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3 de março de 2026

Uma opinião

 

Douglas McGregor um ponto completo da situação

DESASTRE DE GUERRA NO IRÃO: OS ESTADOS UNIDOS ENFRENTAM UMA DERROTA HUMILHANTE

Nesta entrevista bombástica, o Coronel Douglas McGregor, um veterano condecorado das forças armadas, não mede palavras ao falar sobre a escalada do conflito entre os EUA e o Irão, que já está se transformando em uma catástrofe regional.

Com a disparo dos preços do petróleo e o cerco a bases estratégicas, ele revela como o ataque surpresa de Israel se voltou espetacularmente contra seus adversários, mergulhando os Estados Unidos em um pesadelo prolongado.

Preparem-se: esta não é a vitória fácil que Trump esperava, e as repercussões globais podem remodelar a ordem internacional para sempre. COLAPSO REGIONAL

Os iranianos bombardearam 27 bases de Incirlik em Dubai, paralisando portos, refinarias e aeroportos com drones baratos que superam sistemas de defesa bilionários.

Os mercados de petróleo subiram 20% da noite para o dia, chegando a ultrapassar os 100 dólares com a diminuição dos estoques – as economias globais estão em apuros.

Milhões de pessoas estão retidas no Golfo, incluindo 4,6 milhões de indianos essenciais para a economia dos Emirados Árabes Unidos, enquanto o caos paralisa os centros de negócios internacionais.

OS ERROS FATAIS DOS ESTADOS UNIDOS E DE ISRAEL

Israel começou a guerra sozinho, pegando os Estados Unidos de surpresa – agora estamos perdendo caças F-15, marinheiros e credibilidade em uma saraivada de mísseis que não podemos suportar.

Um pesadelo logístico: portos destruídos, obrigando-nos a reabastecer com suprimentos da Índia ou da Itália; esgotamos nossas reservas de mísseis apoiando a Ucrânia, enfrentando o arsenal iraniano de 450.000 mísseis.

Mísseis hipersônicos viajando a Mach 5 ou mais conseguem burlar nossa tecnologia; iscas enganam as defesas —

McGregor alerta que estamos nos esgotando mais rápido do que conseguimos nos recuperar.

IMPLICAÇÕES GLOBAIS

A Europa permanece à margem, ciente de que o Irã não representa uma ameaça real; mas a Rússia, a China e a Índia observam atentamente – e isso prejudica os BRICS e a Iniciativa Cinturão e Rota.

O dólar está em colapso, a desdolarização está se acelerando; a era Sykes-Picot está chegando ao fim à medida que as ditaduras do Golfo vacilam e as cartas estão sendo reescritas.

Se Israel ameaçar com armas nucleares, devemos esperar uma intervenção russo-chinesa, que nos levará à beira de uma guerra mundial.

A vantagem do Irã e os erros americanos

O Irã sobrevive perseverando, tornando-se mais forte à medida que o tempo passa; nenhuma mudança de regime está à vista para esta antiga civilização de 93 milhões de habitantes.

McGregor denuncia a retórica "estúpida" sobre o terrorismo: as verdadeiras ameaças estão no Paquistão e na Síria, não na Pérsia.

Matar o Líder Supremo o transformou em um mártir, unificando o Irã; projetamos nossos valores em um inimigo que não compreendemos.

O CAMINHO PARA A DERROTA

Nenhuma estratégia além de bombardear; Trump está seguindo o exemplo de Netanyahu, mas o esgotamento se aproxima.

– Uma crise financeira está se formando com o aumento dos rendimentos dos títulos.

Aliados como a Coreia e o Japão estão desafiando o poder dos Estados Unidos; nós estamos sacrificando nossa posição por Israel, um estado pária em meio aos horrores de Gaza.

Para o Irã, a vitória é meramente uma questão de sobrevivência.

Aparentamos fraqueza, o que nos convida a uma retirada ignominiosa da região.

RESUMINDO: Isto não é simplesmente uma guerra: é o golpe final na hegemonia americana, com o Irão emergindo mais forte enquanto nós pagamos um preço alto. O mito da invencibilidade americana está ruindo, e um novo mundo multipolar está surgindo das cinzas.

VIA GLENN ISTO

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