A UE foi desde o início do "projeto europeu" nos anos 1950, um objetivo liberal, o que hoje se designa neoliberal. Para o impor foi necessário eliminar as orientações de esquerda, até à social-democracia de "centro-esquerda", recorrendo à conspiração assassinatos físicos ou políticos. São exemplos a Operação Gládio, Olof Palme, Aldo Moro (poderíamos incluir Shimon Perez), Willy Brandt, Jeremy Corbin, etc.
Sendo a estrutura económica determinante política e socialmente, o liberalismo, com suas contradições, dando todo o poder ao capital através de uma enviesada noção de defesa da propriedade privada, sobrepõe-se aos direitos sociais, designadamente laborais.
A UE, de forma geral a Europa, vive agora crises que se têm agravado de forma constante. Tornou-se no que vem da antiguidade grega: uma quimera, o mito, a fantasia que se transformam em monstro, em pesadelo.
O federalismo foi uma fuga para mascarar as debilidades estruturais do sistema baseado em mitos, transformados em dogmas à margem da realidades objetiva, pensando que podem ser mantidos por mais intensa propaganda.
O maior aliado - talvez o único - da Europa, os EUA, impõem-lhes tarifas ao que choca com os interesses das suas empresas. Nomeadamente, os EUA vão aumentar as tarifas sobre carros e camiões fabricados na UE em 25%.



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