O Secretário Geral do PS esteve no banco de Portugal e à saída disse que vinha muito mais confortado com a situação da banca.... Se Seguro o diz , podemos estar descansados...
Aliás o que se passou hoje na Bolsa é disso testemunho.
Sobre a Banca, as suas falcatruas , especulações , não financiamento da economia... o PS não diz nada...
Ao longo de todo este tempo as únicas palavras do PS sobre a banca são sobre a condenação entre a política e os negócios...em relação aos escolhidos para gerirem o BES.
Quando se tratou do caso BCP com as nomeações de Vara & Cia não houve mistura de política e negócios...não senhora !
10 de julho de 2014
8 de julho de 2014
BES- A questão Central
A questão central no BES não está na escolha deste ou daquele "gestor" ou de os mesmos que incensavam Ricardo Salgado terem passado agora a incensar Bento e seus acompanhantes !
Pode-se na verdade, contestar que um Secretário de Estado ligado às finanças e à dívida pública seja chamado para o BES sem reticências do B.P. e do governo ! Mas só poderiam esperar reticências os que pensam que o poder económico está subordinado ao político e não o contrário...
Pode se ter ciúmes de não se ter nenhum Vara na administração do BES, como o PS que tem apenas um representante nos Açores !
Mas a questão central não é desse teor.
A questão central é a de se saber se um banco comercial que cria moeda -bem público-, tal como os outros e ainda por cima metido em vários escândalos financeiros deve continuar na órbita privada com os lucros e não só a irem para os bolsos privados de meia dúzia e os prejuízos , a capitalização e o desendividamento a serem pagos directa e indirectamente pelos contribuintes .
Claro que os partidos da Banca - PSD,PS,CDS dirão que não. Que a questão central é salvar um banco sistémico ... e nós acrescentamos - salvar as fortunas , dividendos ,reformas e mordomias dos grandes accionistas com os dinheiros públicos..
A factura seguirá dentro de momentos...no IRS ...nas pensões e reformas...nos salários
Pode-se na verdade, contestar que um Secretário de Estado ligado às finanças e à dívida pública seja chamado para o BES sem reticências do B.P. e do governo ! Mas só poderiam esperar reticências os que pensam que o poder económico está subordinado ao político e não o contrário...
Pode se ter ciúmes de não se ter nenhum Vara na administração do BES, como o PS que tem apenas um representante nos Açores !
Mas a questão central não é desse teor.
A questão central é a de se saber se um banco comercial que cria moeda -bem público-, tal como os outros e ainda por cima metido em vários escândalos financeiros deve continuar na órbita privada com os lucros e não só a irem para os bolsos privados de meia dúzia e os prejuízos , a capitalização e o desendividamento a serem pagos directa e indirectamente pelos contribuintes .
Claro que os partidos da Banca - PSD,PS,CDS dirão que não. Que a questão central é salvar um banco sistémico ... e nós acrescentamos - salvar as fortunas , dividendos ,reformas e mordomias dos grandes accionistas com os dinheiros públicos..
A factura seguirá dentro de momentos...no IRS ...nas pensões e reformas...nos salários
7 de julho de 2014
O BANCO Reestrutua Portugal não !
E quando R. Salgado dizia que" reestruturar "era uma palavra feia !
/7/2014 GES avança com reestruturação de dívida | Económico
FILIPE ALVES filipe.alves@economico.pt 07/07/14 00:05
Espírito Santo Financial Group deixou de poder recorrer à linha de recapitalização da banca.
O Grupo Espírito Santo (GES) deverá anunciar nos próximos dias o seu plano de recuperação, que deverá passar pela venda de activos, pela conversão de dívida em capital e por uma reestruturação ordenada da dívida da Espírito Santo International (ESI), a ‘holding' de topo do grupo, que está em falência técnica. Esta reestruturação deverá penalizar o Espírito
Santo Financial Group (ESFG) e o BES, que detêm centenas de milhões de euros em dívida do grupo.
A admissão foi feita pelo banco suíço do GES, num comunicado citado pelo "Expresso". "O Banque Privée Espírito Santo informa que está a tomar todas as medidas que estão ao seu alcance, para salvaguardar os interesses dos seus clientes com exposição à Espírito Santo International", admitiu o banco num comunicado, depois de alguns clientes terem exigido o reembolso de papel comercial da ESI, no final da semana passada. O banco suíço da família Espírito Santo acrescentou, no mesmo comunicado, que o GES "desenvolveu um plano de reorganização que inclui a reestruturação da dívida da ESI, que se deverá iniciar brevemente".
A confirmar-se, a reestruturação da dívida da ESI deverá afectar todos os credores da holding, a começar pelos investidores que subscreveram dívida do grupo. Mas o BES e as subsidiárias
http://e c onomic o.sa po.pt/notic ia s/npr int/197051
1/3
7/7/2014 GES avança com reestruturação de dívida | Económico
Rioforte e Espírito Santo Financial Group (ESFG) também serão afectadas, directa ou indirectamente, pela reestruturação da dívida do grupo. A ESFG é a maior accionista do BES, com 25%, mas desde sábado passado deixou de estar sob a alçada do Banco de Portugal (BdP), dado que a separação entre o banco e a família
ficou completa com a nomeação de Vítor Bento para o lugar até agora ocupado por Ricardo Salgado. Isto significa que o ESFG deixa de poder recorrer à linha pública de capitalização da banca, que doravante estará disponível apenas para o BES, se necessário.
O ESFG detém 25% do BES, sendo, por sua vez, controlada em 49% pela Rioforte. Já esta sociedade é detida a 100% pela ESI, a ‘holding' da família descendente do fundador do grupo. Na semana passada, o ESFG revelou que a exposição a dívida do GES ronda os 2,35 mil milhões de euros, mais 71% que no final do ano passado. Já o BES emprestou 980 milhões de euros à Rioforte e ao ESFG, que estão na sua maior parte garantidos por activos do grupo. Mas a exposição do BES a empresas do GES inclui ainda 651 milhões de euros em papel comercial da Rioforte e da ESI
subscrito por clientes de retalho do banco.
O reembolso da dívida da ESI está assegurado por uma provisão especial de 700 milhões de euros constituída no final de Março pelo ESFG, por pressão do BdP. Porém, se o ESFG não conseguir reembolsar os investidores, o BES terá de assumir essa responsabilidade. O grupo tem conseguido reembolsar os clientes, com os 651 milhões de euros em dívida a representarem menos de um terço dos 2,1 mil milhões registados no final de 2013. Já no segmento dos clientes institucionais, a exposição a dívida do grupo aumentou de 1,5 mil milhões para 1,9 milhões. Estes investidores não estão abrangidos pela referida provisão especial.
O grupo conseguiu um balão de oxigénio com uma aplicação, pela PT, de 900 milhões de euros em dívida de curto prazo, que vence no dia 15 de Julho. Mas a renegociação deste financiamento está nas mãos da brasileira Oi.
http://e c onomic o.sa po.pt/notic ia s/npr int/197051
2/3
7/7/2014 GES avança com reestruturação de dívida | Económico
O plano de recuperação do grupo deverá incluir a venda de activos em áreas como turismo e a conversão de dívida em capital. A Petróleos de Venezuela é credora do GES em várias centenas de milhões de euros e poderá passar a ser accionista do grupo.
http://e c onomic o.sa po.pt/notic ia s/npr int/197051
P.S.
O governador do Banco de Portugal é apresentado como o grande artífice da sucessão do BES...Mas a verdade é que só depois da zanga dos primos é que descobriu as pequenas trapalhadas para não lhe chamar outra coisa em que o banco e o grupo estavam metidos....O que já se sabia, o BP fazia de contas que ignorava. Agora dá o aval a uma solução em que os negócios privados ficam com toda a informação da dívida da Republica e não só ...
3/3
Veja as diferenças
No final de 2007 em plena crise do BCP, a CGD viu-se de uma assentada sem o Presidente do Conselho de Administração, Carlos Santos Ferreira e mais 2 Administradores, Armando Vara e Victor Fernandes, todos do Partido Socialista, que se mudaram de armas e bagagens da CGD para o BCP. O PS no Governo tomou conta do BCP.
No início deste verão em plena crise do BES , o presidente da SIBS Vitor Bento, o presidente do IGCP João Moreira Rato e Mota Pinto todos do PSD, mudam-se de armas e bagagens para o BES. O PSD no Governo tomou conta do BES.
A única diferença é que o PS estava antes no Governo e agora está o PSD.
No início deste verão em plena crise do BES , o presidente da SIBS Vitor Bento, o presidente do IGCP João Moreira Rato e Mota Pinto todos do PSD, mudam-se de armas e bagagens para o BES. O PSD no Governo tomou conta do BES.
A única diferença é que o PS estava antes no Governo e agora está o PSD.
4 de julho de 2014
Não se Demite ?
Os famosos Stress testes !!!
De: O OBSERVADOR
Segundo o BANCO DE PORTUGAL,
“A situação de solvabilidade do BES é sólida, tendo sido significativamente reforçada com o recente aumento de capital. O Banco de Portugal tem vindo a adotar um conjunto de ações de supervisão, traduzidas em determinações específicas dirigidas à ESFG e ao BES, para evitar riscos de contágio ao banco resultantes do ramo não-financeiro do GES”, diz o Banco de Portugal em respostas a pedidos de esclarecimento da comunicação social.
A instituição liderada por Carlos Costa sublinha que só tem responsabilidade de supervisionar a parte financeira do grupo – o EFSG e o BES -, mas que as restantes “não se encontram sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, dado que não integram o perímetro prudêncial do grupo bancário sujeito à supervisão do Banco de Portugal (ao nível da ESFG) e na medida em que não são consideradas empresas-mãe ou filiais de instituição de crédito, nos termos do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras”.
No entanto, garante o banco central, as operações realizadas entre o banco e as outras entidades do grupo “estão sujeitas ao cumprimento de limites máximos de concentração de riscos”, o que quer dizer que o Banco de Portugal está a acompanhar “o cumprimento desses limites e os impactos das operações na situação patrimonial e prudêncial das instituições de crédito ou do grupo bancário”.
Perguntas ingénuas ao "ingénuo " Governador do B.P :
1-No ultimo " stress teste" feito ao BES e ainda antes "das determinações específicas… para evitar riscos de contagio ao banco resultantes do ramo não financeiro "não foi reiterado pelo BP e seu governador que não havia problemas neste banco? Que credibilidade têm os stress Testes e as garantias dadas também agora pelo B. P. ?
2- Que determinações são essas para evitar o contágio do ramo não financeiro ao BES ? Não nos querem explicar que medidas foram tomadas e qual o seu alcance ? Será que são medidas do tipo do insolvente que para não perder o património se divorcia e passa os bens mais valiosos para mulher sobrinhos afilhados ou para qualquer primo taxista na suíça ? Isto é são medidas que safam o BES e tramam os credores do ramo não financeiro como a Caixa Geral de Depósitos e mais tarde os contribuintes….E em relação à Caixa como se justifica tal volume de crédito a empresas de banco concorrente ? A Caixa e em particular o crédito não estão nas mãos do CDS e do PSD ?
3- Diz o "ingénuo" Governador que só tem responsabilidades de supervisão em relação á parte financeira do grupo ! …acrescentando um "no entanto" :"as operações realizadas entre o banco e as outras entidades do grupo “estão sujeitas ao cumprimento de limites máximos de concentração de riscos " Mas depois do que há muito se sabe em relação às negociatas do BES e EFSG como se justifica uma concepção tão restritiva do perímetro prudencial ?
4- Quando Salgado se esqueceu de declarar no IRS pela terceira vez pequeninas somas que tinha no estrangeiro , o Governador chamou-o para opinião pública ver , mas continuou a considerá-lo idóneo para continuar como banqueiro…e quando foi descoberto o também pequenino prejuízo , a tal "enfermidade" do contabilista , como lhe chamou Salgado , o governador continuou a considerar este senhor como idóneo para ser banqueiro. Fantástico . Como prémio merece ir para o BCE tal como o Vítor Constâncio!…
5- Ultimas perguntas: o Governador do Banco de Portugal tem a função de regulador ou de Presidente da Associação portuguesa de bancos ? Não se demite ? Ninguém o demite ?
3 de julho de 2014
Que desemprego ?
dados do desemprego divulgados pelo Eurostat –
taxa de desemprego em Maio de 2014
1.
Nos primeiros
dias de cada mês o Eurostat divulga as suas estimativas mensais sobre o
desemprego e as taxas de desemprego referentes ao mês n-2 em cada um dos países
da União Europeia. Ontem 1º dia do mês de Julho divulgou as suas estimativas
referentes a Maio passado próximo.
2.
Embora a
Comunicação Social faça sistematicamente um grande alarido em torno destes
dados como se eles fossem algo de novo e com credibilidade acrescida, com origem
em informação recolhida e tratada pelo próprio Eurostat, a verdade é que estas
estimativas mensais têm sempre por base os
resultados do último Inquérito Trimestral ao Emprego combinados com os dados
dos desempregados inscritos nos Centros de Emprego através de um modelo de
previsão (modelo de CHOW LIN). Diga-se aliás que actualmente, apenas no caso
português, se calcula esta estimativa da taxa de desemprego recorrendo para
além dos resultados do último Inquérito Trimestral ao Emprego aos dados mensais
dos desempregados inscritos nos Centros de Emprego. É o próprio Eurostat
nos seus últimos documentos metodológicos sobre o cálculo destas estimativas
que manifesta o seu desejo de que haja uma uniformização entre todos os países
no cálculo destas estimativas mensais da taxa de desemprego. Não por acaso o
próprio Instituto Nacional de Estatística no seu plano de actividades para este
ano prometeu: “.. o início da disponibilização de estimativas mensais nacionais
para a taxa de desemprego, em articulação com o Eurostat, com base numa
metodologia mais adequada, pretendendo-se, assim, dar resposta a uma
necessidade há muito sentida pelos utilizadores e que permitirá um
acompanhamento da evolução do mercado de trabalho com base em informação mais
frequente e estável”. De uma forma muito delicada percebe-se a desconfiança do
INE em relação à qualidade dos dados divulgados mensalmente pelo Instituto de
Emprego e Formação Profissional (IEFP) referentes ao nº de desempregados
inscritos nos Centros de Emprego. Esperamos pois que ainda este ano o INE
procede à divulgação das estimativas mensais sobre a taxa de desemprego e a
partir daí passemos a ter como uma única fonte informativa para o cálculo da
taxa de desemprego mensal a entidade estatística nacional, deixando o Governo
através da manipulação do número de desempregados inscritos nos Centros de
Emprego de influenciar o seu cálculo.
3.
Posto isto e
tendo em conta que hoje, quase de certeza, no debate da Nação, o PM e os
partidos do Governo se vão vangloriar dos resultados do desemprego ontem
divulgados pelo Eurostat. Teremos que lhes responder da seguinte forma:
3.1. De acordo com os dados mensais do Eurostat ontem divulgados estavam
desempregados em Maio do ano passado 881 mil portugueses, o que correspondia a
uma taxa de desemprego de 16,9% e estavam em Maio deste ano 736 mil
desempregados, o que corresponde a uma taxa de desemprego de 14,3%. Entre Maio
do ano passado e Maio deste ano desapareceram dos dados do desemprego do
Eurostat 145 mil portugueses, mas o emprego criado neste período é praticamente
nulo.
3.2. Entretanto dados divulgados no passado dia 16 de Junho referentes à
população residente no nosso país dizem-nos que nos últimos 3 anos saíram do
país 350 504 portugueses, um dos maiores êxodos de sempre, e que em termos
anuais assistimos no ano passado ao maior volume de emigração, saíram 128 108
portugueses.
3.3. Entretanto dados divulgados pelo IEFP referentes ao passado mês de Maio
dizem-nos que neste mês estavam colocados em programas de emprego e formação
profissional 174 031 trabalhadores, o mais elevado nº de sempre de colocados
nestes programas e, mais 67 048 do que em Maio do ano passado.
3.4. Somando aqueles que foram forçados a emigrar neste período com o acréscimo
do nº daqueles que foram enviados para os programas de emprego e formação
profissional, facilmente se percebe como se fez este milagre da taxa de
desemprego baixar. Mais grave ainda o somatório destes nºs prova-nos que ao
contrário daquilo que este Governo (PSD/CDS) e os partidos que o suportam afirmam
a taxa de desemprego real é hoje mais elevada do que há um ano atrás.
3.5. No limite se a sangria de trabalhadores portugueses
para o estrangeiro se mantiver e se aqueles que caírem no desemprego
continuarem a ser enviados para programas de emprego e formação profissional, o
nosso País passará a ser um caso de estudo mundial. Portugal será um exemplo
concreto de como é possível fazer baixar a taxa de desemprego, sem que o
emprego suba. Um verdadeiro milagre da multiplicação dos pães, que não dá de
comer aos trabalhadores desempregados mas enche a barriga aos patrões.
1 de julho de 2014
O destino de Portugal poderia ser outro. A UE isola Portugal do mundo
A propósito da reunião do G-77 + China
Ao contrário do propalado a UE não constituiu uma “abertura
de Portugal ao mundo”, mas o encerramento num espaço ainda por cima decadente.
O comércio internacional com a UE representa 70% do total (exportações mais
importações), mas se retirarmos os combustíveis chegamos a cerca de 90%, com
uma acentuada taxa de cobertura deficitária.
Vem isto a propósito da reunião de 133 países em 14 e 15 de
junho na Bolívia, tendo 119 adotado uma declaração comum intitulada “declaração
de Santa Cruz. Por uma nova ordem mundial “viver bem”, Justamente aquilo que
Portugal necessitava.
Com 242 pontos a declaração fixa como objetivo a erradicação
da pobreza até 2030, a instauração de uma nova ordem financeira internacional
reduzindo o poder do FMI, etc. Foi também proposta a criação de uma aliança
científica, tecnológica e cultural.
O documento reafirma igualmente a primazia da soberania
nacional sobre os recursos naturais. A Rússia foi oficialmente convidada a
juntar-se ao grupo que representa atualmente 77% da população mundial e 43% da
economia do planeta.
"Um outro mundo é possível" declarou o presidente do Uruguai,
"não é possível mais caucionar esta civilização de desperdício que afeta a
própria vida do planeta.” “Nós, somos o futuro do mundo” – disse Evo Morales.
A censura fascizante que vigora na UE e nos EUA ignoraram
totalmente a reunião. Compreende-se: um outro mundo constrói-se eles ficam à
margem na decadência, no militarismo, na provocação fascista, semeando guerras
e confrontos entre as nações, para a oligarquia sobreviver.
Tudo isto leva-nos a pensar como Portugal podia ser diferente:
em vez de destruirmos as nossas empresas metalomecânicas, metalúrgicas,
construção naval, elétricas, etc., podíamos ter uma cooperação mutuamente
vantajosa com países com necessidades tecnológicas e de desenvolvimento muito
mais próximas das nossas, assim o país isola-se num espaço decadente em que o
silenciado e secreto Tratado de Comércio Livre entre a UE e os EUA vai ser a
machadada final se não arrepiarmos caminho.
E ainda há gente que diz que sair do euro e renegociar
tratados da UE seria um desastre. E ficar?
Ver mais em http://www.legrandsoir.info/sommet-du-g-77-chine-un-pas-en-avant-dans-la-cooperation-sud-sud.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)