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21 de março de 2017

Os bancos comerciais devem ser públicos

Os bancos criam moeda que é um bem  público .  Este bem público não pode estar à mercê dos interesses privados , egoistas e especulativos dos banqueiros .
John Kenneth Galbraith, un economistas del siglo XX,  firmó en 1975 una de las obras clave sobre el funcionamiento del sistema financiero; Dinero
Uma das suas afirmações :
 ‘El proceso de creación de dinero por los bancos es tan simple que repugna a la mente.’

Um oportunista encartado

Porque é um reaccionário e porque quer agradar 
a Schauble  pois quer continuar na presidência do Eurogrupo  :
" O ainda ministro das Finanças holandês e presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, acusou os europeus do Sul de gastarem o seu dinheiro “em copos e mulheres” e “depois pedirem que os ajudem”.




Numa entrevista na edição de segunda-feira ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung, Dijsselbloem é questionado sobre a posição do ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, que diz que a responsabilidade da Comissão Europeia também deveria ser assegurar-se de que as regras orçamentais são cumpridas.

  • Dijsselbloem responde que também ele pensa que é importante este assegurar das regras. Questionado sobre a razão, explica que a União Europeia deve mostrar para o exterior que é capaz de aplicar o Pacto de Estabilidade e Crescimento com consistência, e, segundo, que assim poderia aumentar a confiança dos países no interior da UE. "

O grande casino europeu



O grande casino europeu  dedicado a todos os beatos e beatas do europeismo , quando se ce celebra o tratado de Roma



http://vimeo.com/15248048

20 de março de 2017

BPN / EFISA / Relvas ...

Quem vai pagar ?
O Zé mais uma vez ?
E o Banco de Portugal, a Maria Luís e Passos não dizem nada ?
A A. Cristas ainda se percebe , as questões dos bancos não eram debatidas em Conselho de Ministros..
                                                 EFISA
Já se sabia  que o negócio de venda do banco EFISA à Pivot SGPS, de Miguel Relvas tinha se saldado  por um enorme prejuízo para o Estado. Mas há dados novos que revelam perdas ainda maiores.
Não foi só a venda com prejuízo . O Estado assumiu também duas acções judiciais que corriam contra a Efisa no valor de 70 milhões de euros que acabaram agora por ser resolvidas  por acordo extra judicial. não tendo o governo revelado ainda quanto custou o acordo aos cofres do Estado .
Isto acontece calmamente fora dos olhares do público e como são uns  cêntimos ninguém fica a contas com a justiça ?
E o Banco de Portugal ainda não decidiu sobre a Idoneidade de Miguel Relvas . O governador está a ganhar coragem para lhe dar a resposta na cara ?
O povo a apertar o cinto e outros a encher os bolsos à sombra do Orçamento .

                                                     ____________
O ESTADO INJECTOU 90 MILHÕES EM BANCO QUE VENDEU POR 38 MILHÕES.  E SOUBE-SE AGORA QUE ASSUMIU RESPONSABILIDADES POR ACÇÕES JUDICIAIS QUE Á DATA SUPERAVAM OS 77 MILHÕES
E ninguém vai para a cadeia !!!!

A quem souber

Perguntas inofensivas
 Banif , Banif ... Espírito Santo ... Ricardo Salgado....Sócrates...
Muito se tem falado destes casos apagando outros não menos graves
Alguém nos pode informar como estão os processos do BPN o banco do PSD e dos amigos de Cavaco que nos custou os olhos da cara ? Há alguém preso para além do presidente da instituição ?
Plantam notícias para que não se fale deste ?
Estão à espera que caduque ?

Lex Monetae


Lex Monetae et droit européen
PAR JACQUES SAPIR · 19 MARS 2017

On se souvient de ce que certains opposants à une dissolution de l’Euro, ou une sortie de l’Euro, opposent à ceux qui sont convaincus que c’est la seule solution aujourd’hui pour l’économie française, l’argument des dettes. Selon ces opposants, les dettes de la France seraient multipliées du simple fait de la dépréciation du Franc retrouvé. Ils affectent de ne pas croire en ce principe du droit international, la Lex Monetae, ou Loi Monétaire, qui indique précisément que toute dette émise dans le droit d’un pays peut-être re-dénominée dans une nouvelle monnaie, si ce pays se décide à changer de monnaie. Un ancien président de la République, Nicolas Sarkozy pour le nommer, s’était fait la spécialité de discours apocalyptiques sur cette question. L’Institut Montaigne avait repris ce thème, et affectait de ne pas croire en l’existence de la Loi Monétaire.

O MORDOMO... da BANCA

 NÃO ESQUECER

"Há 14 anos, na base das Lajes, teve lugar a cimeira da guerra onde, em macabra encenação, foi anunciada a invasão do Iraque.

George W. Bush, Tony Blair e José Maria Aznar foram recebidos pelo mordomo luso, que fora a Londres ver as provas das armas químicas de Saddam Hussein, mentira que serviu de pretexto à agressão

Os sinistros cruzados já antes tinham decidido a invasão que ali fingiram acordar. Isso mesmo veio a ser confirmado num

relatório parlamentar britânico.

Na Assembleia da República, em Portugal, o PSD e o CDS, então maioritários, votaram a participação no crime. Só não seguiu uma força militar, com desgosto de Paulo Portas, então ministro da Defesa, por oposição do honrado PR, Jorge Sampaio, invocando a sua qualidade de Comandante Supremo das Forças Armadas. 

A direita parlamentar e o seu governo avançaram então com um contingente da GNR.

Barroso, esse gigante da ética, videirinho e vil, havia de dizer, muito depois, que teve o apoio do PR, reincidindo em mais uma mentira que apenas reforçou a pusilanimidade do cúmplice.

Volvidos 14 anos, centenas de milhar de mortos e milhões de deslocados, são as vítimas desse crime cujos autores ficarão impunes.

A luta contra o esquecimento exige que se recordem os autores amorais da invasão que destruiu um país, destabilizou o Médio Oriente e perturba o Mundo.

Não podemos esquecer. " H . A.