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14 de março de 2017

Só não vê...


"Acho que não estamos a ser tratados de forma justa. A maior parte do nosso orçamento foi gasto no pagamento de juros, mais do que em qualquer outro país da Europa”. Centeno ao Financial Times.
O ministro das Finanças, Mário Centeno, quer que as agências de rating reconheçam a dimensão da mudança económica do país, levando a uma revisão da notação da República Portuguesa caso Portugal saia mesmo do Procedimento por Défice Excessivo. .
A União Europeia usa o mecanismo de Procedimentos por Défice Excessivo para corrigir os níveis de défice e de dívida. Permitir que Portugal saia desta lista depois de ser divulgado o valor oficial de défice para 2016, que é revelado na próxima semana, poderá levar a que as agências de rating revejam em alta a notação do país, o que reduzirá os custos dos empréstimos, disse o ministro. .
O que o ministro disse é uma verdade , mas as Agências de rating servem os interesses dos credores numa visão de curto prazo e são políticas.
Quanto à Comissão e ao Eurogrupo é ver a forma como tratam a Espanha de Rajoi que ainda não tem Orçamento para este ano e a forma como têm tratado Portugal . Dois pesos e duas medidas. 
Que o PS  , Centeno , e os pregadores do europeísmo tirem as devidas conclusões

13 de março de 2017

As boas vantagens do Euro


Economistas do BCE , num  estudo sobre a monitorização da dívida confirmam o que há muito afirmamos .
Com o sufoco dos juros e do serviço da dívida o futuro do País é o do crescimento rastejante e da estagnação . Com o euro , o Tratado Orçamental e a dívida Portugal não tem futuro .

" O estudo num cenário de base (central), que assume a manutenção das políticas e medidas já aprovadas ou prestes a serem-no por parte da maioria que apoia o governo, as perspetivas não são propriamente animadoras. A nível do crescimento médio real da economia, os próximos dez anos serão um género de década quase perdida, com o PIB a crescer em torno dos 0,9% ao ano. Mesmo assim, é melhor do que os 0,3% que foi a média dos últimos 15 anos, mostram os economistas

11 de março de 2017

As Teodoras ...

As previsões económicas dos Economistas do sobe e desce , de cálculos sofisticados e complexos mas que quando chegam à economia política o que nos revelam são os seus preconceitos , interesses de classe ou trabalho mercenário ao serviço do capital
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https://www.federalreserve.gov/econresdata/feds/2017/files/2017020pap.pdfhttps://www.federalreser
ve.gov/econresdata/feds/2017/files/2017020pap.pdf


Abstract
Since November 2007, the Federal Open Market Committee (FOMC) of the U.S. Federal Reserve has regularly published participants’ qualitative assessments of the uncertainty attending their individual forecasts of real activity and inflation, expressed relative to that seen on average in the past. The benchmarks used for these historical comparisons are the average root mean squared forecast errors (RMSEs) made by various private and government forecasters over the past twenty years. This paper documents how these benchmarks are constructed and discusses some of their properties. We draw several conclusions. First, if past performance is a reasonable guide to future accuracy, considerable uncertainty surrounds all macroeconomic projections, including those of FOMC participants. Second, different forecasters have similar accuracy. Third, estimates of uncertainty about future real activity and interest rates are now considerably greater than prior to the financial crisis; in contrast, estimates of inflation accuracy have changed little. Finally, fan charts—constructed as plus-or-minus one RMSE intervals about the median FOMC forecast, under the expectation that future projection errors will be unbiased and symmetrically distributed, and that the intervals cover about 70 percent of possible outcomes—provide a reasonable approximation to future uncertainty, especially when viewed in conjunction with the FOMC’s qualitative assessments. That said, an assumption of symmetry about the interest rate outlook is problematic if the expected path of the federal funds rate is expected to remain low. 

10 de março de 2017

Dois pesos e duas medidas

WikiLeaks a entamé le 7 mars une série de publications basées sur des documents internes de la CIA. Appelé « Vault 7 », le dossier représente la fuite la plus massive portant sur l’agence de renseignement américaine. Il concerne les activités d’espionnage et de piratage informatiques sur la période 2013-2016.
La source, qui selon WikiLeaks provient de la communauté des anciens hackers du gouvernement US et de ses sous-traitants, affirme vouloir « lancer un débat public sur la sécurité, la création, l’usage, la prolifération et le contrôle démocratique du cyber-arsenal ».

Mais uma vez a CIA

Mais uma vez a CiA ,  os EUA e o bom Obama foram apanhados desrespeitando tudo e todos. Curiosamente os defensores dos direitos humanos , da grande democracia americana , dos valores Ocidentais , dos direitos da pessoa humana limitaram se ao silêncio . Nem a Amnistia , nem as costumeiras instituições defensoras da liberdade de expressão fizeram qualquer comentário... E em Portugal nem o CDs , nem o PSD apresentaram qualquer voto de protesto na AR .
Mais uma vez também não se condena a CIA que não nega os factos , procura-se sim desviar o foco da atenção para aqueles que terão feito chegar as informações à WIkileaks !
Espantoso !

" A rede de divulgação de informações secretas Wikileaks divulgou esta semana a primeira parte de uma nova série de novos documentos confidenciais, desta vez denunciando as técnicas da CIA para piratear equipamentos informáticos e de comunicações.

Os milhares de documentos mostram as tentativas e as conversas dentro da CIA e com elementos externos sobre as tentativas de utilizar aparelhos de uso diários, como os telemóveis inteligentes iPhone da Apple, o sistema Android da Google e o Windows da Microsoft, e as 'Smart TV' da Samsun
Para além da tentativa de usar os mais conhecidos sistemas operativos informáticos e de telecomunicações, a CIA terá também tentado usar as 'smart TV' para as usar como sistemas de vigilância improvisados, alegadamente com a colaboração do serviço de informações britânico MI5, de acordo com os documentos agora divulgados.

"O estrago agora é relativamente de alto nível; o potencial para estragos realmente detalhados virá com as divulgações seguintes", comentou à AP um antigo trabalhador na comunidade de inteligência dos EUA que agora trabalha como analista de segurança, Bob Ayers.

Uma opinião - Nova Crise

Será a ultima.

C’EST JURÉ, C’EST LA TOUTE DERNIÈRE ! par François L.

 "D’où viendra la prochaine crise financière ? des hypothèses circulent déjà. La créativité et l’innovation dont ce secteur est si friand en seraient une fois de plus à l’origine, rappelant comment les excès de la titrisation ont déclenché celle dont nous ne sommes toujours pas sortis.
Un article du Financial Times apporte la réponse : « à la complexité des marchés financiers des générations précédentes, qui restaient cependant explicables, a succédé la complexité insondable de la jungle électronique ».

9 de março de 2017

Ainda Paulo Núncio e as estatísticas fiscais

Ainda Paulo Núncio e as estatísticas fiscais

A divulgação, por parte de um jornal diário, há cerca de quinze dias da informação de que o ex-Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do anterior governo PSD/CDS, Paulo Núncio, tinha deliberadamente ocultado informação estatística tributária referente às transferências financeiras para offshores e para territórios com tributação privilegiada, entre 2011 e 2015 caiu que nem uma bomba entre os portugueses.
Fala-se em cerca de dez mil milhões de euros que foram transferidos para paraísos fiscais neste período, valores que não só não foram publicitados pela autoridade tributária como não foram objecto de qualquer fiscalização por parte da mesma autoridade.
Se em qualquer circunstância o comportamento de Paulo Núncio, militante do CDS e conhecido advogado especialista nesta área das transferências para offshores, ao ocultar a divulgação desta informação seria sempre altamente censurável, o facto de tudo isto acontecer em pleno período de intervenção da Troika no nosso país, quando os trabalhadores e o povo português eram submetidos a um verdadeiro ataque e assalto por parte do governo PSD/CDS e ao mesmo tempo que o sector financeiro se desmoronava, com a falência do BPN, BES e BANIF, tornam ainda mais suspeito este seu comportamento.
Não será difícil concluir que muitas destas transacções financeiras deverão ter tido origem na situação que atravessavam estes Bancos, podendo corresponder objectivamente a operações de fuga e evasão fiscal de capitais.
É caso para dizer que Paulo Núncio foi neste caso, o homem certo, na hora certa e no lugar certo para defender os interesses dos grandes especuladores financeiros nacionais e internacionais. Dificilmente encontrariam melhor.