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15 de janeiro de 2019

Rosa Luxemburgo

Rosa Luxemburgo & Feminismo marxista
Vida y muerte de Rosa Luxemburgo: A cien años del asesinato de la revolucionaria alemana


Hace 100 años del asesinato fascista de la feminista y marxista Rosa Luxemburgo.

De vez en cuando hay destinos personales en los cuales se refleja la esencia de toda una época. En esas ocaciones, el caso individual parece ser la ilustración de procesos históricos, la dramatización de rupturas sociales y la síntesis de desarrollos complejos. El asesinato de Rosa Luxemburgo es uno de esos casos. 

Hace  cien años, el 15 de enero de 1919, la figura legendaria de la izquierda alemana fue asesinada junto con su camarada Karl Liebknecht a sangre fría por paramilitares derechistas, después del fracaso del levantamiento espartaquista, una insurgencia popular en Berlín que tenía el objetivo de defender los logros de la Revolución de Noviembre de 1918. Pero vayamos por orden. No se puede entender el significado de la muerte violenta de Rosa Luxemburgo para la historia alemana sin recapitular la biografía de la teórica marxista y sus circunstancias dramáticas. 

14 de janeiro de 2019

Lamentos dos que apostaram no caos

A dita retirada das tropas americanas da Síria Moon de Alabama
https://www.moonofalabama.org/2019/01/nyt-laments-us-disengagement-even-as-there-is-none.html

NYT Laments U.S. Disengagement Even As There Is None

On its frontpage the New York Times delivers an utterly deranged 'News Analysis' of the possible end of the illegal occupation of east Syria by the United States military:
When Turkey, Iran and Russia meet to talk about the end of the war in Syria, they do so without the United States
Em francês :
En première page, le New York Times livre une ’Analyse de l’actualité’ complètement à côté de la plaque sur la possible fin de l’occupation illégale de l’est de la Syrie par l’armée des Etats-Unis :  Les États-Unis quittent la Syrie, ouvrant une ère post-américaine au Proche-Orient
Quand la Turquie, l’Iran et la Russie se rencontrent pour parler de la fin de la guerre en Syrie, ils le font sans les États-Unis.

Um sistema financeiro preso por arames

Um sistema financeiro que tem vivido da especulação e que pode arrastar toda a economia .
O sistema financeiro Italiano é o mais exposto aos empréstimos de cobrança duvidosa . Mas não só.



Em caso de crise as dívidas publicas são um risco . A Itália , Portugal , Espanha e Grécia são os mais vulneráveis neste indicador. No conjunto a banca Italiana é a que se encontra em pior situação.



13 de janeiro de 2019

As Europeias- os socialistas não têm emenda .

O que está em causa . Carlos Carvalhas
A. Costa voltou de novo ao argumento central dos socialistas e  dos devotos europeístas  para as Eleições Europeias : A Europa está ameaçada ! 
Está ameaçada pelos " populistas " na Hungria, na Polónia , na Itália ... E ao repetir esta afirmação procura difundir sub liminarmente que é preciso votar nos ditos europeístas ( PS ) para salvar a Europa. 
Quer dizer : A Europa está ameaçada pelos  "populismos " e não pelas  suas políticas neo liberais ao serviço do capital financeiro , das grandes potencias e dos grandes potentados do dinheiro .
Os povos têm cada vez mais a percepção das injustiças , dos atropelos á democracia , do desrespeito pela vida e opinião de quem trabalha , da arrogância da pasitocracia de Bruxelas. 
Mas isto não é o problema 
O problema são as forças populistas que avançam.
 Mas não é esta política elitista e anti popular e uma democracia cada vez mais formal caracterizada  pudicamente de ter "défice democrático" um dos factores que têm  estado na base  do crescimento da chamada corrente  populista?
A oposição não está entre os fervorosos europeístas e os populistas  mas entre as políticas de concentração de riqueza com uma democracia formal e uma política ao serviço dos trabalhadores , dos pequenos e médios empresários e respeitadora da vontade dos povos. 
Para António Costa  e os prosélitos europeístas quem põe em causa as políticas neo liberais da UE , as políticas da ortodoxia do défice e dos banqueiros, as políticas ditadas pela Alemanha , devia meter a viola no saco para "defender" a Europa das ameaças da extrema direita. 
Não! Continuar a apoiar o núcleo fundamental das políticas neo liberais de Bruxelas fazendo criticas laterais a esta política , para eleitor ver e para que tudo o que é essencial continue na mesma é que alimenta e continuará a alimentar , o descontentamento a indignação , o divórcio dos povos como a abstenção das eleições europeias também o revela  e os aproveitamentos por parte da  extrema direita .

12 de janeiro de 2019

A divida das empresas e a instabilidade

O capital a navegar à vista e os Bancos Centrais como parte da tormenta . O risco sistémico
Por razões ideológicas fala se da dívida pública para esconder o monstro da dívida das empresas
2(...)Dans l’actualité, il n’y en a que pour la dette publique, pour des raisons en vérité purement idéologiques. Mais le vent est en train de tourner. Le poids de la dette des entreprises, qui augmente le plus rapidement, est souligné par la Banque des règlements internationaux (BRI) qui s’en alerte. Celle-ci pèse près de 15.000 milliards de dollars aux États-Unis, et 12.000 milliards en Europe. Conduisant Janet Yellen, l’ex présidente de la Fed, à parler à son sujet de « risque systémique », une expression employée quand on veut signifier que l’on ne sait pas le combattre. Elle l’a utilisé à propos des prêts « à effet de levier », dont le montant est très élevé par rapport au capital de l’entreprise qui les a contractés. Et qui, circonstance aggravante, font l’objet d’opérations de titrisation…

Não há que tomar a obra de Marx como algo fechado e acabado

Opinião
SALVADOR LÓPEZ ARNAL
Entrevista a Manuel Martínez
Llaneza
«No hay que tomar la obra económica de Marx como algo cerrado y acabado»
Profesor jubilado y militante político de largo recorrido, Manuel Martínez Llaneza es una persona muy interesada en la teoría económica marxista y un buen conocedor de El capital. En esta entrevista, Martínez Llaneza explora estas y otras cuestiones claves en la teoría marxista de la mano de Salvador López Arnal.
Salvador López Arnal (SLA): Empecemos por algunas aclara- ciones conceptuales, muy impor- tantes en esta discusión sobre valor y precio. ¿Cómo debemos entender la noción de valor en Marx?
Manuel Martínez Llaneza (MML):
Una aclaración metodológica previa.
SLA: Adelante con ella.
MML:
La obra de Marx es suscepti- ble de análisis desde muchos puntos de vista (económico, histórico, social, político, metodológico, filosó- fico, etc.). Cuando digo puntos de vista debe entenderse que se refie- ren al énfasis en el enfoque, ya que es imposible –y no tendría sentido– deslindar absolutamente estos cam-
pos. Yo voy a referirme al modelo económico con el que Marx describe la estructura fundamental del siste- ma capitalista; creo que si esto no está claro –y no lo está en muchos artículos que se publican–, el resto de los análisis queda mal fundamen- tado.
SLA: De acuerdo, queda claro lo que señalas. Sobre la noción de valor...
MML
: Marx distingue el valor de uso del valor de cambio de una mercan- cía. El valor de uso (al que llama sus- tancia del valor) no es cuantificable: existe o no existe, es decir, la mercan- cía es útil para satisfacer alguna nece- sidad o no. Esto es importante tenerlo en cuenta porque precisamente la
consideración cuantitativa de la utilidad – aunque nadie haya explicado nunca cómo se cuantifica– es uno de los fundamentos del marginalismo (visión subjetiva) que se opone frontalmente no solo a la visión de Marx, sino a la de toda la economía clásica, y está en la base del neoliberalismo dominante. En cam- bio, Marx dice con claridad en la Contribución a la crítica de la economía política (Capítulo primero: «La mercancía») que «el valor de uso como tal queda fuera del campo de investigación de la economía política».

11 de janeiro de 2019

Nos 20 anos do EURO

Fake News Precoces . Agostinho Lopes
Nos 20 anos do Euro, cumpridos no dia 1 de Janeiro, três breves notas: o que se prometia e o que se cumpriu, a avaliação dos resultados e, uma questão central, foi um erro ou uma estratégia política deliberada.
A 1ª questão a que os promotores e defensores do Euro hoje devem responder, e não o fazem, é a razão por que nenhum dos grandes objectivos anunciados com a criação da moeda única, se concretizou! Porque é que a publicidade do Argumentário, a favor do euro, da Comissão Europeia falhou. Recessão e estagnação em vez de crescimento. Divergência entre os Estados membros em vez da convergência. Instabilidade económica e financeira versus estabilidade. Porquê o grande argumento hoje contra a saída do euro, são os problemas da saída e não as anunciadas vantagens do euro? A propaganda do euro foi uma monstruosa e precoce fake new!
Diz João Ferreira do Amaral (JFA) «Nada do que foi prometido com a criação da moeda única foi cumprido» (Sol, 29DEZ18).  
A 2ª questão é o balanço que se pode fazer destes anos, para Portugal e os restantes membros da Zona Euro, e mesmo para o conjunto da UE. Para Portugal o balanço é fácil. Só dogmáticos do neoliberalismo, propagandistas empedernidos da política de direita ou cegos à realidade económica do país durante estes 20 anos, podem falar em sucesso! E isto não foi nem é apenas um problema português, contrariamente aos que defendem o euro, com a ideia de que as coisas cá correram mal porque tivemos Sócrates, Durão, Santana e etc.. Estes agravaram a situação no quadro de constrangimentos e limitações decorrentes da União Económica e Monetária (UEM) e de Maastricht. Não. As coisas correram mal para os países do Sul, mesmo para economias desenvolvidas como a italiana. Mesmo a França foi atingida. Só por absoluta cegueira ideológica ou ensimesmamento neoliberal, ou pertinácia federalista, e sobretudo, por absoluto desprezo pela soberania e direitos dos povos, alguém pode dizer que as coisas correram bem. E o que se anuncia para o futuro não é nada melhor.
JFA sintetiza: «A criação da moeda única é um gigantesco fracasso» e prevê os próximos 20 anos: «Um pesadelo»!