por coincidência ando já há umas
semanas a reler – paulatinamente - um livro que li já há uns 20
anos justamente sobre esta temática. «The
Long Wave in the World Economy»
de Andrew Tylecote. Este autor afirma-se como «não marxista» (e de
facto não é...), mas isso não impede que o livro contenha muita
informação interessante e reflexões válidas sobre a noção de
«onda» na evolução da Economia global.
Voltando ao livro de Picketty, este outro autor, pelos vistos, não explica - ou não aborda - porque razão às vezes as «coisas» sobem e às vezes as «coisas» descem...
O que verdadeiramente acontece é que quando a taxa de crescimento da economia começa a abrandar (por via do esgotamento progressivo das oportunidades de investimento - é como eu prefiro designar a famigerada «lei da queda tentencial da taxa de lucro»...) o grau de apropriação do valor excedente que vai sendo criado por parte dos «donos» e «gestores» do sistema, esse grau de apropriação, começa - necessariamente - a aumentar. Por outra palavras, se o «bolo» aumenta «mais devagarinho» - e quem parte e reparte e não fica com a melhor parte (...) - então aquilo que sobra para os «outros» é necessariamente mais relativamente reduzido... «Elementar meu caro Watson»...
Repito, salvo uma leitura integral do livro do Picketty - não sei se terei pachorra - por aquilo que já li (que foi apenas o «quanto baste»...) Picketty confunde «efeitos» com «causas»...
Voltando ao livro de Picketty, este outro autor, pelos vistos, não explica - ou não aborda - porque razão às vezes as «coisas» sobem e às vezes as «coisas» descem...
O que verdadeiramente acontece é que quando a taxa de crescimento da economia começa a abrandar (por via do esgotamento progressivo das oportunidades de investimento - é como eu prefiro designar a famigerada «lei da queda tentencial da taxa de lucro»...) o grau de apropriação do valor excedente que vai sendo criado por parte dos «donos» e «gestores» do sistema, esse grau de apropriação, começa - necessariamente - a aumentar. Por outra palavras, se o «bolo» aumenta «mais devagarinho» - e quem parte e reparte e não fica com a melhor parte (...) - então aquilo que sobra para os «outros» é necessariamente mais relativamente reduzido... «Elementar meu caro Watson»...
Repito, salvo uma leitura integral do livro do Picketty - não sei se terei pachorra - por aquilo que já li (que foi apenas o «quanto baste»...) Picketty confunde «efeitos» com «causas»...
Segundo também li, Thomas Picketty, para se distanciar de Karl Marx (não era preciso...) terá afirmado algo como «que nem sequer tinha conseguido ler "O Capital" até ao fim»... Pois... ler - e compreender - Marx (e a sua
análise do Capitalismo!...) é de facto uma chatice...Mas não precisava de ser!
http://www.publico.pt/economia/noticia/anda-por-ai-um-novo-marx-1637139
5 de junho de 2014
Notinhas avulso
1- "O Sr Ulrich diz-se chocado por haver juizes que decidem matérias que vão para além da questão juridica"...
Mas parece que não se choca com a política do governo , nem com as vigarices da Banca...
O Sr Ulrich se não existisse teria de ser inventado...
2- Segundo a imprensa de hoje foi entregue na AR uma nova análise assinada pelos economistas Paulo Trigo Pereira , Ricardo Cabral, Paes Mamede , Emanuel dos Santos , defendendo uma reestruturação significativa da dívida , alertando para as dificuldades em conciliar a "actual dívida com o pacto orçamental"
O reconhecimento da necessidade da reestruturação da dívida bem como a afirmação de que nem todas as reestruturações nos servem é positivo...Mas não se pode deixar de assinalar que estes defensores da reestruturação da dívida tenham precisado de dois adjectivos para a qualificar ...
Qualificam -a de "honrada e responsável "!!! . Não precisarão os autores de mais qualificativos para evitarem conotações com quem acordou bem primeiro que eles ? O anti- comunismo tem destas coisas...
3- Dizia-se em França que Sarkozy era um caniche dos americanos... A verdade é que O Sr Holande e Fabius não lhe ficam atras. Pelo Contrario !!!!
Mas parece que não se choca com a política do governo , nem com as vigarices da Banca...
O Sr Ulrich se não existisse teria de ser inventado...
2- Segundo a imprensa de hoje foi entregue na AR uma nova análise assinada pelos economistas Paulo Trigo Pereira , Ricardo Cabral, Paes Mamede , Emanuel dos Santos , defendendo uma reestruturação significativa da dívida , alertando para as dificuldades em conciliar a "actual dívida com o pacto orçamental"
O reconhecimento da necessidade da reestruturação da dívida bem como a afirmação de que nem todas as reestruturações nos servem é positivo...Mas não se pode deixar de assinalar que estes defensores da reestruturação da dívida tenham precisado de dois adjectivos para a qualificar ...
Qualificam -a de "honrada e responsável "!!! . Não precisarão os autores de mais qualificativos para evitarem conotações com quem acordou bem primeiro que eles ? O anti- comunismo tem destas coisas...
3- Dizia-se em França que Sarkozy era um caniche dos americanos... A verdade é que O Sr Holande e Fabius não lhe ficam atras. Pelo Contrario !!!!
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