Linha de separação


23 de agosto de 2022

Declaração do pai de Daria Dugina

Nos media o pai de Daria D., 29 anos, foi apresentado como um troglodita político, um extremista à beira da insanidade. Ao mesmo tempo que o davam como ideólogo de Putin (!) - só agora descoberto! - apresentavam como sendo as suas ideias de política externa, muito longe das do Kremlin. Para avaliarmos de quem se trata eis a sua declaração após morte da filha.

Como todos sabem a minha filha Daria Dugina foi brutalmente assassinada ante os meus olhos numa explosão em 20 de agosto, em resultado de um ataque terrorista levado a cabo pelo regime nazi ucraniano, quando voltava do festival “Tradição” próximo de Moscovo.

Ela era uma linda jovem Ortodoxa, uma patriota e uma correspondente de guerra, uma especialista dos canais centrais de TV e uma filósofa. Os seus relatos e intervenções foram sempre profundos, informados e contidos. Ela nunca apelou à violência na guerra.

Ela era uma estrela em ascensão desde muito cedo. Os inimigos da Rússia mataram-na cobardemente.

Mas nós o nosso povo não pode quebrar sob estes insuportáveis golpes. Eles querem quebrar a nossa vontade com terror sangrento contra os melhores e mais vulneráveis entre nós. Mas não o conseguirão.

Nossos corações não estão justamente furiosos por vingança e retaliação. Isto não está no nosso caráter, seria não Russo. Nós apenas queremos a nossa Vitória. A minha filha jaz a sua jovem vida no seu altar. Portanto sejam vitoriosos.

Nós queremos eleva-la como uma jovem sensata e uma heroína. Possa ela inspirar os filhos na nossa Mãe Pátria para o heroísmo.

O Adeus a Daria Dugina (Platonova), num funeral civil, será realizado dia 23 no Centro de Televisão de Ostankino à 10 horas.” 

22 de agosto de 2022

Das profecias do sr. Luís Delgado ao entusiasmo pelo terrorismo

O sr. Luís Delgado profetizara na Visão, de 20/6 que - oh! - com as novas armas americanas "a vitória da Ucrânia é inquestionável. O que está em causa não é só a inqualificável invasão russa, que os ucranianos enfrentaram com bravura, mas também o orgulho e a demonstração de força dos aliados, dando o que de melhor têm nos seus arsenais. A diferença vai notar-se em julho."

A diferença notou-se, mas para pior para os ucranianos em termos de vidas perdidas e povoações controladas pela Rússia. Não acerta, mas a culpa não é dele. O problema com o sr. Delgado, (eminente administrador e dono da sociedade Trust in News- 12 revistas compradas por 10,2 milhões de euros) são os seus Orixás, seria aconselhável que mudasse. Não se trata de mudar de camdonblé “norte atlantista”, mas para a adivinhação aconselha-se o Orixá Orunmila-Ifá.

Agora o sr. Delgado garante que no dia 24, Dia da Independência da Ucrânia, deverá ser muito visível a contraofensiva militar de Kiev. “Serão momentos peculiares e estranhos: no Sul e Leste da Ucrânia, unidades russas correm o risco real de ficarem isoladas, cercadas e rendidas. São imagens antagónicas, bipolares, esquizoides.” (??)

O Der Spiegel de 17/8, tem outra “visão”, e explica por que uma grande ofensiva de Kiev no sul da Ucrânia dificilmente é possível. Uma guerra subversiva e ataques terroristas da Ucrânia são prováveis. Às Forças Armadas da Ucrânia "faltam experiência ofensiva e preparação para manobras maiores". Após ferozes combates no Donbass, a Ucrânia carece de unidades bem treinadas e de armas.

No campo militar a guerra na Ucrânia já foi vencida pela Rússia que atualmente decide o ritmo da operação militar especial, os soldados ucranianos mais qualificados e experientes foram mortos ou capturados, os recrutas idosos e jovens não farão diferença. É triste que um país seja forçado por potências estrangeiras a lutar até o último homem sem esperanças de conseguir qualquer coisa.

O Der Spiegel exprime o que resta a Kiev: guerra subversiva e ataques terroristas. As ações de Kiev limitam-se ao que em qualquer parte do mundo se designa por atos terroristas. Comentadores e jornalistas, saúdam em regozijo ações que praticadas num país da NATO dariam origem à indignação coletiva nos media.

No descalabro do que resta da Ucrânia a propaganda da NATO ao mesmo tempo que esconde as baixas ucranianas, alegra-se com atos terroristas, disfarçando o abismo para onde os povos são conduzidos. Celebra-se o ataque a zonas meramente civis como triunfos militares, uma central nuclear é atacada e os media querem convencer-nos que os russos se bombardeiam a eles próprios. Se alguém acredita nisto, entramos no campo das imagens do sr. Luís Delgado.

A cobertura que é dada pelos media demonstra o baixo nível que a NATO atingiu, celebrando triunfantes o assassinato de uma jornalista de 29 anos – sujeita a sanções pelos EUA e RU - cujo delito é ter opiniões favoráveis ao seu país. Propagandistas na TV disseram que ela queria a morte de todos os ucranianos, não sendo possível verificar a veracidade, diga-se que esta não é a política da Rússia. Se assim fosse, se procedesse como a NATO na Jugoslávia, Iraque ou Líbia, a Ucrânia tinha sido destruída em poucas semanas.

Se a jornalista se referiu aos grupos nazis que obrigam as tropas de Kiev a combater e perseguem – e matam - cidadãos suspeitos de querer a paz com a Rússia, está de acordo com a política russa de desnazificar e julgar os grupos criminosos que aterrorizam a população ucraniana e aterrorizaram o Donbass.

Para o Wall Street Journal A Ucrânia está à beira do colapso financeiro. Kiev luta para encontrar fundos, pondo em risco a estabilidade do sistema financeiro. De acordo com o maior jornal de negócios dos EUA, os impostos cobrem apenas cerca de 40% do orçamento, mais de 60% do qual são gastos militares.

Dos EUA o Express revela que o défice mensal da Ucrânia é de 5 mil milhões de dólares. O governo de Kiev sobrevive com as ajudas de Washington e Bruxelas. A Ucrânia perdeu a independência financeira ao mesmo tempo que os EUA perdem a sua influência. Washington não conseguiu resolver o problema da Ucrânia com Moscovo por meio da diplomacia. No Médio Oriente, os EUA também estão perdendo o controle, deixando um vácuo para concorrentes preencherem. Biden, não tem a credibilidade e a reputação de antecessores para superar os tempos difíceis. A depressão económica é basicamente assumida, com uma situação particularmente crítica na Alemanha. Os preços da energia na UE continuam a crescer, pelo que famílias e indústrias irão falir. A situação nos EUA não será tão quanto na UE – com uma inflação imparável a aproximar-se dos 10% - mas a depressão económica na Europa levará à recessão também nos EUA.

Perante isto, os propagandistas exultam com atos terroristas apresentando-os como triunfos estratégicos... 

19 de agosto de 2022

Da imprensa Brasileira

 1 Brasil 247

Secretario geral da NATO diz que os acontecimentos do Afeganistão no ano passado são uma tragédia para a Aliança.



Rússia usa tempo a seu favor ao realizar operação na Ucrânia em ritmo lento, Robinson Farinazzo

"É importante lembrar que o efetivo militar empregado por Moscou nesta operação é mínimo", lembra o comandante

Após mais de 170 dias da operação russa em território ucraniano um redesenho da geopolítica mundial começa a acontecer, enquanto um horizonte de cessar-fogo parece distante. Mas até que ponto o tempo empregado na operação é nocivo para os que a realizam ou para os que enviam armamento a Kiev?

A operação russa na Ucrânia entrou em seu 176º dia nesta quinta-feira (18). Iniciada em 24 de fevereiro, a ação tem como objetivo a desmilitarização e desnazificação do território ucraniano. Até o momento, Moscou continua firme em seu propósito e avança, principalmente na região de Donbass.

No entanto, ultimamente tem sido apontado que a operação acontece em passos lentos. Para Robinson Farinazzo, especialista militar e oficial da reserva da Marinha do Brasil entrevistado pela Sputnik Brasil, o ritmo atende aos objetivos do líder russo, Vladimir Putin, o qual teria "interesse em fazer a operação da forma mais devagar possível".

"É importante lembrar que o efetivo militar empregado por Moscou nesta operação é mínimo, eles poderiam 'pesar a mão' muito mais do que estão fazendo [...], o que leva a reforçar essa impressão de que não se tem pressa [para concluir a operação]. Mas não acho, de forma nenhuma, que a maneira como está sendo conduzida a ação indique incompetência militar, estão é usando o tempo ao seu favor", analisou o especialista.

18 de agosto de 2022

Guerra em ponto de inflexão

 

MK BHADRAKUMAR

..Enquanto isso, há uma crescente questão de saber se todos esses bilhões de dólares em armas despejando na Ucrânia de toda a Europa e América do Norte estão realmente fazendo a diferença na 'visão de juntos'. Na melhor das hipóteses, a Europa experimentará um inverno frio e frio. Da mesma forma, há também o  cenário apocalíptico  da Europa no outono com "colapsos épicos em ações, dívidas, moedas, inflação muito mais alta.  Na própria linha de frente do Donbass, os russos continuam a "esmagar" o exército ucraniano. 

As operações são atualmente batalhas posicionais ao longo das linhas Bakhmut-Seversk-Soledar. Grupos de assalto russos entraram em Bakhmut, que é um centro de comunicações altamente estratégico para Kyiv, há quatro dias e conseguiram se estabelecer nos arredores leste-sudeste de Bakhmut. Começa um ataque multifacetado a Bakhmut. 

17 de agosto de 2022

Os mitos dos comentadores pró NATO nas televisões nacionais

 

https://brunobertez.com/2022/08/16/loperation-militaire-speciale-a-dissipe-le-mythe-de-la-superarme

A guerra na Ucrânia acabou com o mito DA “SUPER ARMA” americana




O mito de que o Ocidente tem uma “super arma” foi desfeito. O anúncio foi feito 
em 16 de agosto pelo ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu.


Seis sistemas americanos HIMARs já foram destruidores e vários depósitos de munições





"A operação militar especial desfez o mito da 'super arma' que o Ocidente está a abastecer a Ucrânia e que é capaz de mudar radicalmente a situação nas linhas da frente", disse em a abertura da Conferência de Moscou sobre Segurança Internacional no âmbito do fórum Exército-2022. https://iz.ru/video/embed/1380240#inside

Segundo Shoigu, a Rússia consegue retirar as armas fornecidas à Ucrânia.

“Inicialmente, tratava-se do fornecimento de sistemas antitanque Javelin, drones “únicos”.

Recentemente, os sistemas de foguetes de lançamento múltiplo HIMARS (MLRS) e obuses de longo alcance foram promovidos pelos ocidentais ao papel de superarmas. No entanto, essas armas também são esmagadas em batalhas”, observou o ministro da Defesa.

Em 12 de agosto, foi relatado que as Forças de Defesa Aérea Russas (PVO) derrubaram dois mísseis HIMARS na área de Novaya Kakhovka. O Ministério da Defesa também disse que quatro projéteis disparados do Vilkha MLRS na região de Kherson e cinco drones ucranianos na região de Kharkiv e na República Popular de Donetsk (DPR) foram abatidos.

Em 10 de agosto, o Ministério da Defesa informou que os sistemas de defesa aérea derrubaram sete mísseis HIMARS nas áreas de Novaya Kakhovka, Lyubimovka e Chervony Mayak, na região de Kherson.

No dia anterior, as forças armadas russas atacaram um depósito de munição perto do assentamento de Uman. Como resultado , mais de 300 projéteis HIMARS MLRS foram destruídos. Além disso, durante o período de 8 a 9 de agosto, 17 dessas bombas foram interceptadas nas áreas das cidades de Kherson, Novaya Kakhovka e Melitopol.

Acerca dos preços do gás e da eletricidade

 Os “europeístas” do costume, partem do princípio que tudo o que vem de Bruxelas é sagrado. É a nova versão do “direito divino dos reis”. Portanto, quando vemos a atitude atrabiliária do PS a lidar com a questão dos preços da energia, temos de ver que António Costa é apenas um membro de baixo escalão da confraria (máfia?) neoliberal/atlantista.

Em complemento de um texto de Manuel Gouveia, vem a propósito recordar tópicos de um texto de novembro 2021 sobre o tema: (1)

Na ânsia de privatizar tudo o que desse lucro, asseguraram-nos que a concorrência reduziria os preços do gás e da eletricidade, em benefício das famílias e empresas. Desde os anos 2000 o oposto aconteceu. A desregulamentação gerou um aumento estrutural dos preços.

Desde meados de 2021, que os preços da energia subiram em todas as regiões do mundo. A tarifa de gás regulamentada na França aumentou 57% para as famílias desde 1 de Janeiro 2021. A eletricidade seguiu o mesmo caminho: em dez anos, de 120 euros por MWh para 190 euros, a conta disparará em 2022. Esta crise arrasta a inflação na zona do euro para seu nível mais alto desde 2008. Os comentadores apenas veem razões conjunturais, mas as verdadeiras causas são encontradas em Bruxelas.

Em Dezembro de 1996, a UE adotou a diretiva  "Regras comuns para o mercado interno de eletricidade", estabelecendo "um mercado competitivo de eletricidade". Menos de dois anos depois, outra diretiva iniciou a privatização do gás. Com estes critérios aplicou-se a tática da "separação de ativos", isolar atividades previamente integradas dentro da mesma empresa pública, para oferecer tratamento "justo" a todos os produtores e fornecedores que competirão em mercados desregulamentados.

A criação de bolsas de gás e eletricidade, onde os preços de mercado são formados, destinam-se a substituir as tarifas supervisionadas pelo poder público, de forma a que os mercados nacionais fossem gradualmente integrados à escala europeia.

Os concorrentes podem comprar gás de países produtores e vendê-lo aos consumidores pagando um tarifa simples para usar a infraestrutura. O fornecedor mais competitivo é aquele que obtém o melhor preço... ou que melhor comprime suas despesas operacionais.

Nos primeiros tempos de privatização, a maioria dos novos fornecedores adotou contratos de longo prazo, sob o efeito de intensificar a concorrência adotaram contratos contratos à vista (spot). Essa mudança deve muito ao oportunismo capitalista, procurando aproveitar as variações de preço, muito mais sujeitos às conjunturas internacionais, assim os preços do gás tornam-se muito mais sensíveis às lógicas especulativas, com impacto direto sobre os consumidores. Em 2015, os contratos de longo prazo representavam apenas um terço das transações a nível europeu. Note-se que o transporte de gás liquefeito em barcos fortalece a volatilidade do mercado.

A fim de abrir uma brecha no quase monopólio estatal da energia elétrica procedeu-se ao desenvolvimento privado de energias renováveis, com um sistema de subsídios: tarifas a um preço garantido, muito superior ao custo médio de produção de eletricidade. Assim o desenvolvimento destes projetos tornou-se muito lucrativo. Em França, no período 2002-2013, foi estimado o subsídio em € 7,4 mil milhões. Compare-se este valor com o "fator de carga", a taxa anual de utilização. Em 2020, foi 14,4% para fotovoltaica, 26,5% para eólica, 23% para térmica, 29% para hidroelétrica e 61% para nuclear.

As tarifas regulamentadas pelo poder público que refletiam os custos de produção deram lugar aos preços de mercado, incluindo uma componente que reflete o preço da eletricidade na Bolsa europeia. Desta forma, os preços deixam de se basear nos custos de produção.

Mais recentemente, Bruxelas quis incentivar um novo tipo de oferta comercial chamada "preços dinâmicos". Neste sistema de faturação, os preços da bolsa de valores são repassados em tempo real (hora a hora) ao consumidor. Este método de cálculo transfere o risco do mercado de ações para famílias, autoridades locais e empresas consumidoras.

Com a eletricidade como serviço público, as tarifas são definidas de forma a proporcionar aos consumidores o melhor preço, permitindo à empresa pública fazer os investimentos necessários ao bom funcionamento da rede e o operador usa seus meios de produção de acordo com os menores custos unitários.

As centrais a gás representam cerca de 20% da produção total europeia (em 2020) e especialmente a maior parte da produção de pico, o aumento do preço desse combustível reflete-se nos preços da eletricidade. Soma-se a isto o aumento do preço do carbono e as flutuações de outros mercados. O preço da eletricidade tornou-se uma pilha de mecanismos do mercado de ações. Os governos estão sobrecarregados com este mecanismo incrivelmente complexo, visto que sacrificaram a maioria de seus meios de regulação no altar da concorrência europeia.

Resta a tributação sobre a energia, reduzida na Itália, Espanha ou Portugal para conter o aumento das contas. Na França, o governo implementa um vale-energia para quase seis milhões de famílias de baixo rendimento.

As associações de consumidores denunciam o sistema e juntam-se a grandes clientes industriais que enfrentam uma situação crítica de aumento dos custos de produção. Por sua vez, os sindicatos multiplicam iniciativas para exigir o retorno da energia ao domínio público.

Embora a elevação dos preços tenha levado ao adiamento do projeto de desmantelar a EDF em França, nenhuma mudança está prevista por parte de Bruxelas, que persiste na lógica de desregulamentação e privatização. Tirar a energia da lógica do mercado levanta, portanto, outra questão, com repercussões muito mais amplas: como nos libertarmos do ultraliberalismo imposto aos povos?

1 - Aurélien Bernier, https://www.monde-diplomatique.fr/2021/11/BERNIER/64005

16 de agosto de 2022

Roubos



Roubo de riqueza por bancos ocidentais

Muitas nações estão percebendo que a riqueza não pode ser mantida em bancos ocidentais porque algumas dessas instituições se especializaram em apreender e roubar seus tesouros por qualquer desculpa. 

Por várias décadas esses atos de roubo e roubo ocorreram continuamente em que bancos dos Estados Unidos e da Europa aparecem envolvidos, que se apropriaram do capital soberano de outros países.  

O evento mais recente ocorreu quando em julho passado o Supremo Tribunal da Grã-Bretanha decidiu a favor do autoproclamado presidente fantasma da Venezuela Juan Guaidó, para entregar o ouro que o governo de Caracas mantém há anos no Banco da Inglaterra.

A juíza Sara Cockerill decidiu, sem aderência às leis internacionais, que a Junta Guaidó ganhou uma ação movida naquela instância sob o pretexto de que as decisões da Suprema Corte da Venezuela (que havia concordado com Caracas) não são reconhecidas pela justiça britânica.

El Banco Central de Venezuela (BCV) rechazó “el insólito pronunciamiento del tribunal británico que, una vez más, de forma subordinada a las decisiones de política exterior de la Corona británica, socava las legítimas potestades de administración de las reservas internacionales de la República Bolivariana De Venezuela".

O documento do BCV destacou que a referida decisão judicial “viola o Estado de Direito Internacional e a ordem constitucional e legal venezuelana ao fingir ignorar as autoridades legítimas da entidade emissora para justificar a rede criminosa que permite a apropriação indevida das reservas internacionais da Venezuela”.

O presidente Nicolás Maduro denunciou que o Reino Unido "rouba descaradamente o ouro venezuelano" e que "o mundo inteiro deve saber que não há segurança jurídica em Londres, nem no Banco da Inglaterra".