Linha de separação


16 de dezembro de 2020

O silêncio sobre as lutas dos trabalhadores

 As noticias sobre greves , paralisações , lutas dos trabalhadores são sistemáticamente silenciadas pelas grandes agências de informação anglo saxónicas e europeias,  nas mãos do capital financeiro.

Vejamos uma greve geral de um grande significado que foi praticamente silenciada na Europa das ditas liberdades https://consortiumnews.com/2020/12/04/indias-one-day-general-strike-largest-in-history/


Agricultores e trabalhadores agrícolas do norte da Índia marcharam ao longo de várias estradas nacionais para o capital de Nova Deli na Índia, como parte da greve geral em 26 de novembro 

Eles levavam cartazes com slogans contra as leis anti-agricultores e pró agro negócio que foram  aprovadas  pelo Lok Sabha (câmara baixa do parlamento) da Índia em setembro, e que forçaram o Rajya Sabha (câmara alta) com apenas um voto verbal. 

Os trabalhadores agrícolas e fazendeiros em greve carregavam bandeiras que indicavam sua filiação a uma série de organizações, desde o movimento comunista até uma ampla frente de organizações de fazendeiros. Eles marcharam contra a privatização da agricultura, que eles argumentam que mina a soberania alimentar da Índia e corrói sua capacidade de permanecer como agricultores.

Cerca de dois terços da força de trabalho da Índia obtém sua renda da agricultura, que contribui com cerca de 18% do produto interno bruto (PIB) da Índia. Os três projetos de lei aprovados em setembro minam o programa de compra de preços de apoio mínimo do governo, colocando 85 por cento dos agricultores com menos de 2 hectares de terra à mercê de grossistas monopolistas, e levando a destruição de um sistema que até agora manteve sua produção agrícola, apesar das variações erráticas nos preços dos alimentos.

Cento e cinquenta organizações agrícolas diferentes se reuniram para sua marcha em Nova Delhi. 

Cerca de 250 milhões de pessoas de todo o país aderiram ao movimento, fazendo a maior greve da história. Se os grevistas formassem um país, seria o quinto mais populoso do mundo, depois da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia. As propriedades industriais em toda a Índia - de Telangana a Uttar Pradesh - cessaram todas as atividades, os trabalhadores dos portos de Jawaharlal Nehru (Maharashtra) a Paradip (Odisha) pararam de trabalhar.

A Guerra na Coreia

The Korean War’s Forgotten Lessons on the Evil of Intervention 

The Korean War’s Forgotten Lessons on the Evil of Intervention

The secrecy and deceit surrounding U.S. war crimes has had catastrophic consequences in this century, writes James Bovard.

This year is the 70th anniversary of the start of the Korean War, a conflict from which Washington policymakers learned nothing. Almost 40,000 American soldiers died in that conflict, which should have permanently vaccinated the nation against the folly and evil of foreign intervention. Instead, the war was retroactively redefined. As President Barack Obama declared in 2013, “That war was no tie. Korea was a victory.”

When politicians or generals appear itching to pull the United States into another foreign war, remember that truth is routinely the first casualty.

Em Francês :


Cette année est le 70e anniversaire du début de la guerre de Corée, un conflit dont les responsables politiques de Washington n’ont rien appris. Près de 40 000 soldats américains sont morts dans ce conflit, ce qui aurait dû vacciner définitivement la nation contre la folie et le fléau des interventions à l’étranger. Au lieu de cela, la guerre a été réécrite rétroactivement. Comme l’a déclaré le président Barack Obama en 2013, « Cette guerre n’était pas pour une cravate. [Allusion à l’expression « mourir pour une cravate » qui dénonçait l’inutilité de cette guerre, NdT] La Corée était une victoire. »

Lorsque des politiciens ou des généraux semblent vouloir entraîner les États-Unis dans une autre guerre à l’étranger, rappelez-vous que la vérité est généralement la première victime.

La guerre a commencé avec ce que le président Harry Truman a déclaré être une invasion surprise le 25 juin 1950, par l’armée nord-coréenne franchissant la ligne de séparation avec la Corée du Sud qui avait été définie après la Seconde Guerre mondiale. Mais le gouvernement américain a été largement averti de l’imminence de l’invasion. Selon le regretté Justin Raimondo, fondateur de antiwar.com, le conflit a en fait commencé par une série d’attaques des forces sud-coréennes, aidées par l’armée américaine :

« De 1945 à 1948, les forces américaines ont aidé [le président sud-coréen Syngman] Rhee dans une série de tueries qui ont fait des dizaines de milliers de victimes : la campagne anti-insurrectionnelle a fait de nombreuses victimes à Kwangju et sur l’île de Cheju-do – où 60 000 personnes ont été tuées par les forces de Rhee soutenues par les États-Unis. »

L’armée nord-coréenne a rapidement mis en déroute les forces sud-coréennes et américaines. Une débâcle complète a été évitée après que le général Douglas MacArthur ait organisé un débarquement de troupes américaines à Inchon. Après avoir mis en déroute les forces nord-coréennes, MacArthur était déterminé à poursuivre vers le nord, sans tenir compte du danger de provoquer un conflit beaucoup plus large.

Au moment où les forces américaines ont repoussé l’armée nord-coréenneau-dela de la frontière des deux Corées, environ 5 000 soldats américains avaient été tués. Le Pentagone avait été prévenu à plusieurs reprises que les Chinois interviendraient si l’armée américaine poussait trop près de la frontière chinoise. Mais l’euphorie qui a suivi Inchon a fait perdre tout bon sens et a noyé les voix militaires qui avertissaient d’une catastrophe. Un colonel de l’armée américaine a répondu à un briefing sur la situation de la Corée à Tokyo en 1950, sortant en claquant la porte et déclarant : « Ils vivent dans un putain de pays de rêve. »

L’attaque militaire chinoise a entraîné la plus longue retraite de l’histoire des forces armées américaines – une débâcle qui a été valorisée par une allusion dans le film de Clint Eastwood de 1986, Heartbreak Ridge. En 1951, la guerre de Corée était devenue intensément impopulaire aux États-Unis – plus impopulaire que ne l’avait jamais été la guerre du Vietnam. Du moins, la guerre, que le président Harry Truman a insisté pour qualifier à tort « d’action policière », a détruit la présidence de l’homme qui l’avait lancée. Au moment où un cessez-le-feu a été signé au milieu de 1953, près de 40 000 Américains avaient été tués dans un conflit qui s’est terminé par des frontières similaires à celles du début de la guerre.

Des désastres

Le plus grand désastre de la guerre de Corée est peut-être le fait que des intellectuels et des experts en politique étrangère ont réussi à redéfinir le conflit coréen comme une victoire américaine. Comme l’a noté Derek Leebaert, professeur à l’université de Georgetown, dans son livre Magic and Mayhem, [la magie et le chaos, NdT] « ce qui avait été considéré comme une impasse sanglante s’est transformé aux yeux de Washington.

15 de dezembro de 2020

Que missões militares?

Exército Espanhol no Mali  ... e o Portugês ? Quantas missões no estrangeiro ? Ao serviço de quê e de quem?

A primeira questão que se destaca é o porquê do aumento ininterrupto do número de militares espanhóis a ponto de se tornar o país que mais contribui com militares para a missão militar no Mali  área de influência francesa isto é  num país em que os interesses espanhois são mínimos. Não é que o Exército espanhol trabalhe em benefício de suas empresas, o que já seria questionável, é que está trabalhando em benefício de empresas francesas e norte-americanas.

Para além da questão quantitativa, pode-se perguntar por que - e por que razão - existe uma presença militar espanhola no Mali, especialmente em uma situação de crise económica, de saúde e social , quando, além disso, os militares do país africano sofreram vários ataques, acidentes em que soldados morreram, tentativas de golpe e até infecções por covid-19 . E quando, como já comentei, o país que se beneficia da intervenção do Mali é a França, cujas empresas extraem a riqueza do país africano ao mesmo tempo que localizam e protegem governos fantoches, a maioria corruptos.https://actualidad.rt.com/opinion/luis-gonzalo-segura/376057-contingente-militar-espana-mali

A agua é um bem comum

 "Es de todos": La ONU denuncia que la cotización del agua en el mercado de futuros viola derechos humanos básicos


La cotización del agua en el mercado de futuros de Wall Street, como si se tratara de oro o de petróleo, viola los derechos humanos básicos y hace vulnerable al líquido elemento ante una eventual burbuja especulativa, denuncia en un comunicado el relator especial de la ONU sobre el derecho al agua potable y al saneamiento, Pedro Arrojo-Agudo.

El especialista reaccionó así a la noticia de que la compañía estadounidense de mercados financieros CME Group lanzó el primer contrato de comercio de futuros de agua del mundo. La empresa explicó que los futuros ayudarán a los usuarios del agua a gestionar el riesgo y a alinear mejor la oferta y la demanda, permitiendo, por ejemplo, a los agricultores protegerse de los aumentos de precios durante los años de sequía.

"No se puede poner un valor al agua como se hace con otros productos básicos comercializados. El agua es de todos y es un bien público. Está estrechamente ligado a todas nuestras vidas y medios de subsistencia, y es un componente esencial para la salud pública", destaca Arrojo-Agudo.

Asimismo, el relator advierte que los futuros de este tipo también podrían atraer a los especuladores, repitiendo la burbuja del mercado de alimentos en 2008. "En este contexto, el riesgo radica en que los grandes actores agrícolas e industriales y los servicios públicos a gran escala sean los que puedan comprar, marginando e impactando al sector vulnerable de la economía como los pequeños agricultores", comenta.

Según Arrojo-Agudo, "el agua ya se encuentra bajo amenaza extrema por la población en crecimiento, la demanda creciente y la contaminación grave de la agricultura y la industria minera en el contexto del impacto cada vez mayor del cambio climático".

El agua es un recurso vital para la economía, pero su valor es "más que eso", subraya el relator. En este sentido, el especialista concluye que el hecho que el agua se vaya a comercializar en el mercado de futuros de Wall Street muestra que "su valor como derecho humano básico está amenazado".


14 de dezembro de 2020

O Fundo europeu anti crise , utilidade e repartição

 

Francisco Muñoz Gutiérrez

Con la pandemia parece que estamos reviviendo el segundo libro del éxodo a la espera del pan enviado por Dios. 

La antigüedad lo llamaba «maná», luego en el siglo XX Milton Friedman sustituyó a Dios por un helicóptero, y ya en el siglo XXI los Bancos centrales digitalizaron a Dios bautizando el maná con el eufemismo de la «expansión cuantitativa». Una expansión que se anuncia hoy en Europa bajo el eufemismo de «fondo europeos anticrisis».

Conforme esos fondos se van acomodando en la ontología de lo real, voces de todo tipo colman el espacio. Todas son igual de relevantes, y todas coinciden en su particular trascendencia. El idioma no importa, pero los intereses traslucen bajo el mantra de la separación del trigo y la paja, o lo que es lo mismo; de la inversión y el gasto.

El falso dilema inversión vs. gasto

Es por ello que la «inversión», en interés de parte, se presenta siempre como de interés general, mientras que el interés de «los otros» se presenta como la cizaña del gasto. Así la CEOE reclama su propia relevancia por encima del gasto fiscal en infraestructuras, y todos los sectores empresariales reclaman, a su vez, la importancia de su propia actividad en el engranaje económico construido sobre el principio de la renta de plusvalía, o beneficio.

Nadie en España duda que la derecha repartiría el maná entre los ricos; pues nadie mejor que ellos representan en la tierra el mito del éxito en los cielos. Ellos son el trigo con el que se cuece el pan del beneficio. El resto son el servicio y los comensales de esta santa cena; todo gasto.

¿Hacia dónde dirigiría la izquierda española el maná? En un principio parece que al servicio, pues son ellos los que constituyen las piezas clave del engranaje. Pero el servicio es el imperio de los ricos inversores; el engranaje desde el que se extraen las plusvalías.

Un engranaje que tiene perfiles muy diferenciados en los distintos territorios tanto de la Unión Europea, como de España. Por eso los países «frugales» pusieron la condición de no cambiar las estructuras del estatus quo actual. Se trata, pues, de un discurso de intereses, sobre el que no cabe entendimiento posible; solo imposición.

Así regresamos, de súbito, a la casilla de salida, al «génesis», redescubriendo ahora el mito fundacional de la Torre de Babel como la paradoja de los importantes. Todo el mundo puede hablar, pero solo los intereses construyen entendimiento. Es decir; lo importante para todos es lo importante que los importantes imponen como importante.

La hidra corporativa

Sin duda lo importante tanto para el modelo productivo, como para el paradigma de las relaciones laborales, no es la productividad, ni las relaciones laborales, sino la tasa de beneficio en el retorno de la inversión. Este es el principio básico del orden capitalista y neoliberal. Se trata, pues, de un orden jerárquico secularizado en torno a la mística del individuo libre como antítesis del colectivo social. Una mística que ha terminado engullendo al Leviatán hobbesiano para dar paso a la hidra corporativa del siglo XXI.

Desde el rescate bancario, la figura del Estado se ha convertido en una institución que no representa los intereses colectivos, sino que está al servicio de los grandes intereses corporativos. En este territorio, el mapa de intereses europeos apenas señala la presencia de las corporaciones españolas, y el sur solo destaca por la orografía del colonialismo turístico y sus bajos costos laborales.

Tanto para la derecha española, como para la izquierda felipista, el turismo representa el nirvana alcanzado por la transición. No obstante, la pandemia ha pinchado duramente esta burbuja vislumbrándose ya el horizonte del cambio climático.

¿Tiene fundamento discutir el incremento de la productividad, la automatización, la digitalización o los cambios pertinentes en los modelos empresariales y sus concomitantes relaciones laborales? Solo competir con los centros de investigación de Alemania requiere una reforma en profundidad de la universidad española, porque no basta con la cultura del título como único fundamento del síndrome de la sabiduría.

Por otro lado, la izquierda del reformismo keynesiano parece haber sucumbido ante el empuje de la hidra corporativa porque ya apenas le queda Estado más allá de la figura de los cuidados paliativos a la población que nutre a las corporaciones de empleados y consumidores.

Educación, Sanidad y Servicios sociales parecen ser los únicos instrumentos institucionales de relevancia con que cuenta la izquierda actual. Ni siquiera la vivienda pública se perfila ya como solución a los ocupas, los desahucios o la precariedad. Mucho menos como medida keynesiana contra el desempleo.

Resituar el Estado y la paradoja de la sostenibilidad

Cambiar el mundo del trabajo y las relaciones laborales no solo exige cortar la hidra de las corporaciones y acabar con los relatos idealistas que esconden la realidad con metarealidades deformadas (1) .También exigen resituar al Estado en el centro de la armonización colectiva corrigiendo el servilismo de la representación política como vía de articulación jurídica de la voluntad de las élites.

La disyuntiva de los fondos anticrisis europeos no se sitúa en el espectro de la empresa pública versus empresa privada, sino que debe situarse en la ruta de un futuro diferente al presente que tenemos. Máximo cuando las fuerzas exclusivas del presente que hoy tenemos en España, jamás pueden construir futuro.

La realidad es que nuestra economía ni es solvente, ni es sostenible, por mucha magia mediática con la que se interpreten los datos. Incluso recuperando la burbuja turística y manteniendo las exportaciones agrarias nos encontramos inmersos en la denominada como «paradoja de la sostenibilidad» en la que los enfoques dominantes de la doctrina económica no solo degradan los sistemas ecológicos de forma preocupante, sino que también tensionan las relaciones sociales maximizando la desigualdad.

No es posible ya plantear futuro sin abandonar las formas convencionales de pensar con sus extraordinarias criaturas megalómanas. Y en este sentido se hace urgente replantear el dilema de la España urbana versus la España vacía rural. Las grandes ciudades se muestran ya insalubres e insostenibles dada su tendencia bipolar de exclusión severa y concentración de élites en forma de grandes instituciones y empresas para excitación mutua. Se trata de recuperar una lógica de escala ya que, si fabricamos monstruos, lo único que obtendremos serán monstruos.

Hoy, más que nunca, se abre paso la necesidad de recuperar la dimensión humana como paradigma de desarrollo social, y tecnológico. Pero también como norma de relación con los sistemas ecológicos del planeta. Así, los tres poderes del Estado confunden su esencia ejerciendo una función eminentemente patológica al transformar la vida social en una potente maquinaria de destrucción planetaria manteniendo a las personas en constante pugilato.

Los fondos europeos anticrisis abren la oportunidad de plantear soluciones colectivas a problemas colectivos. Todo lo demás reproduce el síndrome de la sabiduría del tuerto en el país de los ciegos.

Nota:

(1) https://lacalledecordoba21.blogspot.com/2020/12/el-misterio-de-ser-de-izquierdas-en-un.html


13 de dezembro de 2020

Monetaristas , neo- liberais & outros que tais

 Os argumentos  dos que bem pagos , académicos de aviário , gestores , comentadores ...procuram "fabricar o consentimento " e a defesa de políticas ao serviço dos grandes interesses  são a maioria das vezes apresentados como se fossem verdades reveladas , dogmas da santa igreja , nunca demonstrados , a não ser com sofismas, deturpação de factos e dados e , meias verdades .

Procuram por vezes dar- lhe uma roupagem científica  , juntando ao charlatanismo económico uns modelos  , uns gráficos , umas expressões matemáticas e a assinatura de um académico para depois ser papagueado... Magister dixit.

A sua principal demonstração é a repetição em vários tons e por vários tenores do mesmo argumento de tal maneira que ele passe a ser pensamento dominante.

 Depois é só utilizar o "como é sabido "...

Em recentes entrevistas e artigos de opinião muitos dos que são responsáveis pelo nosso atraso, fragilidade económica e pela dominação estrangeira , economistas e comentadores , representantes de grupos económicos e de interesses continuam a martelar o "toda a gente sabe que o estado é um mau gestor " , quando o que toda agente sabe é que quando estiveram no governo tudo fizeram para desacreditar a gestão publica de empresas estratégicas para depois as privatizarem e em muitos casos virem a ser seus futuros conselheiros ou gestores . 

Dizem professoralmente que é "uma evidência " que "não interessa a estrutura accionista para se prestar um serviço público ", quando o que é evidente são os múltiplos casos de degradação desses serviços , a usura das infra estruturas e as respectivas fraudes a contas com a justiça , nos transportes , na saude , no ensino..

Boa é para estes a gestão privada , como se viu no Espírito Santo , ou num BPN, ou ...

Depois sapientemente formulam acacianas orações ao menino Jesús do tipo "é necessário".

"É necessário crescer", " é necessário incentivar estratégias empresariais competitivas", "políticas estruturais adequadas" , "melhorar a competitividade. e a produtividade", blá,bla´,blá ...

São os filhos e netos dos monetaristas ,neoliberais e outros que tais

https://thenextrecession.wordpress.com/2020/12/12/the-friedman-doctrine-in-the-21st-century/

A doutrina de Friedman no século 21

Michael Roberts 

O Stigler Center da Booth Business School da Universidade de Chicago acaba de publicar um e-book comemorando o pronunciamento de Milton Friedman sobre o papel valioso e virtuoso das empresas capitalistas modernas. Batizado em homenagem ao importante economista neoclássico George Stigler , o Stigler Center queria homenagear o trabalho de Milton Friedman , justificar as grandes empresas capitalistas como uma forças do bem comum

Para quem não sabe, Milton Friedman foi o principal economista da 'Escola de Chicago' no período do pós-guerra e o renomado expoente do 'monetarismo', ou seja, que a inflação dos preços de bens e serviços é causada por mudanças na quantidade de dinheiro circulando em uma economia. Friedman era conhecido pelo seu apoio ao 'mercado livre', governo pequeno e ditaduras (ele aconselhou a ditadura de Pinochet no Chile na década de 1970). Veja minha resenha de 2006 do trabalho de Friedman em meu livro The Great Recession, p119.

O que interessou ao Stigler Center foi a visão de Friedman sobre as grandes empresas, a forma que as empresas capitalistas modernas assumiram desde o final do século 19, substituindo a maioria das empresas de propriedade direta dos seus gerentes (familiares ou sociedades). A 'doutrina de Friedman', como tem sido chamada, diz que a única responsabilidade de uma empresa é com seus acionistas . E, como tal, o objetivo da empresa é maximizar o retorno aos acionistas. (...) ver link em cima  para todo o artigo que vale a pena ler.




12 de dezembro de 2020

El gran capital se asusta: no sabe vivir sin la teta del Estado

https://blogs.publico.es/juantorres/2020/12/11/el-gran-capital-se-asusta-no-sabe-vivir-sin-la-teta-del-estado/https://blogs.publico.es/juantorres/2020/12/11/el-gran-capital-se-asusta-no-sabe-vivir-sin-la-teta-del-estado/ 


Una ambulancia pasa por delante del edificio del Banco de España, en el centro de Madrid. AFP/JAVIER SORIANO

Juan Torres López

Qué está pasando en España y por qué, para que docenas de militares interfieran en la vida política, hablando alguno de ellos de fusilar a la mitad de sus compatriotas? ¿cómo puede ser presidenta de una comunidad autónoma como la de Madrid alguien que considera que los españoles que no pensamos como ella somos "cuatro estúpidos"? ¿Lo que caracteriza al gobierno de Pedro Sánchez es lo que denuncia Pablo Casado: "la ocupación de los órganos reguladores y el Poder Judicial, el ataque a la libertad educativa, al español, a la libertad de expresión, a la propiedad privada, a la propiedad inmobiliaria, al libre mercado y al Estado de Derecho"?

¿Todo eso es verdad? ¿Se han hecho ahora más concesiones a los independentistas que quieren romper España que las que José María Aznar o incluso Felipe González hicieron a Puyol, que además era un delincuente y cabecilla, a su vez, de una banda de auténticos ladrones, como se ha tenido ocasión de comprobar? ¿Tiene ahora más fuerza el independentismo que cuando gobernaba Mariano Rajoy? ¿No es sorprendente, entonces, que sea ahora y no antes cuando la extrema derecha, militares fascistas y docenas de tertulianos y periodistas ataquen al gobierno por esa razón?

¿Acaso no es el Partido Popular quien tiene una mayoría militante y de bloqueo en el Poder Judicial y en el Tribunal Constitucional y quien expresamente dice que sólo quienes representen sus mismos intereses pueden estar en esas instituciones? ¿no es esto último lo totalitario? ¿No ha sido con el gobierno del Partido Popular cuando ha habido más detenciones y encarcelamientos por delitos de opinión? ¿Cómo se puede decir que es ahora cuando está en peligro la libertad de expresión?

Ni siquiera puede darse por cierto que sea la izquierda quien ha desencadenado la crisis de la monarquía. ¿Acaso estaría tan debilitada y puesta en cuestión si Juan Carlos de Borbón no hubiera sido un vicioso del sexo, todo lo contrario de una persona y un marido ejemplar, un más que presunto defraudador fiscal y un comisionista en perjuicio del Estado al que representa?

Tampoco el gobierno español está sacando el pie del tiesto en materia económica. ¿Cuáles son las medidas concretas de este gobierno que no se hayan adoptado antes en cualquier otro país europeo?