Como os franceses vêem o betinho Macron apesar do apoio da imprensa dominante .
"Metade dos franceses qualificam a política de Macron como "injusta" e mais de 60% acham que ela "divide a sociedade". E quanto à histórica promessa feita no lançamento da candidatura de que iria "libertar as energias" da França e ao mesmo tempo "proteger os mais frágeis", mais de metade conclui agora que não fez uma coisa nem a outra. "Arrogante" e "distante das pessoas" são outras percepções."
Linha de separação
19 de abril de 2018
Para certa comunicação social e certos académicos das relações internacionais
Vídeos ,mentiras e académicos portugueses da treta
Syria - Who Is Stalling The OPCW Investigation In Douma?
Why has the fact finding mission (FFM)of the Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons (OPCW) not visited Douma?
The OPCW inspectors are held up by the United Nations Department of Safety and Security (UNDSS) which has a say about any movement of UN aligned organizations in areas that might be dangerous. The UNDSS is led by an Australian police / intelligence officer. The holdup seems to be intended.
On Sunday April 8 videos were published of an alleged 'chemical attack' in Douma near Damascus. At that time the area was under control of Jaish al-Islam, a Salafi terrorist organization financed by Saudi Arabia. The various videos from terrorist supporters like the 'White Helmets' were unconvincing. They showed obviously arranged scenes of an alleged 'barrel bomb' and manipulated bodies of dead children that had been moved and decorated with shaving foam to superficially fit the claims of a 'chemical incident'. Another video showed people in a hospital being doused with water for no apparent reason.
An often quoted opposition news outlet, the Syrian Observatory in Britain, denied that a 'chemical attack' had happened. It reported on April 8 of suffocation after a shelter collapsed due to bombing:
18 de abril de 2018
O Sionismo
Israel coordenou com antecedência o seu ataque ao aeródromo T-4 na província síria de Homs com Washington e os EUA aprovaram a iniciativa, escreveu o jornal norte-americano The Wall Street Journal
Como afirmou o interlocutor do jornal, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, "após negociações com [Donald] Trump], ordenou l um ataque contra uma bateria de defesa antiaérea .
Na noite para 9 de abril, caças F-15 de Israel lançaram oito mísseis contra a base síria T-4, na província de Homs, cinco dos quais foram interceptados e três atingiram seus alvos. Segundo informou a agência síria SANA, o bombardeiro causou a morte de 14 pessoas
As provas em segunda mão do betinho Macron
Jacques Sapir
Le document officiel du gouvernement français censé établir la preuve de l’usage d’armes chimiques par le gouvernement syrien contre les groupes rebelles dans la ville de Douma (Ghouta orientale) pose plusieurs problèmes[1]. On a d’ailleurs reproduit en annexe à la fin de cette note ce dit document. Très clairement, ce document ne contient pas les preuves qu’Emmanuel Macron prétend détenir, pour justifier les frappes du samedi 14 dans la nuit. Une action d’une telle gravité exigeait, en effet, que ces preuves soient réunies et soient présentées aux Français. Ces problèmes amènent à questionner le narratif du gouvernement français et du Président de la République, M. Emmanuel Macron.
L’établissement des faits
Ce document de plusieurs pages précise donc dans son point n°1 :
« Les services français ont procédé à l’analyse des témoignages, photos et vidéos apparus spontanément sur les sites spécialisés, dans la presse et les réseaux sociaux dans les heures et jours qui ont suivi l’attaque. Des témoignages obtenus par les services ont également pu être analysés. L’examen des vidéos et images montrant des victimes et mises en ligne ont permis de conclure avec un haut degré de confiance que la grande majorité est de facture récente et ne relève pas d’une fabrication. La nature spontanée de la mise en circulation des images sur l’ensemble des réseaux sociaux confirme qu’il ne s’agit pas d’un montage vidéo ou d’images recyclées. Enfin, une partie des entités ayant publié ces informations est reconnue comme habituellement fiable. »
On doit noter que TOUTES les sources utilisées sont des sources de seconde main ou des sources dérivées sur les réseaux sociaux. Comment peut-on affirmer avec un « haut degré de confiance » que ces sources ne correspondent pas à une manipulation ? Ceci est un vrai mystère. Nous savons tous que ce qui circule sur les réseaux sociaux à propos de la Syrie doit être pris avec beaucoup de précaution. De même, il est affirmé que les sources sont « habituellement fiables ». Ce n’est pas un argument recevable dans le cadre d’une déclaration officielle (cela pourrait l’être pour des journalistes) parce qu’une déclaration officielle est bien plus lourdes de conséquences. Soit on affirme (et on prouve) que la source EST fiable soit on n’affirme pas. L’impression d’un certain amateurisme prévaut.
Os falsos vídeos de Macron , Trump e May
https://mail.google.com/mail/u/0/#sent/162d747948308f35
Global Research, April 17, 2018
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Who “Staged” the Syria Gas Attack?
By Global Research NewsGlobal Research, April 17, 2018
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Condenações
Por iniciativa do Patriarca Cirilo (Ortodoxo) e em colaboração com o Papa Francisco de Roma (Católico), está sendo formada uma aliança com os Patriarcas Bartolomeu I de Constantinopla, Teófilo III de Jerusalém, Teodoro II de Alexandria e João X de Antioquia, para se opor à guerra na Síria.
Os Ortodoxos já tomaram posição :
Os Ortodoxos já tomaram posição :
Nós, os Patriarcas: João X, Patriarca Ortodoxo grego de Antioquia e todo o Oriente, Inácio Afrodis II, Patriarca Ortodoxo sírio de Antioquia e todo o Oriente, e José Absi, Patriarca Católico greco-melquita de Antioquia, Alexandria e Jerusalém, condenamos e denunciamos a brutal agressão que ocorreu esta manhã contra o nosso precioso país, a Síria, pelos EUA, a França e Reino Unido, sob alegações de que o governo Sírio usou armas químicas. Levantamos as nossas vozes para afirmar o seguinte:
Esta brutal agressão brutal é uma clara violação das leis internacionais e da Carta da Nações Unidas, porque é um ataque injustificado a um país soberano, membro da ONU.
Causa-nos grande dor que este assalto venha de países poderosos aos quais a Síria não causou qualquer dano de nenhuma forma.
A Cristas lá do sitio
A Cristas lá do sitio cada vez mais hipócrita.
Após o escândalo relativo à ameaça de deportação de muitos descendentes da chamada geração Windrush que chegou à Grã-Bretanha entre 1948 e 1971 a fim de colmatar falhas no mercado de trabalho, Theresa May foi ao parlamento esta quarta-feira apresentar desculpas.
"Quero ser absolutamente clara, não temos a intenção de dizer a alguém que tem o direito de permanecer no país que se vá embora. E para aqueles que receberam cartas por erro, quero pedir-lhes desculpa", disse a primeira-ministra.
O escândalo está diretamente relacionado com o apertar das regras relativas à imigração em 2012, período durante o qual Theresa May esteve à frente do Ministério do Interior.
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