Os objetivos imperiais da guerra petrolífera americana, da Venezuela ao Irão.
Publicado pelo Coletivo para a Democracia
RSEUME
O texto, publicado pelo Coletivo para a Democracia, analisa a estratégia americana de preservar a hegemonia do dólar e o controle do comércio global de petróleo.
Ele argumenta que os Estados Unidos usam força militar, sanções e controle financeiro para obrigar os principais produtores de petróleo (Venezuela, Irã, Rússia) a faturar suas exportações em dólares e reinvestir os lucros na economia americana (compras de produtos americanos ou investimentos nos mercados financeiros dos EUA).
caso Venezuela
Segundo o autor, a invasão americana e o sequestro do presidente Maduro (no início de 2026) permitiram que os Estados Unidos assumissem o controle da produção e das receitas petrolíferas da Venezuela. Esses fundos são depositados em contas controladas por Washington e usados, em grande parte, para a compra de produtos americanos. Apenas uma pequena fração das receitas teria retornado à Venezuela. Esse modelo é apresentado como um precedente aplicável a outros países.
Extensão ao Irão
O texto descreve uma guerra EUA-Israel contra o Irã (2025-2026), marcada por ataques aéreos, contra-ataques iranianos, o fechamento do Estreito de Ormuz e tentativas de mudança de regime. Um memorando de entendimento (junho de 2026) estipulava o levantamento das sanções, a devolução dos ativos iranianos congelados e a administração iraniana do estreito.
O autor explica que os Estados Unidos não respeitaram esses compromissos, buscando, em vez disso, impor o controle americano sobre o estreito, confiscar as receitas petrolíferas iranianas e condicionar qualquer liberação de fundos à compra de produtos americanos.
objetivos estratégicos mais amplos