Linha de separação
9 de fevereiro de 2013
6 de fevereiro de 2013
REINDUSTRIALIZAR…dizem eles
O governo parecendo seguir os conselhos dos comentadores-propagandistas
ao seu serviço, vai lançando para o ar uma espécie de intenções. Quando nada
das proclamadas promessas se concretiza, os tais comentadores explicam que é
porque não são explicados às “pessoas”.
Trata-se agora da “reindustrialização” e a propaganda logo veio elogiar o
sr. Pereira da Economia. Espera-se um relatório sobre o tema, mas as orientações são conhecidas,
vêm de longe: investimento estrangeiro e exportar mais.
A seita de pirómanos que tudo fez para destruir a indústria nacional aparece
agora disfarçada de bombeiros, com promessas e a habitual hipocrisia das “preocupações”
com o emprego, o crescimento, etc. Com tudo isto o VAB da indústria
transformadora passou de 28,3% do PIB em 1986, para 13,8% em 2011 – caindo em
2012, 3,2% relativamente a 2011.
Mas a realidade é coisa que não afeta os ideólogos neoliberais, a
realidade para esta gente tem de ser – de acordo com a escolástica medieval - uma
cópia das ideias.
Investimento estrangeiro é a grande solução que a direita tem para o
desenvolvimento do país, pois plano económico e investimento público são
blasfémias e pecados mortais na sua teologia. Quanto ao grande capital privado não
investe, está-se nas tintas, leva os lucros para o estrangeiro e joga na especulação
e agiotagem com a dívida pública.
Mas para o investimento estrangeiro “é preciso criar condições”, é
preciso “atrair o capital”. Sem contraditório – e muito menos decoro -
aponta-se o exemplo da Irlanda, o que mostra bem o nível a que esta gente já desceu.
Ou seja, baixar impostos ao capital, dar subsídios, facilidades, mão-de-obra
barata, qualificada e sem direitos – para o que continuam a tratar disso como a
colaboração e empenho da direção da UGT, sempre em nome do “crescimento”.
Qual o resultado? Saída de lucros e rendimentos, no período 2000-Nov/2012 foram
transferidos para o estrangeiro 175.398 milhões € (mais que o PIB anual);
Portugal já é na UE a seguir à Irlanda o país que maior percentagem de riqueza
criada transfere para o exterior. Além disto, o capital estrangeiro compra de
empresas existentes para fechar partes que possam fazer concorrência com outras
unidades suas – o que se passou com a ex-Sorefame é exemplar, ou “deslocalizar” como
na indústria eletrónica, de componentes para automóveis, metalo e eletromecânica,
(ex-Sepsa, por exemplo), etc.
Ou seja, pretendem "reindustrializar", acentuando as medidas que levaram à desindustrialização.
Mas o capital estrangeiro deu ao país esta semana mais uma lição das
vantagens do investimento que estes governos tanto acarinham, o fecho de uma
empresa em Oeiras, pondo no desemprego – despedir é fácil é barato e dá milhões
– uma centena de trabalhadoras, “deslocalizando-se” para…a Tunísia.
Eis a globalização capitalista em pleno: nivelar cada vez mais por baixo.
Não são os países mais pobres que progridem, são os de rendimentos acima destes
que têm de baixar.
Como escreveu Noam Chomsky em A Globalização
Excludente “ Milhões de
crianças morrem cada ano porque os ricos recusam-lhes alguns centavos de
ajuda”.
Quanto a “exportar mais” é outro um argumento para a competitividade
pelos salários, que muito agrada à oligarquia monopolista indiferente à procura
interna, pois aloja-se em sectores de grande rigidez na procura, aumentando assim
os seus superlucros,
5 de fevereiro de 2013
Valha-nos o Espírito Santo... Santíssimo
Ouça lá
O senhor é idóneo?
Segundo a imprensa, Ricardo Salgado foi ouvido no Banco de Portugal (BdP) a pedido de Carlos Costa para explicar por que razão “se esqueceu” nas suas declarações de IRS, de rendimentos de 8,5 milhões de euros, o que o levou a fazer três rectificações à administração fiscal!
Esqueceu-se três vezes, coitado!
Ao que informa a imprensa, Carlos Costa, o supervisor quer saber se o banqueiro é “idóneo” para liderar o BES.
Está-se mesmo a ver o diálogo entre Carlos Costa e Ricardo Salgado
1ª versão
Carlos Costa – Ouça lá, o senhor é idóneo para liderar o Bes?
Ricardo Salgado – Não tenha dúvida! Como dizia Champalimaud, na vida tudo se vende menos a dignidade... Está em frente de alguém que é esquecido, mas digno .Paguei os impostos em falta!!!
…...
2ª versão
Carlos Costa – Tive de o chamar. Na blogosfera e numa certa imprensa há uma grande animosidade contra o BES e contra si, como sabe....
Tenho plena confiança em si, mas tinha de o chamar. Assim não se poderá dizer que o supervisor fechou os olhos e como o Sr. vai continuar à frente do BES as más linguas tirarão a conclusão de que as explicações que me deu são suficientes.....
Ricardo Salgado – Agradeço as suas palavras e a sua intervenção. É uma grande ajuda. Isto foi um deslize mas não volta a acontecer, prometo-lhe!
Carlos Costa – Quer um cafézinho?
Ricardo Salgado – Muito obrigado, vem mesmo a calhar!!
E já sabe que as portas do Espírito Santo estão sempre abertas , mesmo depois de abandonar estas funções...
E já sabe que as portas do Espírito Santo estão sempre abertas , mesmo depois de abandonar estas funções...
1 de fevereiro de 2013
Os lucros do BPI
On grosso dos lucros do BPI foram obtidos com a Dívida Pública . Os contribuintes continuam a pagar com os impostos os cortes nos subsídios (férias e natal ) na saúde e no ensino...o desendividamento da banca. A banca é que viveu acima das suas possibilidades e não os trabalhadores e o povo !
O patrão do BPI com a maior das latas ainda diz que o BPI ganhou milhões porque acreditou na dívida pública portuguesa.... E sobre esta vergonha os comentadores de serviço nada dizem .
Publicamos nota de José Lourenço
O patrão do BPI com a maior das latas ainda diz que o BPI ganhou milhões porque acreditou na dívida pública portuguesa.... E sobre esta vergonha os comentadores de serviço nada dizem .
Publicamos nota de José Lourenço
O BPI apresentou há dois dias os
seus resultados de 2012.
Teve 249 milhões de euros de
lucros líquidos depois de em 2011 ter apresentado prejuízos de 285 milhões.
Afinal o que aconteceu de
extraordinário em 2012, já que o crédito concedido em geral pelo BPI caíu 3,8%
e o crédito às empresas caíu 10,3% ?
O que aconteceu foi que o BPI
teve em 2012 401 milhões de euros de ganhos em operações
financeiras mais 95% do que em 2011 e destes 292 milhões de euros foram lucros
com a venda de títulos da dívida pública na sua esmagadora maioria portuguesa.
Ao que chegámos, temos agora uma
Banca que depois de salva e recapitalizada pelo Estado retira lucros fabulosos
utilizando os títulos do Estado como garantia dos empréstimos que obtém a taxas
baixíssimas do BCE e especulando com os mesmos títulos no mercado primário e
secundário.
Afinal com ou sem regresso aos
mercados, a nossa Banca não parou de ganhar milhões e milhões de euros no
último ano com a especulação em torno da nossa Dívida Pública.
E desta forma ao mesmo tempo que
os lucros da Banca crescem, a Dívida Pública Portuguesa de ano para ano não para
de crescer e já passou os 120% do PIB.
Portugal não precisa de um
sistema financeiro, nem pode estar a recapitalizar o sistema financeiro, para
este sistema de seguida fazer da especulação em torno da dívida pública a sua
principal actividade e foi isso que aconteceu com o BPI em 2012. Foi
recapitalizado pelo Estado Português em 1500 milhões de euros e em vez de
utilizar essa recapitalização para financiar a economia, aumentando o
financiamento às empresas e às famílias, o que fez foi apostar em operações
financeiras, fundamentalmente compra e venda de Dívida Pública Portuguesa.
Portugal precisa de um sistema
financeiro para financiar a economia e em especial as micro pequenas e médias
empresas e isso é o que acontece cada vez menos.
Depois dos resultados do BPI, na
próxima semana teremos os resultados do BES e do BCP que irão confirmar
certamente esta recente vocação da Banca Nacional, a obtenção de lucros fáceis
em torno da nossa dívida pública, ao mesmo tempo que prossegue o
estrangulamento financeiro da nossa actividade produtiva.
AR, 01 de Fevereiro de 2013
José Alberto Lourenço
30 de janeiro de 2013
O OVO DA SERPENTE…
O populismo, verdadeiro ovo da serpente neofascista, aí anda
pela TV, pela comunicação dita social. Comentadores assumem um papel
indignado, de revoltados contra a situação do país como grandes defensores dos
interesses do povo e do país.
Nada mais falso, criticam o governo, mas porque faz mal e faz
pouco. E o que devia fazer? Equilibrar as contas públicas cumprindo o “memorando
da troika”, isto é, criticam o governo, defendem a troika, branqueando todas
as medidas negativas deste pacto de agressão e ocupação do país.
O governo devia “reformar o estado social, mas só agora
começou a fazer". Mentindo sobre o facto de que vem sendo destruído intensamente
desde o governo Sócrates. Querem mais, trata-se de preparar a opinião pública
para “refundar o Estado”, omitindo que sem apoios sociais mais de 40% da
população portuguesa cairia na pobreza ou exclusão social.
Outra crítica é não atrair “investimento estrangeiro”. Nem
uma palavra para o investimento público, para a promoção da poupança interna,
evitando o recurso aos juros usurários dos especuladores estrangeiros. O argumento
para atrair investimento estrangeiro é reduzir salários e impostos ao grande
capital. Porém, em 2011 saíram do país,17 708 milhões de euros; o RN foi apenas
78,1% do PIB, isto é 21.9% da riqueza criada saíu do país. Pior só a Irlanda
(29,1%) a qual tomam como exemplo que devíamos seguir. Em 2010 a taxa efetiva
de IRC foi de 8,6%, perdendo-se relativamente à taxa legal de 25% 8 167 milhões
de euros. (ver O
falso dilema de Vitor Gaspar por Eugénio Rosa resistir.info – 27.jan.2013).
Gente que andou pelos governos e administrações de grandes empresas
(o PS escolhia-os bem…) vocifera contra o Estado social. São escutados como
oráculos, sem contraditório; os comentadores defendem estas receitas,
misturadas de críticas ao governo (devia fazer mais), críticas à incompetência
e burocracia do Estado, aliás dirigida pelos “boys” dos partidos da troika e,
por vezes, loas ao crescimento e à criação de emprego. Criticam-se os “políticos”,
a oposição que “não existe, nem apresenta alternativas, isto é, à esquerda do
PS nada existe; como já foi dito “essa gente não conta”.
O fascismo, para iludir as massas trabalhadoras criticava a
plutocracia, que os financiava; era pelo modernismo quando o seu ideal era uma
sociedade de valores medievais; criticava os defeitos da república
para a destruir.
Eis o que está em marcha e não tem sido dada a devida
atenção. Pelo contrário, vejo gente sinceramente progressista deixar-se iludir
por este pseudo radicalismo burguês de fachada democrática, na realidade
fascizante.
27 de janeiro de 2013
Quanto custa a banca privada aos contribuintes?
A traduzir : parte de artigo de Eric Toussaint
(...)Les banques ont perdu beaucoup de leur légitimité, mais elles peuvent
compter sur les gouvernants et les grands médias pour les soutenir
coûte que coûte. Les banques privées et les gouvernements qui ont
favorisé la dérèglementation financière radicale initiée dans les
années 1980-1990 sont responsables de la débâcle. Les décisions
actuelles prolongent et aggravent la situation. Il s’agit d’une
nouvelle crise majeure du système capitaliste, à côté de tant d’autres
comme la crise alimentaire ou la crise environnementale |55|.
La seule crise bancaire a représenté un coût colossal pour la société
et ce n’est pas fini. Luc Laeven et Fabian Valencia, deux économistes
du FMI, estiment que la perte de croissance du PIB due aux crises
bancaires pour la période 1970-2011 s’élève à 33% (23% pour la zone
euro, 31% pour les États-Unis). Selon eux, il est probable que le coût
final sera plus important encore.
Selon les mêmes auteurs, sur la période 1970-2011, l’augmentation de
la dette publique dans les économies avancées due aux crises bancaires
s’élève à 21% (20% dans la zone euro et 24% aux États-Unis) |56|. Bien
que ce ne soit pas du tout la conclusion des deux auteurs, on doit
considérer cette dette comme clairement illégitime et refuser de la
payer. Outre la nécessité de refuser le remboursement de la dette
publique causée par la crise et le sauvetage des banques comme il
s’effectue actuellement, il faut opter pour une réponse radicale à la
politique des banques. Vu qu’elles utilisent de l’argent public,
bénéficient de garanties de la part de l’État et doivent rendre un
service de base fondamental à la société, le secteur bancaire doit
être socialisé pour devenir un service public de l’épargne et du
crédit.(...)
(...)Les banques ont perdu beaucoup de leur légitimité, mais elles peuvent
compter sur les gouvernants et les grands médias pour les soutenir
coûte que coûte. Les banques privées et les gouvernements qui ont
favorisé la dérèglementation financière radicale initiée dans les
années 1980-1990 sont responsables de la débâcle. Les décisions
actuelles prolongent et aggravent la situation. Il s’agit d’une
nouvelle crise majeure du système capitaliste, à côté de tant d’autres
comme la crise alimentaire ou la crise environnementale |55|.
La seule crise bancaire a représenté un coût colossal pour la société
et ce n’est pas fini. Luc Laeven et Fabian Valencia, deux économistes
du FMI, estiment que la perte de croissance du PIB due aux crises
bancaires pour la période 1970-2011 s’élève à 33% (23% pour la zone
euro, 31% pour les États-Unis). Selon eux, il est probable que le coût
final sera plus important encore.
Selon les mêmes auteurs, sur la période 1970-2011, l’augmentation de
la dette publique dans les économies avancées due aux crises bancaires
s’élève à 21% (20% dans la zone euro et 24% aux États-Unis) |56|. Bien
que ce ne soit pas du tout la conclusion des deux auteurs, on doit
considérer cette dette comme clairement illégitime et refuser de la
payer. Outre la nécessité de refuser le remboursement de la dette
publique causée par la crise et le sauvetage des banques comme il
s’effectue actuellement, il faut opter pour une réponse radicale à la
politique des banques. Vu qu’elles utilisent de l’argent public,
bénéficient de garanties de la part de l’État et doivent rendre un
service de base fondamental à la société, le secteur bancaire doit
être socialisé pour devenir un service public de l’épargne et du
crédit.(...)
24 de janeiro de 2013
SIRIA – IRAQUE – LÍBIA
É BOM LEMBRAR
É curioso como “bons espíritos” que se arrogam o direito de dar lições de direitos humanos, se limitem a caixa-de-ressonância do imperialismo – mesmo que alguns finjam distanciar-se…
É curioso como “bons espíritos” que se arrogam o direito de dar lições de direitos humanos, se limitem a caixa-de-ressonância do imperialismo – mesmo que alguns finjam distanciar-se…
Os falcões no Senado dos EUA,
reclamando atacar a Síria - em nome dos "direitos humanos". Porém a Síria está a ser apoiada pela
Rússia que forneceu sistemas de misseis considerados muito eficazes, como os
hipersónicos Iskander de superfície a superfície e Pechora 2M terra ar, que
levaram o Pentágono a por em causa a eficácia de “uma zona de exclusão aérea”, (que
á semelhança da Líbia significaria bombardeamentos indiscriminados sobre as
populações civis – para as proteger, claro!, a Inquisição com o lema “caridade
e justiça” não fazia melhor). Entretanto uma dúzia de navios de guerra russos
rumaram para o Mediterrâneo e golfo de Aden, para exercícios em larga escala.
EUA forneceram à Turquia misseis Patriot, que têm mais que ver com o Irão
do que com a Síria. A oposição no interior da Síria que segundo o New York Times terá pedido
aos EUA para não atacarem o país, é criticada por ser “rudimentar” e não ter uma
componente armada.
As forças apoiadas pela NATO, são organizações antes classificadas de
“terroristas”, ligadas à
al-Qaeda, com apoio do Yemen, Arábia
Saudita, Jordânia, Qatar, que lutam para fazer da Síria um califado islâmico à medida dos seus interesses.
Apesar disto as tropas sírias mantêm a a totalidade ou em grande
parte todas as principais cidades e vilas da Síria. De acordo com a ONU 60 000
pessoas já terão morrido. A solução militar provou não ser viável, mas uma
solução negociada não vai ocorrer tão cedo.
(texto completo em www.informationclearinghouse – 18.janeiro.2013 – segundo- http://www.china.org.cn/opinion/zhaojinglun.htm)
Em www.informationclearinghouse
também é referida a situação no Iraque como “Um genocídio com 20 anos”, o
primeiro genocídio do século XXI, refere Felicity Arbuthnot (18
– 01-13- Iraq: A Twenty Two Year Genocide. - Felicity
Arbuthnot is a journalist with special knowledge of Iraq) “Pobre Iraque
e iraquianos. O silêncio do mundo leva-me a perder a fé na Humanidade” – (diríamos
que no imperialismo, nunca se pode ter confiança alguma, quanto mais fé!).
Há 22 anos, escreve Felicity Arbuthnot, o secretário
de Estado. James Baker’s, fazia a promessa de reduzir o Iraque á
época pré-industrial. Sobre o Iraque a aviação dos EUA fez 109 000 saídas
lançando 88 000 toneladas de bombas, o equivalente a sete Hiroshimas (segundo
Ramsey Clark).
O Dr Gideon Polya, autor de Body Count – Global Avoidable Mortality since 1950, documenta
a morte evitável de 1 300 milhões de pessoas de responsabilidade do “primeiro
mundo”. No que diz respeito ao genocídio no Iraque contam-se entre 1990 e 2011,
1,7 milhões de mortes violentas, 2,9 milhões de mortes não violentas - deste
total, 2 milhões são crianças com menos de 5 anos – além de 5 a 6 milhões de
refugiados. Dr Polya, apresentou uma queixa formal no Tribunal Criminal
Internacional sobre “O genocídio iraquiano”, que continua, sob o comando do
Nobel da Paz, B. Obama.
Quanto á Líbia, no mesmo site um artigo
de 18.janeiro, diz que apesar da produção de petróleo ter retomado os níveis de
antes da guerra, segundo a agência Bloomberg dada a
instabilidade no país qualquer progresso real é impossível. “Um estado petrolífero falhado (failed
petro-state) permanece um possível resultado da revolução que começou há dois
anos”. Apesar de ser
impossível para a Blomberg entender o que seja uma Revolução, as suas
preocupações são esclarecedoras.
Subscrever:
Mensagens (Atom)