Trabalhadores das docas em 22 países - da França à Índia e à Grécia pararam o trabalho em 30 de outubro, para exigir o fim do ataque genocida de Israel a Gaza e destacar o papel que os portos comerciais desempenham no impulso ao militarismo.
Os organizadores disseram que as paralisações de trabalho, lideradas pelos sindicatos dos estivadores em 113 portos em 22 países, seriam a "maior ação portuária coordenada já realizada", superando o dia internacional de ação realizado em fevereiro. O No Harbour for Genocide, um coletivo de sindicatos e outras organizações que apoiam o dia de greve, afirmaram que carga no valor de 2,8 mil milhões de dólares será suspensa nos portos do Mediterrâneo.
"Uma carga recusada num porto segue para o próximo, será recusado em todos os portos, se os trabalhadores aplicarem o embargo que governos anunciaram mas não aplicaram."
Numa declaração conjunta no mês passado anunciando o dia da ação, sindicatos de estivadores da Turquia, Marrocos, Itália, França, Grécia, e País Basco apresentaram suas reivindicações:
1 - O fim imediato do genocídio do povo palestino e a abertura de um corredor seguro para a ajuda humanitária... O fim da colonização, ocupação e apartheid impostos ao povo palestino e o reconhecimento pela comunidade internacional de um Estado palestino independente nas fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como capital.