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25 de julho de 2026

O grave problema da Europa - para "The Economist" - e a solução...

 A revista The Economist, do clã bancário Rothschild, tem promovido a guerra contra a Rússia. No entanto, a revista está preocupada, pois a população europeia parece não ter interesse em morrer por aqueles que lucram com tais conflitos. Várias sondagens revelaram que as pessoas não têm interesse em “defender o seu país”, quando essa “defesa” é para ser feita a leste do rio Dnieper.

Preocupados, os editores, convidaram a professora Nathalie Tocci, titular da cátedra James Anderson na Escola de Estudos Internacionais Avançados da Universidade John Hopkins na Europa, uma académica financiada pelos EUA, para apresentar ideias sobre como os europeus podem ser levados para a guerra.

"Os líderes europeus compreendem que o conflito está mais próximo do que nunca – daí o aumento acentuado nos orçamentos militares, conforme demonstrado na cimeira de Ancara". "Desde a invasão da Rússia em 2022, os líderes europeus têm frequentemente expressado admiração pela resiliência ucraniana." (1) Mas por trás daquela admiração, receiam deles próprios não demonstrarem a mesma determinação. "A questão é: pode-se invocar na Europa o espírito necessário para dissuadir a guerra sem de facto entrar numa?" Para a Sra. Tocci, decididamente não.

24 de julho de 2026

As negociatas de milhões

"Doze anos após a resolução do BES, o Tesouro e os contribuintes ainda não viram um cêntimo dos quase 6,4 mil milhões de euros injetados no Novo Banco. Para sobreaquecer o assunto, um ex-vice-governador do Banco de Portugal, João Costa Pinto, eleva a fatura para 15 mil milhões. Certo, mesmo, é o lucro “histórico” do fundo norte-americano Lone Star, que “voou” para a sua sede, em Dallas, com cinco mil milhões, preço pelo qual vendeu agora a sua posição ao francês BPCE, quintuplicando o investimento de mil milhões que fez em 2017. Sr. Spielberg, este filme interessa-lhe?". Visão 
Afinal o PC tinha razão - 
Sobre isto  o Chega não diz . nem dirá nada . tal como toda a direita e o PS...
Trata se da banca e das grandes negociatas 
Por isso ninguém ficará a  contas com a justiça , nem o Passos Coelho , nem o Carlos Costa , nem a Albuquerque em sinecura em Bruxelas , nem Sergio Monteiro e os gestores do Novo Banco ,,,
Continuem em votar neles      

23 de julho de 2026

Os EUA estão em declínio? - 2

 Com o fim da União Soviética os EUA adquiriram um poder geopolítico praticamente global. Um poder que lhes permitiu impor aos demais os seus critérios económicos, sociológicos e de políticas externas.

Os EUA dispõem de grandes vantagens sobre os outros povos. Do ponto de vista global, o seu poder financeiro alicerça-se no dólar como moeda internacional de reserva e troca, que o FMI e o BM gerem alavancando a posição de suserania dos EUA.

A existência de umas 800 bases militares disseminadas pelo mundo e sete esquadras navais com onze porta-aviões, garante aos EUA um poder não só militar, mas também político sobre os países que as acolhem e vizinhos.

ONG, Fundações, universidades, ligadas à CIA captam camadas sociais alinhadas com os EUA, promovem ativistas capazes de organizarem "mudanças de regime" e "revoluções coloridas". Os grandes media, na posse das oligarquias, têm a seu cargo a defesa e endoutrinação da ordem geopolítica definida pelos EUA, no sentido de congregar os interesses das oligarquias dos diversos países com as dos EUA, mantendo poder e influência.

Dispondo destas vantagens os EUA estabeleceram uma "ordem internacional baseada em regras", acima de leis internacionais já estabelecidas ou da Carta da ONU. Este poder, usando uma expressão clássica, é ainda dominante, mas não determinante.

20 de julho de 2026

Os EUA estão em declínio? - 1

 A questão parece polémica dado o potencial tecnológico, militar, poder financeiro, etc. Porém há vantagens que se tornam desafios, pontos fortes que têm contrapartida de pontos fracos. Estas situações têm reflexos quer na vida interna quer nas relações externas. Sem ser exaustivo, apenas algumas notas sobre o tema, que convirá considerar, dado ajudar-nos também a perceber o que somos e que futuro se perspetiva.

Em termos de pontos fortes, os EUA têm uma população motivada pelo seu país, independentemente de diferentes visões políticas, que não concebe lideranças externas. Tecnologicamente é um país que domina as tecnologias mais avançadas. O seu PIB é em termos nominais o maior a nível mundial (em PPP é ultrapassado pela China), tal como o PIB per capita.

A grande maioria dos multimilionários a nível global é dos EUA. Dos sete homens mais ricos do mundo (com um total de 2 milhões de milhões de dólares) seis são dos EUA. As maiores empresas mundiais são dos EUA. A BlackRock controla 10 milhões de milhões, de dólares, um terço do PIB dos EUA, numa única empresa privada, controlando direta e indiretamente sectores em todo o mundo, nas grandes empresas tecnológicas, farmacêuticas, grandes bancos, media, etc.

Ora, o excesso de certas qualidades pode tornar-se um defeito, assim pontos fortes, têm a contrapartida de pontos fracos. Um deles é o social.

18 de julho de 2026

Analise de Simplicius

 Crise política em Kiev: Zelensky, perde terreno e demite o ministro da Defesa popular .

Tudo indica que os ventos da revolução estão soprando pela Ucrânia.

Grandes multidões se reuniram para protestar contra a decisão do presidente Zelensky de demitir o popular ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov.

Desde sua nomeação no início deste ano, Fedorov teria sido fundamental no combate à corrupção e na transformação da AFU em uma força ainda mais dominante em termos tecnológicos.

Com apenas 35 anos, Fedorov era jovem, elegante, inteligente, enérgico e, por causa dessas qualidades, representava uma ameaça direta a Zelensky, que, segundo rumores, temia que Fedorov estivesse se preparando para eventualmente concorrer à presidência.

16 de julho de 2026

Talvez devessem ouvir o Trenine

 Há muito que não se viam os "comentadores" tão satisfeitos. A "Ucrânia", ataca a Rússia em profundidade, 30% da refinação de petróleo teria sido destruída, no Mar de Azov navios foram atacados, o tráfego está condicionado, etc. De Ucrânia estes ataques apenas terão alguma mão de obra: mísseis, drones, informações, logística, energia, mercenários, tudo é fornecido e pago pela UE/NATO.

As consequências para a Ucrânia, destas vitórias que, alegadamente, irão levar a Rússia ao caos económico e à derrota, pouco ou nada importam. Se o povo da Ucrânia importasse importasse mais que os corruptos e neonazis instalados em Kiev - a Polónia diz quem são... - ou os interesses dos belicistas na UE/NATO, a guerra teria acabado em abril de 2022, com o acordo que Boris Johnson mandou cancelar.

Dmitry Trenine, presidente do Conselho de Assuntos Internacionais da Rússia, publicou um artigo na RT sobre "A lógica perigosa da NATO 3.0". Segundo ele, "os europeus sonham em eliminar a Rússia como um polo importante na geopolítica da Eurásia: para eles, isso significaria a "solução final" para o temido "problema russo". A falha fundamental no pensamento europeu é a crença de que a Rússia preferirá a derrota, a degradação e a desintegração em vez de usar o arsenal que atualmente possui."

15 de julho de 2026

Talvez se enganem

 Os países ocidentais esperam obter o controle dos recursos naturais e das terras ucranianas como compensação por suas perdas financeiras ou em troca do pagamento de juros sobre empréstimos.

Os países ocidentais esperam obter o controle dos recursos naturais e das terras ucranianas como compensação por suas perdas financeiras ou em troca de juros sobre empréstimos. A declaração foi feita pela porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, em 15 de julho.