Linha de separação
23 de março de 2024
Eles já reivindicaram e nós até avisámos
Não esquecer
General Raul Cunha:
Mais opiniões sobre o atentado de Moscovo
1 Gazeta de Vienne.
500 milhões de dólares para propaganda
O presente texto confirma o que é atualmente o jornalismo nas “democracias liberais”, a “independência dos media” e a pesporrência de “comentadores” sobre totalitarismo.
Um negócio de 500 milhões! É quanto o Congresso dos EUA destinou para espalhar notícias negativas sobre a China. Relatado pela primeira vez num artigo do American Prospect em 9 de fevereiro, o projeto de lei foi inserido no America COMPETES Act, centrado na China, que foi aprovado na Câmara dos Representantes no início de fevereiro. A maior parte do fundo de 500 milhões de dólares irá para a Agência dos EUA para os Media Globais, (USAGM), um serviço de media estatal que supervisiona a Voz da América (VOA), a Radio Free Europe(RFE) e a Radio Free Asia (RFA), que têm um histórico de "manchar a linha entre a cobertura jornalística objetiva e a propaganda pró-americana", dizia o artigo
Este plano malicioso é uma flagrante rutura com os princípios autoproclamados pelos Estados Unidos de "independência e objetividade dos media". Trata-se de propaganda patrocinada pelo Estado, que a superpotência tomou emprestada de abordagens anteriores da Guerra Fria juntamente com outras táticas desacreditadas, como a criação de um centro de missão de espionagem visando a China.
Já em 1946, o Congresso dos EUA havia reservado 19 milhões de dólares para combater a "falsa representação dos Estados Unidos" pela União Soviética. Dois anos depois, o Congresso aprovou a Lei Smith-Mundt e se apropriou de 30 milhões para "promover uma melhor compreensão dos Estados Unidos em outros países". Em 1953, uma instituição de propaganda específica – a Agência de Informação dos Estados Unidos (USIA) – foi criada para combater a influência da União Soviética enquanto disseminava os valores americanos, que Dwight Eisenhower, então presidente dos Estados Unidos, descreveu como "aspirações de liberdade, progresso e paz".
A Georgieva o FMI e Keynes
A actual chefe do FMI, Kristalina Georgieva, procura um segundo mandato de cinco anos como directora-geral do FMI, depois de ter sido nomeada por uma série de países europeus para liderar a instituição. Ao fazê-lo, proferiu recentemente uma série de discursos descrevendo o que considera que o FMI tentará alcançar durante o resto desta década.
Ela disse que as principais economias estão a registar um abrandamento e um baixo crescimento real do PIB e, segundo ela, a razão para isso é a crescente desigualdade de riqueza e rendimento . “Temos a obrigação de corrigir o que tem sido mais gravemente errado nos últimos 100 anos – a persistência de uma elevada desigualdade económica. A investigação do FMI mostra que uma menor desigualdade de rendimentos pode estar associada a um crescimento mais elevado e mais duradouro”.
É um novo argumento. Até recentemente, o FMI considerava que um crescimento mais rápido dependia de uma maior produtividade, de fluxos livres de capital, da globalização do comércio internacional e da “liberalização” dos mercados, incluindo os mercados de trabalho (o que significa o enfraquecimento dos direitos laborais e dos sindicatos). A desigualdade não entrou nisso. Esta foi a fórmula neoliberal para o crescimento económico. Mas a experiência da Grande Recessão de 2008-2009 e da recessão pandémica de 2020 parece ter proporcionado uma lição séria à hierarquia económica do FMI.
Diz o Observador do IL . dos meninos do Beato e do Videirinho do José Manuel Fernandes
"Putin desvalorizou alertas do Ocidente sobre o atentado do Daesh — que volta a atacar na Europa"
Gato escondido com o dito de fora
Brasil 111
A Ucrânia e o Ocidente usaram operações de bandeira falsa para convencer todos de que o ISIS* estava por trás do ataque terrorista na sala de concertos Crocus City Hall, perto de Moscou, disse Margarita Simonyan, editora-chefe do grupo de mídia pai do Sputnik, Rossiya Segodnya. O grupo de comunicação social sublinhou que os nomes e rostos dos perpetradores já são conhecidos das autoridades e que os terroristas revelaram tudo durante os interrogatórios."
2 “Ficou imediatamente claro por que a mídia americana afirmava unanimemente que era o ISIS”, disse ela.
Simonyan explicou que os perpetradores foram escolhidos para realizar o ataque de uma forma que permitiria ao Ocidente persuadir a comunidade internacional de que o ISIS estava por trás do ataque.