Os habituais propagandistas andam muito excitados. De repente, a guerra está "a virar" a favor da Ucrânia - segundo Zelensky, esclareça-se - a situação de Kiev é prometedora. (?!)
Que Zelensky o diga não admira dada a fama que Yulia Mendel lhe apõe, mas que o repitam é de quem não tem "muita mioleira" diria o poeta. Claro que apesar desta "derrota" estrondosa dizem que a Rússia prepara-se para invadir a Europa. A versão oficial é que "Moscovo é a principal ameaça da Europa!" portanto é preciso continuar a abastecer Kiev com armas e dinheiro. Contudo, bem ponderado a principal ameaça à Europa são as suas próprias lideranças. Milhares de milhões são alocados ao fornecimento de armamento - sobretudo drones - e em vez de investirem na melhoria de vida da população e economia, estão a desperdiçar dinheiro para a Ucrânia…
Isto tem que ver com o fornecimento maciço de drones a serem produzidos na Europa atacando S. Petersburgo durante o Fórum Internacional, Moscovo, Sebastopol, objetivos energéticos, estaleiros. Da Ucrânia são lançados cada vez mais ataques de longo alcance contra o país. Não é só o material que é fornecido, a coordenação da guerra é feita em Weisbaden (quartel-general da FA dos EUA ma Europa) e a condução política por Londres, Paris, Berlim. (gen. Agostinho Costa).
O
Congresso dos EUA aprovou
um projeto
de lei sobre ajuda à Ucrânia e sanções contra a Rússia,
autorizando
o Presidente a
impor
medidas que
incluem sanções
contra instituições financeiras, empresas petrolíferas e mineiras,
restrições de propriedade e de vistos contra funcionários russos,
aumento dos direitos aduaneiros.
Reforçar
a ajuda dos EUA à Ucrânia, fornecendo mais de mil milhões de
dólares para segurança e reconstrução e
8 mil milhões de dólares para a defesa como
empréstimos.
A
Ucrânia
não existe como país.
Dois
milhões de ucranianos morreram no conflito com a Rússia e quase um
quarto da população fugiu do país, diz
analista
militar norte-americano
Steven
Kuhn.
"Não
resta nada. O governo é controlado. A terra é controlada. A
infraestrutura é controlada. A reconstrução é controlada. As
armas são controladas".
O
Ocidente quer lutar até ao último ucraniano - e depois posar como
salvador e dividir o país arruinado para capturar os seus recursos
naturais, um plano escrito em 2019.
A
propaganda procura por um lado justificar por outro distrair das
realidades, o rearmamento intenso que se prepara e o clima de
provocações substituindo a diplomacia, aparecem como uma forma das
lideranças
políticas se consolidarem internamente e gerar lucros para as indústrias de
guerra.
Todo este frenesim belicista parece ignorar a força das retaliações russas sobre as infraestruturas ucranianas e a capacidade de defesa que a Europa não tem e não pode proporcionar a Kiev. Note-se ainda o seguinte que os drones dados a Kiev podem ter uns 50 kg de explosivos, um Iskander (sem ogiva nuclear) pode transportar 500 kg ou mais de explosivos.
Mas há outra questão que é ignorada. Diz a porta voz do MNE russo, Maria Zakharova "o nível de ameaça nuclear no mundo aumentou obviamente nos últimos anos devido aos riscos criados pelas ações dos países ocidentais. Moscovo está a acompanhar as ações da UE e da NATO na esfera nuclear e militar. Zelensky, exigindo armas nucleares para a Ucrânia como uma "garantia de segurança", está a provocar um conflito nuclear.
Isto porque "certas forças em Londres e Paris" estavam a considerar a ideia de transferir elementos de armas nucleares para a Ucrânia (Andrey Belousov - Ministro da Defesa Russo).
Medvedev, também insiste na questão: um apocalipse nuclear é real, mas esperamos realmente que isso não aconteça. Os desenvolvimentos atuais dissiparam ilusões sobre as relações da Rússia com o Ocidente. A Rússia deve concentrar-se no seu próprio país e no seu desenvolvimento; ainda há muito a fazer nas linhas de frente e na retaguarda para a vitória e a conclusão da campanha militar. Após o colapso da URSS, muitos cidadãos da Rússia viam as relações com o Ocidente através de óculos cor-de-rosa, acreditando que "eles nos esperavam de braços abertos e que partilhamos culturas próximas". Medvedev pode não ser diplomático, mas é o que muitos pensam na Rússia: agora compreendem que é impossível resolver conflitos internacionais com base em acordos, a capitulação consideram ser a forma mais eficaz de pôr fim aos conflitos. O Irão pensa o mesmo...
Perante isto é difícil perceber o que têm na cabeça e o que perspetivam para o futuro as lideranças europeias perante os problemas económicos, irrelevância diplomática, fragilidade logística e militar. Que futuro para as populações e para as novas gerações propõem? Porque é que isto não é discutido e a realidade é substituída por propaganda e dogmas?
1 comentário:
O GRANDE ERRO DOS RUSSOS;
--->>> não reconhecer que o 'currículo' que está em causa não são quinze anos (1930 - 1945)!!!... Sim: o que está em causa é um 'currículo' de 500 anos!!!
[sim: no século XXI temos, tão somente, a Terceira Vaga]
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VICIADOS EM LADROAGEM (500 anos de currículo... mas agora estão em declínio) NUMA FUGA PARA A FRENTE:
- já investiram 400 mil milhões de dólares numa guerra... tendo em vista conduzir a Rússia ao caos (e pilhar as suas riquezas).
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P.S.
Pois é: europeus da Terceira Vaga é igual a mais do mesmo: OCIDENTAIS À PROCURA DE MAIS LADROAGEM:
-> Primeira Vaga: napolitanos.
-> Segunda Vaga: hitlerianos.
-> Terceira Vaga: europeus usando a Máfia de Kiev como 'proxys'.
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