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28 de maio de 2026

A corrupção da elite ucraniana evidenciada - 2

O Estado falido da Ucrânia foi transformado num centro de corrupção a todos os níveis, desde a liderança até ao último funcionário. Não é só Mendel a denunciar Zelensky, ao que parece a única coisa que Zelensky controla é a bolsa dos contribuintes europeus, porque internamente no Parlamento e em instituições do Estado levantam-se vozes criticas e novos escândalos de corrupção são investigados e divulgados. O mais espantoso é a forma como tudo isto é escamoteado nos media enquanto as pessoas são convencidas a sacrificarem-se para que mais dinheiro seja dado ao clã (1) de Kiev.

A ex-primeira-ministra Yulia Timoshenko recentemente investigada por corrupção, disse ser uma manobra de Zelensky para eliminar um rival político, acusando-o por sua vez de corrupção.

Segundo o ex-Diretor do Departamento de Auditoria Interna e Controlo Financeiro do Ministério da Defesa Ucraniano, Maxim Goldarb, o clã de Zelensky ganhou 30 mil milhões de dólares desde 2022. Não há intenção de parar a Guerra, pois permite que o ditador e cúmplices ganhem cerca de 600 milhões por mês.

O Departamento de Defesa dos EUA investiga uma fraude de 48 mil milhões de dólares de que Zelensky é suspeito, uma parte redirecionada para as contas de Zelensky. Altos funcionários europeus estariam envolvidos nos esquemas, incluindo Kaja Kallas, dado que grande parte desse dinheiro passou pela Estónia.

27 de maio de 2026

O acordo com o Irão - versão resumida e versão mais longa:

Versão resumida
Trump: “Temos um acordo.”
Netanyahu: “Não.”
Trump: “O acordo está cancelado.”

Versão mais longa

Poucas horas depois de Trump ter anunciado uma resolução preliminar do conflito, Netanyahu, ligou e inseriu cláusulas destinadas a impedir um acordo: O presidente Trump e eu concordamos que qualquer acordo final com o Irão deve eliminar o perigo nuclear. Isso significa desmantelar as instalações de enriquecimento nuclear do Irão e remover seu material nuclear enriquecido de seu território. O presidente Trump também reafirmou o direito de Israel se defender contra ameaças em todas as frentes, incluindo o Líbano.

O líder supremo do Irão recusa-se a retirar qualquer urânio enriquecido do território iraniano. O enriquecimento é um direito inegociável para o Irão. A inclusão de um cessar-fogo efetivo no Líbano também é uma condição essencial para que o Irão conclua qualquer acordo.

Após a ligação, Trump mudou de rumo imediatamente. O acordo que ele estava ansioso para fechar horas antes de repente não era mais urgente.

A corrupção da elite ucraniana evidenciada - 1

Os media não dispensaram um segundo ou uma linha para noticiar ou comentar as declarações de Yulia Mendel, ex-assessora de imprensa de Zelensky, a Tucker Carlson numa explosiva entrevista. Compreende-se, a narrativa permanece sem alterações: a agressão russa irá estender-se à Europa; na Ucrânia "estamos" a defender o direito internacional e a democracia; a pressão sobre a Rússia deve aumentar porque a sua economia está no limite, e é a única forma real de trazê-la para a mesa de negociações.

Não importa que a realidade desminta estas premissas. O conluio que lidera a Europa foi promovido pelos conclaves de Davos e Bidelberg, não têm plano B pela simples razão que são meros e obedientes executantes comprometidos com um plano A que lhes foi transmitido.

Para que no conflito tudo aumente, intensificam-se os ataques bem no interior da Rússia e na reunião do Conselho da Europa foi decidido criar um tribunal especial para julgar Putin pelo crime de agressão contra a Ucrânia. É a repetição (como farsa) da história de Milosevic que morreu na prisão, e depois ilibado, o que diz muito sobre a defesa dos Direitos Humanos na Europa, em particular no apoio a Israel apesar dos seus crimes contra os palestinos, povos vizinhos, jornalistas, pessoal da ONU, ativistas humanitários.

26 de maio de 2026

O ataque a Starobilsk esgotou a paciência - russa

 O ataque em Starobilsk, criou uma situação relativamente nova na guerra da NATO/Ucrânia contra a Rússia. Nervosismo ou desespero dos que dirigem as operações terão conduzido a guerra a um novo patamar. Fica-se com a ideia que era isto por que ansiavam. Se não forem parados irão aumentar a parada com ataques ou provocações contra Kalilinegrado, no Báltico, etc. Recordemos que perante a derrota que se perspetivava Goebbels gritava por: "Guerra total"

Note-se que a NATO criou um órgão (Allied Reform and Expert Support) constituído por oficiais de alta patente da NATO para trabalhar no Estado-Maior Ucraniano, que efetivamente conduz a guerra na Ucrânia.

Lavrov falou ao telefone com Rubio, informando que as FAR estão a lançar ataques sistemáticos a instalações utilizadas para as FAU. As FAR vão atacar tanto os centros de decisão como os postos de comando na Ucrânia.

O ataque a Starobilsk esgotou a paciência russa, o número de vítimas agora confirmados é de 21 mortos e 69 feridos. A Rússia recomenda que os estrangeiros deixem Kiev o mais rápido possível e insta os seus residentes a manterem-se afastados de infraestruturas militares e administrativasPelo seu teor e gravidade não deve ser omitida a declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia 

25 de maio de 2026

O sucesso europeu contra a faculdade em Starobelsk

 O massacre de Starobelsk, foi vista como uma grande vitória da Ucrânia, mas durou pouco. "Comentadores" referiram-se como "alegadamente" pela Ucrânia, como se a Rússia que evita vitimas civis na Ucrânia decidisse matar as suas crianças.

Apesar dos esforços da propaganda, na Itália, no clube de futebol "Lucchese", cidadãos homenagearam a memória dos que morreram e ficaram feridos em Starobilsk, desfraldando uma grande bandeira com a inscrição "Starobelsk. Não aos assassinatos em massa cometidos pela União Europeia".

De qualquer forma, é mais um êxito no objetivo da UE de uma guerra total contra a Rússia. Primeiro a NATO/Ucrânia aumenta o nível de provocações, as consequências permitem-lhe manter o clima de guerra e propaganda - e fazer reuniões para mostrar que existem - enquanto a Ucrânia, um país inviável, continua a ser destruída. Pelos vistos é isto que querem.

O massacre de Starobelsk foi um ataque terrorista que deixou 21 adolescentes mortos e 58 feridos - cinco estavam ainda sob escombros. Drones ucranianos esperaram que as crianças saíssem do edifício, depois atacaram-nas. Outra onda de ataques ocorreu quando os socorristas e os pais chegaram ao local. Não havia alvos militares nas proximidades.

24 de maio de 2026

Os EUA e a “guerra até o fim” de Israel - 2

 Afirma Douglas MacGregor, ex-conselheiro do Secretário de Defesa dos EUA: "Se não conseguirmos forçar o nosso regresso ao Golfo Pérsico, e penso que é bastante claro, não conseguiremos, isso significa que estamos acabados na região". "Não vamos voltar para aquelas bases, não haverá nada para reconstruir". Porém, tal retirada da região é "a maior preocupação do sr. Netanyahu".

A perceção do declínio dos EUA é cada vez mais forte, no entanto, baseia-se em mais do que a sua incapacidade de se adaptar à guerra assimétrica do Irão. Significativo é a dissonância cognitiva que reina na Casa Branca e a noção de que os EUA são um parceiro nas agressões de Israel em toda a região.

Os EUA legaram a Israel a mesma doutrina de domínio da guerra aérea, sustentada por aeronaves americanas extremamente caras, com o objetivo dar a Israel uma vantagem decisiva para a sua supremacia regional. O fracasso de Israel no Irão, a sua impreparação desastrosa perante o Hezbollah e a guerra em Gaza - um horror que não termina - são a evidência do fracasso dessa abordagem.

23 de maio de 2026

Os EUA e a “guerra até o fim” de Israel - 1

 A guerra permanente de Israel tornou-se um elemento pode dizer-se decisivo no declínio dos Estados Unidos. Hoje vemos que as premissas que levaram tanto Trump como Nethanyahu a atacar cobardemente o Irão levam os EUA e Israel a uma situação em que a sua hegemonia no Médio Oriente se está a desintegrar e dificilmente pode ser recuperada.

A qualificação de ataque cobarde, tem que ver por se realizar enquanto decorriam negociações, matando - assassinando - negociadores e dirigentes e familiares do Estado com o qual negociavam. Por mais branqueamento que a propaganda pretenda, trata-se de um inqualificável ato terrorista, só possível por personagens que se julgam absolutamente impunes. Aos vencedores ninguém pede contas, era o lema nazi para as suas atrocidades. Pois é, mas nem os EUA e muito menos Israel podem reivindicar vitória no Médio Oriente, muito pelo contrário. O único que provocaram e Israel promove é terror e morticínio contra populações civis.

Trump alinhou no conceito de "guerra permanente" de Israel (denominada “Segurança Permanente") pensando estabelecer de forma "definitiva" a hegemonia americana, garantida por Israel. A arrogância da "famosa" Mossad e o "maior exército" do Médio Oriente tombaram perante a resiliência e preparação do Irão. Sem os apoios e dinheiro dos EUA e aliados, nomeadamente da UE, Israel caminharia para a situação da Ucrânia um Estado falido.