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19 de maio de 2018

Terrorismo de Estado

La notable desaparición de la campaña israelí de coches-bomba en el Líbano o de lo que (no) se habla cuando hablamos de "terrorismo"

Remi Brulin recibió su doctorado en La Sorbonne Nouvelle (París) en 2011. Su disertación es un análisis histórico del discurso estadounidense sobre "terrorismo" y se puede acceder y descargar aquí. Ha enseñado en la Universidad de Nueva York, en la Universidad George Washington y actualmente en el John Jay College of Criminal Justice. Puedes seguirlo en Twitter aquí: @rbrulin.
"Con el apoyo de Sharon, se hicieron cosas terribles. No soy vegetariano y apoyé e incluso participé en algunas de las operaciones de asesinato que llevó a cabo Israel. Pero aquí estamos hablando del asesinato en masa per se, para sembrar el caos y la alarma, también entre los civiles. ¿Desde cuándo enviamos burros con bombas para explotar en los mercados? (oficial del Mossad citado en el libro de Ronen Bergman R ise and Kill First: The Secret History of Israel’s Targeted Assassinations, Levántate y mata primero, la historia secreta de los asesinatos selectivos de Israel)

http://mondoweiss.net/2018/05/remarkable-disappearing-terrorism/

El 29 de agosto de 1982 Ariel Sharon usó las páginas de opinión del New York Times para argumentar que el "logro más inmediato" de Israel después de su invasión del Líbano había sido la "derrota aplastante" de la Organización de Liberación de Palestina (OLP). Como resultado, el ministro de Defensa israelí explicó que los cohetes Katyusha habían dejado de llover "desde santuarios terroristas en el Líbano" sobre las aldeas israelíes. El "reino del terror" establecido por la organización de Yasser Arafat en suelo libanés era el "no va más" y las tropas israelíes habían sido "festejadas como libertadoras por expulsar a los terroristas que habían violado, saqueado y devastado". Sharon insistía en que este había sido el caso "a pesar de las bajas que eran el resultado inevitable de luchar contra los terroristas de la OLP que usaban civiles como escudos humanos y que deliberadamente colocaron sus armas y municiones en medio de casas de departamentos, escuelas, campos de refugiados y hospitales". 

Veremos

Todos os Trumps  e os Buffets do dito Ocidente pensam o mesmo...

Há uma luta de classes nos E.U , evidentemente , mas é a minha classe a classe dos ricos que a conduz E nós estamos a caminho de a ganhar

Quem tem medo da verdade ?

O Ministério de Relações Exteriores de Israel anunciou nesta sexta-feira (18) que rejeita a decisão do Conselho de Direitos Humanos da ONU de conduzir uma investigação internacional sobre os eventos na Faixa de Gaza e fará um teste com seu próprio sistema legal.
A declaração foi divulgada após o resultado da sessão especial do Conselho de Direitos Humanos, que discutiu a morte de mais de cem palestinos pelas forças israelenses durante os protestos contra a inauguração da embaixada dos EUA em Jerusalém.

Mais dores de cabeça para os europeistas

Itália pinta Europa de vermelho 
A bolsa italiana caiu 1,54% esta sexta-feira, tendo contagiado as principais bolsas europeias, inclusive o principal índice europeu, o Stoxx 600, que caiu 0,28% e o PSI-20 que deslizou 0,67%. Na bolsa nacional, em destaque esteve o BCP que caiu mais de 4%, numa altura em que o sector bancário europeu foi invadido por um sentimento negativo, influenciado pela banca italiana. O UBI Banca, o Banca Popolare dell'Emilia Romagna e o BPM deslizaram mais de 5%.

Em causa estão os desenvolvimentos políticos em Itália: os dois partidos anti-sistema chegaram a acordo para o programa de Governo, mas ainda precisam de consensualizar um nome para o lugar de primeiro-ministro. 

Apesar de terem deixado cair a proposta de perdão de dívida detida pelo Banco Central Europeu (BCE) no valor de 250 mil milhões de euros, o 5 Estrelas e a Liga têm várias propostas que visam aumentar o défice, o que deverá ser um foco de tensão entre Roma e Bruxelas no futuro. Ainda assim, os partidos deixaram cair a criação de um enquadramento para a saída do euro.
Neg

18 de maio de 2018

De coche

De coche nos caminhos do interior
Jorge cordeiro


O designado “Movimento pelo Interior” fará luz hoje das suas propostas com as devidas formalidades em consonância com o trombetear antecedente. Por escassez de confiança no que dali resultará confesse-se o sobressalto que nos assolou (infundado como se verá) face ao rumor que a coisa se extinguia com a apresentação das conclusões. Conhecendo o passado de alguns dos autores, não poucos de lastro governativo com os resultados que o País  patenteia, a ideia de “extinção” faria prever o pior. Aliviado se ficou pela percepção mais fina dos objectivos em presença – não o propósito de extinguirem o interior (hipótese consentânea com os currículos em presença), mas sim o da auto-extinção do “movimento”. De mal o menos, salva-se parte importante do País e não se perde grande coisa.


Identificadas em circum-navegação breve, mas não dispensável, a origem das águas de onde brota em concreto o que ao País é proposto pelos promotores, adiantemos, com a síntese exigível, alguns elementos de reflexão. Com uma antecipada prevenção: os problemas associados à “interioridade”, os factores de despovoamento e desertificação que a acompanha, e as respostas para os enfrentar, abrem campo a uma vastidão de medidas tal que só por total desacerto de passo se não identificarão, como razoáveis, algumas das propostas pré-divulgadas. O que não significa que se iludam dois elementos: as razões mais profundas que estão na origem dos problemas e a vontade política de os solucionar. Olhando para alguns que agora se lamuriam, embalados por tempos julgados propícios pelas razões dramáticas que se conhecem, não se lhes deve conceder crédito fácil. Quem contribuiu para conduzir o “interior” do País à situação que agora lamentam, dificilmente o resgatará. Pode dizer-se que este “pé-atrás”, esta teimosia de não ir na onda, são atitudes de mau tom. Admita-se que assim é, embora se tal atitude tivesse sido posta ao leme de uma observação mais exigente ter-se-iam evitado imparidades e naufrágios que por aí se têm visto. Se há verdade naquele dizer de que o ”hábito faz o monge” então, - olhando para ex-ministros como Cadilhe e Peneda ou Jorge Coelho - se pressuporá não vir dali grande ceifa.


Vencidos que estão os “entretanto” alcancemos os “finalmente”, por via de breves anotações. A primeira, para rejeitar o discurso tentador e simplista de apresentar o litoral como inimigo do interior, de buscar solução para os problemas de cada um em prejuízo do outro. A litoralização do território e o despovoamento do interior padecem de males com origem nas mesmas dinâmicas sócio-económicas que atingem o desenvolvimento do território no seu todo. Sem dúvida com sintomas distintos e opostos: superpovoamento, sobrecarga de sistemas urbanos, exclusão social num, desertificação e abandono de territórios noutro. Mas com exigência de terapêutica comum assente numa estratégia de desenvolvimento  inverso da que tem produzido e acentuado assimetrias territoriais, e que não encontra chão firme em teorias neoliberais como as da “competitividade territorial”. Segunda anotação. Olhar para o problema na dimensão que assume exige pisar terrenos de políticas estruturais capazes de contrariar a tendência para o desenvolvimento desigual inerente ao sistema sócio-económico dominante. A questão está nas políticas nacionais a adoptar no plano agrícola, industrial e de investimento público, compatibilizando-as com adequadas políticas de desenvolvimento regional, nas opções do uso da terra quer no plano da agricultura, da floresta e da pecuária, quer no da sua reflexiva conexão com o mundo rural e a fixação de populações. Ouvir balir pelo interior os que com as privatizações conduziram ao abandono de serviços que essas empresas aì prestavam na energia, nas comunicações, no serviço postal ou na banca pública; ouvir responsáveis pelo fecho de centenas de serviços desconcentrados da administração central defender agora o inverso do que promoveram – simplesmente não pode ser levado a sério. Terceira anotação. À situação do interior não são alheios sistemas regionais débeis incapazes, no quadro actual, de constituírem incentivo ao investimento, à instalação de empresas e à criação de emprego. Na ausência de um poder intermédio, que a regionalização preencheria, o que se assiste é que os factores “poder local” (circunscrito ao nível municipal), “território” (enquanto estrutura de suporte de recursos e contexto sócio-económicos) na sua relação com o “desenvolvimento” não ultrapassam a escala local.


Sem desprimor pelo evento, a solenidade que o envolve e as expectativas que transporta haverá quem, por incurável exercício dubitativo, não se resigna a ir no rodado das aparências, questione o local para dar conta das agruras do interior: o Museu dos Coches em Lisboa. Uma minudência face ao que de substancial já aqui teve observação e reparo. Até porque uma mostra de coches dá um certo ar de ruralidade adequada ao evento. É verdade que o coche não é carroça, junta de bois ou tipoia. Mas, em contrapartida, dá aquele ar de aristocracia condizente com o naipe promotor.

17 de maio de 2018

O BCE e a Itália


E o futuro? "Vai depender as políticas que forem realmente implementadas em Itália", diz Constâncio, mostrando-se reticente quanto às ambições do Movimento 5 Estrelas e da Liga. As notícias que têm sido publicadas sobre o futuro programa política mostram essencialmente uma vontade de cortar impostos e aumentar a despesa do Estado, o que deverá ser incompatível com uma redução do défice italiano que em 2017 foi de 2,3%. A ver vamos...

16 de maio de 2018

Trump & crash

Donald Trump y el próximo crash



Atención: Lo que va a leer a continuación no tiene que ver con Rusia ni con las elecciones de 2016, ni con la última persona que dejó la Casa Blanca en medio de una tormenta de tweets. Es la historia del lobby de Washington escondido a plena vista, con billones de dólares en juego y una economía que gobernar.


Mientras hemos sido bombardeados con una letanía de escándalos del Despacho Oval y la familia Trump, hay en Washington una institución fundamental a la que sólo algunos medios parecen prestar atención —aun cuando el Presidente Trump se la apropia silenciosamente—. Más oscuro que las cámaras de la Corte Suprema, es un lugar donde ya ha hecho cambios sustanciales. Estoy hablando de la Reserva Federal [conocida en Estados Unidos como la Fed].