Não exageremos... Analistas dizem que "se as elites ouvirem a rua e voltarem a dar prioridade à educação, aos serviços públicos e à justiça económica, esta crise poderá tornar-se uma oportunidade para reformar o projeto europeu."
Ora aqui está a solução! Reformas - mas eles conhecem outra coisa? - para manter o projeto europeu, desde o início colonialista/neocolonial e ultraliberal. É isto que os deixa saudosos e ver se novamente lá chegam... "reformando". Em resumo, uma oportunidade para "mudar alguma coisa e ficar tudo na mesma". Falam em "se", mas fogem ao "como"! E socialismo? Nem pensar!
O socialismo é um avanço em relação ao capitalismo, tão evidente que na Europa, houve progresso social quando era praticado algum keynesianismo e medidas sob a pressão sindical motivada pela esquerda, que hoje, para aterrorizar a opinião pública, se chama de "radical" - e assim será quando vai ás suas raízes e não é oportunista.
Porém, em capitalismo mesmo quando devido à sua luta o proletariado melhora as condições de vida a (sua) insegurança aumenta (Engels), porém independentemente disto, aumenta a pobreza relativa - a maior parte da riqueza é absorvida pelo grande capital. Com o liberalismo, mais de 90% como tem sido documentado.