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4 de abril de 2019

Venezuela - a desestabilização continua

Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) revistou, em 21 de Março de 2919, o domicílio do deputado Sergio Vergara à procura do director de gabinete de Juan Guaidó, o advogado Roberto Marrero (foto). Este último foi finalmente detido na residência adjacente.
O Grupo de Lima, uma associação de Estados americanos favoráveis a Juan Guaidó, emitiu, imediatamente, um comunicado exigindo o respeito pela imunidade parlamentar de Sergio Vergara e a libertação  do advogado Roberto Marrero.
Roberto Marrero dirigia o recrutamento de mercenários na Guatemala, nas Honduras e em El Salvador. Estes homens eram transferidos para a Colômbia para aí serem treinados em ações de comando. Eles deveriam ser comandados pelo mafioso colombiano, Wilfrido Torres Gómez —aliás «Neco», segundo a sua ficha da Interpol— que acaba também de ser preso.
Segundo as escutas telefónicas, Roberto Marrero dispunha de um orçamento diário de US $ 500 mil a US $ 700 mil dólares extraído dos activos venezuelanos no exterior confiscados pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido.
Durante uma conferência  de imprensa, o Vice-presidente Jorge Rodríguez revelou que o advogado Roberto Marrero e os seus homens de mão  preparavam atentados contra o metro  e o teleférico de Caracas.
Ele difundiu igualmente um extracto divertido de um "sketch" no decurso do qual humoristas telefonaram a Juan Guaidó fazendo-se passar pelo Presidente suíço, Ueli Maurer. Eles propuseram-lhe transferir os bens da República Bolivariana da Venezuela para a Suíça, para uma conta pessoal aberta em seu nome, o que o autoproclamado presidente da Venezuela aprovou, é claro.

3 de abril de 2019

Investimento estrangeiro

Os Fundos abutre - Loan Star , Bain KKR , Blackstone ,  Elliot... já investiram desde 2010 ,21mil milhões de euros Ou seja mais do dobro do investimento CHINÊS

Os aldrabões encartados

A direita e os seus comentadores desde Camilo Mendonça , até Daniel Bessa passando pelo actual director do Público que mais uma vez levanta a questão da reforma do estado- e nunca se lembra do que custa a dívida pública- o que na pena destes escribas já se sabe o que querem dizer ,  privatizações dos serviços do Estado mais rentáveis, não sabem como engolir o défice de Centeno  a não ser pela enorme carga fiscal.
A carga fiscal, A carga fiscal... Cristas com a maior das latas veio defender a sua diminuição pele via  do IRC
A carga fiscal não resulta de se ter aumentado os impostos ou a suas taxas mas pelo crescimento económico e aumento do turismo.
A carga fiscal é ainda o resultado do enorme aumento de impostos de Gaspar /Passos /Portas. Mais se não tivesse havido reposição de rendimentos via IRS, que o CDs votou contra e o PSD também e que mereceu a critica de Daniel Bessa e dos respectivos Camilos, a carga fiscal teria aumentado ainda mais mil milhões de euros retirados aos salários IRS e mais 500mil em relação ao IVA-restauração-.
Mesmo o IRC que tanto preocupa a direita dos negócios se , se tivesse mantido,  o disposto na anterior legislatura teria dado mais 200  mil euros Votaram contra a redução do IRS e IVA e ainda dizem que a carga fiscal é enorme...
E Rui Rio afirma que com ele não haverá aumento de impostos...pudera.

2 de abril de 2019

A sabotagem e o bombardeamento das instalações electricas na Sérvia

A desestabilização da Venezuela através dos apagões electricos não é novo . Lembrar o que fizeram na ex Jugoslávia sem mandato da ONU
A 02 de maio de 1999, a OTAN lançou bombas de grafite sobre instalações elétricas em Nis, Kragujevac e Novi Sad. Depois, dia 03 de maio,  foi atacado Bašta Hidrelétrica Bajna, e 7 de maio, Obrenovac e Belgrado novamente. No total, durante o mês de maio, oito vezes "a Nato cortou a eletricidade  à Sérvia

O senhor défice , o senhor austeridade...

Propôs a saída da Gécia do Euro ...e se tivesse sido aceite alguém tem duvidas que todos os procedimentos seriam rapidamente acelerados e ninguém piava...

SChauble triste e "arrependido."






Wolfgang Schäuble, ex-ministro das Finanças alemão, concedeu este fim-de-semana uma entrevista ao Financial Times em que expressa tristeza e algum arrependimento pela forma como a crise das dívidas soberanas foi gerida.

“Bem…sinto-me triste, porque tive um papel em tudo isso. E penso como podíamos ter feito as coisas de forma diferente”, admitiu, questionado sobre a pressão exercida sobre os países do Sul da Europa e a forma hostil como é hoje recordado em países como a Grécia, numa entrevista em que não chega a mencionar Portugal.


Questionado sobre o que mudaria concretamente, o actual presidente do parlamento alemão voltou a insistir que a Grécia nunca devia ter aderido à zona euro, e revelou que chegou a sugerir a Giorgos Papakonstantinou, na altura ministro das Finanças helénico, o afastamento de Atenas da moeda única durante uma década.


“Disse-lhe que seria preciso desvalorizar a moeda grega, que eles não eram competitivos, e, por isso, que precisavam de sair do euro durante um período de tempo. Mas todos disseram que não haveria hipótese de isso vir a acontecer”, recordou.





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Schäuble switches seamlessly back to the eurozone crisis. The original mistake was in trying to create a common currency without a “common economic, employment and social policy” for all eurozone member states. The fathers of the euro had decided that if they waited for political union to happen first they’d wait forever, he says. Yet the prospects for greater political union are now worse than they have been in years. “The construction of the EU has proven to be questionable,” he says. “We should have taken the bigger steps towards integration earlier on, and now, because we can’t convince the member states to take them, they are unachievable.” Greece was a particularly thorny problem. It should never have been admitted to the euro club in the first place, Schäuble says. But when its debt crisis first blew up, it should have taken a 10-year “timeout” from the eurozone — an idea he first floated with Giorgos Papakonstantinou, his Greek counterpart between 2009 and 2011. “I told him you need to be able to devalue your currency, you’re not competitive,” he says. The reforms required to repair the Greek economy were going to be “hard to achieve in a democracy”. “That’s why you need to leave the euro for a certain period. But everyone said there was no chance of that.” The idea didn’t go away, though. Schäuble pushed for a temporary “Grexit” in 2015, during another round of the debt crisis. But Merkel and the other EU heads of government nixed the idea. He now reveals he thought about resigning over the issue. “On the morning the decision was made, [Merkel] said to me: ‘You’ll carry on?’ . . . But that was one of the instances where we were very close [to my stepping down].”

Negócios das Arábias...

Não são da China são das arábias ...
Passos , Portas , Cristas & Maria Luís fizeram um belo negócio com a VINCE.
Em cinco anos os proveitos da Vince já superaram o que esta empresa deu pelos  aeroportos . Em cinco anos recuperou o capital investido... Fantástico . Não se arranja um negocio destes ?
O ano de 2013 ficou marcado pela conclusão das duas maiores privatizações do  no país.no tempo de Passos & Portas

A privatização da ANA - Aeroportos de Portugal, vendida à francesa Vinci, foi decidida em finais de 2012, mas só ficou fechada em 2013, com o pagamento da totalidade dos 3.080 milhões de euros ao Estado. O valor do negócio superou o da venda da fatia estatal de 25,5% na EDP que ficou fechada por um montante total de 3.056 milhões de euros no ano de 2013, altura em que a Parpública alienou os últimos 4,144% da eléctrica. Nessa altura já a China Three Gorges tinha assegurado 21,35%.
Cinco anos depois os lucros da Vince somados já ultrapassa os 3100 milhoes de euros
Tudo normal. Nenhum sobressalto de Costa e de Centeno e claro nenhum comentário da direita. O que diz Rui Rui ? O que diz Cristas ? O que diz o presidente da CIP ? O que diz o jarreta do Forum da competividade ?

1 de abril de 2019

A Crise económica e os Bancos Centrais

http://www.cadtm.org/La-crisis-economica-y-los-bancos-centrales
Ya se han reunido los elementos de una nueva crisis financiera internacional: no sabemos cuándo estallará, pero estallará y tendrá un importante impacto en todo el planeta.
Los principales factores de la crisis son los siguientes:
  • Un fuerte aumento de las deudas privadas de las grandes empresas.
  • Una burbuja especulativa sobre los precios de los activos financieros: bolsa de valores, precio de los títulos de la deuda y, en algunos países (Estados Unidos, China…), nuevamente, la burbuja del sector inmobiliario.
Estos dos factores están estrechamente interconectados.
Incluso las empresas que disponen de una enorme liquidez, como Apple, se endeudan masivamente porque aprovechan los bajos tipos de interés para prestar a otros el dinero obtenido mediantes esos préstamos. Apple y numerosas otras empresas «piden préstamos para prestar» y no para invertir en la producción. Apple también se endeuda para comprar de nuevo sus propias acciones en la bolsa. Todo esto ya lo expliqué en un artículo titulado: «La montaña de deudas privadas de las empresas estará en el corazón de la próxima crisis financiera», que podéis consultar publicado el 20 de noviembre de 2017.
Las burbujas especulativas mencionadas son el resultado de la política llevada a cabo por los grandes bancos centrales (Reserva Federal de Estados Unidos, BCE, Banco de Inglaterra, desde hace diez años, y el Banco de Japón desde el estallido de la burbuja inmobiliaria en los años 1990) que inyectaron billones de dólares, de euros, de libras esterlinas, de yenes en los bancos privados para mantenerlos a flote. Estas políticas son llamadas Quantitative Easing, expansión cuantitativa, o de flexibilización monetaria. Los medios financieros, que los bancos centrales distribuyeron profusamente a bancos y empresas capitalistas de otros sectores, no fueron utilizados para la inversión productiva. Sirvieron para adquirir activos financieros: acciones en bolsa, obligaciones de deudas de empresas, títulos públicos soberanos, productos estructurados y derivados… Eso produjo una burbuja especulativa en el mercado bursátil, en el mercado obligatorio (es decir de las obligaciones de deudas) y, en algunos lugares, en el sector inmobiliario. Todas las grandes empresas están sobreendeudadas.