Buno . Bertez
FOICEBOOK
"A economia política e política económica a talhe de foice"
Linha de separação
7 de março de 2026
1 Quando fala da Ucrânia Trump diz querer parar a guerra porque há uma mortandade enorme e faz um esgar de repulsa. É horrível diz . E é.
Gelatinosos
1 A RTP entrevistou o mordomo das Lajes pelo afilhado de Dias loureiro.Continua
com a mesma arrogância e petulância de MRPP . Só que agora tem por
companhia o mordomo Rangel e o mordomo Montenegro acolitados pelo
mordomo trapasseiro Ventura de seu nomeAna Sousa facebook2 DURÃO BARROSO, UM OPORTUNISTA EM TODO O SEU ESPLENDOR, GELATINOSO, CONTRADITÓRIO, AUTOSATISFEITO E INDIGNO!-
exclama Alfredo Barroso, agoniado pela mescla tão evidente de vaidade
pessoal, auto-satisfação, falta de dignidade e sabujice política que já
vêm dos tempos da famosa e criminosa «cimeira das Lajes»…
6 de março de 2026
Especialistas julgam que estamos no início de uma era de falências e de colapso energético total na Europa
Kirill Dmitriev, representante especial do presidente russo para investimentos e cooperação económica com países estrangeiros e diretor-geral do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), também prevê o início de uma era de falências e colapso energético total na Europa após o corte no fornecimento de gás russo, obtido por meio de lobby da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e da chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas.
5 de março de 2026
“Ditar o ritmo”: quando a estratégia americana se resume ao volume do martelo
“O Irão não nos pode ultrapassar.” Eis, pois, a doutrina estratégica resumida por Pete Hegseth: a superioridade militar americana, a “violência da ação” e o poder ofensivo serão suficientes para impor o ritmo da guerra. Uma visão muito hollywoodiana da geopolítica: atacamos forte, muito forte, e o adversário acaba por perceber a lição.
Se o Irão resistir a guerra contra a China e os BRICS vai colapsar
Se o Irão sobreviver e resistir a guerra de Trump contra a China e os BRICS vai colapsar. Por outro lado os EUA também procuram estabelecer a hegemonia israelita em toda a Ásia Ocidental.
O conflito é assim uma batalha existencial tanto para a hegemonia geopolítica dos EUA como da China. É de momento travada entre as capacidades de mísseis e intercetadores do Irão e as dos Estados Unidos e Israel. Segundo o plano inicial a derrota militar do Irão e a decapitação da sua liderança, levariam a um surto de ressentimento popular que traria o Irão para a esfera ocidental.
Porém, o Irão mantém a iniciativa. O Estado não colapsou e está retaliando golpe após golpe com drones e mísseis atingindo as bases militares dos EUA no Golfo e Israel com mísseis hipersônicos - pela primeira vez - com múltiplas ogivas direcionais.
Os Estados do Golfo estão prestes a esgotar os seus estoques de intercetadores - pedindo aos EUA um fim rápido e diplomático do conflito, a fim de evitar uma escalada regional e um choque prolongado nos preços da energia. As reservas de defesa aérea israelo-americanas, também estão profundamente corroídas, com o Irão inicialmente enviando mísseis e drones antigos para esgotar as defesas aéreas. Os mísseis de alta qualidade do Irão, com velocidades superiores a Mach 4, mostram-se intocáveis pelas defesas israelitas.