Há muito que não se viam os "comentadores" tão satisfeitos. A "Ucrânia", ataca a Rússia em profundidade, 30% da refinação de petróleo teria sido destruída, no Mar de Azov navios foram atacados, o tráfego está condicionado, etc. De Ucrânia estes ataques apenas terão alguma mão de obra: mísseis, drones, informações, logística, energia, mercenários, tudo é fornecido e pago pela UE/NATO.
As consequências para a Ucrânia, destas vitórias que, alegadamente, irão levar a Rússia ao caos económico e à derrota, pouco ou nada importam. Se o povo da Ucrânia importasse importasse mais que os corruptos e neonazis instalados em Kiev - a Polónia diz quem são... - ou os interesses dos belicistas na UE/NATO, a guerra teria acabado em abril de 2022, com o acordo que Boris Johnson mandou cancelar.
Dmitry Trenine, presidente do Conselho de Assuntos Internacionais da Rússia, publicou um artigo na RT sobre "A lógica perigosa da NATO 3.0". Segundo ele, "os europeus sonham em eliminar a Rússia como um polo importante na geopolítica da Eurásia: para eles, isso significaria a "solução final" para o temido "problema russo". A falha fundamental no pensamento europeu é a crença de que a Rússia preferirá a derrota, a degradação e a desintegração em vez de usar o arsenal que atualmente possui."