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3 de setembro de 2026

Carta de Veteranos de inteligência dos EUA, sobre o desastre da guerra na Ucrânia

 "Comentadores" e "especialistas", aparentemente guiados por sites especializados que diariamente - ao longo dos anos - apresentam "factos" a conduzirem a Rússia à derrota, fariam bem em atentar no que diz quem tem sabe do que fala: profissionais dos serviços de informações (inteligência) inclusive militares.

Reportamos um Memorando, preparado para Trump, por Profissionais Veteranos de Inteligência para a Sanidade (VIPS). 
Assunto: Discurso Perigoso sobre a "derrota" de Putin na Ucrânia
Prezado Presidente Trump:

O New York Times relatou que as perspetivas para a Rússia na Ucrânia são "sombrias." O diretor da CIA, John Ratcliffe, teria explicado isso aos russos em Moscovo. Ele teria instado a que "fechassem um acordo antes que a sua situação militar e económica piorasse."

Acreditamos que é orquestrado pelo mesmo tipo de génios que disseram ao presidente Joe Biden para anunciar em 13 de julho de 2023, num importante discurso em Helsínquia, que os russos "já tinham perdido a guerra" na Ucrânia.

Sugerimos que "verifique os pneus" se tentarem vender-lhe essa mesma viatura. Nada poderia estar mais longe da verdade. Seu antecessor foi mal servido pela inteligência. Suspeitamos que esteja recebendo o mesmo tratamento tendencioso dos seus próprios conselheiros. De facto, muitos deles parecem inconcebivelmente descontraídos em arriscar uma guerra mais ampla com a Rússia por causa da Ucrânia.

2 de setembro de 2026

Leipzig apresenta todas as características de uma operação de falsa bandeira. - Korybko

Foi implementada para justificar a transformação da economia alemã  em uma economia de guerra, desviar a atenção dos problemas daí resultantes e legitimar uma futura escalada grave contra a Rússia.

A Alemanha acusou a Rússia de ser responsável pelo incidente do mês passado em Leipzig. Um drone carregado com explosivos foi descoberto na pista perto de aviões de carga ucranianos. Outro drone teria colidido com um avião de carga durante o pouso, mas não explodiu. Um terceiro drone foi encontrado posteriormente nas proximidades. Putin condenou as acusações, alegando que se tratava de uma operação de falsa bandeira e que as provas haviam sido fabricadas. Ele também sugeriu que  o governo estava tentando desviar a atenção de problemas internos semeando o medo.

Defensores da causa ucraniana

 A propaganda continua a procurar convencer que a Ucrânia está a vencer e o apoio permanente a Kiev se justifica. Nada poderia estar mais longe da verdade! Para a propaganda isso pouco importa: "A Ucrânia está numa situação melhor do que há um ano", "há motivos para Zelensky celebrar". Francisco Pereira Coutinho (CNN). "A Ucrânia ainda tem todas as hipóteses de ganhar." Azeredo Lopes (CNN) A Rússia "quer mostrar que tem força", "o moral está afetado", há uma "janela de oportunidade" para mais ataques da Ucrânia, Pedro Costa Mendes, (CNN). Rui Henriques Santos, (CNN), recorda-nos que "a Rússia é uma espécie de Burkina-Fasso com hidrocarbonetos e armas nucleares" . Etc., etc. Mas de que tipo de absurdos é que estão a falar? 

Segundo o ex-chefe de gabinete do Departamento de Estado, Lawrence Wilkerson, a CIA, o MI6 e o Mossad, passaram anos moldando a política europeia. CIA e USAID canalizaram milhares de milhões de dólares para influenciar os media, líderes sindicais, políticos e governos na Europa. Ele próprio ajudou a impulsionar a candidatura de Stoltenberg a SG da OTAN, considerado suficientemente maleável, Rutte teve abordagem semelhante. A influência americana deixou a liderança política europeia cada vez mais alinhada com Washington em detrimento dos próprios interesses da Europa.

A propaganda promove a imagem de uma Ucrânia democrática, cheia de patriotas entusiasmados com uma guerra até a Rússia colapsar. Isto é ficção, apenas uma minoria quer continuar a sofrer esta guerra. Mas isso não conta para os amigos da "causa ucraniana".

1 de setembro de 2026

A declaração que levou a CIA a Moscovo O Ocidente foi avisado

Se em duas semanas Moscovo estrangulou a distribuição e exportação da Ucrânia a continuação será o desastre. Depois a CIA sabe que a Rússia não está a fazer blufe com a Inglaterra . Trump , melhor dizendo a CIa advertiu o reino Unido  isto é o MI6

 “Qualquer instalação ou equipamento militar britânico, esteja localizado na Ucrânia ou no exterior, pode ser considerado um alvo legítimo em retaliação a ataques ucranianos realizados em solo russo com armamento britânico. Os cúmplices de crimes de guerra, incluindo ações contra a nossa população civil, serão punidos proporcionalmente aos seus atos.”


“Qualquer tentativa de infligir uma ‘derrota estratégica’ à Rússia está fadada ao fracasso, mesmo que Londres já esteja profundamente envolvida. Exortamos todos os residentes do Reino Unido a considerarem as inevitáveis ​​consequências catastróficas das ações hostis do seu próprio governo.”

Em seguida, um vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia fez outra observação interessante, sugerindo que o conflito poderia ser resolvido assim que Kiev fosse colocada sob administração internacional:

https://www.pnp.ru/politics/mid-vneshnee-upravlenie-v-kieve-moglo-by-otkryt-put-k-uregulirovaniyu.html

A governança externa em Kiev sob os auspícios da ONU poderia abrir caminho para uma solução diplomática. Essa declaração foi feita por Mikhail Galuzin, vice-ministro das Relações Exteriores, em entrevista à RIA Novosti em 29 de agosto.

 Por que as poupanças europeias ainda financiam os Estados Unidos, apesar da desilusão decorrente da postura de Donald Trump?

A questão não é diplomática. É, antes de tudo, uma questão de renda.

O capital europeu — ações, dívida corporativa, capital de risco, liquidez de mercado — não oferece um retorno ajustado ao risco e liquidez considerado satisfatório.

Títulos do Tesouro americano, ações dos EUA e o dólar são meramente o suporte para essa saída de capital. Enquanto essa lacuna permanecer aberta, nem o ressentimento em relação a Washington, nem o financiamento para a Ucrânia, nem um conflito sobre a Groenlândia trarão as poupanças de volta para casa.

Desde 2020, os títulos do Tesouro em circulação registados no Reino Unido, Bélgica, Luxemburgo e França aumentaram acentuadamente, enquanto a China reduziu os seus.

30 de agosto de 2026

O imperialismo sem mascara

 O exemplo do Irão mostra-nos que o  império na sua forma mais desbragada com Trump ou na sua forma mais polida , como por exemplo , com Obama , não muda de natureza.

Numa  mensagem em sua conta no LinkedIn, o Ministro das Relações Exteriores, Seyed Abbas Araqchi, analisou uma série de táticas de pressão fracassadas empregadas por Washington contra Teerã ao longo de sua história.

Ele lembrou que, há 14 anos, “as sanções mais devastadoras da história”, declaradas durante o governo de Barack Obama contra o Irão, “fracassaram”. Segundo o ministro das Relações Exteriores iraniano, em 2018 a “pressão máxima” imposta pelo governo de Donald Trump contra o Irão também “fracassou”. Fracassará em 2026


O Império e a "Escola Austríaca" : 


Noticiado , mas não comentado

 Uma vergonha . O farsante , cabeça de coca apareceu na televisão a lavar as mãos como Pilatos condenando os que colocaram depósitos de armas perto de zonas residenciais , como se ele não soubesse , como se ele não tivesse autorizado , como se a Ucrânia não o tivesse feito desde sempre-Zelenshy ao vivo . sem cosmética

 O número de mortos devido à detonação de munições no armazém da empresa Fire Point, na aldeia de Milaya, na região de Kiev, subiu para 37 pessoas.

Desses, 34 morreram numa residência para idosos localizada perto do armazém que explodiu.

No entanto, aos representantes da "elite" governante ucraniana, que utilizam camiões civis como lançadores de drones kamikaze, ambulâncias para o transporte de pessoal militar e igrejas , hospitais e centros comerciais , como pontos de implantação temporária e postos de comando, isso pouco lhes importa.

Chris Hedges: os media e o genocídio em Gaza

 Os media ocidentais produzem consentimento para o genocídio. Décadas de ocupação e apartheid são tornadas normais, as violações do direito internacional por Israel são apagadas perpetuando a sua vitimização.

O trabalho de jornalistas palestinos em Gaza é desacreditado e demonizado. Pelo menos 220 foram mortos por Israel entre outubro de 2023 e agosto de 2025. Os media aceitam a rígida censura israelita e a recusa em permitir repórteres estrangeiros em Gaza, procurando mascarar crimes de guerra. Amplificaram mentiras de bebés decapitados a agressões sexuais contra mulheres israelitas em 7 de outubro, para obscurecer a verdade.

Ao escrever sobre Gaza, os verbos estão no passivo, não há assunto, ninguém é responsável. O genocídio é como um "caso de força maior", não é diferente de um terremoto ou tsunami. Formulações opacas como "ciclo de violência" ou "confrontos" distorcem e falsificam a realidade. Porém, "se o pensamento corrompe a linguagem, a linguagem também pode corromper o pensamento", George Orwell.

Termos como "genocídio", "atrocidade", "limpeza étnica" e "territórios ocupados" desaparecem das reportagens sobre palestinos, cuja resistência é descrita como "selvagem" e "bárbara". Bombardeamentos de saturação por Israel tornam-se "ataques cirúrgicos"; a fome como arma, "escassez de alimentos"; a morte de civis desarmados, incluindo crianças, "confrontos", assassinatos extrajudiciais de jornalistas ou médicos, "mortos".

29 de agosto de 2026

A  "imprensa livre ", como lhe chamam ao serviço da desinformação de massas. «Propaganda pura e dura»


O ex-correspondente do jornal The Guardian, Saeid Kamali Dehghan, confessou ter fabricado um artigo de 2010 – uma suposta "entrevista exclusiva" com a iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, que supostamente foi condenada à lapidação.
O artigo foi publicado na primeira página a 7 de agosto de 2010 e causou um escândalo internacional: políticos ocidentais exigiram a libertação da mulher, e o Irão foi pressionado pelos serviços diplomáticos de vários países.


A declaração de Dehghan: "Quero ser transparente sobre o artigo que escrevi para o Guardian. Foi apresentado como uma entrevista exclusiva com Sakineh Ashtiani. Essa entrevista nunca existiu. Eu inventei todo o artigo. Uma história completamente falsa. Assumo total responsabilidade."

28 de agosto de 2026

40 milhões de milhões de dólares - 2

 A dívida federal representa 122,7% do PIB, mas incluindo a dos Estados e locais atinge 133,1% do PIB. A dívida total, incluindo empresas e particulares, é 350% do PIB. Um paraíso para a finança que recebe de juros mais de 7 milhões de milhões de dólares anualmente. É esta a política que a direita copi com os cantos de sereia de menos impostos "mais dinheiro na carteira". De facto, nos EUA, impostos federais e direitos aduaneiros representam 17,1% do PIB, em Portugal 37,1% em 2024, anteriormente cerca de 40%. Não por coincidência, os portugueses vivem cada vez pior.

Ora os EUA não conseguem erradicar a pobreza (quase 40 milhões pobres), centenas de milhares sem abrigo, mortes por excesso de drogas, etc. Na realidade, dado o endividamento, em termos líquidos a maioria é pobre, envolvida em permanentes guerras para satisfazer as transnacionais e a oligarquia financeira que vive da especulação e dos juros. Os dirigentes políticos limitam-se a satisfazer a camada oligárquica que controla com seu dinheiro as eleições. O défice comercial (apesar das tarifas) está em 704 mil milhões de dólares, o petróleo importado representa 242 mil milhões e o défice com a China é de 160 mil milhões.

O império já não consegue suportar as despesas que a sua manutenção acarreta, os aliados têm de a pagar com tarifas comerciais e despesas militares acrescidas. Faz lembrar a fase terminal do império romano chamando "povos bárbaros" em apoio às suas legiões.

Transferência recusada . Fundos insuficientes -

 

A Ucrânia pode ter acabado de inventar uma nova doutrina militar: a guerra contra o pagamento diferido. Não se ganha mais terreno, ganha-se tempo. E quando chega o prazo final, liga-se para Bruxelas.

A dívida pública da Ucrânia terá ultrapassado os 105% do PIB, atingindo os 212,4 mil milhões de dólares. Mas não se preocupem: na linguagem euro-atlântica, isto não é provavelmente dívida. É um “mecanismo financeiro de resiliência estratégica”. A 150%, estaremos sem dúvida a falar de “soberania fiscal reforçada”.

A VER

 


Até o Figaro mesmo com reaccioarice se vê obrigado a avisar os sonâmbulos

EUROPEUS:
A CAMINHO DA 3ª GUERRA MUNDIAL, COMO SONÂMBULOS?

 Renaud Girard no Figaro 

"Enquanto o leste do continente enfrenta uma perigosa escalada rumo aos extremos há quatro anos e meio, com a guerra na Ucrânia, devemos  fazer a mesma pergunta de 1914.

O novo primeiro-ministro britânico escolheu a Ucrânia para sua primeira viagem oficial ao exterior. Em 24 de agosto de 2026, dia da festa nacional em Kiev, Andy Burnham não chegou de mãos vazias.

Ele anunciou que, em coordenação com a França e na sequência desta, autorizou a fabricante europeia de mísseis MBDA a fornecer seus segredos de fabricação à Ucrânia, para que o país possa produzir em seu próprio território mísseis de cruzeiro Storm Shadow (conhecidos como Scalp na França).

26 de agosto de 2026

As coisas complicam se para o Império habituado ao quero , posso e mando...

Iemenitas atacam um navio saudita a mais de 1.000 km de distância, provando que o Irão evitou atacar a Marinha dos EUA.

Os houthis conseguiram atingir um navio saudita a aproximadamente 1.000 quilômetros de sua base habitual. O grupo iemenita alinhado ao Irã, os houthis, alvejaram o petroleiro saudita Amzan na costa de Yanbu, um importante porto petrolífero na região norte do Mar Vermelho, na Arábia Saudita.

25 de agosto de 2026

40 milhões de milhões de dólares - 1

 A dívida federal dos EUA ultrapassou os 40 milhões de milhões de dólares (122,7% do PIB), crescendo 1,3 milhões de milhões por ano desde 2000. Pode um império sobreviver desta forma? Não. Pode ameaçar, aplicar sanções, mas que só podem ser parcialmente seguidas e se voltam contra os que as aplicam. Podem fazer guerras e bombardear? Podem, mas a quem? E com que consequências para os próprios EUA e aliados?

A política externa dos EUA é um conjunto de avanços e recuos inconsequentes e não apenas com Trump, o que se passou com Bush, Obama ou Biden, não foi muito diferente, contudo o agravamento das contradições internas e externas torna mais evidente o desempenho do "império do caos" (Pablo Escobar).

A guerra com o Irão demonstrou a incapacidade dos EUA manterem as suas bases e os seus aliados em segurança. Agora o Pentágono avalia o nível de presença militar que os EUA podem ou devem manter no Médio Oriente após o fim da guerra com o Irão, uma guerra que custou até agora cerca de 113 mil milhões de dólares, com custos de reconstrução das bases incertos. As destruições levadas a cabo pelo Irão tornam a reconstrução completa dificilmente viável, numa altura em que os EUA pretendem libertar recursos para se concentrarem contra a China.