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14 de agosto de 2026

Um documento importante

 

Os objetivos imperiais da guerra petrolífera americana, da Venezuela ao Irão.

Publicado pelo Coletivo para a Democracia

RSEUME

O texto, publicado pelo Coletivo para a Democracia, analisa a estratégia americana de preservar a hegemonia do dólar e o controle do comércio global de petróleo.

Ele argumenta que os Estados Unidos usam força militar, sanções e controle financeiro para obrigar os principais produtores de petróleo (Venezuela, Irã, Rússia) a faturar suas exportações em dólares e reinvestir os lucros na economia americana (compras de produtos americanos ou investimentos nos mercados financeiros dos EUA).

caso Venezuela


Segundo o autor, a invasão americana e o sequestro do presidente Maduro (no início de 2026) permitiram que os Estados Unidos assumissem o controle da produção e das receitas petrolíferas da Venezuela. Esses fundos são depositados em contas controladas por Washington e usados, em grande parte, para a compra de produtos americanos. Apenas uma pequena fração das receitas teria retornado à Venezuela. Esse modelo é apresentado como um precedente aplicável a outros países.

Extensão ao Irão


O texto descreve uma guerra EUA-Israel contra o Irã (2025-2026), marcada por ataques aéreos, contra-ataques iranianos, o fechamento do Estreito de Ormuz e tentativas de mudança de regime. Um memorando de entendimento (junho de 2026) estipulava o levantamento das sanções, a devolução dos ativos iranianos congelados e a administração iraniana do estreito.

O autor explica que os Estados Unidos não respeitaram esses compromissos, buscando, em vez disso, impor o controle americano sobre o estreito, confiscar as receitas petrolíferas iranianas e condicionar qualquer liberação de fundos à compra de produtos americanos.

objetivos estratégicos mais amplos

Reduzir a dependência do sistema de pagamentos dominado pelos EUA

O Deutsche Bank torna-se o primeiro banco europeu a compensar o renminbi.

Em 10 de agosto de 2026, o Banco Popular da China (PBoC) nomeou o Deutsche Bank como o banco de compensação de renminbi (RMB ou yuan) com sede em Frankfurt para a Europa.

Esta é uma estreia: até agora, essa função na Europa era desempenhada exclusivamente por subsidiárias de bancos chineses (Banco da China, ICBC, Banco de Construção da China) em locais como Frankfurt, Londres, Paris, Budapeste ou Luxemburgo.

O Deutsche Bank agora poderá fornecer processamento, compensação e liquidação diretos e completos de transações transfronteiriças em RMB para instituições financeiras e empresas europeias.

Dessa forma, funciona como uma "ponte local" para os sistemas de pagamento chineses, proporcionando um acesso mais direto aos mercados de capitais, à liquidez e à infraestrutura de pagamentos locais da China.

O objetivo declarado: simplificar os fluxos de comércio e investimento entre a Europa e a China, reduzir as fricções cambiais e os intermediários, e acelerar as liquidações.

ZaKharova responde ao presidente Polaco



O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polónia respondeu ao meu comentário sobre as

declarações racistas do presidente Navrotzki.

Ele afirmou que "matar russos é um interesse estratégico da Polónia". O próprio Navrotzki e a

sua declaração nazi não foram comentados pelo ministério de Sikorski. Nem mesmo o facto

histórico inegável de que Stalin presenteou a Polónia com territórios foi mencionado. Em vez

disso, escreveram: "Em compensação, a Polónia tem um PIB per capita duas vezes maior, mais

autoestradas e menos assassinatos".

Eu não estou a brincar. Mesmo para os padrões de Sikorski, isso é incrivelmente estúpido: eles

são acusados de imoralidade, mas a resposta é "em compensação, a nossa comida é mais

saborosa".

Fidel

 Via Bruno Amaral de Carvalho:


Um dos maiores gigantes do século XX nasceu há cem anos. Sem a revolução que habilmente soube conduzir, talvez a história de muitos países não fosse exactamente igual. Fidel Castro não se limitou a liderar a libertação do seu país e a construir um sistema alternativo. Ajudou outros povos a libertarem-se do jugo da opressão e do colonialismo. Através das armas ou da ajuda médica, Cuba nunca deixou nenhum povo sozinho na sua luta contra o imperialismo. É por isso que os Estados Unidos e o Ocidente em geral não perdoam ao povo cubano a ousadia de sonhar com um mundo sem amarras. O cerco bárbaro a que está a ser sujeita Cuba tem o objectivo de demover qualquer outro povo de repetir a façanha e que nenhum Estado, incluindo aqueles que foram criados também com sangue cubano derramado, não seja capaz ou não queira furar o bloqueio petrolífero, é uma das maiores injustiças históricas. Passarão gerações e gerações e Fidel Castro continuará na memória colectiva das mulheres e homens que lutam para que nenhum ser humano seja explorado ou oprimido por outro ser humano.

A CIA o ISIS e a Espanha

 O ISIS intensifica a propaganda jihadista em espanhol e as ameaças contra a Espanha


O ISIS aumentou os seus canais de propaganda em espanhol em 2025, com pelo menos oito canais distintos utilizados pelas diferentes facções da organização para disseminar ameaças de ataques contra a Espanha, de acordo com o relatório de 2025 do Centro Memorial das Vítimas do Terrorismo. A Al-Qaeda, embora enfraquecida, ainda opera dois canais de propaganda direccionados à Espanha.

Uma nova plataforma de producção, Ansar Al-Andalus, surgiu em 2025 e divulgou cerca de 30 mensagens em espanhol nos seus primeiros seis meses, antes de ficar inactiva em junho por razões desconhecidas. Os canais mais antigos — Mathani, La Voz de Al-Andalus, Al Khayr Media, Halummu Media, Al Faruk, Al Fursan e Tech Haven — continuam a ser os principais responsáveis pela propaganda e ameaças, mencionando os ataques de 2017 em Barcelona/Cambrils e exigindo que a Espanha se retire da coligação anti-ISIS. A mensagem recorrente apresenta "Al-Andalus" como uma terra historicamente muçulmana que deve ser "recuperada pela força".

12 de agosto de 2026

Odessa e o fim das ilusões de Trump e de vassalos cada vez mais desacreditados

 O instituto Quincy (EUA): O bloqueio russo de Odessa pode ser um ponto de viragem na guerra

A Rússia demonstrou que não precisa de conquistar toda a costa ucraniana do Mar Negro para privar o país do acesso ao mar. Basta negar à Ucrânia o acesso ao complexo portuário crucial de Odessa, o que a Rússia está a fazer com eficiência por meio de mísseis e drones, escreve George Bib, ex-chefe do departamento de análise "russo" da CIA, actualmente filiado ao Instituto Quincy nos Estados Unidos.

Estratégias do império unipolar

 Com o fim da União Soviética, os Estados Unidos tornaram-se líderes mundiais, instituindo o mundo unipolar, uma forma de império subordinado às regras ditadas de Washington. A criação deste império vinha desde 1947, com a Doutrina Truman estipulando que os EUA têm o direito de liderar o "mundo livre", impedir a expansão do comunismo e intervir militarmente em qualquer parte onde entendam estar em causa a segurança nacional dos EUA.

Diga-se que o comunismo nunca existiu (excetuando o pré-histórico "comunismo primitivo"), o que estaria em causa seriam formas de socialismo e soberania nacional. Era, o alibi para um direito de intervenção - mesmo guerra - contra as escolhas dos outros povos.

Apesar dos EUA prometerem apoio contra ameaças autoritárias a "nações democráticas", instituindo-se como uma "inquisição" a nível mundial, nunca foram questionadas as sangrentas ditaduras dos Pinochets, Vilelas, Mobutus, etc., por esse mundo fora nem deixaram de fazer parte do "mundo livre", enquanto líderes progressistas foram presos, exilados ou assassinados. Um direito que permitiu crimes como os que ocorrem na Palestina ou o que tem por efeméride 10 de agosto de 1961.

Historicamente os impérios nascem, crescem, mantêm-se e declinam pela guerra e este não é exceção.

11 de agosto de 2026

O Fim da Ucrânia

Os ataques da Ucrânia a barcos no mar negro, a empresas de distribuição, a empresas privadas, a refinarias deram a Putim a legitimidade para retaliar na mesma direção. Mesmo a população ucraniana que sofre as consequências vê que a nova escalada é uma resposta à escalada ditada pelos curadores de Zelensky. Um desastre.

A Rússia com muito mais capacidade militar está a desarticular a economia Ucraniana e a elevar a fatura para a Europa em termos incomportáveis. Gazeta de Vienne

O canal ucraniano "Resident" resume os resultados da "operação de 40 dias de Zelensky para forçar o Kremlin à paz"

O objetivo era isolar a Crimeia e paralisar o complexo energético da Rússia.

Nenhum dos objetivos foi alcançado e, em resposta, sofremos um golpe devastador do inimigo e uma crise política interna. 

A Ucrânia perdeu o Mar Negro. Navios não conseguem mais entrar nos portos de Odessa, Mykolaiv e Chornomorsk. A Rússia responde a qualquer tentativa de acesso aos portos com ataques aéreos, afundando embarcações.

9 de agosto de 2026

E se perguntarem o que é ser de esquerda?

Confessou-me um amigo nunca ter votado em partidos do governo, votava sempre à esquerda, não nos mesmos partidos, mas na verdade não sabia ao certo o que era ser de esquerda. Como diz certo fado: "eu disse que não sabia, menti naquela hora, mas vou dizer agora". Pelo menos vamos tentar.

Frederic Lordon dá-nos uma boa contribuição acerca ser de esquerda. Ser de esquerda, é uma posição em relação ao capital: não permitir o domínio do capital sobre a sociedade, não permitir que um grupo social possa converter o interesse geral no seu próprio interesse. É a relação com o capital que define uma posição de esquerda. Uma sociedade não capitalista será gerida por leis económicas diferentes das que o capitalismo determina: a maximização do lucro, não um lucro qualquer, mas o lucro monopolista e financeiro, geralmente visto no curto prazo. A visão de médio ou longo prazo é geralmente entregue ao Estado com a missão de "criar condições" para as atividades serem atrativas para o capital e desempenhar o papel que lhe couber no sistema imperialista.

A eficiência capitalista é essencialmente antissocial, todos os progressos laborais e sociais foram obtidos através de duras lutas e movimentos sindicais fortes. Parte dos sectores populares perderam esta noção, daqui o ataque, apresentado em nome da eficiência empresarial, a que estão a ser objeto aqueles progressos.

7 de agosto de 2026

 

Putin permite escalada limitada -Korybko

Ele aparentemente entendeu que o Ocidente estava buscando desindustrializar e desmilitarizar sistematicamente a Rússia por meio da nova campanha de drones ucranianos e, consequentemente, concluiu que isso representava uma ameaça existencial.

Constatou-se que " a operação de influência de Zelensky, com duração de 40 dias, teve um efeito desastroso em Kharkiv e Odessa ", depois que a Rússia intensificou seus ataques a postos de gasolina na primeira e a portos na segunda, estabelecendo "bloqueios" parciais para contrabalançar, ainda que minimamente, o "bloqueio" de drones da Ucrânia na Crimeia.

Essa situação foi surpreendente, pois as poucas escaladas autorizadas até então por Putin se limitavam aos dois testes de mísseis Orechnik na Ucrânia e a uma intensificação esporádica de ataques contra infraestrutura militar.



Como explicar a demissão de Fedorov?

As forças armadas ucranianas não só não conseguiram recuperar terreno como todos os

dias recuam, assim o dizem as agências ucranianas Deep State e AMK Mapping. Quem

está a ganhar não muda simultaneamente o ministro da Defesa nem o responsável

máximo pela campanha militar.

Carlos Branco, Major-General

7/8/2026

jornal económico

A crise política causada pelas sucessivas demissões de cargos governativos e de

posições chave no sistema político ucraniano, culminando com a do ministro da Defesa

Mikhail Fedorov, ilustra bem a presente divisão nas elites políticas do país, resultado,

acima de tudo, do insucesso da campanha militar contra a Rússia e da necessidade de

encontrar estratégias alternativas ganhadoras.

6 de agosto de 2026

Auditando a afirmação: "A Rússia está a perder." - Conclusão

A autora - lily357 - faz intervir no texto o fator chinês ignorado nos media. A China tem fornecido apoio económico e diplomático à Rússia. O comércio chinês com a Rússia tem aumentado 25% ao ano desde 2022. A cooperação tecnológica chinesa permitiu alternativas à tecnologia ocidental. A integração no sistema financeiro chinês CIPS (Cross-border Interbank Payment System) e com o yuan, proporcionou alternativas aos sistemas ocidentais e ao dólar.

A China não forneceu armas nem tropas, mas tem linhas vermelhas, comunicadas por declarações do governo, media estatais e outros canais. A linha vermelha chinesa é que a Rússia não deve ser derrotada militarmente pelo ocidente, isto significaria a destruição da arquitetura multipolar dos BRICS, da OCS, da Iniciativa do Cinturão e Rota e outros instrumentos de competição estratégica com os Estados Unidos. Significaria a infraestrutura da NATO posicionada ao longo da fronteira norte da China, dando aos EUA uma profundidade estratégica muito ampliada. Significaria que a base crítica de energia e recursos minerais da Rússia seria capturada pelos interesses ocidentais, em vez de estar disponível para a China. Significaria também a eliminação ou redução do veto russo no CS da ONU e que a China teria de enfrentar os EUA sozinha sem o peso diplomático, económico e militar que a Rússia acrescenta à posição multipolar.

5 de agosto de 2026

Auditando a afirmação: "A Rússia está a perder."

É o que comentadores vão dizendo sem análise, sem argumentos. Uma autora, lily357, responde a estas suposições vazias quanto a factos

1 - A Rússia tomou a maior parte de Pokrovsk e Myrnohrad, no Donetsk, em 2025 e 2026, completando o cerco ao cinturão defensivo central do Donbass, a linha de defesa mais forte da Ucrânia. A frente desloca-se a favor da Rússia cerca de 250 a 500 km2 por mês, dependendo dos meses e da zona. O avanço russo é lento, mas consistente nos últimos dois anos, sem interrupção. A contraofensiva ucraniana de 2023 não conseguiu retomar nenhum território significativo, a de 2025 foi abandonada devido à falta de recursos.

A campanha de ataques profundos da Ucrânia contra refinarias de petróleo russas, reduziu a capacidade de refinação russa em cerca de 10 a 15%, no auge das interrupções. Um dano real, obrigando a redirecionar exportações de petróleo e arranjos alternativos de refinação. Estes ataques não produziram um efeito estratégico nem alteraram a trajetória militar.

Estimativas ocidentais de elevadas baixas russas não condizem com os dados demográficos e de recrutamento de ambos os lados. A mobilização forçada ucraniana - homens arrancados das ruas por gangues de recrutamento - representam a falta de efetivos militares. O recrutamento russo supera as perdas, dado o fluxo de voluntários, evitando uma mobilização extraordinária.

4 de agosto de 2026

Esta semana, o mercado americano está sendo microgerenciado: os excessos são prolongados graças a resgates direcionados. O contágio dos incêndios por agora está descartado.

BRUNO B.

Em 31 de julho de 2026, o Wall Street Journal e a CNBC noticiaram a ruína do fundo de hedge Situational Awareness, liderado por Leopold Aschenbrenner, ex-pesquisador da OpenAI que se tornou profeta da superinteligência artificial.

O fundo caiu cerca de 67% desde o início de julho, após fortes perdas em ações relacionadas à inteligência artificial.

2 de agosto de 2026

A fraude neoliberal

O que se vai passando no país e nesta UE do nosso descontentamento, leva-nos a retomar algumas ideias já aqui expostas. O neoliberalismo abriu caminho para um neofascismo. Forneceu à classe multimilionária e às multinacionais a cobertura ideológica para empobrecer a classe trabalhadora, impor austeridade, minar instituições democráticas, corromper partidos políticos nos seus princípios e promessas.

O neoliberalismo empurrou milhões de pessoas marginalizadas e desesperadas para os braços da extrema direita, outras foram levadas para processos auto destrutivos de dependência de drogas e jogos a dinheiro, consequências da frustração pessoal, precariedade, sentimento de inutilidade social e desilusão. Lamentavelmente as próprias vítimas não a associam ao neoliberalismo.

Os media promovem a agenda da extrema-direita e as suas falsas indignações de puritanismo político, não descansando enquanto do já degradado edifício constitucional oriundo do 25 de ABRIL não restar pedra sobre pedra. Para que tudo isto vingue a luta de classes desencadeada pela oligarquia é dada como não existente, mesmo para alguns que se dizem de esquerda.

A classe multimilionária permanece intocável e todo poderosa. Os doze mais ricos do mundo possuem mais riqueza do que a metade mais pobre. O neoliberalismo foi concebido para aumentar desigualdades e poder monopolista. O seu recurso é alimentar o extremismo, fomentar divisões sociais e culturais e minar instituições democráticas.

1 de agosto de 2026

Um golpe contra a Espanha que embora tenha sido ordeira quanto à Ucrânia se opôs a Trump e a Netanyahu

A mão da CIA e da Mossad e o regime corrupto de Marrocos

 O Estreito da Chantagem: Como Marrocos está tentando militarizar a ameaça migratória contra a Europa.

Existe uma verdade histórica incómoda que a diplomacia moderna prefere ignorar: a Península Ibérica sempre foi a fronteira da Europa contra a turbulência política do Norte da África. Da queda do Império Romano à Reconquista, o destino da Espanha foi frequentemente selado pelas areias movediças — e o […]

 Humor. IA, a mais recente miragem de um capitalismo em crise endógena.

Tudo se encaixa perfeitamente.

O crescimento implacável da dívida, a participação crescente dos lucros no valor acrescentado, a estagnação dos salários reais, o disparo dos mercados de ações, o recurso constante a políticas monetárias não convencionais, o colapso do consenso político, a polarização e a ascensão do populismo: esses fenómenos não são meros acidentes ou disfunções temporárias. Eles expressam e revelam a crise endógena do capital.

30 de julho de 2026

A "nova fase" na guerra na Ucrânia

 Os "comentadores" dizem que não há alterações no terreno e vão fantasiando sobre as baixas russas, fazendo por ignorar a incapacidade de defesa da UE/NATO e as destruições que em retaliação a Rússia causa na Ucrânia.

A Rússia foi designada como uma ameaça de longo prazo para a Europa, afirmou o Comissário da UE para Defesa, Andrius Kubilius, argumento qb para aumentar os gastos militares, cortando em prestações sociais, investimento produtivo e infraestruturas.

A campanha de ataques à Rússia prossegue tendo como objetivo a sua desestabilização económica e social. Em 25 de julho, drones atacaram 22 regiões da Rússia, em áreas de retaguarda russas. Observadores russos destacam que Rússia ainda não respondeu contra a retaguarda Ucraniana - a Europa - porém a Rússia está condenada a fazê-lo para forçar a Europa a render-se - consideram. Ou seja, independentemente das razões de cada qual, o belicismo ganha forças encaminhando-se para uma guerra global.

Lavrov, diz que o Ocidente com armamento de longo alcance promove esta fase como um "ponto de viragem" para "infligir uma derrota estratégica à Rússia" e "descolonizar a Rússia", o que implica abertamente o desmembramento do nosso país". Com 45% das ogivas nucleares existentes, Putin diz que tem os meios e a força para o que está em curso e o que vier.

28 de julho de 2026

Mudanças verificadas na guerra na Ucrânia

Segundo "comentadores" a Rússia está a entrar (tal como o Irão...) em colapso. Tanto num caso como noutro aqueles "regimes" não lhes fazem a vontade, consequentemente transformam-se em inimigos.

Há no entanto mudanças nesta guerra, que parecem centrar-se na perda de credibilidade de Washington no Kremlin. Lavrov afirmou que, nas negociações em Anchorage, Trump propôs a Putin que terminasse a guerra, sob a condição das FAU se retirarem do Donbass, o presidente russo concordou. Zelensky recusou-se a retirar as tropas e os EUA nada fizeram para forçar Kiev cumprir o tinham acordado. Isto é, os EUA não tomaram nenhuma medida necessária para a solução que eles próprios tinam proposto. Rubio terá dito a Lavrov que são necessárias novas ideias, pois as anteriores não foram aceitas pela Ucrânia. (!) Algo semelhante se passou com o Memorando de Entendimento entre os EUA e o Irão.

As "novas ideias" são o apoio de Trump aos ataques a refinarias de petróleo russas, áreas marítimas, etc., afirmando que é uma "escalada que leva ao fim da guerra". Os EUA iriam transferir uma licença para a Ucrânia produzir mísseis Patriot e adquirir drones ucranianos. Também elogiou Zelensky, afirmando que ele iria "construir um grande país" (?!) embora no contexto de um acordo com os EUA sobre minerais.