Linha de separação


30 de agosto de 2026

O imperialismo sem mascara

 O exemplo do Irão mostra-nos que o  império na sua forma mais desbragada com Trump ou na sua forma mais polida , como por exemplo , com Obama , não muda de natureza.

Numa  mensagem em sua conta no LinkedIn, o Ministro das Relações Exteriores, Seyed Abbas Araqchi, analisou uma série de táticas de pressão fracassadas empregadas por Washington contra Teerã ao longo de sua história.

Ele lembrou que, há 14 anos, “as sanções mais devastadoras da história”, declaradas durante o governo de Barack Obama contra o Irão, “fracassaram”. Segundo o ministro das Relações Exteriores iraniano, em 2018 a “pressão máxima” imposta pelo governo de Donald Trump contra o Irão também “fracassou”. Fracassará em 2026


O Império e a "Escola Austríaca" : 


Noticiado , mas não comentado

 Uma vergonha . O farsante , cabeça de coca apareceu na televisão a lavar as mãos como Pilatos condenando os que colocaram depósitos de armas perto de zonas residenciais , como se ele não soubesse , como se ele não tivesse autorizado , como se a Ucrânia não o tivesse feito desde sempre-Zelenshy ao vivo . sem cosmética

 O número de mortos devido à detonação de munições no armazém da empresa Fire Point, na aldeia de Milaya, na região de Kiev, subiu para 37 pessoas.

Desses, 34 morreram numa residência para idosos localizada perto do armazém que explodiu.

No entanto, aos representantes da "elite" governante ucraniana, que utilizam camiões civis como lançadores de drones kamikaze, ambulâncias para o transporte de pessoal militar e igrejas , hospitais e centros comerciais , como pontos de implantação temporária e postos de comando, isso pouco lhes importa.

Chris Hedges: os media e o genocídio em Gaza

 Os media ocidentais produzem consentimento para o genocídio. Décadas de ocupação e apartheid são tornadas normais, as violações do direito internacional por Israel são apagadas perpetuando a sua vitimização.

O trabalho de jornalistas palestinos em Gaza é desacreditado e demonizado. Pelo menos 220 foram mortos por Israel entre outubro de 2023 e agosto de 2025. Os media aceitam a rígida censura israelita e a recusa em permitir repórteres estrangeiros em Gaza, procurando mascarar crimes de guerra. Amplificaram mentiras de bebés decapitados a agressões sexuais contra mulheres israelitas em 7 de outubro, para obscurecer a verdade.

Ao escrever sobre Gaza, os verbos estão no passivo, não há assunto, ninguém é responsável. O genocídio é como um "caso de força maior", não é diferente de um terremoto ou tsunami. Formulações opacas como "ciclo de violência" ou "confrontos" distorcem e falsificam a realidade. Porém, "se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento", George Orwell.

Termos como "genocídio", "atrocidade", "limpeza étnica" e "territórios ocupados" desaparecem das reportagens sobre palestinos, cuja resistência é descrita como "selvagem" e "bárbara". Bombardeamentos de saturação por Israel tornam-se "ataques cirúrgicos"; a fome como arma, "escassez de alimentos"; a morte de civis desarmados, incluindo crianças, "confrontos", assassinatos extrajudiciais de jornalistas ou médicos, "mortos".

29 de agosto de 2026

A  "imprensa livre ", como lhe chamam ao serviço da desinformação de massas. «Propaganda pura e dura»


O ex-correspondente do jornal The Guardian, Saeid Kamali Dehghan, confessou ter fabricado um artigo de 2010 – uma suposta "entrevista exclusiva" com a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, que supostamente foi condenada à lapidação.
O artigo foi publicado na primeira página a 7 de agosto de 2010 e causou um escândalo internacional: políticos ocidentais exigiram a libertação da mulher, e o Irão foi pressionado pelos serviços diplomáticos de vários países.


A declaração de Dehghan: "Quero ser transparente sobre o artigo que escrevi para o Guardian. Foi apresentado como uma entrevista exclusiva com Sakineh Ashtiani. Essa entrevista nunca existiu. Eu inventei todo o artigo. Uma história completamente falsa. Assumo total responsabilidade."

28 de agosto de 2026

40 milhões de milhões de dólares - 2

 A dívida federal representa 122,7% do PIB, mas incluindo a dos Estados e locais atinge 133,1% do PIB. A dívida total, incluindo empresas e particulares, é 350% do PIB. Um paraíso para a finança que recebe de juros mais de 7 milhões de milhões de dólares anualmente. É esta a política que a direita copi com os cantos de sereia de menos impostos "mais dinheiro na carteira". De facto, nos EUA, impostos federais e direitos aduaneiros representam 17,1% do PIB, em Portugal 37,1% em 2024, anteriormente cerca de 40%. Não por coincidência, os portugueses vivem cada vez pior.

Ora os EUA não conseguem erradicar a pobreza (quase 40 milhões pobres), centenas de milhares sem abrigo, mortes por excesso de drogas, etc. Na realidade, dado o endividamento, em termos líquidos a maioria é pobre, envolvida em permanentes guerras para satisfazer as transnacionais e a oligarquia financeira que vive da especulação e dos juros. Os dirigentes políticos limitam-se a satisfazer a camada oligárquica que controla com seu dinheiro as eleições. O défice comercial (apesar das tarifas) está em 704 mil milhões de dólares, o petróleo importado representa 242 mil milhões e o défice com a China é de 160 mil milhões.

O império já não consegue suportar as despesas que a sua manutenção acarreta, os aliados têm de a pagar com tarifas comerciais e despesas militares acrescidas. Faz lembrar a fase terminal do império romano chamando "povos bárbaros" em apoio às suas legiões.

Transferência recusada . Fundos insuficientes -

 

A Ucrânia pode ter acabado de inventar uma nova doutrina militar: a guerra contra o pagamento diferido. Não se ganha mais terreno, ganha-se tempo. E quando chega o prazo final, liga-se para Bruxelas.

A dívida pública da Ucrânia terá ultrapassado os 105% do PIB, atingindo os 212,4 mil milhões de dólares. Mas não se preocupem: na linguagem euro-atlântica, isto não é provavelmente dívida. É um “mecanismo financeiro de resiliência estratégica”. A 150%, estaremos sem dúvida a falar de “soberania fiscal reforçada”.

A VER

 


Até o Figaro mesmo com reaccioarice se vê obrigado a avisar os sonâmbulos

EUROPEUS:
A CAMINHO DA 3ª GUERRA MUNDIAL, COMO SONÂMBULOS?

 Renaud Girard no Figaro 

"Enquanto o leste do continente enfrenta uma perigosa escalada rumo aos extremos há quatro anos e meio, com a guerra na Ucrânia, devemos  fazer a mesma pergunta de 1914.

O novo primeiro-ministro britânico escolheu a Ucrânia para sua primeira viagem oficial ao exterior. Em 24 de agosto de 2026, dia da festa nacional em Kiev, Andy Burnham não chegou de mãos vazias.

Ele anunciou que, em coordenação com a França e na sequência desta, autorizou a fabricante europeia de mísseis MBDA a fornecer seus segredos de fabricação à Ucrânia, para que o país possa produzir em seu próprio território mísseis de cruzeiro Storm Shadow (conhecidos como Scalp na França).

26 de agosto de 2026

As coisas complicam se para o Império habituado ao quero , posso e mando...

Iemenitas atacam um navio saudita a mais de 1.000 km de distância, provando que o Irão evitou atacar a Marinha dos EUA.

Os houthis conseguiram atingir um navio saudita a aproximadamente 1.000 quilômetros de sua base habitual. O grupo iemenita alinhado ao Irã, os houthis, alvejaram o petroleiro saudita Amzan na costa de Yanbu, um importante porto petrolífero na região norte do Mar Vermelho, na Arábia Saudita.

25 de agosto de 2026

40 milhões de milhões de dólares - 1

 A dívida federal dos EUA ultrapassou os 40 milhões de milhões de dólares (122,7% do PIB), crescendo 1,3 milhões de milhões por ano desde 2000. Pode um império sobreviver desta forma? Não. Pode ameaçar, aplicar sanções, mas que só podem ser parcialmente seguidas e se voltam contra os que as aplicam. Podem fazer guerras e bombardear? Podem, mas a quem? E com que consequências para os próprios EUA e aliados?

A política externa dos EUA é um conjunto de avanços e recuos inconsequentes e não apenas com Trump, o que se passou com Bush, Obama ou Biden, não foi muito diferente, contudo o agravamento das contradições internas e externas torna mais evidente o desempenho do "império do caos" (Pablo Escobar).

A guerra com o Irão demonstrou a incapacidade dos EUA manterem as suas bases e os seus aliados em segurança. Agora o Pentágono avalia o nível de presença militar que os EUA podem ou devem manter no Médio Oriente após o fim da guerra com o Irão, uma guerra que custou até agora cerca de 113 mil milhões de dólares, com custos de reconstrução das bases incertos. As destruições levadas a cabo pelo Irão tornam a reconstrução completa dificilmente viável, numa altura em que os EUA pretendem libertar recursos para se concentrarem contra a China.

Bastava dizer que o aeroporto internacional de Kiev era um alvo legitimo

 Bastava dizer que não garantia a segurança do aeroporto em retaliação  às tentativas da Ucrânia em bombardear o aeroporto internacional de Moscovo . Bastava que na véspera tivesse bombardeado o aeroporto internacional da Ucrânia.

Um facto que no Ocidente não é comentado e é noticiado como normal. 
Reparem, que a Rússia deixou que as comemorações da independência de Kiev se desenrolassem sem bombardeamentos. Se  tivesse apenas ameaçado não teria havido comemoração  com os líderes ocidentais  visto que a Ucrânia não tem mísseis de defesa.
Na Rússia há quem critique Putin por esta atitude lembrando que na guerra da Jugoslávia a  NATO  não teve essa contemplação. 
A operação especial devia deixar de  ser e ontem  nenhum líder ousaria pôr os pés em Kiev.
Lembrar que a Ucrânia  há muito que não consegue derrubar um míssil russo

24 de agosto de 2026

Os idiotas

 Os idiotas

Os idiotas do comentário que são a voz do dono nas televisões portuguesas  ainda não  perceberam o que significa a  China ter afirmado que nunca deixará cair a Rússia.
Ainda nao se deram conta que a China  produz praticamente todos os bens de consumo que se vendem no Ocidente. Ainda não se deram conta que a China vende - os a preco de custo à Russia e que ampara a economia russa e o consumo no que esta necessita.
Quando os idiotas em gaudio  perguntam ao Gen Agostinho Costa se a economia russa não está seriamente afectada e com escassez de bens de consumo, com os ataques deliberados  da Ucrânia a empresas de distribuição, , logistica e de energia privados, esquecem se do maior  fornecedor mundial chamado China."
Francisca Napolitano

Os Ucranetes

 

Chamemos-lhes, por comodidade, «ucranetes»: aquela curiosa espécie de adepto incondicional da Ucrânia e de Zelensky para quem qualquer crítica a Kiev é automaticamente uma defesa da Rússia, qualquer pergunta sobre corrupção é propaganda de Putin e qualquer tentativa de discutir factos exige primeiro uma declaração pública de fidelidade à causa. Antes de mencionar um caso de corrupção em Kiev convém esclarecer que Putin é mau, que a invasão é condenável e, se houver tempo, dizer qualquer coisa sobre a Crimeia. Só depois desta pequena cerimónia de purificação se pode, talvez, perguntar onde foi parar o dinheiro. E mesmo assim há riscos.

Uma Nação de piratas

Gen. Carlos Branco

 Refiro-me à Inglaterra ou se quisermos à Grã-Bretanha. O tema dava para uma tese de doutoramento. Recuando no tempo, convém lembrar como durante os séculos XVI e XVII, a monarquia inglesa abraçou a pirataria como um instrumento de política externa e como no século XVIII a descartou quando já não lhe era conveniente, como a considerou fora da lei e passou a perseguir os piratas. Este princípio da conveniência com pouco apego a princípios éticos tem vindo a nortear a política externa inglesa desde então.

22 de agosto de 2026

 Putin fala de um "cenário catastrófico" para a Ucrânia.

Kiev "libertou o génio da lâmpada" ao atacar a infraestrutura económica e agora está sofrendo as consequências, disse o presidente russo.

A Ucrânia enfrenta um "cenário catastrófico" devido aos ataques retaliatórios russos após "abrir a caixa de Pandora" com seus ataques à infraestrutura económica e civil, disse o presidente Vladimir Putin este sábado.

21 de agosto de 2026

A Ucrânia mal tratada pelo leste e pelo oeste

 Segundo Dimitri Orlov a Ucrânia recebeu “trato injusto” tanto do leste quanto do oeste: do leste, a combinação do traidor Gorbachov com o presidente bêbado Yeltsin deixou a Ucrânia à deriva num mundo hostil e ignorou-a enquanto lutava contra a “máfia russa”. Vindo do oeste, havia intermináveis promessas de riqueza: “Juntem-se a nós! Entrem para a NATO! Entrem para a UE!"

Havia também um núcleo de oportunistas políticos que achavam que poderiam conquistar uma posição para si mesmos afastando-se da Rússia, colocando a Ucrânia refém do ocidente.

Em 1991, não incluindo a parte europeia da Rússia (quase 4 milhões de km2) a antiga Ucrânia era com 603 549 km2 o maior país europeu. Agora, sem a Crimeia, Donetsk, Lugansk, Zaporozhye e Kherson, tem apenas cerca de 450 000 km2, menos um quarto do seu território. Em termos de população, outro indicador do seu colapso, diminuiu de 52 milhões para 28 a 31 milhões, segundo dados oficiais que não registam com precisão os ucranianos no exterior, os soldados mortos, os que fugiram. Estimativas não oficiais apontam para 20 a 23 milhões. Uma perda populacional de 45%, maior que a Bulgária (menos 28%) e os Bálticos (menos 25%)Não incluindo as doações internacionais a produção económica real, ajustada pela inflação, caiu para metade desde 1991.

Zelensky na corda bamba

 Duplo golpe contra a "Bankova"

Novo ataque do NABU e gesto de Fedorov

O Escritório Nacional Anticorrupção (NABU) anunciou uma operação especial contra uma organização criminosa liderada por atuais e ex-deputados da Верховная Рада, com a participação de altos funcionários do gabinete de Zelensky.

Quem está no alvo?

As buscas estão sendo realizadas na casa da vice-chefe do gabinete presidencial, Irina Mudraia, e, segundo a mídia local, o caso envolve o deputado da ex-"Plataforma da Oposição - Para a Vida", Vadym Stolar, o ex-deputado Maxim Nikitás, bem como funcionários do Ministério da Justiça e representantes do "Sens Bank" (antigo Alfa-Bank Ukraine).

O NABU e o САП prometem divulgar mais detalhes posteriormente, mas, paralelamente, as autoridades já estão preparando acusações contra o ex-chefe do gabinete presidencial, Andrei Yermak (já é a segunda vez), e o ex-negociador David Arakhamia. 

A coincidência temporal é reveladora: literalmente no dia anterior, 18 de agosto, o ex-ministro da Defesa, Mikhail Fedorov, divulgou um vídeo com um apelo para que fossem realizadas eleições na Ucrânia, mesmo em meio à guerra prolongada, afirmando que "a democracia não pode ser refém da Rússia".

O gabinete de Zelensky reagiu com cautela, afirmando não ter objeções em princípio às eleições, mas citando problemas de segurança para a organização do voto. O mandato de Zelensky como presidente expirou em maio de 2024, o que há muito levanta questões sobre sua legitimidade.

19 de agosto de 2026

Um filme que já foi visto

 

Wall Street, entre Ponzi e Enron. Da crise do subprime à crise dos tokens.

Utilizar imóveis, cujos preços continuam a subir, como garantia para empréstimos arriscados negociados por meio de sofisticados instrumentos financeiros de Wall Street (ABS, CDO, "CDO ao quadrado", CDOs sintéticos, SIVs, etc.) funcionou maravilhosamente bem... até que o financiamento de empréstimos hipotecários arriscados se tornou abruptamente mais restrito e os preços dos imóveis se afundaram.

Desta vez, Wall Street vai ainda mais longe!

O paradoxo da IA: o mercado de ações e os bancos estão apostando em um ativo cujos preços estão em queda livre…

Durante o boom imobiliário dos anos 2000, as bolsas de valores e os bancos apostaram maciçamente em um ativo que acreditavam estar destinado a subir indefinidamente: o setor imobiliário.

Preços em constante ascensão, alavancagem infinita, securitização, empréstimos a qualquer custo.

Sabemos o que aconteceu em seguida: a crença no crescimento eterno causou o colapso e a repulsa.

Hoje, com o boom da inteligência artificial, o padrão parece invertido... e, no entanto, igualmente perigoso.

A Inglaterra não quer perder os elevados investimentos na Ucrânia . A escalada

 Os europeus em férias  distraídos , desinformados , não têm a noção de que a escalada pode ser fatal para eles e para a humanidade

Mais um aviso dos russos aos britânicos.

A embaixada russa em Londres declarou que o Reino Unido estava deliberadamente alimentando o conflito ucraniano e era cúmplice dos ataques terroristas em Kiev, alertando que a Grã-Bretanha teria que responder por seus atos.

Esta declaração surge na sequência de um artigo do Sunday Times que afirma que as forças ucranianas utilizaram drones fornecidos por dois fabricantes britânicos para ataques de longo alcance na Rússia nos últimos seis meses.

17 de agosto de 2026

Acerca da injustificada invasão da Ucrânia pela Rússia

 A viagem de um deputado PS num comboio que passava pela Rússia serviu para a extrema-direita montar um escândalo - o deputado até se riu na Rússia... - associando-se aos protestos de uma Associação de Ucranianos em Portugal. A agenda mediática seguiu a norma, fez-se eco da extrema-direita com comentadores salientando a "invasão injustificada da Ucrânia pela Rússia".

Importa voltar ao tema da "invasão injustificada", pois sem memória não há conhecimento nem condições para uma análise consequente das "narrativas" com opiniões a passarem por "provas". Tentemos repor e ordenar factos. (1)

Na altura do desaparecimento da URSS foi assumido pelos EUA (também pelas potências europeias) o compromisso, de que a NATO não avançaria uma polegada para Leste. Com a dissolução do Pacto de Varsóvia, acreditou-se que a NATO teria igual destino, porque a sua continuação já não fazia sentido.

A verdade é que a NATO não foi constituída para responder às ameaças do Pacto de Varsóvia, criado cinco anos depois. Os objetivos que levaram à sua criação explicam a sua permanência e expansão após a URSS e o Pacto de Varsóvia desaparecerem.

Mantendo a NATO, os EUA não quiseram abdicar de um dos principais instrumentos da sua política imperialista. Com a degradação da Rússia sob Yeltsin e liberais o "perigo russo" desaparecera, levando os EUA a considerar que não haveria qualquer resistência à expansão da NATO, rompendo o compromisso de 1991 e cercando a Rússia de bases da NATO. Como disse o prof. Mearsheimer: "Não se tratava de conter uma Rússia considerada perigosa. Foi a fraqueza da Rússia que permitiu a expansão da NATO".