Claro que faz uns erros, mas desculpáveis entre amigos. Faz parte da Europa, entra em festivais cançonetistas e nem pensar em sanções. Se comete erros é porque está rodeado de inimigos e terroristas, tem direito à defesa. É a política oficial da UE. Que aliás conta para nada.
Alguns países fizeram a farsa de reconhecer o Estado Palestino, será que isso deu calorias e vitaminas a Gaza? Nem uma. Pelo contrário, nem um único comentário condenatório da prisão de Greta Thumberg e companheiros quando transportavam ajuda humanitária para Gaza. Os "valores europeus" não chegam a tanto.
Em plena concordância com Israel, Greta também foi presa na Alemanha numa manifestação a favor da Palestina, com a acusação de apoiar o terrorismo! Na Alemanha, RU, Países Baixos, França, entre outros, apoiar a Palestina tem dado origem a prisões e repressão policial.
Os EUA reprimem o apoio à Palestina, mas começam a olhar para o Médio Oriente como uma armadilha de que não conseguem desembaraçar-se. As relações com os países árabes, designadamente a Arábia Saudita, só estarão normalizadas com a resolução da questão palestina. Na Europa não percebem isto, dada a "clarividência" dos seus políticos.
A nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA menciona Israel apenas seis vezes, e apenas duas vezes no contexto da segurança nacional dos EUA, o que colocou Israel em transe.
A jornalista e escritora de Gaza, Saja Hamdan, fica emocionada ao expor o
colapso moral dos meios de comunicação e sistemas políticos globais em
pleno genocídio em curso de Israel em Gaza.