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18 de janeiro de 2018

Os E.U.A. e a Alemanha abriram a caixa de Pandora

                                         
Zivadin Jovanovic, presidente del Belgrade Forum for a World of Equals y ex ministro de Exteriores de la Republica Federal de Yugoslavia.


Los principales miembros de la OTAN, pero también los de la Unión Europea, han apoyado por mucho tiempo al UCK [1] en Kosovo. Como aliados, en 1999 emprendieron contra Serbia (la República Federal de Yugoslavia) una agresión que –según los principios que hoy proclaman los burócratas de la Unión Europea– constituyó un crimen contra la paz y la humanidad.
En pocas palabras, puede afirmarse que los países y coaliciones cuyos representantes juran todavía que sus políticas siempre respetan los principios internacionales perpetraron en 1999 la mayor violación del orden jurídico mundial y de las Naciones Unidas cometida desde el fin de la Segunda Guerra Mundial.

Propagación de las secesiones y del extremismo islámico

La política que esos países y sus coaliciones aplicaron durante las crisis de Yugoslavia y Kosovo favoreció la extensión de las secesiones, del extremismo islámico, del wahabismo y del terrorismo en Europa y en el resto del mundo. Al traicionar y violar los principios del Acuerdo de Helsinki (CSCE), de la Carta de Naciones Unidas y de otros acuerdos internacionales, provocaron una inestabilidad duradera en los Balcanes, la región más sensible de toda Europa.
Hoy siguen presionando a Serbia, a la que previamente destruyeron, engañaron y humillaron arrancando por la fuerza de su territorio la región de Kosovo y reconociendo esa secesión artificial, unilateral e ilegal. Luego exigieron a Serbia que hiciera “borrón y cuenta nueva” «en interés de su porvenir europeo». ¿Qué porvenir puede construirse sobre tales cimientos?
Este espíritu de separatismo y terrorismo que los principales países de la OTAN y la Unión Europea desataron en Kosovo en 1998-1999 para satisfacer los objetivos geopolíticos de Estados Unidos y de algunos Estados europeos, principalmente de Alemania y Gran Bretaña, se extiende cada vez más en Europa. La Unión Europea y la OTAN creen que todavía están a tiempo de meterlo nuevamente en la botella, que pueden volver atrás y revitalizar su unión moribunda sacrificando nuevamente a Serbia y sus intereses. La verdadera tragedia para Europa es la afirmación de que sólo existe una verdad –la de los comisarios y voceros de la Unión Europea. Esa pretensión impide comprender las verdaderas consecuencias fatales de los hechos históricos que están tragándose el continente.

Los motivos estratégicos de la guerra contra la República Federal de Yugoslavia

«La guerra contra la República Federal de Yugoslavia se libró para corregir una decisión errónea del general Eisenhower durante la Segunda Guerra Mundial. Había que reparar un error estratégico para poder desplegar allí soldados estadounidenses.»
Willy Wimmer, ex secretario de Estado en el ministerio alemán de Defensa, presenta esta citación en su informe del 2 de mayo del año 2000 al canciller alemán Gerhard Schroder. Es la explicación que el autor del informe escuchó en boca de representantes de Estados Unidos, en Bratislava, durante una conferencia de la OTAN, en abril del 2000 [2].

"Subida de preços nos autocarros em investigação

A Autoridade da Mobilidade e dos Transportes diz que diversos operadores não estarão a respeitar o tecto máximo de actualização de 2,5% das tarifas. O incumprimento pode resultar em multas até aos 44,8 mil euros "Vamos ver no que isto dá ! Vamos ver se o governo faz cumprir a lei .

A vergonhosa " guerra da Jugoslávia "



E um não menos vergonhoso tribunal .

VAE VICTIS
"Não faço a menor ideia se o general Ratko Mladic, condenado pelo Tribunal Penal Internacional, cometeu ou não os factos de que o acusam, pode até a sentença ser muito justa, apenas quero dar um testemunho direto de que a guerra civil na Bósnia e Herzegovina não teve bons de um lado e maus do outro. Teve maus de todos os lados e disso ninguém tenha dúvidas. E também ninguém duvide de que os sérvios da Bósnia não conseguiram o que queriam - foram portanto derrotados. Se não o tivessem sido, hoje, ou a Bósnia e Herzegovina era por eles governada, ou a Republica Srpska não era uma entidade da Bósnia e Herzegovina mas um país soberano, ou estavam integrados na República da Sérvia. O general Mladic foi portanto derrotado, procurado, preso e julgado (por esta ordem).

Quem leia a história da guerra na Bósnia - há vários livros, até em português - fica a saber o que sérvios, croatas e muçulmanos fizeram para tentar ganhar a guerra: mataram-se uns aos outros sem dó nem piedade, como regra geral acontece nas guerras e com o rol de desgraças e sofrimento para populações e militares que isso acarreta.

Em fevereiro de 1996 os Acordos de Paz de Dayton estavam a ser implementados no terreno pela NATO (Portugal incluído) e as populações sérvias que ficaram "do lado errado" tiveram de abandonar as casas, as terras, aquilo que tinha sido sempre a sua pátria. A opção de ficar, nessa data, seria na perceção geral sentença de morte. A autoridade iria passar a ser muçulmana-bósnia e as práticas anteriores assim o faziam prever. Então, sem qualquer apoio da comunidade internacional (todo canalizado para os muçulmanos-bósnios) nem da NATO, que tinha bastantes meios no terreno, as populações sérvias foram transportadas em decrépitas viaturas civis - dia e noite, em condições miseráveis - para campos de refugiados ou casas de familiares na parte sérvia da Bósnia. A tarefa tornava-se impossível e muito em cima da data-limite a NATO autoriza viaturas militares da República Srpska (muitas pouco melhores do que as civis) a juntarem-se à evacuação para "limpar de sérvios" estes bairros de Sarajevo. Isto tudo, um drama humano terrível que em alguns lugares incluiu levantamento de sepulturas para transporte de ossadas nestes "comboios humanitários", foi feito perante a indiferença da comunidade internacional. Os sérvios da Bósnia só puderam contar com eles próprios e tinham acabado de ser derrotados, muito pelos bombardeamentos da NATO, e podiam pouco.
Ninguém se mexeu para os ajudar e era gente civil sem qualquer participação fosse no que fosse. "

Já no "tempo dos romanos" a expressão Vae victis - ai dos vencidos - era usada. Hoje mantém-se atual! Miguel Silva Machado

Tenente-coronel paraquedista (reforma) " DN 10/12

17 de janeiro de 2018

Ler Dr Fausto

 Manuela Ferreira Leite considerou que "da mesma forma que o Bloco de Esquerda e o PCP têm vendido a alma ao diabo, exclusivamente com o objectivo de pôr a direita na rua", também ao PSD "lhe fica muito bem se vender a alma ao diabo para pôr a esquerda na rua". 
Desta afirmação o que se pode concluir é que  para  Ferreira Leite o PS e António Costa só avançaram com uma política diferente e mesmo assim muito recuada , por que precisou e precisa do apoio do PCP e do Bloco na Assembleia da República .
O PS sozinho ou encostado à direita continuaria , no essencial , com uma política muito semelhante à do governo anterior.
É por isso que a correlação de forças eleitoral , votação do PS , PCP, Bloco em futuras eleições é essencial para a convergência e aprofundamento do que tem havido de positivo na política seguida.
Por ultimo a Dr ª Manuela F. Leite mostra que o PSD com Passos ou com Rio continua subordinado aos seus Mefistófeles , os grandes senhores do dinheiro , dos negócios e negociatas e que o grande entrave não é o PS mas os Partidos á sua esquerda e não tenho dúvidas que é o PCP o que mais os aflige !


"UE melhor preparada para enfrentar nova crise financeira segundo o Tribunal de Contas da UE

 O Relatório do Tribunal de Contas Europeu  de ontem destaca progressos efetuados desde a crise de 2008 mas afirma que ainda há trabalho a fazer." 
Mas vai haver nova crise ? Por quê ? A banca não está solida ? Os stress Testes não são verdadeiros ? A maioria da Banca não é privada com toda a eficiência dos privados?

16 de janeiro de 2018

O império alimenta o terrorismo

Lavrov acusa EUA de quererem desintegrar a Síria
"A intenção norte-americana de criar uma força militar sob o seu comando com o pretexto de controlar a segurança das fronteiras da Síria parece ter como objetivo a desintegração territorial do país árabe, alertou o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Serguei Lavrov.
"De facto, significa criar um enorme território separado nas fronteiras com a Turquia e o Iraque e a leste do rio Eufrates. A declaração sobre a forma como a zona será controlada com forças até 30000 efetivos sob ordens dos Estados Unidos, faz temer a divisão da Síria, disse Lavrov na tradicional conferência de imprensa para falar sobre os resultados do ano anterior.
A Rússia e a Turquia reagiram duramente à constituição de uma força fronteiriça na Síria sob comando norte-americano com combatentes curdos e árabes. Num tom ameaçador, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan declarou que é o dever turco "matar à nascença o exército terrorista".
O Presidente turco afirmou que as forças armadas turcas estão prontas para lançar uma operação contra os bastiões das YPG em Afrine e Minbej, no norte da Síria.
"Os preparativos terminaram, a operação pode começar a qualquer momento", afirmou Erdogan, adiantando que "as operações (continuarão) até que não reste um único terrorista", declarou o chefe de Estado.
A coligação internacional conduzida por Washington, alegadamente levada a cabo para combater o grupo Estado Islâmico (EI), anunciou a criação de uma "Força de Segurança Fronteiriça

A Arrogancia do dinheiro

E que tal a aprovação de uma derrama especial sobre estas empresas para se reduzir a dívida que a direita tanto reclama ?

"O Governo defende que a EDP e a Galp têm de pagar a Contribuição Extraordinária sobre o Sector Energético (CESE). Estas duas empresas optaram por não pagar a CESE, ao mesmo tempo que constestam esta taxa em tribunal.

"As empresas têm de cumprir as suas obrigações fiscais. Isso é verdade para as pequenas, para as médias, para as grandes empresas, como é verdade para os cidadãos. Não estaremos nunca dispostos a aceitar e será nos tribunais que vamos resolver essas questões", começou por dizer o ministro da Economia esta terça-feira, 16 de Janeiro, na comissão de Economia na Assembleia da República.

Manuel Caldeira Cabral respondia às perguntas colocadas pelo deputado do PCP, Bruno Dias, sobre o facto de a EDP e a Galp terem optado por não pagar esta taxa, estando actualmente a dever um total de 338 milhões de euros ao fisco.

O deputado comunista comparava a situação destas duas grandes empresas com a de um pequeno empresário que sofreria as devidas consequências caso não pagasse os seus impostos.

Na sua resposta, o ministro sublinhou que as empresas não estão acima da lei e que têm de pagar os seus impostos.

"Porque não é aceitável que as empresas digam que não querem pagar porque concordam ou não com o Governo, porque concordam ou não com o imposto. Não nos é perguntado a nenhum de nós, e é essa a natureza dos impostos, se concordamos ou não, não é perguntado a quem tem obrigações fiscais. A única resposta que [a EDP e a Galp] têm de dar é cumprir as suas obrigações fiscais", afirmou Manuel Caldeira Cabral no Parlamento.

A Galp optou por não pagar a CESE desde que entrou em vigor, em 2014, enquanto a EDP decidiu em 2017 deixar de pagar a taxa. As duas empresas contestam esta taxa em tribunal, à semelhança da REN, que optou por pagar a taxa.

Depois de ser revelado recentemente que a EDP tinha deixado de pagar esta taxa, o primeiro-ministro lamentou a atitude hostil da eléctrica para com o seu Executivo.

"Só lamento a atitude hostil que a EDP tem mantido e que representa, aliás, uma alteração da política que tinha com o anterior Governo", disse António Costa a 6 de Janeiro."
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