Linha de separação


23 de março de 2024

Eles já reivindicaram e nós até avisámos

Gazeta de Vienne.
" As linhas de desinformação. 
São  conhecidas as ligações da Cia ao Daesh ou ISIS hoje reduzido a pequenos grupos sem expressão. 
Para os serviços secretos ocidentais nada mais fácil do que encontrar quem reivindicasse o atentado de Moscovo. E no Ocidente a máquina de propaganda    já  fez disso uma certeza. Foi o Estado Islâmico dizem e repetem  Este até já  reivindicou...E todos os NATOtistas repetem foi o Daesh
Muitos não sabem sequer que um dos grupos do Estado Islâmico  está a na Ucrânia , via CIA . a lutar ao lado das tropas de Kiev.
A segunda linha de desinformação é  a divulgação de que os serviços secretos ocidentais  avisaram de que atentados estavam em curso na altura das eleições para agora poderem dizer: se fossemos nós  não  avisaríamos . E vocês ignoraram olimpicamente os nossos avisos sinceros...
Os avisos foram feitos em abstrato mas deram lhe expressão  publica ao dizerem através das suas embaixadas que os seus cidadãos nâo deveriam evitar ajuntamentos públicos. 
 Ao contrário do que alguns dizem estes avisos tiveram seguimento. Não por causa dos avisos  mas por que se sabia se que várias acções estavam programadas para desacreditar e desestabilizar as eleições  Os serviços secretos  russos  prenderam vários  terroristas a soldo ucraniano durante o período das eleições e deram conta disso... Certamente muita coisa foi evitada ou protelada . Agora tivemos o atentado.
Mas o  que os serviços secretos ocidentais não  estavam a contar é  que os russos conseguissem apanhar  todos os executores diretos  do atentado , vivos e nessa noite....E  que fossem apanhados quando se dirigiam para a Ucrânia....  " Uma chatice.



Não esquecer

 General Raul Cunha:


Há 25 anos começou o bombardeamento da Jugoslávia pela OTAN.

Em 24 de março de 1999, o secretário-geral da OTAN, Javier Solana, ordenou ao comandante das forças da OTAN na Europa, o general americano Wesley Clark, que lançasse uma operação militar contra a Jugoslávia.  

Na noite desse mesmo dia, Belgrado, Pristina, Uzice, Novi Sad, Kragujevac, Pancevo, Podgorica e outros locais foram submetidos a ataques aéreos.

As aeronaves da OTAN realizaram 35.219 missões e mais de 23.000 bombas e mísseis foram lançados e disparados, com uma tonelagem total de bombas lançadas estimada entre 22.000 e 80.000 toneladas.

Há 25 anos, o mundo ocidental, sem autorização da ONU, iniciou a destruição de um Estado soberano no centro da Europa.

Não nos esqueçamos disto.  

Especialmente quando se continua a ouvir falar do bloco pacífico que se diz ser a OTAN, que, claro, não ameaça nem ataca ninguém.

Mais opiniões sobre o atentado de Moscovo

 1  Gazeta de Vienne.

Ex-conselheiro de Donald Trump, coronel das Forças Armadas dos EUA Douglas McGregor, anunciou o envolvimento da CIA americana e do MI6 britânico no ataque terrorista na Prefeitura de Crocus:

"Os autores do ataque tentaram fugir para a Ucrânia e estão directamente ligados aos islamistas que lutam ao lado da Ucrânia. Eram do ISIS ou não? Não tenho ideia, mas há poucas dúvidas de que o MI6 e a CIA estiveram envolvidos. "

2 "Estou muito contente "
Washington Post
Devo admitir que, quando ouvi falar pela primeira vez do ataque terrorista em Moscovo, fiquei preocupado com a possibilidade de os ucranianos poderem estar envolvidos no mesmo. Estou muito satisfeito por não ser esse o caso, porque nada deslegitima a causa ucraniana mais rapidamente do que a cumplicidade no terrorismo. Este já era o caso dos militantes chechenos, que perderam o apoio internacional após a realização de massacres na Rússia no início da década de 2000."
Nota:
Na verdade, a publicação é a do porta-voz da comunidade de inteligência dos EUA. Não há uma palavra ali sem a aprovação de Bill Burns."

500 milhões de dólares para propaganda

O presente texto confirma o que é atualmente o jornalismo nas “democracias liberais”, a “independência dos media” e a pesporrência de “comentadores” sobre totalitarismo.

Um negócio de 500 milhões! É quanto o Congresso dos EUA destinou para espalhar notícias negativas sobre a China. Relatado pela primeira vez num artigo do American Prospect em 9 de fevereiro, o projeto de lei foi inserido no America COMPETES Act, centrado na China, que foi aprovado na Câmara dos Representantes no início de fevereiro. A maior parte do fundo de 500 milhões de dólares irá para a Agência dos EUA para os Media Globais, (USAGM), um serviço de media estatal que supervisiona a Voz da América (VOA), a Radio Free Europe(RFE) e a Radio Free Asia (RFA), que têm um histórico de "manchar a linha entre a cobertura jornalística objetiva e a propaganda pró-americana", dizia o artigo

Este plano malicioso é uma flagrante rutura com os princípios autoproclamados pelos Estados Unidos de "independência e objetividade dos media". Trata-se de propaganda patrocinada pelo Estado, que a superpotência tomou emprestada de abordagens anteriores da Guerra Fria juntamente com outras táticas desacreditadas, como a criação de um centro de missão de espionagem visando a China.

Já em 1946, o Congresso dos EUA havia reservado 19 milhões de dólares para combater a "falsa representação dos Estados Unidos" pela União Soviética. Dois anos depois, o Congresso aprovou a Lei Smith-Mundt e se apropriou de 30 milhões para "promover uma melhor compreensão dos Estados Unidos em outros países". Em 1953, uma instituição de propaganda específica – a Agência de Informação dos Estados Unidos (USIA) – foi criada para combater a influência da União Soviética enquanto disseminava os valores americanos, que Dwight Eisenhower, então presidente dos Estados Unidos, descreveu como "aspirações de liberdade, progresso e paz".

A Georgieva o FMI e Keynes

 A actual chefe do FMI, Kristalina Georgieva, procura um segundo mandato de cinco anos como directora-geral do FMI, depois de ter sido nomeada por uma série de países europeus para liderar a instituição. Ao fazê-lo, proferiu recentemente uma série de discursos descrevendo o que considera que o FMI tentará alcançar durante o resto desta década.  

Ela disse que as principais economias estão a registar um abrandamento e um baixo crescimento real do PIB e, segundo ela, a razão para isso é a crescente desigualdade de riqueza e rendimento“Temos a obrigação de corrigir o que tem sido mais gravemente errado nos últimos 100 anos – a persistência de uma elevada desigualdade económica. A investigação do FMI mostra que uma menor desigualdade de rendimentos pode estar associada a um crescimento mais elevado e mais duradouro”.

É um novo argumento. Até recentemente, o FMI considerava que um crescimento mais rápido dependia de uma maior produtividade, de fluxos livres de capital, da globalização do comércio internacional e da “liberalização” dos mercados, incluindo os mercados de trabalho (o que significa o enfraquecimento dos direitos laborais e dos sindicatos). A desigualdade não entrou nisso. Esta foi a fórmula neoliberal para o crescimento económico. Mas a experiência da Grande Recessão de 2008-2009 e da recessão pandémica de 2020 parece ter proporcionado uma lição séria à hierarquia económica do FMI.

Diz o Observador do IL . dos meninos do Beato e do Videirinho do José Manuel Fernandes

 

"Putin desvalorizou alertas do Ocidente sobre o atentado do Daesh — que volta a atacar na Europa" 

A Voz da América , dizemos nós

Gato escondido com o dito de fora

 Brasil 111

1 É evidente que fomos confrontados não apenas com um ataque terrorista cuidadosa e cinicamente planejado, mas com um assassinato em massa preparado e organizado de pessoas civis indefesas", disse Putin que acrescentou
Atualmente pode-se dizer o seguinte: todos os quatro perpetradores diretos do ataque terrorista, todos aqueles que dispararam, mataram pessoas, foram encontrados e detidos. Eles tentaram fugir e se dirigiam na direção da Ucrânia, onde, de acordo com dados preliminares, um corredor foi preparado para eles do lado ucraniano para atravessar a fronteira estatal".

A Ucrânia e o Ocidente usaram operações de bandeira falsa para convencer todos de que o ISIS* estava por trás do ataque terrorista na sala de concertos Crocus City Hall, perto de Moscou, disse Margarita Simonyan, editora-chefe do grupo de mídia pai do Sputnik, Rossiya Segodnya. O grupo de comunicação social sublinhou que os nomes e rostos dos perpetradores já são conhecidos das autoridades e que os terroristas revelaram tudo durante os interrogatórios."


2  “Ficou imediatamente claro por que a mídia americana afirmava unanimemente que era o ISIS”, disse ela.

Simonyan explicou que os perpetradores foram escolhidos para realizar o ataque de uma forma que permitiria ao Ocidente persuadir a comunidade internacional de que o ISIS estava por trás do ataque.