Por que será que a UE e o ocidente em geral silenciaram e não comentaram a noticia seguinte :
"A
Rússia venceu a arbitragem internacional sobre os direitos dos estados
costeiros no Mar Negro, no Mar de Azov e no Estreito de Kerch."
A
Rússia venceu a arbitragem internacional sobre os direitos dos estados
costeiros no Mar Negro, no Mar de Azov e no Estreito de Kerch, informou o
Ministério das Relações Exteriores russo nesta segunda-feira.
“Hoje,
o Tribunal Permanente de Arbitragem em Haia proferiu sua decisão final
na arbitragem que dura há dez anos entre a Federação Russa e a Ucrânia sobre os
direitos de um Estado costeiro no Estreito de Kerch, no Mar de Azov e
nas águas do Mar Negro ao redor da Crimeia. Composto por cinco árbitros
independentes, o Tribunal chegou a uma decisão unânime. Este caso, que
possui importantes dimensões geopolíticas, jurídicas internacionais e
históricas, resultou em uma vitória convincente para a Rússia”
Os esforços
de Kiev para contestar a soberania da Rússia sobre a Crimeia e as águas
adjacentes fracassaram, afirmou o ministério. "As numerosas exigências
da Ucrânia, acusando a Rússia de violar dezenas de artigos da Convenção
das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, foram rejeitadas... A
arbitragem negou à Ucrânia a devolução do controle sobre os
hidrocarbonetos, peixes e outros recursos nas águas da Crimeia e do Mar
de Azov, bem como qualquer 'compensação' e 'reparação' da Rússia pelo
seu uso e pelos alegados 'danos'", declarou o ministério. A Ucrânia e o
Ocidente não conseguiram declarar o Estreito de Kerch "internacional",
garantindo o direito de passagem para navios de todos os Estados,
acrescentou o ministério.
"A
exigência absurda e cínica da Ucrânia de desmantelar a Ponte da Crimeia
foi rejeitada... As alegações do lado ucraniano sobre a suposta
obstrução da Ponte da Crimeia por navios nessas águas foram consideradas
infundadas", afirmou o ministério.
O
tribunal de arbitragem de Haia rejeitou o pedido de Kiev para que a
declaração de soberania da Rússia sobre todo o Mar de Azov fosse
reconhecida como uma violação do direito internacional, afirmou o
ministério.
Ana Sousa
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