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7 de março de 2026

De Gaulle e o anão do Macron

 Buno . Bertez

Em 7 de março de 2026, comemora-se o 60º aniversário da decisão do General Charles de Gaulle de retirar a França do comando militar integrado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

1 Quando fala da Ucrânia Trump diz querer parar a guerra porque há uma mortandade enorme e faz um esgar de repulsa. É horrível diz . E é.

Agora no Irão as mortes e as mortes de crianças e jovens já não contam . O bombardeamento de uma escola e a morte de uma centena de jovens é um não acontecimento. O petróleo e o gás do Irão e a criação do grande Israel acima de tudo...
 Mete nojo ver o que escreve o Observador da Iniciativa Liberal e  do videirinho José Manuel Fernandes a justificar o injustificável.
A acusação  de violação do direito internacional ,diz este, tem um pendor anti Ocidental...
Um escroque é um escroque seja qual for o lugar que ocupe.
Seja na presidência da Oligarquia americana seja como jornalista de sarjeta.
Ana Sousa. Facebook
2 Lavrov . a ver

Gelatinosos

1 A RTP entrevistou o mordomo das Lajes pelo afilhado de    Dias loureiro.
Continua com a mesma arrogância e petulância de MRPP . Só que agora tem por companhia o mordomo Rangel e o mordomo Montenegro acolitados pelo mordomo trapasseiro Ventura de seu nome
Ana Sousa facebook
DURÃO BARROSO, UM OPORTUNISTA EM TODO O SEU ESPLENDOR, GELATINOSO, CONTRADITÓRIO, AUTOSATISFEITO E INDIGNO!
- exclama Alfredo Barroso, agoniado pela mescla tão evidente de vaidade pessoal, auto-satisfação, falta de dignidade e sabujice política que já vêm dos tempos da famosa e criminosa «cimeira das Lajes»…

6 de março de 2026

 

Especialistas julgam que estamos no início de uma era de falências e  de colapso energético total na Europa

Kirill Dmitriev, representante especial do presidente russo para investimentos e cooperação económica com países estrangeiros e diretor-geral do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF),  também prevê o início de uma era de falências e colapso energético total na Europa após o corte no fornecimento de gás russo, obtido por meio de lobby da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e da chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.

 As favas contadas de Trump.

A gasolina está a ficar mais cara

A guerra com o Irão, como esperado, levou a um aumento acentuado dos preços dos combustíveis. Depois da guerra  ter , na pratica ,"bloqueado" o Estreito de Ormuz - uma artéria fundamental para o fornecimento mundial de petróleo - os preços nas bombas de combustível em toda a América subiram e a administração Trump ficou numa situação extremamente desconfortável.

5 de março de 2026

 “Ditar o ritmo”: quando a estratégia americana se resume ao volume do martelo


 “O Irão não nos pode ultrapassar.” Eis, pois, a doutrina estratégica resumida por Pete Hegseth: a superioridade militar americana, a “violência da ação” e o poder ofensivo serão suficientes para impor o ritmo da guerra. Uma visão muito hollywoodiana da geopolítica: atacamos forte, muito forte, e o adversário acaba por perceber a lição.

Se o Irão resistir a guerra contra a China e os BRICS vai colapsar

 Se o Irão sobreviver e resistir a guerra de Trump contra a China e os BRICS vai colapsarPor outro lado os EUA também procuram estabelecer a hegemonia israelita em toda a Ásia Ocidental.

O conflito é assim uma batalha existencial tanto para a hegemonia geopolítica dos EUA como da China. É de momento travada entre as capacidades de mísseis e intercetadores do Irão e as dos Estados Unidos e Israel. Segundo o plano inicial a derrota militar do Irão e a decapitação da sua liderança, levariam a um surto de ressentimento popular que traria o Irão para a esfera ocidental.

Porém, o Irão mantém a iniciativa. O Estado não colapsou e está retaliando golpe após golpe com drones e mísseis atingindo as bases militares dos EUA no Golfo e Israel com mísseis hipersônicos - pela primeira vez - com múltiplas ogivas direcionais.

Os Estados do Golfo estão prestes a esgotar os seus estoques de intercetadores - pedindo aos EUA um fim rápido e diplomático do conflito, a fim de evitar uma escalada regional e um choque prolongado nos preços da energia. As reservas de defesa aérea israelo-americanas, também estão profundamente corroídas, com o Irão inicialmente enviando mísseis e drones antigos para esgotar as defesas aéreas. Os mísseis de alta qualidade do Irão, com velocidades superiores a Mach 4, mostram-se intocáveis pelas defesas israelitas.