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3 de fevereiro de 2019

O que é necessário saber sobre a Venezuela



https://www.globalresearch.ca/venezuela-what-activists-need-to-know-about-the-us-led-coup/5666705

Venezuela: What Activists Need to Know About the US-led Coup

Two things stand out about the US coup in Venezuela. First, it is unusually open. Typically, the US tries to hide its coups. Second, the coup is built on a series of obvious falsehoods, yet the bi-partisans in Washington, with a few exceptions, keep repeating them.

Em francês :Deux choses ressortent du coup d’État étasunien au Venezuela. D’abord, il est inhabituellement public. Généralement, les États-Unis tentent de dissimuler leurs coups d’État. Ensuite, celui-ci est basé sur une série de mensonges flagrants, et pourtant, les représentants du système bipartisan à Washington, à quelques exceptions près, continuent de les répéter.
Nous commencerons par corriger les mensonges pour que les lecteurs partent des mêmes faits. Deuxièmement, nous décrirons comment ce coup d’État a perdu. Il sera un nouvel embarras pour l’administration Trump et la politique étrangère étasunienne.

Nous commencerons par corriger les mensonges pour que les lecteurs partent des mêmes faits. Deuxièmement, nous décrirons comment ce coup d’État a perdu. Il sera un nouvel embarras pour l’administration Trump et la politique étrangère étasunienne.
Il est important de comprendre que le Venezuela est devenu un conflit géopolitique puisque la Russie et la Chine sont ses étroits alliés. La Chine et la Russie qui pénètrent l’arrière-cour des États-Unis remettent en question la désuète Doctrine Monroe.
Le Venezuela possède les plus grandes réserves de pétrole au monde et les deuxièmes plus grandes réserves d’or, ainsi que des diamants et d’autres minéraux comme le coltan (nécessaire pour les appareils électroniques). De plus, le Venezuela aura la présidence de l’OPEP et sera en position de faire pression pour que le paiement du pétrole se fasse en monnaies autres que le dollar ou en cryptomonnaies, une menace majeure pour le dollar US
https://www.mondialisation.ca/venezuel-ce-quil-faut-savoir-sur-le-coup-detat-mene-par-les-etats-unis/5630473
Corriger le récit
De nombreuses déclarations répétées par les fonctionnaires de Washington DC et les médias grand public et destinées à justifier le coup d’État sont si évidemment fausses qu’il est difficile de croire qu’elles ne sont pas intentionnelles. Dans son commentaire de deux paragraphes sur le coup d’État, même le sénateur Bernie Sanders les a répétées.
1ère vérité : Nicolás Maduro est le président légitime.
Le président Maduro a été réélu le 20 mai 2018 en réponse à la demande de l’opposition de tenir des élections anticipées. La légitimité de l’élection de Maduro est si évidente qu’il faut supposer que ceux qui affirment qu’il est illégitime disent intentionnellement le faux ou sont ignorants.  L’élection a été fixée conformément à la Constitution du Venezuela et après consultation des partis d’opposition. Lorsqu’il est devenu évident que l’opposition ne pourrait l’emporter, elle a décidé, sous la pression des États-Unis, de boycotter l’élection afin de ruiner sa légitimité. Les faits sont que 9 389 056 personnes ont voté, soit 46% des électeurs. Seize partis ont participé, six candidats se sont présentés à la présidence.
Le processus électoral a été suivi par plus de 150 observateurs. Cela comprenait, entre autres, 14 commissions électorales de huit pays, dont le Conseil des experts électoraux d’Amérique latine, deux missions techniques électorales et 18 journalistes de différentes parties du monde. Selon les observateurs internationaux, « les élections ont été très transparentes et conformes aux normes internationales et à la législation nationale ».

2 de fevereiro de 2019

Terrorismo económico


Des documents internes du gouvernement des États-Unis présentent les grandes lignes d’un programme de "guerre économique" contre le Venezuela (The Grayzone)
Ben NORTON


Un document interne du gouvernement révèle des tactiques de "guerre économique" et d’"armes financières" que les Etats-Unis utilisent contre le Venezuela au nom de la "promotion du capitalisme".


Le Venezuela a souffert d’une crise économique ces dernières années, et alors que le gouvernement américain et les médias commerciaux ont blâmé cette situation difficile uniquement sur le parti socialiste au pouvoir, des documents internes du gouvernement américain reconnaissent que Washington a utilisé ce qu’il décrit clairement comme des "armes financières" pour mener une "guerre économique" contre cette nation sud-américaine riche en pétrole.

A vergonha da RTP

O alinhamento da RTP do Telejornal das oito de hoje sobre a Venezuela é uma vergonha.
Para além dos depoimentos unilaterais , a colocação no meio da peça ,  de umas declarações de João Ferreira fora do contexto é uma manipulação inaceitável
Parabéns Maria Flor Pedroso!  Merece o Lugar. 
Os aplausos de Santos Silva , Assis , Cristas e Rui Rio...

A hipocrisia do PSD e do CDS

25 operações que têm a assinatura de gestores do PSD , PS e CDS
"Nas 25 maiores operações de financiamento concedidas pela Caixa Geral de Depósitos no período que abrangeu a auditoria da EY o banco público perdeu 1,3 mil milhões de euros dos 2 mil milhões concedidos." segundo o Negócios

O que visa a UE na Venezuela ?

A UE quer congelar os activos da Venezuela .

Apoio europeu a governo Guaidó pode esconder outros interesses, diz investigador



O Parlamento Europeu votou ontem (31/01) pelo reconhecimento do governo de Juan Guaidó, na Venezuela. Segundo Christophe Ventura, diretor de pesquisas do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas (IRIS, na sigla em francês), esta decisão é inusual, porque, seguindo as regras do direito internacional, os países da União Europeia reconhecem Estados, e não governos.


Especialista em América Latina, Ventura faz uma análise geopolítica desta decisão e acredita em interesses escusos de países da União Europeia, que aproveitariam para mostrar a Washington que eles podem estar alinhados em alguma coisa, quando as tensões entre o bloco e o governo americano continuam elevadas. Confira abaixo a entrevista completa.


RFI – Como avalia a decisão do Parlamento Europeu de reconhecer o governo Guaidó?
Christophe Ventura – Isso já era esperado, porque faz muito tempo que o Parlamento Europeu tem tomado, em diversas ocasiões, a posição de apoiar a oposição venezuelana e contestar a legitimidade de Nicolás Maduro. Nos últimos anos, o Parlamento Europeu tomou várias decisões neste sentido, então isso faz parte do dispositivo e do desenrolar da posição europeia que é hoje a do Parlamento Europeu e amanhã será a dos Estado, como indica a posição de Emmanuel Macron etc.


RFI – O que isso significa na prática?
CV – Significa uma distorção dos princípios estabelecidos da diplomacia internacional, porque o que é inédito nesta questão da Venezuela, independentemente do que uns e outros pensam dos atores, é que em geral nós reconhecemos um Estado, não um governo. É uma regra do direito internacional, de reconhecer os Estados; é novidade isso de reconhecer um governo. Isso [que o Parlamento Europeu fez] é surpreendente, é preciso dizer. O que significa reconhecer o governo de Guaidó? Significa aumentar, numa próxima etapa, as sanções contra Maduro, porque a União Europeia também aplica sanções contra o governo e o Estado venezuelano, que hoje são contra membros do governo venezuelano [ministros de Maduro] e também um embargo sobre as armas utilizadas pelas forças policiais venezuelanas. Mas isso abre espaço para sanções mais importantes da UE sobre a Venezuela certamente em linha direta com as exigências de Washington, particularmente sobre o bloqueio de ativos venezuelanos por toda a Europa. Nós já vimos na semana passada a premissa disso com o bloqueio de US$ 2 bilhões pelo Banco da Inglaterra.

A partir do momento em que os países reconhecem Guaidó como presidente de fato, isso permite que as sanções exigidas pelos EUA se sistematizem em todos os países que vão nesta linha. Certamente vai haver um aumento de sanções e do bloqueio de ativos venezuelanos nos bancos de diversos países europeus.

1 de fevereiro de 2019

A internacional socialista

A social democracia cada vez mais reaccionária e mais alinhada com o grande capital e o império.
Por isso vão sendo corridos pelos povos
"O Conselho da Internacional Socialista decidiu expulsar o partido Frente Sandinista pela Libertação Nacional da Nicarágua de sua composição e manifestou apoio à Assembleia Nacional venezuelana e ao deputado da oposição Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino do país.
Em reunião ocorrida na terça-feira (29/01) em Santo Domingo, capital da República Dominicana, o conselho justificou o apoio à oposição venezuelana por considerar que houve "falta de credibilidade democrática" nas eleições de maio passado que reelegeram o presidente Nicolás Maduro com mais de 67% dos votos."

Tudo claro no programa económico para a Venezuela

Os Abutres.
http://estrategia.la/2019/02/01/golpe-de-estado-en-venezuela-y-capital-financiero-los-buitres-y-el-reparto-del-botin/

Golpe de Estado en Venezuela y capital financiero: Los buitres y el reparto del botín

 Simón Andrés Zúñiga|
Apenas dos días después del golpe del 23 de Enero, una de las más conocidas agencias calificadoras de riesgo país, Standard & Poor, ha publicado en un informe las posibles medidas económicas que tomará el autoproclamado “presidente interino”  Juan Guaidó (1).
Como se esperaba, después de este golpe de Estado (en proceso), unas de las primeras medidas es la modificación de la Ley de Hidrocarburos, para que permita un mayor control extranjero del sector petrolero.
Al unísono, el economista venezolano Francisco Rodríguez, recomienda, a través de su red social, qué debe hacer el “presidente provisional”, para tomar control de la empresa CITGO, propiedad del Estado venezolano. Rodríguez señala “El nuevo gobierno debe proceder a comunicarle a los tribunales norteamericanos el nombramiento de nuevos representantes legales para defender los intereses de la nación y proteger los activos del saqueo que con seguridad intentaran hacer los representantes de Nicolás Maduro”(2).