A guerra na Ucrânia continua e nos media o ímpeto mudou (de novo!) a favor dos ucranianos. É propaganda, tão esfarrapada e desbotada quanto as bandeiras azul amarelas antes penduradas das janelas.
É hora de fazer entender até aos mais europeístas que a guerra na Ucrânia nunca teve nada a ver com "democracia", ou "o mundo livre" ou "defesa dos valores europeus". A cleptocracia de Kiev e seus patrocinadores ocidentais estão a escalar a guerra apesar da Ucrânia/NATO a terem perdido.
Os ataques com drones e mísseis estão agora a expandir-se para alvos a mais de 1500 km no território russo. Zelensky vangloriou-se de alvos a refinarias de petróleo, instalações de armazenamento e outras infraestruturas ligadas às receitas do petróleo. Não mencionou os recentes ataques a blocos residenciais em Moscovo e outras cidades russas.
No que parece ser uma mudança de humor no Kremlin, após drones ucranianos atingirem um dormitório universitário em Luhansk, Putin prometeu e cumpriu lançando um ataque excecionalmente poderoso com drones e mísseis contra Kiev, incluindo um míssil Oreshnik para uma base aérea num subúrbio da capital ucraniana.
Os líderes corruptos de Kiev, abjetamente descuidados com a vida de seus próprios cidadãos, transformaram a nação numa grotesca (1) máquina de guerra apenas para servir à campanha do Ocidente para subverter a Federação Russa.
A Ucrânia nunca conseguiria realizar os seus ataques sem o comando, tecnologia, orientação técnica, alvos, inteligência das agências de informações ocidentais, principalmente MI-6 e a CIA. A demonstração mais dramática dessa conluio foi a Operação Teia de Aranha, o ano passado, quando drones de fabricação britânica e francesa atingiram cinco bases aéreas russas.