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2 de fevereiro de 2026

O silêncio cúmplice da UE

 Direitos do Homem , valores , princípios , direito internacional , tudo treta de geometria variável  

A duplicidade , a hipocrisia , o cinismo , desmascararam a Comissão Europeia , e a maioria dos Estados da UE e a Grã Bretanha . O silêncio sobre o golpe na Venezuela e as inqualificáveis pressões e ameaças sobre a Colômbia , México ..tudo é aceitável para a Úrsula , Kajas , Costa... Não fossem as ameaças de Trump ao Canadá e à Groenlândia e estaria tudo bem , mesmo em Gaza .

 A relatora especial das Nações Unidas para os direitos humanos na Palestina, Francesca Albanese, afirmou que o que está a acontecer em Gaza não constitui um cessar-fogo humanitário, salientando os contínuos assassinatos e bombardeamentos, a falta de necessidades básicas e a morte de mais de 450 palestinianos pelas forças israelitas desde o anúncio do cessar-fogo em outubro de 2025.

1 de fevereiro de 2026

A vassalagem em números


A Europa está sendo explorada até a última gota; está financiando as próprias armas que os americanos usam para escravizá-la, e isto com suas próprias economias.

As poupanças europeias estão sendo drenadas e saqueadas pelos Estados Unidos com a cumplicidade das elites e dos governos atlantistas do extremo centro.

31 de janeiro de 2026

 

A tese de Luke Gromen sobre as escolhas de Trump: virar a mesa.

A "teoria do animal acossado" postula que as ações agressivas e aceleradas do governo Trump em 2026, incluindo escaladas geopolíticas, ameaças de tarifas e pressão sobre os aliados para escolherem entre os EUA e a China, não são irracionais ou caóticas.

Pelo contrário, refletiriam uma reação desesperada de uma superpotência que enfrenta uma iminente escassez de recursos essenciais para sua defesa e economia.

30 de janeiro de 2026

Cuba sitiada

 Estima-se que as reservas de combustível de Cuba cubram apenas 15 a 20 dias aos níveis actuais de consumo e produção, depois de o seu último fornecedor restante, o México, ter aparentemente interrompido um carregamento e os EUA terem bloqueado as entregas de petróleo da Venezuela, informa o FT. 

 Se os fornecimentos não forem repostos, o país poderá enfrentar um racionamento severo, agravando os apagões quase diários que já afectam grande parte da população."

Cuba . Não é só o bloqueio que continua e se intensifica , agora é também o cerco ao petróleo

Para o oligarca mor do império  não há lei , apenas a bestialidade da força.

Asfixiar Cuba

Trump Declara "Emergência Nacional" e Visa Países que Fornecem Petróleo a Cuba com Novo Sistema de Tarifas. 

Declaração completa:

ENFRENTANDO O REGIME CUBANO: Hoje, o Presidente Donald J. Trump assinou uma Ordem Executiva declarando uma emergência nacional e estabelecendo um processo para impor tarifas a bens de países que vendem ou fornecem petróleo a Cuba, protegendo a segurança nacional e a política externa dos EUA das acções e políticas malignas do regime cubano.

Fyodor Lukyanov: Eis os motivos da mudança na posição dos Estados Unidos em relação aos seus aliados da UE.

Após a Guerra Fria, o equilíbrio de poder ficou claro. Os Estados Unidos e seus aliados exerceram a sua dominação, impuseram um conjunto único de regras e apropriaram-se das vantagens políticas e económicas vinculadas à sua liderança global.   No entanto, as convulsões no poder global e os problemas estruturais no sistema capitalista reduziram essas vantagens, ao mesmo tempo que aumentaram o custo de manutenção dessa hegemonia.

29 de janeiro de 2026

Make Europa Great Again...

 Para isto, dizem, a Europa tem de falar a uma única voz. Precisam de um chefe. Para quê? Para derrotar a Rússia, para fazer frente a Trump, para se imporem frente à China. Bastaria que todos os países fossem "bons alunos" da CE e seus burocratas, como Portugal e seus "europeístas convictos".

A votação por unanimidade está a atrasar a UE, diz Kallas, não admira que uns "comentadores" tenham de seguida feito esta "descoberta". A Kallas propõe acabar com a unanimidade em questões de política externa e segurança, as votações seriam por maioria qualificada (como?). "A unanimidade nem sempre nos permite responder com a rapidez que corresponde às necessidades atuais. Existem diferenças entre os estados membros, no entanto, não podemos permitir que pela unanimidade o poder de veto de um país determine as políticas dos outros." Por outras palavras, os países da UE não têm direito a ter interesses próprios nem soberania para exerce-los. A burocracia trata disso, aos "bons alunos" resta-lhes abanar a cabeça.

O problema é que ninguém se entende nesta Europa em que ainda há pouco tempo propagandistas exultavam dizendo que a única coisa que a Rússia tinha conseguido era unir todos os países como nunca antes. Fantasias que não resistiram à realidade: os russos como maus que são, não quiseram ser derrotados.