Na guerra contra o Iémen, só ao fim de cinco anos de agressões genocidas, o seráfico secretário-geral da ONU, sr. Guterres, viu que havia uma tragédia
humanitária. Aliás só o fez quando era visível que a Arábia Saudita (A S) não ia ganhar a guerra. tratava-se de tentar uma saída airosa para o “ocidente”. Aliás
foi sol de pouca dura, os EUA não querem conversações de paz e obedientemente o sr. Guterres, voltou-se para as alterações climáticas e o “inimigo público nº1”
o CO2.
Depois da Síria, os acontecimentos no Iémen colocam as forças NATO e aliados em cheque: o exército iemenita e os Houthis infligiram golpes devastadores
à credibilidade dos sistemas de defesa dos EUA e das forças armadas sauditas.
Em agosto, atingiram instalações de petróleo da Aramco, a 1 200 km do território iemenita, reduzindo a metade a produção de petróleo
da Arábia Saudita por um período de tempo que a Aramco ainda não determinou. Este ataque revelou um elevado nível de penetração na A S, conseguindo realizar reconhecimento interno com a ajuda
de infiltrados e colaboradores locais, bem como as suas capacidades técnicas empregando drones de vários tipos, bem como guerra eletrónica para cegar os radares do sistema Patriot dos EUA-
Agora, em 28 de setembro, os Houthis e o exército iemenita realizaram um ataque convencional com duração de três dias, iniciado dentro
das fronteiras do Iémen. Operação que envolveu importante recolha de informações e planeamento operacional. As forças da A S foram atraídas para posições vulneráveis e, através de um movimento de cerco empurrados para a A S sendo cercada a cidade
de Najran e seus arredores. Três brigadas sauditas com efetivos da ordem dos milhares, incluindo dezenas de oficiais superiores, além de inúmeros veículos de combate, foram eliminadas.
Nesta operação misseis do Iémen, atingiram o aeroporto de Jizan paralisando qualquer movimento de e para o aeroporto, inclusive negando a possibilidade de apoio aéreo às tropas cercadas. O aeroporto King Khalid,
em Riad, foi também atingido forçando os helicópteros Apache, a deixar a área. Bases militares próximas também foram alvejadas, a fim de impedir reforços e interromper a cadeia
de comando. Isso levou as forças sauditas a fugir em desorganização.
Dezenas de veículos blindados sauditas foram atacados por mísseis houthis, juntamente com outras armas. Imagens mostraram fileiras de prisioneiros sauditas caminhando
em direção a campos de prisioneiros.
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