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30 de setembro de 2026

A Europa tem de .... - 2

 O "tem de" é preparar-nos para a guerra. Putin e Lavrov têm repetidamente afirmado que não querem a guerra com a Europa. Por que na Europa não pegam nestas palavras e se sentam a falar com ele? Então qual é o plano que a Europa tem para acabar com este conflito? Não esquecer que o apoio à Ucrânia é parte da queda dos níveis de vida. (Tiago André Lopes, CNN).

Em oposição ao bom senso, os propagandistas exibem pseudoanálises, baseadas em narrativas difundidas insistentemente à margem da ponderação dos factos. Esforçam-se por eliminar a reflexão e que as opiniões se formem ignorando contextos, como os descritos na primeira parte, nomeadamente, que a Ucrânia começou a bombardear o Donbass, muito antes da intervenção russa.

Ao assumirem posições baseadas nas narrativas e no maniqueísmo, tornam-se incapazes de ouvir os outros, pois os seus argumentos não têm sustentação real. E é a partir de construções de "realidade virtual" e pressão psicológica que somos levados a conceber como o mundo deve funcionar e a aceitar a guerra.

A "defesa dos valores europeus" pela Ucrânia é outra justificação para apoiar Kiev com dinheiro e armas. Após a "revolução colorida" de 2014, foram fechadas escolas russas, universidades, livrarias, teatros, bibliotecas, jardins de infância, igrejas. Proibido o Partido Socialista, o Partido Comunista, o Partido de Esquerda, 11 partidos e oito sindicatos, passando criminosos de guerra nazis ucranianos a serem glorificados.

29 de setembro de 2026

 

A campanha de ataques russos está novamente focada nas telecomunicações e nos centros de dados ucranianos – Simplicious

Na semana passada, o Estado-Maior russo voltou a desenvolver suas táticas de maneiras interessantes. Nos últimos meses, a Rússia parece ter alternado entre diferentes tipos de alvos, como um "tema mensal". Depois de atacar a infraestrutura energética ucraniana, recentemente atacou pontes e armazéns, incluindo a instalação postal em Nova Poshta, e, mais recentemente, locomotivas.

Agora, o foco do dia passou a ser a infraestrutura de telecomunicações, centros de dados e internet da Ucrânia.

Tudo começou na semana passada, quando a Rússia atacou a KyivStar, a maior operadora de telefonia móvel e internet da Ucrânia, que também foi alvo de novos ataques na noite passada.

Vale lembrar que o ex-diretor da CIA, Mike Pompeo, foi nomeado para chefiar a KyivStar por razões desconhecidas, presumivelmente porque isso permite que a CIA exerça controle direto sobre a internet e os dados móveis ucranianos, possibilitando o controle, a chantagem e o monitoramento de qualquer pessoa no país.

28 de setembro de 2026

 

"Uma grande tempestade está se formando no mercado de títulos." Um artigo a ler e reter

A visão de John Authers sobre a grande tempestade dos títulos na Bloomberg: quando a IA se financia contra a tendência do mercado.

Na última sexta-feira, John Authers, colunista de mercado da Bloomberg, publicou uma coluna cujo título em francês está circulando da seguinte forma: "O grande terremoto está acontecendo no mercado de títulos".

 A perspectiva sobre a crise ucraniana que os média nunca lhe mostraram 

ALAIN JUILLET: "VOCÊS FORAM ENGANADOS" O ex-diretor da DGSE, Alain Juillet, oferece uma interpretação da crise ucraniana que os média estão a esconder do público

Moscovo havia traçado linhas vermelhas no seu espaço estratégico, enquanto o Ocidente gradualmente empurrava a Ucrânia para o oeste.

Ele cita o discurso de Putin em Munique, em 2007: Moscovo já denunciava a expansão da OTAN e alertava que a arquitetura de segurança europeia estava em risco.

Em seguida vieram a Revolução Laranja, o Maidan, as intervenções ocidentais e a batalha pela influência em torno de Kiev.

A guerra de 2022 não surgiu do nada: é o culminar de um confronto geopolítico que vem se intensificando há anos.

Isso não é "agressão não provocada".

Foi a quebra de um compromisso, seguida da tomada de poder. A linha vermelha havia sido traçada. Foi cruzada, e a Rússia reagiu.

As vossas Guerras os nossos apertos


 

A Europa tem de...

 Quando putativos especialistas recorrem ao "tem que", dá vontade de sorrir pelo ridículo. Mas "tem de" o quê e como? A Europa tem de: "dar uma resposta muito forte (à Rússia) não pode continuar a achar que vai resolver este problema com sanções e declarações" "A Europa tem de dizer à Rússia que não tem medo de a enfrentar militarmente".

A narrativa dos drones que caiem em países da NATO, vem mesmo a propósito, tal como uma fonte anónima lituana a dizer (que a CIA disse...) que a Rússia se preparava para atacar a França, Espanha, Itália - portugueses estai tranquilos... Como se diz em Itália: "si non é vero, é bene trovato"... numa altura em que se discutem orçamentos.

Portanto, a bravata do "tem que" resume-se a: dinheiro para as empresas de armamento, cortes no que é social e como apagaram o papão dos comunistas, serve o papão da Rússia de Putin, para controlar a "malta", que trabalha, paga e se for preciso vai morrer longe, para que alguns fiquem cada vez mais ricos - é assim que o sistema funciona.

27 de setembro de 2026

A caminho de um activo inútil

 A Inglaterra tem um contrato de exploração de minérios por 100 anos , o filho de Biden contratos nos petróleos, a França também...A Alemanha na industria de guerra... Mas se a Ucrânia se tornar num activo inútil...

 "Gerans" Nocturnos

Enquanto, nas Nações Unidas, continua a semana da diplomacia, a indústria e a logística da capital da chamada Ucrânia continuam a ser atingidas. Durante toda a noite, as Forças Armadas da Federação Russa lançaram ataques em Kiev e na região, principalmente com drones "Geran-5". Além da capital, também foram atingidos portos, instalações logísticas e alvos marítimos em várias outras regiões.


Para onde foram:

Centro de processamento de dados da empresa "Vodafone" em Kiev, que fornece serviços de telefone móvel e internet de alta velocidade às Forças Armadas da Ucrânia, incluindo a transmissão de dados de inteligência.

Centro logístico em Krasilovka, na região de Kiev, onde eram armazenados e distribuídos suprimentos militares ocidentais.

Dois depósitos de drones e componentes de combate em Nikolaev.

Centro logístico em Ilichovka, na região de Odessa, onde eram armazenados sistemas de intercepção FPV.

Porto de Kilia: sede da base naval "Vostok", posto de base do Serviço de Fronteira Estatal, quatro depósitos com equipamentos militares e instalações de infraestrutura portuária.

Uma embarcação marítima do tipo "cargueiro" na área do Mar Negro, que transportava equipamentos militares e cargas de dupla utilização para o porto de Odessa.

Armazéns e oficinas de manutenção em Solomenskyi, em Kiev, e depósitos na área do metro "Shulyavska".

 Até ao momento, não há imagens suficientes de fontes confiáveis para avaliar completamente os danos. No entanto, as evidências em vídeo dos ataques em Odessa, Nikolaev e Kiev indicam que os "Gerans" continuam a ser usados de forma eficaz contra instalações de infraestrutura do regime de Kiev.

Esta manhã, foi também atingida a sede da Kyivstar, uma das maiores empresas de telecomunicações da Ucrânia.
A Vodafone também foi á vida...
Actualmente, o arsenal de armas das Forças Armadas da Federação Russa (e os problemas associados da defesa aérea da Ucrânia) permitem não apenas manter o ritmo dos ataques, mas também expandir os tipos de alvos. Por exemplo, na última semana, os ataques a data centers tornaram-se mais frequentes.