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24 de agosto de 2026

Os idiotas

 Os idiotas

Os idiotas do comentário que são a voz do dono nas televisões portuguesas  ainda não  perceberam o que significa a  China ter afirmado que nunca deixará cair a Rússia.
Ainda nao se deram conta que a China  produz praticamente todos os bens de consumo que se vendem no Ocidente. Ainda não se deram conta que a China vende - os a preco de custo à Russia e que ampara a economia russa e o consumo no que esta necessita.
Quando os idiotas em gaudio  perguntam ao Gen Agostinho Costa se a economia russa não está seriamente afectada e com escassez de bens de consumo, com os ataques deliberados  da Ucrânia a empresas de distribuição, , logistica e de energia privados, esquecem se do maior  fornecedor mundial chamado China."
Francisca Napolitano

Os Ucranetes

 

Chamemos-lhes, por comodidade, «ucranetes»: aquela curiosa espécie de adepto incondicional da Ucrânia e de Zelensky para quem qualquer crítica a Kiev é automaticamente uma defesa da Rússia, qualquer pergunta sobre corrupção é propaganda de Putin e qualquer tentativa de discutir factos exige primeiro uma declaração pública de fidelidade à causa. Antes de mencionar um caso de corrupção em Kiev convém esclarecer que Putin é mau, que a invasão é condenável e, se houver tempo, dizer qualquer coisa sobre a Crimeia. Só depois desta pequena cerimónia de purificação se pode, talvez, perguntar onde foi parar o dinheiro. E mesmo assim há riscos.

Uma Nação de piratas

Gen. Carlos Branco

 Refiro-me à Inglaterra ou se quisermos à Grã-Bretanha. O tema dava para uma tese de doutoramento. Recuando no tempo, convém lembrar como durante os séculos XVI e XVII, a monarquia inglesa abraçou a pirataria como um instrumento de política externa e como no século XVIII a descartou quando já não lhe era conveniente, como a considerou fora da lei e passou a perseguir os piratas. Este princípio da conveniência com pouco apego a princípios éticos tem vindo a nortear a política externa inglesa desde então.

22 de agosto de 2026

 Putin fala de um "cenário catastrófico" para a Ucrânia.

Kiev "libertou o génio da lâmpada" ao atacar a infraestrutura económica e agora está sofrendo as consequências, disse o presidente russo.

A Ucrânia enfrenta um "cenário catastrófico" devido aos ataques retaliatórios russos após "abrir a caixa de Pandora" com seus ataques à infraestrutura económica e civil, disse o presidente Vladimir Putin este sábado.

21 de agosto de 2026

A Ucrânia mal tratada pelo leste e pelo oeste

 Segundo Dimitri Orlov a Ucrânia recebeu “trato injusto” tanto do leste quanto do oeste: do leste, a combinação do traidor Gorbachov com o presidente bêbado Yeltsin deixou a Ucrânia à deriva num mundo hostil e ignorou-a enquanto lutava contra a “máfia russa”. Vindo do oeste, havia intermináveis promessas de riqueza: “Juntem-se a nós! Entrem para a NATO! Entrem para a UE!"

Havia também um núcleo de oportunistas políticos que achavam que poderiam conquistar uma posição para si mesmos afastando-se da Rússia, colocando a Ucrânia refém do ocidente.

Em 1991, não incluindo a parte europeia da Rússia (quase 4 milhões de km2) a antiga Ucrânia era com 603 549 km2 o maior país europeu. Agora, sem a Crimeia, Donetsk, Lugansk, Zaporozhye e Kherson, tem apenas cerca de 450 000 km2, menos um quarto do seu território. Em termos de população, outro indicador do seu colapso, diminuiu de 52 milhões para 28 a 31 milhões, segundo dados oficiais que não registam com precisão os ucranianos no exterior, os soldados mortos, os que fugiram. Estimativas não oficiais apontam para 20 a 23 milhões. Uma perda populacional de 45%, maior que a Bulgária (menos 28%) e os Bálticos (menos 25%)Não incluindo as doações internacionais a produção económica real, ajustada pela inflação, caiu para metade desde 1991.

Zelensky na corda bamba

 Duplo golpe contra a "Bankova"

Novo ataque do NABU e gesto de Fedorov

O Escritório Nacional Anticorrupção (NABU) anunciou uma operação especial contra uma organização criminosa liderada por atuais e ex-deputados da Верховная Рада, com a participação de altos funcionários do gabinete de Zelensky.

Quem está no alvo?

As buscas estão sendo realizadas na casa da vice-chefe do gabinete presidencial, Irina Mudraia, e, segundo a mídia local, o caso envolve o deputado da ex-"Plataforma da Oposição - Para a Vida", Vadym Stolar, o ex-deputado Maxim Nikitás, bem como funcionários do Ministério da Justiça e representantes do "Sens Bank" (antigo Alfa-Bank Ukraine).

O NABU e o САП prometem divulgar mais detalhes posteriormente, mas, paralelamente, as autoridades já estão preparando acusações contra o ex-chefe do gabinete presidencial, Andrei Yermak (já é a segunda vez), e o ex-negociador David Arakhamia. 

A coincidência temporal é reveladora: literalmente no dia anterior, 18 de agosto, o ex-ministro da Defesa, Mikhail Fedorov, divulgou um vídeo com um apelo para que fossem realizadas eleições na Ucrânia, mesmo em meio à guerra prolongada, afirmando que "a democracia não pode ser refém da Rússia".

O gabinete de Zelensky reagiu com cautela, afirmando não ter objeções em princípio às eleições, mas citando problemas de segurança para a organização do voto. O mandato de Zelensky como presidente expirou em maio de 2024, o que há muito levanta questões sobre sua legitimidade.

19 de agosto de 2026

Um filme que já foi visto

 

Wall Street, entre Ponzi e Enron. Da crise do subprime à crise dos tokens.

Utilizar imóveis, cujos preços continuam a subir, como garantia para empréstimos arriscados negociados por meio de sofisticados instrumentos financeiros de Wall Street (ABS, CDO, "CDO ao quadrado", CDOs sintéticos, SIVs, etc.) funcionou maravilhosamente bem... até que o financiamento de empréstimos hipotecários arriscados se tornou abruptamente mais restrito e os preços dos imóveis se afundaram.

Desta vez, Wall Street vai ainda mais longe!

O paradoxo da IA: o mercado de ações e os bancos estão apostando em um ativo cujos preços estão em queda livre…

Durante o boom imobiliário dos anos 2000, as bolsas de valores e os bancos apostaram maciçamente em um ativo que acreditavam estar destinado a subir indefinidamente: o setor imobiliário.

Preços em constante ascensão, alavancagem infinita, securitização, empréstimos a qualquer custo.

Sabemos o que aconteceu em seguida: a crença no crescimento eterno causou o colapso e a repulsa.

Hoje, com o boom da inteligência artificial, o padrão parece invertido... e, no entanto, igualmente perigoso.