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9 de setembro de 2011

Ainda o sistema financeiro


Continua-se a não se falar da dívida privada que no nosso país é superior à dívida pública . Continua-se a esconder que o enorme crescimento da dívida pública se deve á crise do sistema financeiro e continua-se a esconder que se tem estado a resolver o problema da dívida privada à custa da dívida pública, isto é, à custa dos contribuintes e da economia. A diminuição do poder de compra dos povos, a quebra no investimento , a canalização de recursos públicos para a banca que depois os aplica na especulação está a conduzir as economias para a estagnação e a recessão.
Hoje as bolsas voltaram a cair com o receio de uma nova recessão a nível mundial


Bourses : l’Europe rechute vers ses plus bas de 2009

Les craintes d’une récession économique mondiale sont revenues hanter les marchés. La Bourse de Paris a glissé sous le seuil des 3.000 points. Les valeurs bancaires ont été de nouveau très malmenées. Sur une semaine, le CAC 40 a perdu 5,5%.

Regain de tension sur les valeurs bancaires

Crainte de la récession, crise grecque qui s'enlise, doute sur le niveau de fonds propres et tensions sur la liquidité... les nuages s'amoncellent à nouveau dans le ciel bancaire européen.

Une spirale infernale. Après deux journées marquées par une timide reprise, le secteur est reparti à la baisse vendredi 9 septembre. La timide reprise amorcée durant les deux séances précédentes n'aura pas duré. C'est même un nouveau plongeon qui s‘est produit vendredi. Dans des marchés très secoués par l'accumulation de nouvelles inquiétantes -en dernier lieu le départ de Jürgen Stark de la BCE qui pèse sur l'euro, les banques sont au coeur de la tourmente.

Au total, l'indice DJ Euro Stoxx Bank a chuté de 6,84 %. La Société Générale, très fragilisée ces dernières semaines, s'est effondrée encore de plus de 10 %, pour une capitalisation d'à peine 13,5 milliards d'euros. BNP paribas et Crédit Agricole SA ont perdu plus de 7 %. A Francfort, Commerzbank, en baisse de 8,77 %, ne vaut plus que 8,5 milliards d'euros en Bourse, soit moins que les capitaux levés en juin.

A Londres, Barclays a plongé de 9,43 % et RBS de 5,45 %.

Les craintes sur un ralentissement conjoncturel voire une entrée en récession de part et d'autre de l'Atlantique pénalisent fortement le secteur bancaire.L. EC

5 de setembro de 2011

O PEQUENO DICIONÁRIO CRÍTICO –28 - PRINCÍPIO DO UTILIZADOR PAGADOR

Um bom princípio, dizem - nos, com ar inocente para nos convencerem que são boas pessoas: estão do nosso lado. Do lado de quem?
O princípio do utilizador-pagador (P U-P) é sem dúvida um bom princípio, se ignorarmos que existem serviços sociais e efeitos multiplicadores em termos económicos; se ignoráramos que existem custos e benefício sociais e que deve haver solidariedade. Na realidade, o alfa e o ómega destes princípios residem na criação de lucros, tornando mercantil o que é social para ser privatizado. Como são serviços essenciais à existência das pessoas e à economia, aí temos rendas de monopólio com protecção estatal. O P U-P é afinal gato escondido com rabo de fora ou o milagre das rosas ao invés. Vejamos porquê.
No fundamental, resume-se a: queres saúde paga-a; queres educação paga-a; queres cultura paga-a; queres transportes paga-os; queres justiça paga-a. A moral deste bom princípio não vai além disto, não reconhece justiça social, é coerente com todo o esquema liberal, fundamenta-se no egoísmo e nos preconceitos anti-sociais, que se procura promover entre os cidadãos.
A lógica será: se eu não tiver filhos na escola, se não andar de transportes públicos, se o meu médico for privado, por que tenho de pagar para os “outros”? Não se vai mais longe que isto: uma sociedade corroída de rancores e incontroláveis egoísmos de um lado, desespero, do outro. Ora o facto é que directa ou indirectamente toda a sociedade é afectada por menos educação, menos saúde, transportes encarecidos.
E pagar quanto? O preço de mercado dir-se-á, é óbvio, e o mercado não se pode contestar. Mas qual mercado? Aqui não devia haver mercado, são serviços sociais, só que pelo P U-P tornar-se-ão lucrativos permitindo a expansão do capital monopolista.
Pode então dizer-se que será necessário pagar os custos operacionais e o lucro empresarial. Mas será que as infraestruturas construídas com o dinheiro dos contribuintes vão servir para outros arrecadarem lucros? E que lucros? Vejam-se os da Brisa.
Segundo o filósofo Emmanuel Kant (suponho que com este os da “economia de mercado” não devem ter problemas) o princípio moral para ser válido deverá ter aplicação universal., de forma que para haver coerência o P U-P deve ser aplicado generalizadamente.
Assim, o P U-P começaria com justiça fiscal. O capital financeiro pagaria as mesmas taxas que os rendimentos pessoais. Não haveria livre transferência de capitais e muito menos sem pagar imposto. Ou estas entidades não utilizam serviços que estão a ser pagos pelos cidadãos comuns? Nem empresas monopolistas que se vão sediar no estrangeiro para não pagar impostos no país. E quanto a apoios estatais a empresas privadas de acordo com o P U-P? Só se fosse com participação nos lucros e empréstimos ao juro de mercado ou como accionista, para defender os interesses dos contribuintes.
Começaria também pela igualização dos lucros, através de impostos progressivos sobre os rendimentos do capital, para não haver excessivo poder de mercado de uns em relação a outros. E continuaria – dentro do sistema que se defende para o P U-P – pela revisão dos níveis salariais em função dos lucros da empresa e da produtividade, de forma que os lucros não se elevassem acima da média geral senão durante um curto período e em resultado de inovações. Tudo isto, note-se, são condições de funcionamento eficiente da economia de mercado.
Por que havemos, dentro do mesmo critério pagar as fraudes e os desmandos da especulação? Por que havemos de pagar a teia de corrupção e cumplicidades de um Estado ao serviço dos monopólios privados? Por que hão-de os consumidores pagar lucros de monopólio das grandes empresas? Por que hão-de pagar intervenções das Forças Armadas em operações para defesa de interesses imperialistas e das grandes transnacionais?
Os seráficos defensores do P U-P proclamam que os utilizadores não devem ter serviços do Estado gratuitos ou quase gratuitos, é pena o princípio não ser aplicado por exemplo aos accionistas do BPN, aos que ficaram com empresas nacionalizadas (e não pagam impostos no país), aos contratos das PPP, à venda das “golden shares”. Tudo isso gratuito ou quase!
Duas objecções podem ser feitas ao que acima se diz. Primeiro, tudo foi decidido por governos livremente eleitos pelos cidadãos. Quanto a isto, diga-se que foram eleitos com base em mentiras e em promessas logo negadas assim que assumem o poder. A camuflagem da propaganda do sistema, tenta depois justifica-las. Democracia não pode ser mentira e abstenção dos cidadãos.
A segunda objecção é que se trata – em alguns casos – de colmatar prejuízos de empresas ou serviços públicos - caso dos transportes, por exemplo. Seria justificado talvez ignorando todos os aspectos sociais e efeitos multiplicadores na economia, como já referimos. Porém, como se sabe que os prejuízos devem-se no essencial á má gestão do Estado, em benefício de entidades privadas, obrigando as empresas a endividar-se junto da banca privada para realizar investimentos.
O P U-P é sem dúvida um princípio da “economia de mercado”, mas a economia de mercado só a contragosto convive com o social que considera fonte de distorções e ineficiência. Contesta as responsabilidades adquiridas no passado, manipulando a informação e procura destrui-las meticulosamente. As prestações sociais são parte do salário e na medida em que se caminha para a sua eliminação aumentam-se os níveis de pobreza e do salário de subsistência. Aumentando o preço dos serviços sociais o salário teria de aumentar ou então é espoliação em benefício do capital privado, pois os impostos que terão de pagar as infraestruturas entregues praticamente a custo zero a privados são retirados aos salários.
Afinal, cumpre perguntar: o que é que a sociedade valoriza? Os benefícios sociais e a solidariedade ou o lucro? Na realidade, despreza e reprime a pobreza. Dizem que os “mais desfavorecidos serão compensados”. Isto é, torna-se uma maioria pobre, aumenta-se a miséria e depois dá-se esmolas. A segunda parte é cristã. A primeira nem tanto. Porém, sem a primeira não há a segunda e portanto não se ganha o reino dos céus - cá na Terra...
A ideia que o P-U-P traz mais racionalidade económica, pois os consumidores tendo uma ideia do preço passam a consumir mais moderadamente, é também curiosa, assimila-se serviços públicos a bens de consumo mercantis. É certo que os cérebros deste país se debatem com o magno problema de saber o que sejam “serviços públicos (ver “Os comentadores no seu labirinto”).
Temos então para ter “racionalidade económica” e que consumir moderadamente, vejamos:
- Transportes públicos – Vá a pé! Será que as empresas de transportes com menos utentes podem serão mais rentáveis?!
- Hospitais – Não esteja doente. Adoeça moderadamente. Pague ou tenha uma morte feliz!
- Educação – Que os jovens a consumam moderadamente. Eis a maior descoberta da “racionalidade económica” para a tão cantada sociedade do conhecimento e a maior competitividade!
Mas há talvez uma “racionalidade” que não estejamos a compreender: utilizando “moderadamente” aqueles serviços, encontra-se o argumento decisivo para fechar escolas, serviços de saúde, carreiras de transportes, pois terão menos utentes! Sobram as que podem ser rentáveis e portanto entregues ao capital privado!
No fundamental, o P U P procura justificar o programa da “troika”, cuja fórmula de “racionalidade” para consumir moderadamente é: tirar o dinheiro dos bolsos do cidadão comum para o entregar a monopólios e transnacionais, de forma que as pessoas tenham “uma ideia” de que podem ficar sem dinheiro para comer e pagar os custos de habitação, tornando-se assim “consumidores racionais”.
Eis, pois, o fundamento da moral contida na política de direita, que os srs. comentadores justificam e propagandeiam.
O gato escondido com rabo de fora, aparece agora nitidamente! Com o P U-P os impostos deixam de ser um elemento essencial da redistribuição de riqueza, tendem a ser o “preço” do aparelho repressivo do Estado ao serviço do grande capital. A isto podemos designar de neofascismo.

3 de setembro de 2011

Duas notícias significativas e esclarecedoras

1 A Directora Geral do FMI, Christine Lagarde ao afirmar há dias que a banca europeia precisava de ser capitalizada desencadeou pela parte da banca, das suas instituições e dos comentadores uma campanha brutal , o que mostra o seu poder e a sua influência nos meios de comunicação e nos meios universitários. E como a sua influência nas Faculdades de Economia é imensa .O que nos mostra também como muitas destas Faculdades do que tratam não de Ciência Económica mas no fundamental de produção de ideologia, charlatanismo económico embrulhado na "autoridade académica" e na voz "autorizada " de "académicos" que são verdadeiros
Ver La TRIBUNE:Selon
une source européenne, le FMI estime que les banques européennes risquent d'être confrontées à un déficit de fonds propres de 200 milliards d'euros pour affronter la crise de la dette en zone euro et à un ralentissement de la croissance. Samedi dernier, lors des rencontres annuelles de la Réserve fédérale américaine, la directrice du FMI Christine Lagarde avait déjà plaidé pour une recapitalisation "substantielle" des établissements financiers européens

2 O Primeiro Ministro no seu encontro com Merkel mais parecia um embaixador alemão vindo de um Protectorado .O primeiro Ministro garantiu lhe que tudo iria fazer para colocar na Constituição a proposta l sobre o défice e em relação aos Euro- Bonds fez seu o argumento alemão de que estas só poderão avançar com harmonização fiscal a nível europeu...e com a integração política Merkel sorriu e ficou contente com a vassalagem...

29 de agosto de 2011

ESTARÁ O DR. GOEBBELS A RIR-SE? (1)
É a pergunta que o israelita URI AVNERY, defensor da paz e dos direitos dos palestinianos, nos deixa a propósito do atentado em Oslo e da complacência para com a extrema-direita na Europa e Estados Unidos.
No seu texto, Uri Avnery imagina um telefonema, algures no inferno, entre o ministro da propaganda nazi, Joseph Goebbels e o seu chefe.
“Mein Führer,” exclama excitado, “notícias do mundo! Parece que afinal nós estávamos no caminho certo. O anti-semitismo está a conquistar a Europa!
“Boa”, diz o Führer, “isto será o fim dos judeus!”
“Humm…bem…não exactamente, mein Führer. Parece que nós escolhemos os semitas errados. Nossos herdeiros, os novos Nazis, vão aniquilar os Árabes e todos os outros Muçulmanos na Europa”. Com uma risada, diz: “Afinal, há muitos mais Muçulmanos que Judeus para exterminar”.
“Mas então e acerca dos Judeus?” - insiste Hitler.
“Não vai acreditar nisto: os novos Nazis adoram Israel, o Estado Judaico, e eles são adorados por Israel!”

Uri Avnery, contesta a versão de que o atentado cometido por um neo-nazi noruegês se trate de um incidente isolado, relacionando-o com a tolerância concedida aos movimentos de extrema-direita, à sua propaganda e campanhas racistas e caluniosas. Relaciona ainda com a campanha que a extrema-direita israelita desencadeou contra Yitzhak Rabin, antecedendo o seu assassinato, bem como a posterior alegação que se tinha tratado de um caso isolado.
“Será que a responsabilidade não está também com todos os demagogos sem vergonha, como Netanyahu, que esperaram cavalgar o poder na onda de ódio, medos e preconceitos?” (2)
“São as fases iniciais que são críticas, quando oportunistas políticos verificam que espalhando medo e ódio é o caminho mais fácil para a fortuna e o poder, quando inadaptados sociais se tornam nacionalistas e fanáticos religiosos, quando atacar minorias desprotegidas se torna aceitável como políticas legítimas, quando homenzinhos ridículos se tornam monstros".
“Será o dr. Goebbels que eu ouço rir no inferno?”

1 - Is That Dr. Goebbels Laughing? July 30, 2011 The New Anti-Semitism by Uri Avnery
www.counterpunch. Uri Avnery is a contributor to “The Politics of Anti-Semitism.
2 – Lembro um texto da escritora de ascedência judaica Ania Francos, (“Palestina, liberdade ou morte”, livro editado pela Seara Nova em 1970) demonstrando que os actuais palestinianos são, segundo todas as probabilidades os herdeiros dos hebreus.”À parte os judeus que nunca deixaram a Palestina, quem descende, pois, dos hebreus? Ora bem: quanto a mim o mais seguramente possível os árabes palestinianos (…) estes palestinianos não são árabes puros e não foram decerto invasores, mas sim autóctones arabizados”. (p.27, 34)

28 de agosto de 2011

O PEQUENO DICIONÁRIO CRÍTICO –27 – COMENTADORES NO SEU LABIRINTO

Parafraseando o título de uma obra, aí vemos economistas, jornalistas, srs. professores, enfim, comentadores, no seu labirinto de contradições.
Os que defendiam – há bem poucos meses! – os absurdos tratados da UE perdem-se hoje ao descobrir afinal que “esta” UE assim como está não serve. Mas foi a que o os srs. quiseram e defenderam afincadamente! Foi o que justificaram paulatina e exaustivamente – há sempre tempo de antena para dizer o que os senhores do grande capital querem ouvir - que nem sequer era necessário que o povo se pronunciasse sobre o assunto, as matérias seriam demasiado complexas. Pelos vistos a “ignorância” estava do vosso lado.
Os que defenderam estusiástica e assertivamente todas as “inevitabilidades”, todos os “riscos sistémicos”, pondo liminarmente de parte tudo o que se afastasse do paradigma neoliberal dão hoje voltas e mais voltas para chegar à conclusão que o caminho tem de ser outro, embora não saiam do mesmo sítio. Será que esqueceram o que diziam acerca dos que mostravam à evidência o que ia acontecer e propunham alternativas? Será que esqueceram que candidamente as ignoravam, dizendo que ninguém as tinha apresentado…
Senhores professores e srs. assessores, que tinham todas as certezas sobre como o mundo (económico) girava á volta do capital financeiro, qual Sol irradiando prosperidade, que afinal vai-se a ver era dívida, hoje debatem-se com a magna questão de saber o que é “serviço público”.
Meus senhores, estamos no século XXI! Há dois séculos que pelo menos se sabe o que deve ser. Não estudaram nada da História da vossa disciplina? Bem, aqui a questão é outra, não se trata de saber o que são serviços públicos, mas como vão deixar de ser, de forma que as pessoas o aceitem, como quem não dá por isso.
Que diabo, convenha-se, não é sério querer imitar o Luís de Matos com estas coisas…
O problema é que com os seus preconceitos económicos e ideológicos, são incapazes de encontrara a saída. O que eles todos juntos procuram é convencer as pessoas que existe saída dentro do actual sistema. A saída será encontrada, sim, mas apenas quando o povo derrubar as paredes do labirinto para onde foi empurrado, encontrando a sua própria saída!

27 de agosto de 2011

FMI- as palavras e a pratica

A DIRECTORA GERAL DO FMI AFIRMOU na reunião dos Bancos centrais nos E.U. que a política monetária devia ser extremamente maleável pois o risco duma recessão é maior do que a da inflação. Será que Trichet ouviu? E o ortodoxo ministro das finanças português? Ou só ouve a recomendação da recapitalização da Banca pelo financiamento público
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"La politique macroéconomique doit soutenir la croissance", a souligné l'ancienne ministre française des Finances dans son premier grand discours depuis sa prise de fonction à la tête du FMI en juillet.
"La politique monétaire doit aussi rester extrêmement souple parce que le risque d'une récession est plus élevé que celui de l'inflation."
Elle a souligné la nécessité de restructurer les banques européennes. Pour elle, le moyen le plus efficace serait d'opérer une recapitalisation "substantielle", si possible par des canaux privés ou alors par l'intermédiaire d'une forme de financement public européen.http://www.lesechos.fr/economie-politique/monde/actu/reuters_00373710-christine-lagarde-met-en-garde-contre-un-risque-de-recession-211067.php

A demagogia dos exemplos para português ver

Apanha-se mais depressa um demagogo que um coxo ?
O primeiro ministro na sua primeira viagem de avião ao estrangeiro foi em classe turística dizendo que o fazia para dar o exemplo Decorrido este tempo, será que os outros ministros têm seguido o exemplo , a começar pelo líder do segundo partido da coligação?
Concretamente : será que Paulo Portas tem andado em turística conhecendo-se a sua apetência pelas mordomias...E se não o tem feito, o que é que tem a dizer a isto Passos Coelho ? Nada ?
Espera-se também que o Primeiro ministro mantenha a sua posição de não viajar em primeira nas viagens que vai fazer a Espanha, França e Alemanha...
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