Que
fizeram aos dois acordos de Minsk? Que fizeram às propostas de paz
de 2021? Ao acordo entre Rússia e Ucrãnia em março de 2022? Que
resposta deram? Preconcebidamente sabotaram tudo.
A
NATO só está a ganhar – e apenas no seu
território – a guerra da propaganda. Convenceu as pessoas que uma
a guerra “não provocada” foi desencadeada pela Rússia na
Ucrânia quando a guerra – bem real - começou em fevereiro de
2014. O regime de terror dos neonazis através do fantoche Zelensky e
uma corte de corruptos, é considerado na UE/NATO democracia do “mundo
livre”.
A
UE/NATO diz que a Rússia não pode ganhar “esta guerra”.
Afirmação arrojada de quem não tem vencido as guerras em que se
meteu. Que planos a NATO tem
para se opor à Rússia? Que efetivos, armamento, capacidade de
reposição de perdas humanas e materiais, quais as implicações
económicas, que reestruturação económica e social é necessária,
para o prosseguimento da guerra contra a Rússia? Isto foi avaliado?
Ou não foi avaliado e neste caso estamos a lidar com loucos ou militaristas patológicos que fazem afirmações sem
medir consequências. Se foi avaliado e escondem-no das populações,
impedindo que se discutam questões fundamentais do futuro dos povos,
que espécie de democracia é esta?
Os propagandistas tinham arrebatamentos com
as “armas maravilha” da NATO que iam “fazer a diferença”.
Quando a Rússia anunciou a produção em série de
Sarmat, concluídos os testes dos
Poseidon,
não passavam de “arma psicológica”. Claro que são “armas
psicológicas”! Tal como como qualquer bomba nuclear! Mal de todos se estas “coisas” fossem lançadas. O Poseidon é
um torpedo
míssil nuclear intercontinental, com reator nuclear, alcance
praticamente ilimitado, deslocando-se a mais de 100 km/h até uma
profundidade de 1000 m que pode atingir linhas de costa inimigas com
uma carga nuclear de 2 megatoneladas. O Sarmat é um míssil
intercontinental pesado, que pode transportar 10 ou 15 mísseis
nucleares, que pode voar em trajetórias suborbitais arbitrárias,
com um alcance de 18 000 km, podendo atingir os EUA pelo Sul do seu
território onde não têm defesas. Por não seguir uma trajetória
balística previsível, é impossível intercetar.
Só
isto devia mostrar
a todos a imbecilidade da UE/NATO deitarem achas para a fogueira na
Ucrânia. Não se pode tratar uma potência nuclear como a Rússia
como se fosse a Líbia ou o Iraque ou a (ex)Jugoslávia. O
erro dos EUA é, como de costume, olhar apenas para seus fantoches.
Este foi o caso em Bagdade e Cabul, ou em Teerão e Saigão, e uma série
de capitais na América Latina. Pensam que colocando no poder gente
sua, com uma conta bancária recheada de dólares controlando os media
controlarão todo o pais… para sempre.
Os comentários dos media atingiram o nível do doentio: “deviam
ser obrigados
a levar a advertência de um médico: consumir este produto pode
induzir estupidez resultando em desastre.” Dizem que as sanções
estão a mostrar o seu resultado (para a UE; sim!) e a Rússia está
isolada. De facto a estupidez anda à solta nos media. Só é pena não apresentarem números
sobre o que dizem´, mas podem ser vistos aqui.