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17 de setembro de 2026

Como funciona o sistema - 2

 Fase V: Bloqueio logístico. Se as sanções não surtirem efeito, tenta-se fechar vias de circulação de mercadorias privando o país da capacidade de exportar. São utilizadas forças navais da NATO, a CIA e o MI6, grupos de sabotagem, mesmo pessoas desesperadas ou simplesmente estúpidas dispostas a causar danos a troco de pagamento.

Gasodutos são sabotados, portos marítimos são atacados, centrais nucleares são alvo de ataques. É imposto um regime de inspeção a embarcações em águas internacionais, com apreensão e venda da carga, sob suspeita de contrabando ou violações de sanções.

As seguradoras ocidentais são proibidas de trabalhar com embarcações com destino ao país alvo. Sem seguro, as embarcações não podem entrar nos portos do país, o que complica a logística e torna o comércio menos lucrativo. É exercida pressão política e militar para fechar estreitos-chave, como o Bósforo, estreitos no Báltico e o Estreito de Ormuz.

Mas estes esforços podem resultar em contra-medidas não menos eficazes, se os portos continuarem funcionando, mesmo com capacidade temporariamente reduzida? A Rússia pode facilmente impedir a “frota-sombra” do RU e outros países da UE/NATO de navegarem por rotas que contornam o território russo. E se o Estreito de Ormuz e o Estreito Bab el Mandeb forem bloqueados prejudicando a logística ocidental?

16 de setembro de 2026

Luliia Mendel Spectator

 Para os americanos que acompanharam o conflito russo-ucraniano, os últimos meses devem ter parecido muito estranhos. Durante as duas primeiras semanas do verão, a narrativa vinda de Kiev – divulgada por muitos meios de comunicação ocidentais – afirmava que a Ucrânia estava vencendo.

Então, pouco depois da Cimeira da OTAN em julho, Kiev anunciou que não possuía os interceptores necessários para evitar uma catástrofe de inverno.

A Ursula das vacinas e da militarização da Europa

1  A Ursula sem vergonha dá mais uma cambalhota

A Ursula van Der Lein afirmou que  a Uniao Europeia está na primeira linha do apoio à Palestina.
A União Europeia com o seu silêncio e inação em relação ao genocídio na Palestina foi conivente e um aliado objectivo de Israel e só quando viu que a esmagadora maioria da opinião publica estava com a Palestina é que mudou o discurso tal como o governo português
Descaramento não lhes falta.
Francisca Napolitano

2 Na CNN um Alberto Cunha diz que a Rússia continua a testar os limites da União Europeia para justificar a aldrabice dos drones que têm caido na Europa
Não faz a pergunta, quem ganha e quem perde com estes casos dos drones? A quem aproveita?
A Rússia não se vê o que possa ganhar
Mas já os países que querem militarizar a Europa a farsa dos drones dá - he todo o jeito
Ana. Souza

A SiC de Bildeberg

 Na SIC noticias Luis Ribeiro faz uma diatribe contra o PCP por não ter aprovado o voto de pesar de Pavlo Sadokha  Este como se sabe chegou a defender a  ilegalização fo PCP e era como se sabe também um admirador de Bandera um reconhecido nazi

 A SIC, Bildberg, Berlusconi  cada vez mais secaria e mentirosa
Depois queixa se que perde audiências
Ana Souza~



15 de setembro de 2026

A grande Farsa e Guterres

 Guterres.

" O legado de Guterres como Secretário-Geral da ONU (que está a deixar o cargo) ficará para sempre na história como um exemplo de parcialidade e dos tão criticados "duplos padrões".

Infelizmente, há muitos exemplos disso. Um caso flagrante é a posição do Secretariado da Organização Mundial em relação à encenação orquestrada pelo Ocidente e executada pelo regime de Kiev em Bucha, a 2 de abril de 2022.

Em vez de uma análise imparcial do que aconteceu, e de uma simples verificação dos factos, Guterres, conscientemente e em violação do princípio fundamental de neutralidade que deve guiar o principal administrador da ONU, apoiou a campanha antirussa baseada em acusações infundadas e mentiras descaradas.

O comboio

 Os negócios privados de Boris Johnson e outras  personalidades ocidentais na Ucrânia...

 Resposta da porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, a uma pergunta da imprensa sobre as insinuações na imprensa estrangeira sobre um suposto ataque deliberado das Forças Armadas da Rússia a um comboio de passageiros, que transportava vários políticos e funcionários de países ocidentais (15 de setembro de 2026).

 Pergunta: A imprensa ucraniana e estrangeira divulgou informações de que, a 13 de setembro, as Forças Armadas da Rússia, durante ataques a alvos no oeste da Ucrânia, supostamente atacaram intencionalmente um comboio que partia de Kiev e transportava o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson, o ex-director da CIA David Petraeus e funcionários de vários outros países ocidentais. O que a senhora pode dizer sobre isso?

 Maria Zakharova: Sim, estamos cientes dessas notícias, bem como da reacção bastante estranha a elas por parte do Ministério da Defesa da Ucrânia, Sibiga, e de alguns políticos e diplomatas europeus.

Como funciona o sistema - 1

 Dimitri Orlov escreve sobre o funcionamento do sistema do Ocidente, os meios utilizados contra os países que se recusam a fazer o que os EUA ou a Europa mandam. 

Portugal é um país do ocidente, mas não deixa de ser um país dominado pelos poderes ocidentais hegemónicos e podemos reconhecer como a seguir ao 25 de ABRIL as tentativas de desenvolvimento independente e soberano foram alvo das ações descritas nas fases iniciais do processo aqui mencionado.

Um país declarado “antidemocrático” pode não ser mais antidemocrático do que qualquer nação ocidental na qual os eleitores não decidem praticamente nada de importante. "Antidemocrático” é simplesmente ser desobediente, tal como,direitos humanos” são pretexto para pressão de governos, eles próprios, incorrigíveis violadores dos direitos humanos.

É uma fachada hipócrita de eufemismos escondendo um sistema destinado a forçar as nações a submeterem-se. Um sistema que inclui políticos, transnacionais, bancos, seguradoras, agências de rating, universidades, instituições financeiras. Um país adotar um caminho de soberania ou um espaço económico alternativo, passa a ser alvo de ataques, geridos por Washington, Londres e Bruxelas. O fracasso numa etapa faz o processo avançar para a seguinte, até à destruição económica e política da entidade rebelde ou sua rendição completa e incondicional cumprindo os ditames imperiais.