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10 de março de 2019

Marco Rubio novo director de Informação da RTP


ALERTA: Informes de un apagón completo en toda Venezuela en este momento. 18 de los 23 estados y el distrito capital se enfrentan actualmente a apagones completos. Aeropuerto principal también sin energía y generadores de respaldo han fallado', tuiteó Marco Rubio incluso antes de que las autoridades develaran esa falla específica.
A RTP ao dar a noticia diz que o governo de Maduro insiste na sabotagem , mas esconde este facto. Parabéns Flor Pedroso

Sabotagem e o infame decreto de Obama

Ontem sábado miles de venezolanos tomaron las calles de Caracas para marchar en repudio al ataque perpetrado en el Complejo Hidroeléctrico El Guri y en contra de los 4 años de la firma del infame decreto de Barack Obama, que dio origen a la conmemoración del Día del Antiimperialismo Bolivariano.
Un día como hoy, 9 de marzo en 2015, el entonces mandatario norteamericano puso el “ejecútese” a una ley unilateral, extraterritorial y arbitraria que declara a Venezuela como “amenaza inusual y extraordinaria” para Estados Unidos (EE.UU.) Este formato supuestamente jurídico, es el que ha utilizado esa nación para posteriores agresiones militares a la tierra de Bolívar
Tras recibir la repulsa mundial por haber hecho tal medida que viola flagrantemente lo dispuesto en el Derecho Internacional, Obama tuvo que reconocer que Venezuela en realidad no representaba una amenaza, que era un simple “formato” lo que firmó, pero no revocó el documento.
Esta supuesta “normativa legal” es la que ha usado Donald Trump para basar sus sanciones, medidas unilaterales, bloqueo y asfixia de la economía contra Venezuela. Este jueves renovó tal decreto por un año más.    /CP

À nossa Custa

Agostinho Lopes
UMA QUESTÃO DE ABONOS – a EDP e António Mexia
Aqui há anos, António Mexia, então Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações do XVI Governo (PSD/CDS Santana Lopes/Paulo Portas), anunciava, em vésperas da campanha eleitoral de 2005, quatro linhas ferroviárias de AV/TGV para o país! Neste ano da graça de 2019, com o mesmo desplante, António Mexia CEO da EDP anunciou ao país, através da Comissão Parlamentar de Inquérito às Rendas Excessivas, entre muitas outras coisas (1), que «A EDP foi e continua a ser o abono de família para o Estado». Esqueceu-se de completar o raciocínio: e «A EDP foi e continua a ser» também um bom, um excelente, um verdadeiro abono de família euromilhões para António Mexia. E de mais alguns que partilham com António Mexia cargos na administração da EDP. Como toda a gente sabe.
Mas devemos ser rigorosos na avaliação das atribuições e competências «públicas» da EDP. Mexia tem razão.
A EDP é um saneador do Estado, remodela governos, e não pede nada por essa operação de consultoria. Um Estado dentro do Estado, a EDP determina quem governa a energia: 2 secretários de Estado da Energia 2 – foram atropelados pelo carro pesado dos interesses accionistas da EDP. E de tal forma que a EDP, que não estava de acordo com a política energética, passa a estar de acordo, após a expulsão dos secretários de Estado.
A EDP é um colaborador do Estado no financiamento do ensino universitário – segundo Mexia, «€3M de investimento médio anual em mais de 50 instituições do ensino superior» – enquanto espalha a inteligência nacional pelos quatros cantos do universo. E fá-lo à custa dos lucros da EDP. Gastou 1,2 milhões de euros com Manuel Pinho na Universidade de Columbia. Não sei quanto no ISEG, mas obteve um estudo que confirma todas as suas teses, mais um doutoramento Honoris Causa. E mais 1,5 milhões de euros no Campus da Nova SBE em Carcavelos (em investigação no DCIAP) que fez outro estudo a confirmar o do ISEG, que já tinha confirmado o da empresa de consultoria NERA. Estudos que confirmam: a EDP não teve rendas mas prejuízos com os CMEC. São todos relatórios independentes, isto é, confirmam com independência as teses de quem os pagam. Independentes porque, apesar destas coisas se discutirem há anos, foram segredos de Estado da EDP até chegar a Comissão de Inquérito. Uma dúvida: porque não recorreu o Estado português para os seus estudos (que a EDP diz que são falsos!) às Universidades pagas pelo Estado? Outra dúvida: porque não falou Mexia, na sua longa apresentação da «Recomendação da Autoridade da Concorrência ao Governo relativo ao regime de Auxílio de Estado denominado por Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC)», de 25NOV13, dos 3 Relatórios da Brattle, suscitados pela decisão governamental, face à Recomendação de proceder a uma Auditoria? E da posterior condenação da EDP? (2)
A EDP aguenta com a tarifa social e logo é uma espécie de Santa Casa da Electricidade. Mas protesta: responsabilidade social sim, mas não na Taxa Social. Mexia acha que não pode ser, o Estado que pague. É assim que contabiliza esses custos como inaceitáveis «cortes» das rendas excessivas que diz não existirem. Está na onda do Governo PSD/CDS, que fez do suporte da Taxa Social pelas electroprodutoras um corte das «rendas excessivas»!
A EDP é um tabelião do Estado a redigir leis e regulamentos para o Estado, e não cobra emolumentos. A EDP redige resoluções do Conselho de Ministros (RCM 52/2004), elabora Decretos-leis (240/2004), escreve Portarias (Portaria 85-A/2013). Mas não decide. Não: «O Governo decide», diz Manso Neto. Que acrescenta «Redigir uma proposta de decreto-lei, a pedido do Governo, que o Governo depois, pode emendar, cortar e decidir, não vejo sinceramente, onde está o crime.» É uma «interação» «normal.» «É uma grande empresa». (Claro.)
A EDP é um lar do Estado para ex-ministros desempregados, e não pede subsídios à segurança social. A fotografia dos 5 ex-Ministros do PS, PSD e CDS do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da EDP, mais o ex-ministro CEO, António Mexia, na Revista da EDP de Fevereiro/Março de 2012 (3), assim o prova. A que poderíamos acrescentar, troca por troca, a entrada de um 6º ex-ministro, Luís Amado, na substituição de Catroga na presidência do CGS. Não. Nada disto tem a ver com a fusão e confusão dos interesses privados com o Estado, trata-se de ganhos de inteligência e experiência… Disse também Manso Neto: «há muitos políticos que têm um valor acrescentado, não é pelo poder de influência, é pela inteligência, é pela experiência que têm na vida.»

9 de março de 2019

A sabotagem do Império

O ministro venezuelano de Comunicação e Informação, Jorge Rodriguez, avançou que os Estados Unidos realizaram um ataque cibernético ao sistema de controle automático da Central electrica.  
Também anunciou que a Venezuela apresentaria em breve uma queixa sobre o assunto à Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet.Dias antes Pompeo profetizou o caos na Venezuela Uma vergonha.

En la marcha, que se desarrolla por Caracas, participan el canciller de Venezuela y el presidente de la ANC, entre otros. La movilización culminará con un discurso del presidente Maduro.


Desde las 09H00 (hora local) de este sábado, el pueblo chavista se moviliza en Caracas, capital de Venezuela, a raíz del Día del Antiimperialismo Bolivariano y en rechazo al reciente sabotaje eléctrico que mantuvo por más de 24 horas al país sumido en un apagón general. 

Uma novela de vigarices e Charlatanices

Mentiras para enganar o pagode.  Carlos Carvalhas
1 Centeno e Costa têm agora dúvidas sobre a venda de activos do Novo Banco. Pensam que esses activos com créditos problemáticos foram vendidos ao desbarato. Têm dúvidas agora. Mas não foram alertados mais que uma vez pelo PCP que acrescentou ainda que o Lone Star representado na Europa pelo filho mais velho da dona do Santander iria esmifrar até ao cêntimo o Capital Contingente , eufemismo para denominar uma garantia pseudo limitada ?
Quem foram as empresas que venderam e que compraram os activos do Novo Banco ? Que ligações têm ao Santander e/ou Lone Star ?`Ficamos à espera da investigação instaurada por Centeno.Que não seja mais uma cortina de fumo , como certos " rigorosos inquéritos " .
Com a redução dos activos o Novo Banco para satisfazer os rácios exigidos veio pedir mais dinheiro ao Estado via Fundo de Resolução que Centeno e Costa mentirosamente dizem que não custará nem um cêntimo aos contribuintes ...
Em 2015 já em campanha eleitoral depois de ter falhado a venda do Novo Banco Passos Coelho disse displicentemente que o Fundo de Resolução estava a render juros dando a entender que era um bom negócio para o Estado e que quanto mais durasse melhor...
Costa também em campanha eleitoral comentou a afirmação de Passos como , "Um descaramento Absoluto "... Hoje diria certamente que era :um descaramento relativo....pois repetiu na Assembleia a mentirola de Passos Maria Luís de que o Fundo de Resolução nada custaria aos contribuintes.
2 Quando este governo alterou as condições do Fundo de Resolução alongando o prazo de pagamento para trinta anos , Passos veio dizer que era um perdão à banca de quase metade...Afinal sempre há custos para os contribuintes.
Pondo de lado a diminuição de lucros entregues ao Estado pela Caixa Geral de Depósitos na sua comparticipação para o Fundo de Resolução e o que se passará nestes 30 anos...vejamos ainda algumas contas já publicadas.
  • "O Fundo de Resolução vai remunerar o empréstimo do Estado com taxas que "pretendem " refletir os custos da República. Para os primeiros cinco anos, as taxas são de 2% (BES) e 1,38% (Banif). Por comparação, a julgar pelos preços do mercado, o Estado paga mais do que isso por dívida a cinco anos
  • Pior: se tivermos em consideração o custo médio da dívida pública portuguesa (ponderado por todos os prazos), este é de cerca de 3,% segundo o IGCP. Esta será, eventualmente, a referência mais correta, já que estamos a falar de dívida do Estado, fungível, e isto é o que o Estado paga, em média, por todo o bolo da dívida.
  • Pior ainda: se tivermos em consideração o que o Estado pagaria para emitir dívida a 30 anos, a taxa não seria inferior a 4%— e há dúvidas sobre se mesmo pagando 4% o Estado conseguiria emitir um montante significativo de dívida a 30 anos.   Esta seria, contudo, a referência que poderia fazer menos sentido comparar, porque a taxa só foi definida até 2021.  Os contribuintes vão pagar e não vai ser pouco Se a Banca vier a pagar 60 % já será uma sorte. E tudo isto não tendo em conta a Caixa Geral de Depósitos , nem a taxa efectiva de IRC que a banca paga ao Estado . O Estado nem sequer incluiu , além da taxa de juro um prémio de risco adicional(um spread) que é o que a Banca faz em qualquer empréstimo
"É por fatores como estes, conjugados, que economistas como Ricardo Cabral, colunista do Público, defendem que está, de facto, a haver um perdão. A opção deste economista é olhar para a taxa a 30 anos (29, em rigor) e extrair daí uma taxa de desconto. Ou seja, da mesma forma que um euro hoje não é o mesmo que um euro daqui a 30 anos, o economista acrescenta um spread de um ponto percentual e calcula que os 4.953 milhões de euros que hoje são devidos pelo Fundo de Resolução, na realidade, equivalem a 2.278 milhões de euros em valor atual." Embora seja um calculo hipotético o valor é quase metade."



8 de março de 2019

Sacudir a àgua do capote

Lembrar 
A ministra dos eucaliptos , da CAP , da redução das brigadas de sapadores florestais e o Novo Banco
Cristas aprovou projecto de resolução do BES sem o ler
"NO Conselho de Ministros nunca se discutiu "com profundidade" os eventuais problemas no Banco Espírito Santo (BES). A garantia veio da líder do CDS-PP, Assunção Cristas, que explicou ao jornal Público que houve apenas "uma referência" do então primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, sobre o tema. A líder centrista adiantou um detalhe polémico: Cristas foi contactada "durante as férias" pela ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, para assinar "com urgência" - "sem conhecer o dossier"- a resolução do Banco de Portugal sobre o BES."
 13.03.2017

7 de março de 2019

Tudo ligado

O Bloco Central das negociatas e a submissão à UE
O BCE já deu a entender que quer apenas na Península Ibérica dois bancos Um deles o Santander.Tudo está feito para depois de limpo o Novo Banco vir a ser " entregue" ao Santander...tudo encoberto com a fantasia do Fundo de Resolução.
Em 2015 Passos Coelho disse que o dinheiro para o Novo Banco tinha sido um empréstimo ao Fundo de Resolução e estava a render juros... Costa comentou na altura dizendo que era o descaramento absoluto. Hoje na A. Republica retomou a argumentação de Passos , sem se rir e sem tremuras de voz.
Lembrar noticia :"Novo Banco. Filho da presidente do Santander à frente da Lone Star 
"Imprensa espanhola já lembrou que o Santander tem crescido, em parte, à custa da reestruturação financeira portuguesa .O governo deverá decidir nas próximas semanas quem será o vencedor da corrida à compra do Novo Banco. O fundo norte-americano Lone Star, cujo presidente ibérico é Felipe Morenés Botín – filho mais velho de Ana Botín, presidente do Santander –, parece ser o que está em melhores condições." Nesta altura a mãe veio por acaso! a Portugal e falou por acaso ! com António Costa.
"O certo é que a ligação de Felipe Morenés Botín à presidente do Santander já mereceu destaque na imprensa espanhola, lembrando-se que a instituição financeira liderada pela mãe tem sido uma das vencedoras da reestruturação financeira portuguesa e que a aquisição feita, no final de 2015, do Banif já começa a dar frutos."
"Aliás, o grupo espanhol apresentou na semana passada os seus resultados referentes a 2016, em que registou lucros de mais de 6 mil milhões de euros, dos quais 395,5 milhões de euros em Portugal. O diretor-delegado do grupo, José Antonio Álvarez, já veio elogiar a “excelente integração” do Banif no Santander Totta e o aumento dos lucros que o banco registou em Portugal, numa altura em que os seus principais concorrentes “têm problemas significativos”.
Lembrar outra notícia
A alienação do Banif ao Santander Totta acontece no âmbito de uma medida de resolução. O Banco de Portugal justifica a decisão com o falhanço da venda voluntária e as regras europeias.
"A entidade liderada por Carlos Costa dá ainda a entender que esta era a única solução aceitável por Bruxelas. No comunicado sublinham-se "as consequências de uma provável declaração de ilegalidade do auxílio de Estado ao Banif pela Comissão Europeia, que criaria uma gravíssima insuficiência de capital", bem como "a posição das instâncias europeias no sentido de que a alienação do Banif, com auxílio de Estado, é apenas viável num cenário de resolução".
Depois do BES, também o Banif foi alvo de uma medida de resolução. As propostas de compra apresentadas implicavam auxílio do Estado, o que obrigou a este desfecho, apesar da venda ao Santander. No âmbito desta operação o Estado terá que mobilizar 2.255 milhões de euros, dos quais 489 milhões pelo Fundo de Resolução e 1.766 através de injecção directa do Estado. O Estado paga mas fica sem os bancos, nem manda neles . Uma maravilha com a Chancela do Bloco Central das negociatas e o das Selfies de Belém.