Pode resumir-se: Trump quer acabar com a guerra, que prosseguiu de forma muito diferente do que pensava, incluindo os custos; Nethanyau quer que a guerra continue... à custa dos Estados Unidos; O MNE do Irão Abbas Araqchi diz que "a guerra só acaba quando e como dissermos." O nuclear é a incógnita desta equação.
Em Washington as declarações são contraditórias e inconsequentes; em Teerão mais confiantes. Apesar da arrogância inicial as instalações militares subterrâneas iranianas armazenando milhares de mísseis e equipamentos permanecem intactas.
O assassinato de Ali Khamenei, familiares e dirigentes do Estado, reunidos para analisar conversações que os EUA consideravam promissoras, mais que um crime foi uma estupidez. Em termos políticos os crimes podem ser ignorados, a estupidez não, especialmente se se traduzir em elevados custos económicos e financeiros.
Israel tem agora uma guerra que pode ter 3 ou 4 frentes, com a intervenção do Hezbollah, das milícias iraquianas, dos Houthis. Em 9 de Março, o Hezbollah assumiu a responsabilidade por 124 ataques a alvos israelitas com mísseis e drones.