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14 de novembro de 2018

A grande oligarquia Americana

Billionaires, Not Voters, Are Deciding Elections

The recent midterm elections offered an opportunity for America’s moneyed elites to spend their ridiculous wealth on a catalog of their favorite causes and candidates. We are locked in a vicious cycle, where billionaires continue to amass wealth due to policies their influence has bought, which in turn enrich them with even more resources with which to shift the American polity in their favor.
Part of the problem is that billionaires’ control over our democracy is largely invisible. As a recent study by The Guardian showed, high-profile wealthy elites like Warren Buffett or Bill Gates are anomalies. To that point, “[M]ost of the wealthiest US billionaires have made substantial financial contributions—amounting to hundreds of thousands of reported dollars annually, in addition to any undisclosed ‘dark money’ contributions—to conservative Republican candidates and officials who favor the very unpopular step of cutting rather than expanding social security benefits,” write the report’s authors
Em Francês:
Sonali Kolhatkar Les récentes élections de mi-mandat ont donné l’occasion aux riches élites de l’Amérique d’investir un peu de leur richesse insensée dans leurs causes et candidats préférés. Nous sommes pris dans un cercle vicieux, où les milliardaires accumulent des richesses grâce aux politiciens qu’ils ont achetés, ce qui leur donne encore plus de moyens pour faire pencher la politique américaine de leur côté.
Une partie du problème est que le contrôle des milliardaires sur notre démocratie est en grande partie invisible. Comme l’a montré une étude récente du Guardian, les milliardaires qui sont sous le feu des projecteurs, comme Warren Buffett ou Bill Gates, sont l’exception non la règle.

A escravatura da dívida

Até para se reduzir a dívida ao FMI precisamos da aprovação dos credores. Grande soberania a nossa !
O IGCP encaixou 1.250 milhões de euros com a emissão de obrigações com maturidade a 5 e 10 anos. O dinheiro servirá para efectuar mais um reembolso ao FMI, cuja aprovação ainda está pendente junto dos credores europeus.
omo explicou o IGCP na semana passada, o encaixe desta operação de financiamento servirá para "pagar antecipadamente parte do empréstimo do FMI". De acordo com o Conselho das Finanças Públicas, o reembolso será de dois mil milhões de euros: haverá "um pagamento antecipado de dois mil milhões de euros a realizar até ao final do ano corrente", lia-se na análise ao OE 2019 divulgada ontem. 

Contudo, antes de se concretizar, o processo tem ainda de passar pelas instituições. O Negócios sabe que o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) já recebeu o pedido das autoridades portuguesas, mas o processo ainda não chegou ao fim. Ou seja, Portugal ainda não tem o 'sim' dos credores europeus para poder fazer um reembolso antecipado ao FMI sem pagar também os empréstimos do MEE (ESFM/EFSF).

Questionado pelo Negócios, o Ministério das Finanças diz apenas que "o Governo está a prosseguir o trabalho com os parceiros europeus para concluir o processo de autorização de amortização do montante em dívida ao FMI". Para já, o Fundo ainda não foi contactado. 

Um porta-voz da entidade liderada por Christine Lagarde refere que "o FMI sabe que a intenção geral das autoridades portuguesas é fazer mais pagamentos antecipados". Contudo, para já, o Fundo diz não ter sido "informação dos detalhes de uma operação" que possa ocorrer em breve. 


A dança de morte entre Roma e Bruxelas

Jaques Sapir .


 La réunion de l’association italienne A/Simetrie organisée par mon collègue Alberto Bagnai s’est déroulée le samedi 10 et le dimanche 11 novembre à Montesilvano, à proximité immédiate de Pescara. Elle a été un grand succès, avec plus de 800 participants (presse non comprise) venant de toute l’Italie. Cette association tient une réunion annuelle depuis plusieurs années. Il s’agissait ici de la 7ème réunion. Le fait que son fondateur, Alberto Bagnai, soit devenu le Président de la Commission aux Finances du Sénat italien, que son collègue Claudio Borghi soit pour sa part Président de la Commission au Budget de l’Assemblée nationale, donnait un relief tout particulier à la réunion de cette année. Le titre même de cette réunion, Souveraine sera-t-elle !, indiquait bien de quoi il s’agissait
Soberania de Itália
A Itália optou por sobrepor o principio democrático ao principio tecnocrático. 
Vamos ver como responde a arrogante parasitocracia de Bruxelas

Itália desafia Europa e não muda uma vírgula no orçamento

A missiva italiana que chegou a Bruxelas não trouxe novidades. O governo transalpino optou por bater o pé à Comissão Europeia ao não mudar a proposta de orçamento para 2019 como havia sido solicitado por Bruxelas.Roma manteve o esboço do orçamento expansionista. Uma proposta que deteriora o famoso  saldo estrutural

13 de novembro de 2018

A lógica da Batata ...Andamos nós a pagar para isto ?
A grande economista Teodora merece o prémio Nobel
"A redução do défice orçamental prometida pelo Governo para o próximo ano não está, na verdade, a ser garantida por decisões directas do Executivo. Segundo o Conselho das Finanças Públicas, liderado por Teodora Cardoso, a redução prevista para o défice depende sobretudo do crescimento da economia."

12 de novembro de 2018

Dólar e Bolsas no sobe e desce

Riscos geopolíticos levam dólar para máximo de quase 17 meses
O dólar já tocou no valor mais alto desde Junho de 2017 contra um cabaz que mede o comportamento da divisa norte-americana relativamente às principais moedas mundiais.

Fecho dos mercados: Itália põe euro em mínimos e juros em alta. Ouro com maior série de quedas em mais de dois anos

As principais praças europeias recuam penalizadas pelo sector tecnológico dos Estados Unidos, sobretudo a Apple. Já a incerteza sobre o orçamento italiano provoca nova subida dos juros e pressiona o euro, que transacciona no valor mais baixo em quase ano e meio contra o dólar. Já o ouro regista ciclo mais longo de quedas em mais de dois anos. 
Donald Trump criticou esta segunda-feira, 12 de Novembro, as intenções dos democratas de o escrutinar na câmara baixa do Congresso norte-americano, a qual venceram nas eleições intercalares realizadas na semana passada. Para o presidente norte-americano essa possibilidade está a dar "grandes dores de cabeça" aos mercados accionistas. 
Trump culpa os democratas da queda das bolsas !!!

"A possibilidade de haver um assédio presidencial da parte dos democratas está a causar grandes dores de cabeça aos mercados accionistas", escreveu o republicano eleito há dois anos, depois de Wall Street abrir em queda esta sessão. Em causa está, entre outras medidas, os democratas obrigarem o presidente a entregar a sua declaração de rendimentos

Já há dois euros

"L'euro est la monnaie de 340 millions de personnes et bénéficie à présent d'un soutien à hauteur de 74% parmi les citoyens de la Zone euro. [...]Vous pouvez en tirer vos propres conclusions, mais l'une de ces conclusions est que [l'euro] est irréversible parce qu'il est fort, parce que les gens en veulent et parce que personne n'a rien à gagner à discuter de son existence".
Draghi 
A en croire le président de la BCE, la pérennité de la monnaie unique serait assurée par sa force (l'euro serait très demandé) et parce qu'aucun pays membre de la Zone euro n'aurait intérêt à en sortir.

Est-ce vraiment le cas ?

En l'absence de mutualisation des risques financiers, l'euro restera une monnaie de réserve internationale de second rang.

Les pays du nord de la Zone euro refusent toute mutualisation des risques économiques et financiers (bancaire et souverain). Cette situation, si elle perdure, aura deux conséquences.

Tout d'abord, la stabilité de la zone restera précaire. Le risque individuel de chaque pays serait élevé au regard d'une crise économique, d'une crise bancaire ou encore de soubresauts sur l'une ou l'autre des 19 dettes publiques. Du fait de l'imbrication des systèmes financiers nationaux, c'est la Zone euro dans son ensemble qui s'en trouverait fragilisée.

Ensuite, comme le relève Natixis dans un Flash Economie en date du 3 mai*, l'absence d'un marché unifié de la dette publique "condamne l'euro à rester une monnaie de réserve de second rang derrière le dollar".

En effet, c'est notamment parce que "les Etats-Unis présentent un marché unifié de leur dette publique"que celle-ci est considérée "sans risque"par les marchés. Cela explique que depuis sa création en 1999, l'euro n'a pas gagné de terrain au niveau des réserves de change des banques centrales, alors même que les 11 pays créateurs ont été rejoints par huit nouveaux membres entre 2001 et 2015.

l y a déjà deux "euros"

Et encore, si l'on analyse les choses un peu plus en détails, on s'aperçoit qu'il y a deux types d'euros. 

En effet, l'évolution de la détention des obligations souveraines des différents Etats-membres de la zone par les investisseurs non-européens fait apparaître deux groupes d'Etats : d'une part les pays du coeur de la zone et, d'autre part, ceux de la périphérie, comme permet de le constater cet autre graphique de Natixis : 
Etats
La France, la Belgique et la Finlande n'ont pour le moment aucun mal à financer leur déficit extérieur, alors que l'Espagne, l'Italie et le Portugal doivent payer un taux d'intérêt bien plus élevé pour financer le leur.

En somme, comme l'écrit l'équipe de recherche de Patrick Artus, "depuis la crise de la Zone euro (2010-2013), l'euro n'est plus une monnaie de réserve internationale que pour les pays du coeur de la Zone euro". 

Pour les pays de la périphérie, "la détention de leurs dettes publiques devient de plus en plus domestique : l'euro n'est plus [...] une monnaie de réserve."(...)
Notas
de
NicolasPerrin