Linha de separação


23 de maio de 2017

Dois artigos com interesse :

Libya - Massacre At Brak al-Shatti May Trigger Larger Civil War

                                            E

The Orb - Wahhabis And Zionists Urge Trump To Regime-Change Syria To Fight Iran

http://www.moonofalabama.org

22 de maio de 2017

Berlim tem a ultima palavra




BERLIN A LE DERNIER MOT, par François L.

Emmanuel Macron espère entrebâiller une porte, Martin Schulz vient à son tour d’en assurer la fermeture. Pas question d’euro-obligations, a-t-il asséné, que ce soit pour financer un fonds d’investissement européen ou les émissions à venir de la dette ! Dans une interview au Frankfurter Allgemeine Zeitung, le dirigeant social-démocrate compare à « un fantôme » le débat à propos de la mutualisation, et prévient que celui sur les euro-obligations est « terminé ». Il se contente de renvoyer au Mécanisme européen de stabilité (MES) au sein duquel chaque pays est responsable au prorata de son apport au capital, suivant la clé utilisée pour la BCE.
Bruno Lemaire, le nouveau ministre français de l’économie, a été rencontrer son homologue Wolfgang Schäuble afin de mettre en musique les images de la bande-annonce de Berlin. Grande hardiesse, un groupe de travail franco-allemand a été créé, à l’agenda duquel il a énuméré tout ce qu’il voudrait y voir figurer. On verra ce qu’il en restera. Les deux ministres ont dans l’immédiat convenu qu’une coordination et une intégration accrues des politiques économiques sont nécessaires, ils nous surprendront toujours…

Um Macron para o Brasil

Temer , um personagem descartável nos golpes do séc. 21


Em 2009, em Honduras, foi Roberto Micheletti que assumiu a presidência transitória logo depois do golpe contra Manuel Zelaya. Mas durou pouco. Conquistaram a interrupção democrática, tiraram o presidente eleito e logo veio Porfirio Lobo pela via eleitoral, e mais tarde Juan Orlando Hernández. Algo similar aconteceu no Paraguai em 2012. Se consolidou o golpe contra Fernando Lugo e Federico Franco ficou com o posto sem a necessidade de eleições. Mas este não ia ficar por muito tempo porque a ideia era abrir o caminho para que rapidamente o verdadeiro candidato da direita, Horácio Cartes, chegasse para dar estabilidade ao processo de restauração conservadora.

O mesmo é o que acontece hoje no Brasil. Michel Temer foi o executor do golpe contra Dilma Rousseff. Assumiu em 31 de agosto de 2016 sem a necessidade de recorrer às urnas para implementar um conjunto de medidas económicas neoliberais em tempo recorde. Privatizações e cortes que foram executados em grande velocidade para assentar as bases do novo modelo económico e social. Tudo isso, unido a ser o verdugo mais visível contra a democracia, o levou a ter uma popularidade inferior a 10%. A ofensiva da direita é selvagem, mas não estúpida. Por isso agora é preciso sacrificar Temer que já não serve. Foi usado e jogado fora.

Diante disso, o empório Globo, protagonista de ordens no Brasil, faz a jogada para o tirar rapidamente do tabuleiro. A direita precisa de ordem e estabilidade e para isso é necessário um novo presidente, resplandecente, sem imagem desgastada e com mais respaldo popular. Temer fez o trabalho sujo e agora é hora de limpar a cara do golpe.

E então já começam as especular sobre quem serão os candidatos a gestionar a ofensiva neoliberal com uma cara mais amigável: João Dória ou Carmem Lúcia. O primeiro venceu as eleições em outubro passado para ser prefeito de São Paulo com grande votação. Se apresenta como representante do “pós-política”, ainda que já tenha assumido alguns cargos públicos menores. Este suposto outsider, publicitário, empresário televisivo e apresentador de programas, parece ser o escolhido pelo mercado para dirigir o Brasil rumo ao abismo. Seguramente não aceitará ser interino e vai enfrentar a batalha eleitoral.

A outra pessoa eleita pelo establishment é Carmem Lúcia Antunes,

A urgente recuperação da soberania monetária





Soberania monetária – riscos e possibilidades abertas pela sua recuperação
Octavio Teixeira

1- Nestes mais de 18 anos de sujeição ao Euro, o custo para a economia portuguesa foi muito elevado, em termos de crescimento perdido, de défice e divida públicos, de desindustrialização do país, com consequências muito pesadas para o emprego, os salários e as PME’s.  E custos também nas prestações sociais, na educação e na saúde.
Mas o Euro não é apenas uma instituição económica. É também um modo de governação, estabelecendo a superioridade dos princípios tecnocráticos em relação aos princípios democráticos, bem como a superioridade de instituições não eleitas em relação ao voto dos eleitores


E como o desmantelamento ordenado do Euro ou a substituição do Euro-moeda única por um Euro-moeda comum não dependem da nossa vontade nem se perspectivam, impõe-se a saída unilateral do Euro, desejavelmente tão negociada quanto possível, com a consequente recuperação da soberania monetária.


Sem soberania monetária não dispomos de instrumentos essenciais da política económica para prosseguir os interesses nacionais; por não termos um prestamista de última instância, não podemos controlar o sistema financeiro e sujeitamos as necessidades financeiras do Estado à dependência dos mercados financeiros; não temos efectiva autonomia nas decisões orçamentais e, em consequência, não temos verdadeira possibilidade de escolha de politicas alternativas decorrentes da vontade popular, o que significa não termos real soberania democrática.
A recuperação da soberania monetária apresenta-se, pois, como uma necessidade objectiva para travar a devastação a que Portugal e os portugueses têm estado sujeitos, e para permitir um futuro para o país.


2 - A recuperação da soberania monetária é um meio, mas não um fim em si mesma. Tendo de ser complementada com outras políticas económicas e sociais, ela permite, no entanto, criar as condições necessárias ao desenvolvimento do país.
São múltiplas e significativas as vantagens da saída do Euro. Designada, mas não exaustivamente.

Os instrumentos de Chantagem

O PCP considerou hoje que a saída de Portugal do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) põe fim "a um instrumento de chantagem e pressão", mas receia que a União Europeia vá continuar "a chantagear" o país. 

"Aquilo que é agora anunciado obviamente põe fim a um instrumento de chantagem e de pressão, mas provavelmente não será motivo suficiente para que a União Europeia deixe de chantagear e pressionar Portugal", afirmou o líder parlamentar comunista, João Oliveira, em declarações aos jornalistas no parlamento.

 O défice orçamental e o PDE têm sido utilizados como "instrumentos e pretextos" para impor a Portugal "um conjunto de medidas de destruição da capacidade produtiva e de corte de rendimentos", João Oliveira(PCP) pediu uma resposta firme dos órgãos de soberania contra essa "lógica de chantagem e ameaça".

"O principal problema do nosso país não é o défice das contas públicas, é o défice da produção", sublinhou, dizendo que o primeiro resulta da dependência externa do país.

O líder parlamentar comunista defendeu que o essencial é "atacar esses problemas estruturais com apoio à produção nacional", em áreas como a agricultura e pescas, e salientou que o PCP tem agendada para quarta-feira no parlamento uma interpelação ao Governo sobre a necessidade de apoiar a produção nacional.

"Resolvendo os problemas da produção, da renegociação da dívida, estaremos aí sim em condições de responder aos défices do país, incluindo o défice orçamental"

21 de maio de 2017

A democracia vista pelo funil do Império



















Dolares , dolares , dólares...

Os muçulmanos bons -Do discurso de Trump na Arábia Saudita :
"Many are already making significant contributions to regional security: Jordanian pilots are crucial partners against ISIS in Syria and Iraq. Saudi Arabia and a regional coalition have taken strong action against Houthi militants in Yemen. The Lebanese Army is hunting ISIS operatives who try to infiltrate their territory. Emirati troops are supporting our Afghan partners. In Mosul, American troops are supporting Kurds, Sunnis and Shias fighting together for their homeland. Qatar, which hosts the U.S. Central Command, is a crucial strategic partner. Our longstanding partnership with Kuwait and Bahrain continue to enhance security in the region. And courageous Afghan soldiers are making tremendous sacrifices in the fight against the Taliban, and others, in the fight for their country."
Uma análise à intervenção de Trump :https://www.libertarianinstitute.org/articles/sheldon/tgif-real-danger-trump-ignored/

A Intervenção de Trumphttp://www.informationclearinghouse.info/47095.htm

Schauble ao assalto

 Schauble faz cinema para ajudar Macron  nas eleições dizendo que vai ao seu encontro  quanto à política europeia . Depois deste estar no redil, há que impor a sua política ao serviço da gerontocracia Alemã. Substituir Vítor Constâncio por um alemão em Maio de 2018 e Draghi em Outubro de 2019 por outro alemão e reforçar a política do défice com um FMI europeu...
Uma opinião : A armadilha da coesão Franco- Alemã



LE PIÈGE DE LA COHÉSION FRANCO-ALLEMANDE, par François L.

Wolfgang Schäuble renforce son verrouillage politique. Il prend date dès à présent, confiant dans le résultat des élections en raison de la déconfiture du SPD annoncé par les sondages. Il marque son territoire et répond indirectement aux tentatives d’ouverture d’Emmanuel Macron, confirmant que, les projecteurs de Berlin éteints, la rencontre du président français avec Angela Merkel était du cinéma. À le suivre, tout reste à faire, et rien n’indique qu’il sera désavoué.
Le Frankfurter Allgemeine Zeitung et Der Spiegel se font l’écho de la volonté du ministre des finances – auquel la chancelière est associée – d’obtenir que le successeur de Mario Draghi à la tête de la BCE, en octobre 2019, soit un Allemand. Pour faire bonne mesure, il estime que le poste de vice-président, qui sera libéré par le Portugais Vítor Constâncio en mai 2018, devra également revenir à l’un de ses concitoyens et se donne ainsi des marges de négociation.