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29 de junho de 2019

North stream2 e as sanções imperiais



Con el afán de reforzar el imperio para tratar de mantener pleno dominio del mundo, la administración del presidente estadounidense Donald Trump se ha lanzado en una guerra económica global que alcanza no solo a sus potenciales adversarios sino también a sus más allegados aliados . 
Trump con su mentalidad de multimillonario todopoderoso que quiere controlar el mundo como si administrara sus negocios, en los dos años y medio al frente de la Casa Blanca ha impuesto sanciones económicas y financieras contra países de varios continentes y se ha ensañado sobre todo contra Cuba, Irán, Rusia, China, Siria, Venezuela, Nicaragua y Corea del Norte. 
Ahora el autoproclamado rey supremo ha enfilado los cañones contra la construcción del gasoducto Nord Stream 2 que se encuentra casi en su fase final con un trazado que va desde Rusia hasta Alemania a través del Mar Báltico. 

Os EUA no seu labirinto

Os EUA enredaram-se num labirinto de contradições do qual não se vê senão duas formas de tentarem sair: ou pela guerra ou por uma mudança do seu próprio regime.

1ª contradição - o colapso social, que se traduz em 40 milhões de pobres, 2 milhões de presos, 27,4 milhões de pessoas sem seguro de saúde, cerca de 4,2 milhões de crianças e jovens sem-abrigo, incluindo os que vivem na rua e em albergues, e os que estão temporariamente em casa de terceiros por não terem o seu próprio alojamento. (1)
2º contradição - a via do colapso financeiro e do dólar, com um dívida impagável de 22,4 milhões de milhões de dólares que aumenta 1 milhão de milhões por ano , 105% do PIB, uma dívida privada (empresas e famílias) 73 milhões de milhões incluindo 1,6 milhões de milhões de dívida estudantil.(https://www.usdebtclock.org/)
3ª contradição - perda da supremacia económica e tecnológica, os interesses das transnacionais levaram à deslocalização das empresas industriais e à privatização de sectores chave da economia que levou à perda de supremacia tecnológica evidenciada no caso Huaway.
4ª contradição - perda de superioridade militar, apesar dos EUA representarem 45% dos gastos militares do mundo, perderam a superioridade militar em termos tecnológicos face à Rússia. Os interesses económicos, bases e esquadras navais estão tão espalhados pelo mundo que esta estratégia os fragiliza, perante o potencial militar da Rússia e da China, A sua arma chave os porta-aviões são atualmente um ponto fraco do seu potencial. Os EUA não têm nem terão nos próximos anos - e com que custos... - defesa para os misseis Sarmat (Rússia), que os podem atingir vindos do Sul. pelo que o seu território não ficaria imune.



Quaisquer tentativas de superar uma destas contradições leva ao agravar das outras.
Os impérios perdem-se pelas contradições em que se envolvem levando ao colapso económico e financeiro e à perda de superioridade militar.
O poder dos EUA baseia-se na capacidade militar e na capacidade no dólar permanecer como moeda de reserva a nível mundial, isto é, que o resto do mundo financie os défices dos EUA. Apesar do FMI ao serviço deste objetivo, o dólar está em queda, visível na sua continuada desvalorização relativamente ao ouro.
Cada vez mais o império só consegue dirigentes incompetentes, corruptos, mentirosos, criminosos. Democratas e patriotas são ou tentam que sejam substituídos por vassalos daquele tipo que criam Estados disfuncionais.
Os EUA podem ameaçar, tornar o mundo mais instável, retrair a economia, promover a riqueza das camadas oligárquicas, mas não podem pelas suas próprias contradições, tornar o mundo mais seguro e mais feliz e além do mais, já não podem ultrapassar certos limites sem que eles próprios corram riscos da sua própria destruição.
Os EUA não conseguem resolver nenhum dos seus problemas e contradições sem uma “mudança de regime”, neste caso o seu, passando de, como afirma Stiglitz, do sistema de “um dólar um voto”, isto é, uma oligarquia, para um sistema efetivamente democrático e progressista ao serviço do seu povo e não do domínio mundial a favor da oligarquia transnacional.
 

 

As terras raras

As terras raras de matérias primas uma nova geopolítica com que Trump não contava.
En pleine guerre commerciale avec les États-Unis, le président chinois menace de prononcer un embargo sur les exportations chinoises de terres rares. Ces matériaux et métaux sont devenus essentiels dans la transition écologique et le numérique. Et la Chine en détient le quasi-monopole. Il en sera question au G20. Décryptage avec Guillaume Pitron, auteur de La Guerre des métaux rares.

28 de junho de 2019

A Itália é a Itália

Qual procedimento por défice excessivo !

Italie F. L.

Giuseppe Conte et Giovanni Tria, le président du Conseil et le ministre des Finances italiens, vont-ils avoir gain de cause ? À la lecture des rumeurs dont la presse allemande se fait l’écho, la Commission pourrait dans l’immédiat ne pas décider d’une procédure de déficit excessif et leur donner contre toute attente raison. En attendant un éventuel rebondissement à l’occasion d’une prochaine rencontre des autorités européennes

Notas e noticias

 1 ) Centeno justificou os escandalosos prémios dados aos gestores da Caixa dizendo que estão em linha com  a  banca europeia !
Será que os salários dos trabalhadores da Caixa também estão em linha com os eus colegas da UE ?
2) Sabem por que é que o PS quer uma maioria absoluta ? Para governar como o PSD
 3)Os Bancos centrais estão a manter as taxas de juro directoras perto do zero e admitem baixa-las. Isto significa que a economia não arranca e que estão com medo e novas explosões,

26 de junho de 2019

A Ue e o Pentágno

A Europa na estratégia nuclear do Pentágono

A França já não dispõe da tríade nuclear (vectores com base no solo, no ar e no oceano), desde 1996 e o Reino Unido nunca a teve. Só os Estados Unidos, a Rússia e a China têm esse privilégio. Num novo documento, o Comandante da Comissão Conjunta de Chefes do Estado-Maior dos EUA afirma a sua disposição de desarmar nuclearmente os seus aliados que, num desfecho, não teriam o direito de utilizar senão as bombas dos EUA e não as deles.

Os Ministros da Defesa da NATO (de Itália, Elisabetta Trenta, M5S, de Portugal, João Gomes Cravinho) foram convocados para reunir em Bruxelas, em 26 e 27 de Junho, a fim de aprovar as novas medidas de “dissuasão” contra a Rússia, acusada, sem qualquer prova, de ter violado o Tratado INF.
Fundamentalmente, irão alinhar-se com os Estados Unidos que, retirando-se definitivamente do Tratado, em 2 de Agosto, preparam-se para instalar na Europa, mísseis nucleares de alcance intermédio (entre 500 e 5.500 km) com base no solo, semelhantes aos da década dos anos 80 (os Pershing II e mísseis de cruzeiro) que foram eliminados (juntamente com os SS-20 soviéticos) pelo Tratado assinado em 1987 pelos Presidentes Gorbachev e Reagan.
As principais potências europeias, cada vez mais divididas dentro da UE, reúnem-se na NATO sob o comando USA para apoiar os seus interesses estratégicos comuns.
A mesma União Europeia - da qual 21 dos 27 membros fazem parte da NATO (assim como faz parte a Grã-Bretanha, de saída da UE) - rejeitou nas Nações Unidas, a proposta russa de manter o Tratado INF. Sobre uma questão de tal importância, a opinião pública europeia é deixada, deliberadamente, no escuro pelos governos e pelos principais meios de comunicação mediática. Assim, não se avisa sobre o perigo crescente que paira sobre nós: aumenta a possibilidade que, um dia, se venha a usar armas nucleares.
Confirma-o, o último documento estratégico das Forças Armadas dos EUA, “Nuclear Operations” (11 de Junho), redigido sob a direcção do Presidente do Estado Maior reunido. Dado que “as forças nucleares fornecem aos EUA a capacidade de atingir os seus objectivos nacionais", o documento salienta que as mesmas devem ser “diversificadas, flexíveis e adaptáveis” a “uma ampla gama de adversários, ameaças e contextos”.
Enquanto a Rússia adverte que mesmo o uso de uma única arma nuclear de baixa potência desencadearia uma reacção em cadeia que poderia levar a um conflito nuclear em grande escala, a doutrina dos EUA está-se orientando com base num conceito perigoso de “flexibilidade”. ’Alvos (esclarece o mesmo documento) realmente escolhidos pelas agências de inteligência/serviços secretos, que avaliam a vulnerabilidade a um ataque nuclear, prevendo também os efeitos da chuva radioactiva.
O uso de armas nucleares – sublinha o documento – “pode criar as condições para resultados decisivos: especificamente, o uso de uma arma nuclear mudará fundamentalmente o quadro de uma batalha criando as circunstâncias que permitem aos comandantes prevalecer no conflito”. As armas nucleares também permitem aos EUA “salvaguardar os seus aliados e parceiros" que, confiando neles, “renunciam à posse das suas próprias armas nucleares, contribuindo para os propósitos de não-proliferação dos EUA".
No entanto, o documento deixa claro que “os EUA e alguns aliados selecionados da NATO mantêm aviões de capacidade dupla capazes de transportar armas nucleares ou convencionais”. Admite, assim, que quatro países europeus não nucleares - Itália, Alemanha, Bélgica, Holanda – e a Turquia, violando o Tratado de Não-Proliferação, não só hospedam armas nucleares americanas (as bombas B-61 que, a partir de 2020, serão substituídas pelas B61-12, mais mortíferas ), mas estão preparados para usá-las num ataque nuclear sob comando do Pentágono.
Tudo isto é omitido pelos governos e parlamentos, televisões e jornais, com o silêncio cúmplice da grande maioria dos políticos e jornalistas, que, pelo contrário, nos repetem, quotidianamente, como é importante para nós, italianos e europeus, a “segurança”. Garantem-na os Estados Unidos, instalando na Europa, outras armas nucleares.
Fonte Il Manifesto

Recessão e Crise

The Growing Risk of a 2020 Recession and Crisis

 
Across the advanced economies, monetary and fiscal policymakers lack the tools needed to respond to another major downturn and financial crisis. Worse, while the world no longer needs to worry about a hawkish US Federal Reserve strangling growth, it now has an even bigger problem on its hands.
NEW YORK – Last summer, my colleague Brunello Rosa and I identified ten potential downside risks that could trigger a US and global recession in 2020. Nine of them are still in play today.