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13 de outubro de 2026

Um olhar sobre os protagonistas do cenário ucraniano: EUA, UE, Rússia

 Então a Ucrânia? A Ucrânia é a vítima da rivalidade e desconfiança Leste-Oeste. Como qualificar neste cenário a decisão dos estrategas NATO para ataques indiscriminados sobre a Rússia, quando a Ucrânia praticamente não dispõe de defesa aérea: imbecilidade ou demência?

Qualificar Zelensky de presidente, quando nada controla no país, completamente alheado da realidade, lendo textos sem nexo que lhe preparam, numa expressão motivada talvez pela toxicodependência que lhe é atribuída, é surreal.

Na UE depois de alardearem o reforço da unidade europeia e transatlântica alcançada devido à "agressão" russa, agora lamentam, protestam, acusam, vendo aquela unidade a desintegrar-se. Agarram-se à esperança de voltando os neocons do Partido Democrata ao poder, tudo será como dantes e a Rússia seja derrotada. Mas derrotada por quem? Esquizofrenia política ou desespero agarrando-se a uma quimera - imagem de monstruosidade e sonho.

Que podem fazer os EUA? Atolados no Médio Oriente com o Irão, tendo de financiar Israel, aguentar Taiwan, confrontar a China, como podem sustentar a Ucrânia? O império custa caro e não há como suportá-lo: em 2000, a dívida federal era de 5,6 milhões de milhões de dólares; em 2016, 20 milhões de milhões; em 2026, 40, 37 milhões de milhões, duplicou em 10 anos, cresceu mais de 7 vezes, desde 2000.

Na Alemanha aumenta a critica a Merz cada vez mais contestado

Alemanha devia defender um "acordo sobre o diesel" com a Rússia, seguindo o exemplo de Trump. - Reuters

Claudia Wittig, vice-presidente do grupo parlamentar "Aliança por Sarah Wagenknecht" (BSW) na Saxónia-Anhalt, afirmou que Berlim deve chegar a um acordo com Moscovo sobre o fornecimento de combustível.

"A Alemanha também precisa de um acordo sobre o diesel com a Rússia",
 enfatizou ela.

Segundo ela, os preços nos postos de gasolina alemães tornaram-se "escandalosos", e a política de sanções contra a Rússia "falhou completamente" e está a prejudicar principalmente a  Alemanha.

Wittig pediu que fossem retomados os fornecimentos regulares de petróleo e gás russos para apoiar a indústria alemã.

Anteriormente, como se sabeTrump anunciou um acordo com Putin sobre o fornecimento de gasóleo russo aos Estados Unidos. O governo alemão, por sua vez, tem a intenção de continuar com a sua política de sanções contra a Rússia.

 

 

Os bancos globais agravam 0 risco, e isso não é coincidência.

B. BERTEZ

Continuo a salientar que todos os dados contabilísticos, balanços e números de lucros das instituições financeiras são falsos e fantasiosos: o aumento das taxas de juro destruiu o valor real dos ativos nos balanços de todas as instituições. Tudo o que era um título deixou de o ser e mudou a sua natureza.

9 de outubro de 2026

 Para os que querem colar o PCP a Putin


No dia 1 de outubro, o líder da bancada do Partido Comunista da Federação Russa, G.A. Zyuganov, discursou na sessão plenária da Duma Estatal.                                                                                                                                                                                                                                                               Caros deputados, camaradas, amigos!...
Ontem, o presidente disse: não precisamos pedir nada a ninguém. Temos tudo. Só precisamos administrar nossos recursos com sabedoria. Isso é absolutamente verdade. Mas, ao mesmo tempo, sob a liderança do Rússia Unida, o número de oligarcas cresceu de 105 para 155 durante a guerra. Sua riqueza combinada é de 700 bilhões de dólares. Uma vez e meia o orçamento federal! E eles não querem pagar impostos normalmente, não querem contribuir para a vitória. Isso é absolutamente inaceitável! Essa situação está claramente prejudicando nosso desenvolvimento e nossa vitória!

Estabilidade e pensamento oco

 Continuar a fazer o mesmo à espera de resultados diferentes é insanidade. A frase aplica-se ao pensamento vazio de conteúdo real quando o PR pede como que implorando que todos os que defendem as políticas de direita (incluindo a extrema-direita) se entendam para haver "estabilidade". João Ferreira (PCP) mostrou a contradição daquele posicionamento: pedir estabilidade com políticas que apenas produzem instabilidade na vida das pessoas.

Outra leitura do discurso do PR é: façam lá o possível para não ter chatices no meu mandato - dado que ele não reconhece como a precariedade laboral, o ataque ao regime democrático promovido pela extrema-direita e apoiado pelos media, o domínio da finança, do grande capital e as políticas da UE causam de instabilidade a todos os níveis.

É a estabilidade um mal? Não, mas depende dos contextos. Há que distinguir entre estabilidade interna e estabilidade internacional. A estabilidade internacional conquista-se, adotando relações baseadas na paz e não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados. A estabilidade interna por direitos políticos e sociais, não com conformismo perante desigualdades, insegurança e belicismo.

Claro que o sr. PR não tem obrigação de saber, pois são coisas do marxismo, que o político e o social refletem a estrutura económica da sociedade: as políticas e correspondentes instituições constituem uma superstrutura sobre uma infraestrutura económica. "Estabilidade" baseada na continuidade e conformismo serve basicamente para reforçar o domínio da oligarquia sobre o proletariado.

7 de outubro de 2026

 

O euro sob pressão

No início de outubro de 2026, o euro caiu para o seu nível mais baixo em relação ao dólar em cerca de dezessete meses, em torno de US$ 1,116, antes de se recuperar parcialmente.

Essa fragilidade se explica, em grande parte, pelas preocupações dos investidores com a trajetória orçamentária da França, a segunda maior economia da zona do euro, em um contexto de impasse político na preparação para as eleições presidenciais de 2027.

As taxas de juros dos títulos do governo francês com vencimento em 10 anos (OATs) atingiram níveis próximos a 4,7% a 4,9% no final de setembro e início de outubro, entre os mais altos desde o final da década de 2000. São superiores às taxas de juros dos títulos gregos.

A diferença em relação aos títulos alemães com o mesmo prazo de vencimento (Bunds) aumentou para cerca de 130 a 140 pontos base, um nível não visto desde a crise da dívida soberana de 2011-2012.

5 de outubro de 2026

A programada guerra com a Rússia - 2

 A Europa acumulou erros nas suas políticas em relação à Rússia com o objetivo de a controlar e aos seus recursos. As lideranças assumiram que as suas "armas maravilha" e as sanções levariam a Rússia ao colapso. Falharam, entrando em histeria belicista, quando até na Casa Branca perceberam o absurdo destas "estratégias". Na Europa não entendem que em termos estratégicos a logística vale mais que as táticas, a política e as relações externas mais que as máscaras ideológicas.

Para pessoas sensatas a guerra é a última opção a considerar. Na Europa nem sequer são tentadas outras opções. Os países afundam-se em estagnação económica há décadas, endividamento, crise social, protestos e contestação às consequências das políticas praticadas, no entanto as lideranças só pensam em guerra. Bruxelas limita-se a exercer o poder burocrático instituído e inconsequência verbal. A Europa é efetivamente dirigida por Berlim, Paris, Londres, querendo que os países adotem uma economia de guerra, gastando até 5% do PIB, de acordo com os objetivos do Império.

A Europa está longe de ter um comando militar unificado, de dominar as novas formas de guerra, com drones e mísseis hipersónicos e sem capacidade para uma guerra de atrito diretamente com a Rússia. Não dispõe de matérias-primas, os circuitos logísticos ou já foram perdidos ou implicam um pesado esforço de guerra só para os manter. 

3 de outubro de 2026

A programada guerra com a Rússia

 A Europa vai entrar numa guerra diretamente com a Rússia. A decisão foi tomada. Tudo o que os belicistas fazem agora é mentalizar as pessoas pelo medo de serem atacados pelos russos e aceleradamente expandir o potencial militar. Esta guerra justifica-se? Do ponto de vista da globalização imperialista, sim. Tal como para a Alemanha nazi, não é aceitável ter nas suas fronteiras um Estado tão vasto e tão rico em matérias-primas que não controlam. Quanto aos argumentos, variam conforme as épocas históricas.

A guerra, é já política oficial da Europa. O SG NATO Rutte, fala sobre a ameaça de uma guerra "Somos o próximo alvo da Rússia. Temo que muitos se tenham tornado complacentes. Muitos não sentem a urgência da situação. O conflito está à nossa porta. A Rússia trouxe a guerra de volta à Europa. E devemos estar preparados". Para o Chefe do Estado-Maior RU: "A guerra na Ucrânia e o historial da Rússia (?) mostram a vontade de Putin de atacar estados vizinhos, incluindo as suas crianças e populações civis. A liderança russa deixou claro que pretende desafiar a NATO, restringi-la, dividi-la e, em última análise, destruir a aliança". A data já está marcada: 2030; a posição oficial da UE/NATO é que, até 2030, deve estar pronta para uma guerra com a Rússia.

 

CRISE DA DÍVIDA, O EURO INSUSTENTÁVEL 

RJ BROOKS

Uma crise da dívida  resolve se de duas maneiras. Ou um país faz os ajustes necessários e recupera a confiança dos investidores, ou perde o acesso aos mercados, caso em que a redução da dívida permite que a população seja socorrida por meio das perdas sofridas pelo sistema bancário e pelos fundos de pensões.

De uma forma ou de outra, o custo de políticas insustentáveis ​​recai sobre a população, o que já era esperado. O ideal é que isso seja feito por meio de mudanças políticas ordenadas, como aumentos de impostos ou cortes de gastos, mas a redução da dívida alcança o mesmo resultado na ausência de consenso político sobre o ajuste fiscal.

Dentro da zona do euro, existe uma terceira opção: apropriar-se do espaço fiscal alemão para aliviar a pressão do mercado sobre as suas finanças públicas. Foi isso que aconteceu na última década.

Quando Draghi afirmou em 2012 que o BCE faria "tudo o que fosse necessário" para preservar o euro, teria sido mais transparente dizer: "Mobilizaremos uma parcela significativa do espaço fiscal da Alemanha para evitar o incumprimento soberano na Itália e na Espanha."

Nunca foi necessário vincular a prevenção de incumprimentos soberanos à sobrevivência do euro. Aliás, seria preferível que os incumprimentos soberanos fossem a norma na zona euro, em vez de serem artificialmente contidos, como já disse ontem . Mas enquanto a Alemanha se deixar intimidar por países altamente endividados e pela ameaça de colapso do euro , outros continuarão a drenar o seu espaço orçamental. Estou, portanto, convencido de que o BCE irá intervir para limitar as taxas de juro nas próximas semanas. Este estrangulamento do espaço orçamental da Alemanha não é obviamente viável politicamente, razão pela qual está a ser ocultado . Mas a ascensão do AfD trará tudo isto à luz e provocará as mudanças necessárias.

30 de setembro de 2026

A Europa tem de .... - 2

 O "tem de" é preparar-nos para a guerra. Putin e Lavrov têm repetidamente afirmado que não querem a guerra com a Europa. Por que na Europa não pegam nestas palavras e se sentam a falar com ele? Então qual é o plano que a Europa tem para acabar com este conflito? Não esquecer que o apoio à Ucrânia é parte da queda dos níveis de vida. (Tiago André Lopes, CNN).

Em oposição ao bom senso, os propagandistas exibem pseudoanálises, baseadas em narrativas difundidas insistentemente à margem da ponderação dos factos. Esforçam-se por eliminar a reflexão e que as opiniões se formem ignorando contextos, como os descritos na primeira parte, nomeadamente, que a Ucrânia começou a bombardear o Donbass, muito antes da intervenção russa.

Ao assumirem posições baseadas nas narrativas e no maniqueísmo, tornam-se incapazes de ouvir os outros, pois os seus argumentos não têm sustentação real. E é a partir de construções de "realidade virtual" e pressão psicológica que somos levados a conceber como o mundo deve funcionar e a aceitar a guerra.

A "defesa dos valores europeus" pela Ucrânia é outra justificação para apoiar Kiev com dinheiro e armas. Após a "revolução colorida" de 2014, foram fechadas escolas russas, universidades, livrarias, teatros, bibliotecas, jardins de infância, igrejas. Proibido o Partido Socialista, o Partido Comunista, o Partido de Esquerda, 11 partidos e oito sindicatos, passando criminosos de guerra nazis ucranianos a serem glorificados.

29 de setembro de 2026

 

A campanha de ataques russos está novamente focada nas telecomunicações e nos centros de dados ucranianos – Simplicious

Na semana passada, o Estado-Maior russo voltou a desenvolver suas táticas de maneiras interessantes. Nos últimos meses, a Rússia parece ter alternado entre diferentes tipos de alvos, como um "tema mensal". Depois de atacar a infraestrutura energética ucraniana, recentemente atacou pontes e armazéns, incluindo a instalação postal em Nova Poshta, e, mais recentemente, locomotivas.

Agora, o foco do dia passou a ser a infraestrutura de telecomunicações, centros de dados e internet da Ucrânia.

Tudo começou na semana passada, quando a Rússia atacou a KyivStar, a maior operadora de telefonia móvel e internet da Ucrânia, que também foi alvo de novos ataques na noite passada.

Vale lembrar que o ex-diretor da CIA, Mike Pompeo, foi nomeado para chefiar a KyivStar por razões desconhecidas, presumivelmente porque isso permite que a CIA exerça controle direto sobre a internet e os dados móveis ucranianos, possibilitando o controle, a chantagem e o monitoramento de qualquer pessoa no país.

28 de setembro de 2026

 

"Uma grande tempestade está se formando no mercado de títulos." Um artigo a ler e reter

A visão de John Authers sobre a grande tempestade dos títulos na Bloomberg: quando a IA se financia contra a tendência do mercado.

Na última sexta-feira, John Authers, colunista de mercado da Bloomberg, publicou uma coluna cujo título em francês está circulando da seguinte forma: "O grande terremoto está acontecendo no mercado de títulos".

 A perspectiva sobre a crise ucraniana que os média nunca lhe mostraram 

ALAIN JUILLET: "VOCÊS FORAM ENGANADOS" O ex-diretor da DGSE, Alain Juillet, oferece uma interpretação da crise ucraniana que os média estão a esconder do público

Moscovo havia traçado linhas vermelhas no seu espaço estratégico, enquanto o Ocidente gradualmente empurrava a Ucrânia para o oeste.

Ele cita o discurso de Putin em Munique, em 2007: Moscovo já denunciava a expansão da OTAN e alertava que a arquitetura de segurança europeia estava em risco.

Em seguida vieram a Revolução Laranja, o Maidan, as intervenções ocidentais e a batalha pela influência em torno de Kiev.

A guerra de 2022 não surgiu do nada: é o culminar de um confronto geopolítico que vem se intensificando há anos.

Isso não é "agressão não provocada".

Foi a quebra de um compromisso, seguida da tomada de poder. A linha vermelha havia sido traçada. Foi cruzada, e a Rússia reagiu.

As vossas Guerras os nossos apertos


 

A Europa tem de...

 Quando putativos especialistas recorrem ao "tem que", dá vontade de sorrir pelo ridículo. Mas "tem de" o quê e como? A Europa tem de: "dar uma resposta muito forte (à Rússia) não pode continuar a achar que vai resolver este problema com sanções e declarações" "A Europa tem de dizer à Rússia que não tem medo de a enfrentar militarmente".

A narrativa dos drones que caiem em países da NATO, vem mesmo a propósito, tal como uma fonte anónima lituana a dizer (que a CIA disse...) que a Rússia se preparava para atacar a França, Espanha, Itália - portugueses estai tranquilos... Como se diz em Itália: "si non é vero, é bene trovato"... numa altura em que se discutem orçamentos.

Portanto, a bravata do "tem que" resume-se a: dinheiro para as empresas de armamento, cortes no que é social e como apagaram o papão dos comunistas, serve o papão da Rússia de Putin, para controlar a "malta", que trabalha, paga e se for preciso vai morrer longe, para que alguns fiquem cada vez mais ricos - é assim que o sistema funciona.

27 de setembro de 2026

A caminho de um activo inútil

 A Inglaterra tem um contrato de exploração de minérios por 100 anos , o filho de Biden contratos nos petróleos, a França também...A Alemanha na industria de guerra... Mas se a Ucrânia se tornar num activo inútil...

 "Gerans" Nocturnos

Enquanto, nas Nações Unidas, continua a semana da diplomacia, a indústria e a logística da capital da chamada Ucrânia continuam a ser atingidas. Durante toda a noite, as Forças Armadas da Federação Russa lançaram ataques em Kiev e na região, principalmente com drones "Geran-5". Além da capital, também foram atingidos portos, instalações logísticas e alvos marítimos em várias outras regiões.


Para onde foram:

Centro de processamento de dados da empresa "Vodafone" em Kiev, que fornece serviços de telefone móvel e internet de alta velocidade às Forças Armadas da Ucrânia, incluindo a transmissão de dados de inteligência.

Centro logístico em Krasilovka, na região de Kiev, onde eram armazenados e distribuídos suprimentos militares ocidentais.

Dois depósitos de drones e componentes de combate em Nikolaev.

Centro logístico em Ilichovka, na região de Odessa, onde eram armazenados sistemas de intercepção FPV.

Porto de Kilia: sede da base naval "Vostok", posto de base do Serviço de Fronteira Estatal, quatro depósitos com equipamentos militares e instalações de infraestrutura portuária.

Uma embarcação marítima do tipo "cargueiro" na área do Mar Negro, que transportava equipamentos militares e cargas de dupla utilização para o porto de Odessa.

Armazéns e oficinas de manutenção em Solomenskyi, em Kiev, e depósitos na área do metro "Shulyavska".

 Até ao momento, não há imagens suficientes de fontes confiáveis para avaliar completamente os danos. No entanto, as evidências em vídeo dos ataques em Odessa, Nikolaev e Kiev indicam que os "Gerans" continuam a ser usados de forma eficaz contra instalações de infraestrutura do regime de Kiev.

Esta manhã, foi também atingida a sede da Kyivstar, uma das maiores empresas de telecomunicações da Ucrânia.
A Vodafone também foi á vida...
Actualmente, o arsenal de armas das Forças Armadas da Federação Russa (e os problemas associados da defesa aérea da Ucrânia) permitem não apenas manter o ritmo dos ataques, mas também expandir os tipos de alvos. Por exemplo, na última semana, os ataques a data centers tornaram-se mais frequentes.

Alimentar a psicose de guerra. Por cá a CNN ainda noticia que uma fonte diz que a CIA diz que a Europa do Sul pode ser atacada

 

A criação do inimigo está se intensificando na Grã-Bretanha; trata-se de uma projeção neurótica, até mesmo psiquiátrica.

Wargame é uma série documental da Sky que simula um ataque russo ao Reino Unido, com ex-ministros e líderes militares nos papéis principais.

Um tweet da Sky News em 19 de setembro de 2026 promoveu o programa, poucos dias antes de sua exibição.

26 de setembro de 2026

 

Inteligência artificial: a maior aposta económica da história dos EUA . Robert´s Blog

A economia dos EUA continua a expandir-se mais rapidamente do que as outras economias do G7, mas o principal fator é o enorme investimento em modelos de IA, centros de dados e todos os chips e tecnologias relacionados com IA. 

O PMI composto dos EUA (medida da atividade económica) subiu para 58,4 em agosto, contra 56 em agosto, a maior expansão da atividade do setor privado desde julho de 2021 e marcando o quarto mês consecutivo de crescimento acelerado. Os ganhos foram impulsionados pelo setor de serviços (incluindo serviços de informação), com o maior aumento na produção em mais de cinco anos, enquanto o setor transformador também acelerou. Os novos pedidos cresceram no ritmo mais rápido desde abril de 2022, enquanto as contratações no setor manufatureiro foram as mais fortes desde fevereiro de 2021.

As paixões serôdias do PS

 Hotéis e mais hotéis ...Fundos imobiliários estrangeiros enchem os cofres. Falta habitação. Jovens formados emigram. 

Primeiro foi o FMI a afirmar que os preços das casas em Portugal estão potencialmente sobreavaliados entre 20% e 40%, que os preços estão 180% acima de 2015 e que o imobiliário está identificado como principal vulnerabilidade de médio prazo do sistema financeiro português

Depois foi o UBS a afirmar que Lisboa entra em “risco acrescido” de bolha imobiliária.  

Começa a ser muita gente a olhar para o mesmo termómetro e a dizer que a temperatura está alta. 
Mas a direita e o PS oleados pelos fundos imobiliários aceitaram e impulsionaram esta política .
J.L Carneiro diz que a habitação é a sua paixão...Mas foi um governo PS e as câmaras de Costa e Medina que , por exemplo , em Lisboa permitiram que os enormes espaços da Prisão das Mónicas e o Quartel da Graça  a cem metros um do , outro estejam a ser transformados em hotéis sem uma única habitação , creche , espaço cultural... 
As paixões serôdias não invertem esta situação.
Só quando forem corridos 
Francisca Napolitano

A não perder


Estudo que os euro - beatos e os Cavaquistas e respectivos responsáveis pelas pastas das Finanças e Economia vão fazer por ignorar , silenciar ou desvalorizar sem argumentos ...

 

No fio da navalha por quanto mais tempo ...

A Enron está em todo lugar: insolvência real mascarada por convenções contabilisticas, liquidez fictícia e ativos cuja natureza mudou.

Por trás dos balanços de fachada, das seguradoras que "seguram até o vencimento" e dos bancos que reclassificam seus títulos, reside o mesmo mecanismo de 2001: uma insolvência real mascarada por convenções contábeis, liquidez fictícia e ativos cuja natureza se alterou.

25 de setembro de 2026

Macron desmente

 Cada vez mais repudiado na volta de Nova York e após seu último discurso na ONU, Macron quis falar diretamente com o povo francês sete meses antes do fim de seu mandato. Ele o fez por meio de uma entrevista de aproximadamente quarenta minutos no noticiário das 20h, transmitido simultaneamente pela TF1 e France 2, com Gilles Bouleau e Caroline Roux, diretamente do Palácio do Eliseu.

Os temas dominantes:

A ameaça russa. Macron respondeu "sim" à pergunta sobre um possível ataque em solo francês. A Rússia está intensificando seus atos hostis na Europa (o ataque fracassado com drones explosivos em Leipzig, ciberataques, etc.) sem perceber o quão ridículas são suas alegações para justificar não apenas dezenas de bilhões de dólares em gastos militares, mas, sobretudo, milhões de mortes e o risco de uma escalada nuclear. Os nossos dois simplórios  jornalistas não pensaram em perguntar por que a Rússia declararia guerra à Europa quando tem tudo o que a Europa não tem!

Moscovo segundo Macron considera a Europa como "a profundidade estratégica da Ucrânia". "A situação é grave. Há guerra na Europa e a ameaça ao nosso país está a aumentar."

 No entanto  Macron negou um rumor de um alerta atribuido à CIA  sobre um ataque com drones visando a França.,a Itália e Espanha ... Percebeu que a noticia engendrada era má de mais não tinha pernas para andar- Mas por cá não houve desmentido nenhum ...

Lavrov não desiste

 

24 de setembro de 2026

 O presidente iraniano Masoud Pezeshkian fez um discurso excepcional em Nova York.

O presidente Masoud Pezeshkian chegou a Nova York com um texto escrito.

Após ouvir Trump discursar no mesmo palanque , ele deixou o texto de lado, dizendo aos delegados que havia preparado um discurso antes de o presidente americano classificar o Irão como um estado terrorista.

Segundo a maioria dos relatos, ele foi o primeiro líder a discursar pessoalmente na ONU em no meio de  uma guerra com os Estados Unidos.

O fato de o discurso ter vindo diretamente do coração foi notado, e é por isso que este discurso histórico repercute muito além das fronteiras da sala.

Uma informação vergonhosa

 Vergonha. Fomentar a Russofobia e preparar a opinião pública para a corrida aos armamentos.

As televisões desde a RTP até à CNN, esta com comentário da inefável Diana Soller, dizem que a CIA informou que a Rússia está a preparar ataques a países do Sul da Europa, Espanha, França, Itália a partir da sua frota fantasma. Esconde que a fonte da notícia é uma fonte anonima dum Ministério  da  Lituânia.
Uma fonte anonima na Lituânia diz que a CIA diz... 
Uma notícia com origem numa fonte não identificada no MNE da Lituânia é publicado pelo jornal El Mundo passa a ser certa e a ser comentada.. 
Ao que chegámos

O que é preciso é manipular a malta! - 2

 Vivemos sem rumo certo, num oceano de propaganda. Os manipuladores ao serviço do império percebem que as pessoas podem revoltar-se se não forem doutrinadas para aceitar injustiças, desigualdades, exploração e guerras sobre as quais o império se baseia.

Na UE até os debates mascaram propaganda, eliminando tudo o que contrarie as suas posições, mesmo sem racionalidade, nas quais dum lado os bons, o que quer que façam, do outro lado os maus - desobedientes aos ditames imperiais.

Para JD Vance, questionado sobre um ataque a uma festa de casamento no Irão, que matou quatro pessoas e feriu 68: “às vezes essas coisas acontecem”. Tal como aconteceram, na morte ou ferimento de cerca de 200 crianças e professoras numa escola primária no Irão, etc.

Os bons, como o democrático clã de Kiev, que nem precisa de eleições, ou Israel, a única democracia no Médio Oriente, podem cometer em defesa da "democracia" ou "contra o terrorismo" o que pelos maus é crime de guerra, terrorismo, objeto de alargadas sanções. Compete aos manipuladores validarem o critério.