Israel estabeleceu uma doutrina dita de segurança e defesa, a partir da qual se permite atacar todos os que no seu entender lhe possam fazer frente. A expansão territorial está patente vendo a área que lhe foi concedida em 1948, a acordada na ONU em 1967 com estabelecimento de dois Estados: Israel e Palestina, a atual e a que é pretendida, nomeadamente através de "zonas tampão". Israel com aquele argumento ocupa zonas no Sinai, em Gaza, no Líbano, na Síria, na Cisjordânia.
Esta situação vive de guerras preventivas e da recusa em cumprir resoluções da ONU, inclusive do CS, acordos de cessar fogo, etc. É o fundamental das políticas sionistas, para além do que interpretam nos textos bíblicos, aos quais os outros povos têm obrigação de se sujeitar. Os EUA e a UE apoiam, justificam - os EUA financiam.
Tem tido êxito? Não. A criação das "zonas tampão" aumentou a insegurança e levou a maioria da população israelita à paranoia de se ver cercada de inimigos que tem forçosamente derrotar, destruir.
Porém, se olharmos para o esboço de protocolo (que Israel recusa) entre os EUA e o seu arqui-inimigo Irão, tudo o que se lhe pede é que deixe de atacar o Líbano. Quanto a reconhecer os direitos dos palestinos é uma questão de direito internacional e cumprir a Carta e resoluções da ONU... apenas.
Os Estados Unidos e o Irão chegaram a acordo sobre um esboço do "Acordo de Islamabad" sobre o estreito de Ormuz e o programa nuclear, informa o Axios.