A "imprensa livre ", como lhe chamam ao serviço da desinformação de massas. «Propaganda pura e dura»
FOICEBOOK
"A economia política e política económica a talhe de foice"
Linha de separação
29 de agosto de 2026
28 de agosto de 2026
40 milhões de milhões de dólares - 2
A dívida federal representa 122,7% do PIB, mas incluindo a dos Estados e locais atinge 133,1% do PIB. A dívida total, incluindo empresas e particulares, é 350% do PIB. Um paraíso para a finança que recebe de juros mais de 7 milhões de milhões de dólares anualmente. É esta a política que a direita copia com os cantos de sereia de menos impostos "mais dinheiro na carteira". De facto, nos EUA, impostos federais e direitos aduaneiros representam 17,1% do PIB, em Portugal 37,1% em 2024, anteriormente cerca de 40%. Não por coincidência, os portugueses vivem cada vez pior.
Ora os EUA não conseguem erradicar a pobreza (quase 40 milhões pobres), centenas de milhares sem abrigo, mortes por excesso de drogas, etc. Na realidade, dado o endividamento, em termos líquidos a maioria é pobre, envolvida em permanentes guerras para satisfazer as transnacionais e a oligarquia financeira que vive da especulação e dos juros. Os dirigentes políticos limitam-se a satisfazer a camada oligárquica que controla com seu dinheiro as eleições. O défice comercial (apesar das tarifas) está em 704 mil milhões de dólares, o petróleo importado representa 242 mil milhões e o défice com a China é de 160 mil milhões.
O império já não consegue suportar as despesas que a sua manutenção acarreta, os aliados têm de a pagar com tarifas comerciais e despesas militares acrescidas. Faz lembrar a fase terminal do império romano chamando "povos bárbaros" em apoio às suas legiões.
Transferência recusada . Fundos insuficientes -
A Ucrânia pode ter acabado de inventar uma nova doutrina militar: a guerra contra o pagamento diferido. Não se ganha mais terreno, ganha-se tempo. E quando chega o prazo final, liga-se para Bruxelas. |
A dívida pública da Ucrânia terá ultrapassado os 105% do PIB, atingindo os 212,4 mil milhões de dólares. Mas não se preocupem: na linguagem euro-atlântica, isto não é provavelmente dívida. É um “mecanismo financeiro de resiliência estratégica”. A 150%, estaremos sem dúvida a falar de “soberania fiscal reforçada”. |
Até o Figaro mesmo com reaccioarice se vê obrigado a avisar os sonâmbulos
26 de agosto de 2026
As coisas complicam se para o Império habituado ao quero , posso e mando...
Iemenitas atacam um navio saudita a mais de 1.000 km de distância, provando que o Irão evitou atacar a Marinha dos EUA.
Os houthis conseguiram atingir um navio saudita a aproximadamente 1.000 quilômetros de sua base habitual. O grupo iemenita alinhado ao Irã, os houthis, alvejaram o petroleiro saudita Amzan na costa de Yanbu, um importante porto petrolífero na região norte do Mar Vermelho, na Arábia Saudita.
25 de agosto de 2026
40 milhões de milhões de dólares - 1
A dívida federal dos EUA ultrapassou os 40 milhões de milhões de dólares (122,7% do PIB), crescendo 1,3 milhões de milhões por ano desde 2000. Pode um império sobreviver desta forma? Não. Pode ameaçar, aplicar sanções, mas que só podem ser parcialmente seguidas e se voltam contra os que as aplicam. Podem fazer guerras e bombardear? Podem, mas a quem? E com que consequências para os próprios EUA e aliados?
A política externa dos EUA é um conjunto de avanços e recuos inconsequentes e não apenas com Trump, o que se passou com Bush, Obama ou Biden, não foi muito diferente, contudo o agravamento das contradições internas e externas torna mais evidente o desempenho do "império do caos" (Pablo Escobar).
A guerra com o Irão demonstrou a incapacidade dos EUA manterem as suas bases e os seus aliados em segurança. Agora o Pentágono avalia o nível de presença militar que os EUA podem ou devem manter no Médio Oriente após o fim da guerra com o Irão, uma guerra que custou até agora cerca de 113 mil milhões de dólares, com custos de reconstrução das bases incertos. As destruições levadas a cabo pelo Irão tornam a reconstrução completa dificilmente viável, numa altura em que os EUA pretendem libertar recursos para se concentrarem contra a China.