Há medias israelitas que pedem para transformar Beirute em Gaza. A guerra de Israel ao Líbano já deslocou mais de 1 milhão de pessoas. Beirute é sistematicamente bombardeada, apesar do processo de cessar-fogo se aplicar também ao Líbano. Tucker Carlson, um apoiante (ou-ex) do MAGA diz que Israel é o país mais violento do mundo, gabando-se de assassinar pessoas, matar crianças, arrasar Gaza.
O Ministro da Defesa do Paquistão, Estado que recebe as delegações do Irão e EUA, diz num post, depois retirado a pedido dos EUA, que "Israel é maligno e uma maldição para a humanidade" "está a ser cometido genocídio no Líbano", etc.
Tripudiar sobre acordos obtidos pelos EUA, sabotar negociações, tem sido o papel de Nethanyahu. Blinken, anterior Secretário de Estado múltiplas vezes tentou entendimentos, mal voltava costas, Israel sabotava tudo. Nada acontecia, os EUA limitavam-se a apoiar Israel.
Ouve-se com espanto "comentadores" dizerem que o Irão está a desafiar os dois maiores exércitos do mundo: os EUA e Israel. As únicas proezas das FDI é matar civis: o Hamas continua a existir; o Hezbollah obriga os comandos israelitas a retirarem-se, o número de baixas é escondido. Abateu pelo menos um helicóptero Apache, destruiu mais de uma centena de tanques Merkava.
O Hezbollah lança mísseis de longo alcance retaliando contra os ataques israelitas com um ataque maciço no norte do país. Um Presidente de Câmara na fronteira com o Líbano, chorava durante uma entrevista ao Canal 12 israelita, acusando o governo de destruir o país. O Canal 13 expõe a situação de Israel: "O sistema educativo é inexistente; os professores não têm intenção de retomar as aulas." "O sistema de saúde está a reduzir os tratamentos"." "80% das viagens aéreas de Israel estão suspensas, a infraestrutura energética está a falhar, os transportes estão a colapsar em Telavive e Jerusalém, a economia está a parar completamente. Lançar guerras contra os vizinhos está a ter consequências, não no campo de batalha, mas em casa.
O Hezbollah esgota os mísseis de interceção de Israel, colocando cidades e zonas militares sob forte bombardeio. Em Haifa desencadeou explosões violentas na cidade e arredores. Mísseis iranianos atingem Beersheba, na região de Negev, sul de Israel, com zonas industriais e e militares. Nenhum local se pode considerar imune em Israel.
"Netanyahu prometeu uma 'vitória histórica' e segurança para gerações. Em vez disso, obtivemos um dos piores fracassos estratégicos de Israel", presidente do Partido Democrático, Yair Golan.
O Hezbollah travou o ímpeto de Israel, arrastando-o para uma guerra de desgaste e uma estratégia de guerrilha, operando em células dispersas, emboscadas e ataques concentrados, corroendo sistematicamente a força invasora, desgastando efetivos e capacidades logísticas de Israel". O Hezbollah mostrou ter capacidades significativas, em mísseis e foguetes e melhorou a defesa aérea. "Israel revela um estado de cegueira de informação, visando locais "queimados por segurança" ou sítios civis, uma degradação na eficácia de alvos do exército israelita". As forças israelitas parecem incapazes de combater táticas básicas de drones.
Dados oficiais: entre 2022 e 2026, quase meio milhão de israelitas fugiram. Até o fim de 2026, estima-se que 2 milhões de israelitas terão partido, muitos com passaportes duplos. Famílias desesperadas estão a chegar ilegalmente a Chipre e à Grécia.
O exército israelita enfrenta risco de "colapso" devido à escassez de efetivos. “Em breve, as FDI não estarão prontas para as suas missões de rotina e o sistema de reserva não vai aguentar”, o exército vai “colapsar sobre si mesmo” devido à escassez de mão-de-obra, juntamente com as exigências operacionais de combater uma guerra em várias frentes."
Caitlin Johnstone cita jornais de Israel. O Jewish Chronicle publicou um artigo de Maureen Lipman intitulado "O mundo tem ideia de quão cansado está o povo de Israel?" "Um amigo disse-me que seus netos precisaram entrar em seu quarto seguro mais de 200 vezes desde o início da batalha atual." "A BBC e repórteres do mundo também não relatam o fecho das escolas. Os media estão sequer cientes do medo dos idosos em Israel?"
Absolutamente incrível. Escrevem como se os israelitas fossem as únicas pessoas no mundo cujo país é bombardeado. Só os sionistas podem lançar bombas sobre populações vizinhas todos os dias durante anos e depois dizer "Ninguém pode imaginar como é viver com medo de ataques aéreos!" Nunca os media chamaram ao ataque ao Líbano: invasão.
Para The Jerusalem Post, "a desradicalização de longo prazo em Gaza enfrenta grandes obstáculos", como se a radicalização dos palestinos fosse o problema e não a ideologia radical do povo que tem travado uma campanha de extermínio contra eles, argumentando que apenas a anexação e a limpeza étnica podem levar a uma paz duradoura em Gaza. (!!)
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