Se
o Irão
sobreviver e resistir
a guerra de Trump contra a China e os BRICS vai colapsar. Por
outro lado os EUA também
procuram
estabelecer a hegemonia israelita em toda a Ásia Ocidental.
O
conflito é
assim
uma batalha existencial
tanto para a hegemonia geopolítica dos EUA como da China. É de
momento
travada entre as capacidades de mísseis e intercetadores do Irão
e
as dos Estados Unidos e Israel.
Segundo
o
plano inicial a
derrota
militar do Irão
e
a decapitação da
sua liderança,
levariam a um surto de ressentimento popular
que
traria o
Irão
para
a
esfera ocidental.
Porém,
o
Irão
mantém
a
iniciativa.
O Estado não colapsou
e
está retaliando golpe após golpe com drones e mísseis atingindo as
bases
militares dos EUA no
Golfo e Israel com mísseis hipersônicos - pela
primeira vez
-
com múltiplas ogivas direcionais.
Os Estados do Golfo estão prestes
a
esgotar
os seus estoques de intercetadores - pedindo aos EUA um
fim rápido e diplomático do conflito, a fim de evitar uma escalada
regional e um choque prolongado nos preços da energia. As
reservas de defesa aérea israelo-americanas,
também
estão profundamente corroídas, com
o Irão
inicialmente enviando
mísseis e drones antigos para esgotar as defesas aéreas. Os mísseis
de alta qualidade do Irão,
com
velocidades superiores a Mach 4, mostram-se
intocáveis pelas defesas israelitas.