A revista The Economist, do clã bancário Rothschild, tem promovido a guerra contra a Rússia. No entanto, a revista está preocupada, pois a população europeia parece não ter interesse em morrer por aqueles que lucram com tais conflitos. Várias sondagens revelaram que as pessoas não têm interesse em “defender o seu país”, quando essa “defesa” é para ser feita a leste do rio Dnieper.
Preocupados, os editores, convidaram a professora Nathalie Tocci, titular da cátedra James Anderson na Escola de Estudos Internacionais Avançados da Universidade John Hopkins na Europa, uma académica financiada pelos EUA, para apresentar ideias sobre como os europeus podem ser levados para a guerra.
"Os líderes europeus compreendem que o conflito está mais próximo do que nunca – daí o aumento acentuado nos orçamentos militares, conforme demonstrado na cimeira de Ancara". "Desde a invasão da Rússia em 2022, os líderes europeus têm frequentemente expressado admiração pela resiliência ucraniana." (1) Mas por trás daquela admiração, receiam deles próprios não demonstrarem a mesma determinação. "A questão é: pode-se invocar na Europa o espírito necessário para dissuadir a guerra sem de facto entrar numa?" Para a Sra. Tocci, decididamente não.