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2 de agosto de 2026

A fraude neoliberal

O que se vai passando no país e nesta UE do nosso descontentamento, leva-nos a retomar algumas ideias já aqui expostas. O neoliberalismo abriu caminho para um neofascismo. Forneceu à classe multimilionária e às multinacionais a cobertura ideológica para empobrecer a classe trabalhadora, impor austeridade, minar instituições democráticas, corromper partidos políticos nos seus princípios e promessas.

O neoliberalismo empurrou milhões de pessoas marginalizadas e desesperadas para os braços da extrema direita, outras foram levadas para processos auto destrutivos de dependência de drogas e jogos a dinheiro, consequências da frustração pessoal, precariedade, sentimento de inutilidade social e desilusão. Lamentavelmente as próprias vítimas não a associam ao neoliberalismo.

Os media promovem a agenda da extrema-direita e as suas falsas indignações de puritanismo político, não descansando enquanto do já degradado edifício constitucional oriundo do 25 de ABRIL não restar pedra sobre pedra. Para que tudo isto vingue a luta de classes desencadeada pela oligarquia é dada como não existente, mesmo para alguns que se dizem de esquerda.

A classe multimilionária permanece intocável e todo poderosa. Os doze mais ricos do mundo possuem mais riqueza do que a metade mais pobre. O neoliberalismo foi concebido para aumentar desigualdades e poder monopolista. O seu recurso é alimentar o extremismo, fomentar divisões sociais e culturais e minar instituições democráticas.

1 de agosto de 2026

Um golpe contra a Espanha que embora tenha sido ordeira quanto à Ucrânia se opôs a Trump e a Netanyahu

A mão da CIA e da Mossad e o regime corrupto de Marrocos

 O Estreito da Chantagem: Como Marrocos está tentando militarizar a ameaça migratória contra a Europa.

Existe uma verdade histórica incómoda que a diplomacia moderna prefere ignorar: a Península Ibérica sempre foi a fronteira da Europa contra a turbulência política do Norte da África. Da queda do Império Romano à Reconquista, o destino da Espanha foi frequentemente selado pelas areias movediças — e o […]

 Humor. IA, a mais recente miragem de um capitalismo em crise endógena.

Tudo se encaixa perfeitamente.

O crescimento implacável da dívida, a participação crescente dos lucros no valor acrescentado, a estagnação dos salários reais, o disparo dos mercados de ações, o recurso constante a políticas monetárias não convencionais, o colapso do consenso político, a polarização e a ascensão do populismo: esses fenómenos não são meros acidentes ou disfunções temporárias. Eles expressam e revelam a crise endógena do capital.

30 de julho de 2026

A "nova fase" na guerra na Ucrânia

 Os "comentadores" dizem que não há alterações no terreno e vão fantasiando sobre as baixas russas, fazendo por ignorar a incapacidade de defesa da UE/NATO e as destruições que em retaliação a Rússia causa na Ucrânia.

A Rússia foi designada como uma ameaça de longo prazo para a Europa, afirmou o Comissário da UE para Defesa, Andrius Kubilius, argumento qb para aumentar os gastos militares, cortando em prestações sociais, investimento produtivo e infraestruturas.

A campanha de ataques à Rússia prossegue tendo como objetivo a sua desestabilização económica e social. Em 25 de julho, drones atacaram 22 regiões da Rússia, em áreas de retaguarda russas. Observadores russos destacam que Rússia ainda não respondeu contra a retaguarda Ucraniana - a Europa - porém a Rússia está condenada a fazê-lo para forçar a Europa a render-se - consideram. Ou seja, independentemente das razões de cada qual, o belicismo ganha forças encaminhando-se para uma guerra global.

Lavrov, diz que o Ocidente com armamento de longo alcance promove esta fase como um "ponto de viragem" para "infligir uma derrota estratégica à Rússia" e "descolonizar a Rússia", o que implica abertamente o desmembramento do nosso país". Com 45% das ogivas nucleares existentes, Putin diz que tem os meios e a força para o que está em curso e o que vier.

28 de julho de 2026

Mudanças verificadas na guerra na Ucrânia

Segundo "comentadores" a Rússia está a entrar (tal como o Irão...) em colapso. Tanto num caso como noutro aqueles "regimes" não lhes fazem a vontade, consequentemente transformam-se em inimigos.

Há no entanto mudanças nesta guerra, que parecem centrar-se na perda de credibilidade de Washington no Kremlin. Lavrov afirmou que, nas negociações em Anchorage, Trump propôs a Putin que terminasse a guerra, sob a condição das FAU se retirarem do Donbass, o presidente russo concordou. Zelensky recusou-se a retirar as tropas e os EUA nada fizeram para forçar Kiev cumprir o tinham acordado. Isto é, os EUA não tomaram nenhuma medida necessária para a solução que eles próprios tinam proposto. Rubio terá dito a Lavrov que são necessárias novas ideias, pois as anteriores não foram aceitas pela Ucrânia. (!) Algo semelhante se passou com o Memorando de Entendimento entre os EUA e o Irão.

As "novas ideias" são o apoio de Trump aos ataques a refinarias de petróleo russas, áreas marítimas, etc., afirmando que é uma "escalada que leva ao fim da guerra". Os EUA iriam transferir uma licença para a Ucrânia produzir mísseis Patriot e adquirir drones ucranianos. Também elogiou Zelensky, afirmando que ele iria "construir um grande país" (?!) embora no contexto de um acordo com os EUA sobre minerais.

25 de julho de 2026

O grave problema da Europa - para "The Economist" - e a solução...

 A revista The Economist, do clã bancário Rothschild, tem promovido a guerra contra a Rússia. No entanto, a revista está preocupada, pois a população europeia parece não ter interesse em morrer por aqueles que lucram com tais conflitos. Várias sondagens revelaram que as pessoas não têm interesse em “defender o seu país”, quando essa “defesa” é para ser feita a leste do rio Dnieper.

Preocupados, os editores, convidaram a professora Nathalie Tocci, titular da cátedra James Anderson na Escola de Estudos Internacionais Avançados da Universidade John Hopkins na Europa, uma académica financiada pelos EUA, para apresentar ideias sobre como os europeus podem ser levados para a guerra.

"Os líderes europeus compreendem que o conflito está mais próximo do que nunca – daí o aumento acentuado nos orçamentos militares, conforme demonstrado na cimeira de Ancara". "Desde a invasão da Rússia em 2022, os líderes europeus têm frequentemente expressado admiração pela resiliência ucraniana." (1) Mas por trás daquela admiração, receiam deles próprios não demonstrarem a mesma determinação. "A questão é: pode-se invocar na Europa o espírito necessário para dissuadir a guerra sem de facto entrar numa?" Para a Sra. Tocci, decididamente não.

24 de julho de 2026

As negociatas de milhões

"Doze anos após a resolução do BES, o Tesouro e os contribuintes ainda não viram um cêntimo dos quase 6,4 mil milhões de euros injetados no Novo Banco. Para sobreaquecer o assunto, um ex-vice-governador do Banco de Portugal, João Costa Pinto, eleva a fatura para 15 mil milhões. Certo, mesmo, é o lucro “histórico” do fundo norte-americano Lone Star, que “voou” para a sua sede, em Dallas, com cinco mil milhões, preço pelo qual vendeu agora a sua posição ao francês BPCE, quintuplicando o investimento de mil milhões que fez em 2017. Sr. Spielberg, este filme interessa-lhe?". Visão 
Afinal o PC tinha razão - 
Sobre isto  o Chega não diz . nem dirá nada . tal como toda a direita e o PS...
Trata se da banca e das grandes negociatas 
Por isso ninguém ficará a  contas com a justiça , nem o Passos Coelho , nem o Carlos Costa , nem a Albuquerque em sinecura em Bruxelas , nem Sergio Monteiro e os gestores do Novo Banco ,,,
Continuem em votar neles