Então
a Ucrânia? A Ucrânia é a vítima da rivalidade e desconfiança
Leste-Oeste. Como qualificar neste cenário a decisão dos estrategas
NATO para ataques indiscriminados sobre a Rússia, quando a Ucrânia
praticamente não dispõe de defesa aérea: imbecilidade ou demência?
Qualificar
Zelensky de presidente, quando nada controla no país,
completamente alheado da realidade, lendo textos sem nexo que lhe preparam, numa expressão motivada talvez pela toxicodependência que
lhe é atribuída, é surreal.
Na
UE depois de alardearem o reforço da unidade europeia e
transatlântica alcançada devido à "agressão" russa,
agora lamentam, protestam, acusam, vendo aquela unidade a
desintegrar-se. Agarram-se à esperança de voltando os neocons do
Partido Democrata ao poder, tudo será como dantes e a Rússia seja
derrotada. Mas derrotada por quem? Esquizofrenia política ou
desespero agarrando-se a uma quimera - imagem de monstruosidade e
sonho.
Que
podem fazer os EUA? Atolados no Médio Oriente com o Irão, tendo de
financiar Israel, aguentar Taiwan, confrontar a China, como podem
sustentar a Ucrânia? O império custa caro e não há como
suportá-lo: em 2000, a dívida federal era de 5,6 milhões de
milhões de dólares; em 2016, 20 milhões de milhões; em 2026, 40,
37 milhões de milhões, duplicou em 10 anos, cresceu mais de 7
vezes, desde 2000.