A
Comunidade
Saker América Latina exige a
aparição viva do jornalista chileno-americano Gonzalo Lira,
detido-desaparecido na Ucrânia pelo regime neonazi de Vladimir
Zelenski, da mesma forma que reitera sua solidariedade a Julian
Assange, prisioneiro da monarquia britânica e do governo dos EUA.
No
ambiente dos meios de comunicação no ocidente, que são, em sua
maioria, fábricas de propaganda maliciosa da OTAN, pretende-se
ignorar a situação de opressão e censura da ditadura neonazi que
governa a Ucrânia hoje, onde no melhor estilo de paramilitarismo
terrorista que devastou e devasta vários países da América Latina,
são elaboradas listas negras de pessoas a serem mortas, o que
acontece desde o golpe de Estado de 2014 em Kiev. Entre essas vítimas
estão muitos jornalistas e comunicadores, muitos dos quais já foram
executados.
Agora
esta
ação terrorista atingiu Gonzalo Lira, escritor, diretor de cinema,
jornalista e comunicador de nacionalidade americana e chilena, que
tem sido
colaborador
habitual em
The Vineyard of The Saker.
Desde
antes do início da Operação Militar Especial da Rússia contra a
limpeza étnica que os neonazis
pretendiam aprofundar em relação aos ucranianos de língua russa,
que são a maioria no Leste, Lira vem reportando
criticamente ao
governo neonazi de Zelensky e seu comportamento belicista e racista,
comportamento que, inspirado e instigado pelo ocidente,
levou ao atual confronto militar entre a Federação Russa e as
Forças Armadas da Ucrânia, conduzidas
e abastecidas
pela OTAN.
Vale
lembrar que já no início do ano passado, mais precisamente em
abril, Lira foi preso por alguns dias, incomunicável, e os seus
equipamentos foram roubados. O regime de Zelensky foi forçado a
libertá-lo pela grande pressão internacional que se seguiu. Em 5 de
maio, ele foi preso novamente e, desde então, não foi ouvido.