O FMI tutelado pelos EUA onde pululam famosos economistas da estirpe de Vítor Gaspar recomenda ao governo aquilo que o bloco central das negociatas (BCN) deseja mas só diz baixinho:a revisão das carreiras da função pública.
Revisão das carreiras para quê?
Claro, para dar mais direitos , para que mais trabalhadores da função pública possam chegar ao fim da carreira depois de uma vida de trabalho... Uns humoristas.
Portugal perde continuamente competitividade com o Euro , por isso os dominantes pressionam para que os direitos e os salários de quem trabalha sejam comprimidos , até por que ,em primeiro lugar, estão os interesses agiotas dos Bancos credores
"O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomenda ao Governo que vá ainda mais longe na consolidação orçamental: nos próximos dois anos, Mário Centeno deveria fazer um esforço orçamental adicional de dois mil milhões de euros. Além disso, é preciso rever as carreiras dos funcionários públicos, avisa o Fundo, num comunicado publicado esta sexta-feira, pela missão que esteve em Lisboa, para a avaliação anual ao abrigo do Artigo IV."
Linha de separação
18 de maio de 2019
17 de maio de 2019
As eleições para o PE com a UE na via do colapso
Como é típico nos períodos de crise política, os apaniguados do sistema agitam-se em promessas e boas intenções, quando nada fizeram antes,
ou atacam-se uns aos outros na ânsia de se colocarem ao serviço das cúpulas dirigentes, neste caso da UE, como salvadores do sistema.
Mas a UE colapsa. Em praticamente todos os países da UE há protestos contra as políticas de austeridade permanente a favor de uma oligarquia financeira predadora,
corrupta, rentista, manifestações que a comunicação social esconde ou desvaloriza.
Indiferença e hostilidade perante o que é a UE é o que sondagens e a taxa de abstenção evidenciam.
Movimentos contra a burocracia federalista da UE
cresceram e tornaram-se governo em vários países. São a extrema-direita levada ao poder (embora o neoliberalismo vigente seja também um neofascismo) onde o que já tinha sido esquerda faltou
aos seus compromissos. Recordemos o “eurocomunismo” (?!) e os profetas que agoiravam o “caixote do lixo da História” para quem não o seguisse. Eis os resultados.
A UE necessita de relações pacíficas nas suas fronteiras, porém alinhou em todas as manobras de agressão e sanções, visando garantir
a supremacia do dólar e o domínio imperialista sobre as fontes de matérias primas.
A Rússia, a Venezuela, Cuba, o Irão, a Síria, a Líbia, o Sudão, o Iémen, a Jugoslávia, etc., nunca constituíram qualquer ameaça
aos países da UE. Quanto a direitos humanos, se fossem sinceros olhariam primeiro para os aliados como a Arábia Saudita, Israel, Colômbia, etc., ou para os próprios EUA ou a França da repressão
aos “coletes amarelos”.
Os “europeístas” queriam a política externa a “uma só voz” e assim a têm: a política externa da UE é a ditada pela NATO
(no essencial também a interna) e pelos vistos sentem felizes e de boa consciência caluniando a Rússia, a Venezuela, o Irão, etc.
Mas as sanções prejudicam em absoluto os países da UE, especialmente os economicamente mais frágeis, como Portugal que teria todo o interesse em manter e
desenvolver as relações designadamente com a Venezuela.
Pobreza, estagnação, mentiras, corrupção, decadência política, económica e social é o que a UE tem para oferecer, tudo isto mascarado
com a propaganda dos “europeístas” tão confusa como inútil, limitando-se a semear ilusões Se houvesse informação
isenta há muito que o esclarecimento estava feito sobre a UE, incapaz de resolver qualquer dos seus problemas, a não ser dar mais dinheiro à finança.
Como disse Ortega y Gasset: “a burocracia é fautora de guerra civil”. A UE vive uma guerra civil, não militar, social. E por muito que os “europeístas”
apregoem democracia, paz e direitos humanos, tudo isto se esgota na submissão ao imperialismo e à finança.
A soberania de cada Estado, subvertida por Tratados aprovados à revelia dos cidadãos, é um inimigo que os “europeístas” querem abater. Mas sem
soberania não há nem nunca houve democracia.
“A UE não é a Europa”, como escreveu no seu livro João Ferreira. Os povos europeus têm de se libertar das cúpulas burocráticas da
UE, criando um espaço de cooperação, paz e respeito pelas soberanias, entre si e com os vizinhos. É este o significado que pode ter a luta eleitoral para o PE: um esforço de esclarecimento
contra os dogmas do federalismo e do neoliberalismo.
14 de maio de 2019
Coisas que eles (não) dizem - 7
O terrorismo mediático contra a Venezuela prossegue. Podiam não ser a favor do chavismo, ao menos podiam dizer a verdade.
Mas não, toda a mentira, distorção e falsificação dos factos é exposta como verdade de factos únicos e exclusivos.
A jornalista norte-americana Anya Parampil, que esteve um mês na Venezuela, disse: “A oposição não tem apoio popular. Juan Guaidó provou mais
uma vez, que só irá para o poder em cima de um tanque dos EUA.” Trata-se de “mais outra guerra por petróleo. Trump disse - e foi aplaudido pelo povo americano - que o Iraque tinha sido um erro,
mas agora ele está disposto a fazer isso de novo.”
Os media mentem sobre o que está a acontecer na Venezuela, disse comparando a tentativa de golpe de Guaidó a um cenário em que Hillary
Clinton recusando-se a aceitar a eleição de Trump, reunisse 24 soldados para tentar tomar a Casa Branca à força. (https://www.youtube.com/watch?v=_lCerJncxpk)”
A oligarquia local apenas pode governar alguns bairros do este de Caracas e parece estar muito distante de comandar um processo de mudança política nacional. A oposição
está debilitada nas suas lideranças e dividida, perseguida judicialmente, escondida. Pelo contrário, o chavismo está mais forte, elementos críticos e dissidentes podem acabar por se tornar coesos
em torno de Maduro.” https://www.rebelion.org/noticia.php?id=255529
A recente declaração de Guaidó, num comício em Caracas no sábado, aparentemente tentando elevar o ânimo de seus partidários é uma
confissão de derrota. ao dizer que tinha dado instruções “ao nosso embaixador Carlos Vecchio para se reunir imediatamente com o Comando Sul (do Pentágono) para estabelecer um relacionamento
direto." “Nós dissemos desde o início que usaremos todos os recursos à nossa disposição para gerar pressão."
Guaidó não reunia mais que entre 1 500 e 2000 pessoas segundo a AFP, ao contrário de comícios anteriores, que reuniram milhares
de pessoas, não se realizando qualquer desfile ou manifestação pelas ruas de Caracas. (https://www.rt.com/news/459089-guaido-direct-cooperation-us-pentagon/)
Ao fim de todo o tempo e das mais diversas tentativas e provocações, Guaidó não encontra apoio nem
nas instituições venezuelanas nem na Constituição. Perdendo apoio na Venezuela, o golpe vive sobretudo das sanções, das ameaças militares externas
e do terrorismo mediático.
A tentativa de gerar conflitos armados com a participação de alguns traidores militares falhou. Seria a justificação para a intervenção de tropas de Colômbia, EUA e outros países.
Como disse Anya Parampil, Guaidó só chegaria ao poder sobre um tanque dos EUA.
A comparação com a guerra civil de Espanha não nos parece descabida. A rebelião fascista, permitiu à Alemanha e Itália intervirem diretamente
com armas e homens no conflito, sem o que Franco teria sido derrotado, enquanto os outros países permaneciam como convinha neutros. Pagaram-no caro: foi o prelúdio da 2ª Guerra Mundial.
Na UE a estúpida propaganda pró Guaidó, mostra que a cúpula burocrática e oligárquica é incapaz de prever as consequências de uma agressão
á Venezuela, que iria reforçar a força dos imperialistas em Washington levando-os à confrontação “final” com a Rússia e a China através do Irão, da
Coreia do Norte ou de provocações na Europa do Leste.
13 de maio de 2019
EUA a locomotiva das despesas militares
Manlio Dinuci
A despesa militar mundial – segundo as estimativas publicadas pelo SIPRI [1], em 29 de Abril - ultrapassaram os 1.800 biliões de dólares, em 2018, com um aumento em termos reais de 76% em relação a 1998. De acordo com esta estimativa, a cada minuto gasta-se cerca de 3,5 milhões de dólares em armas e exércitos em todo o mundo. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos com uma despesa, em 2018, de 649 biliões. Este número representa o orçamento do Pentágono, incluindo operações militares no estrangeiro, mas não a totalidade da despesa militar dos EUA.
De facto, juntam-se outros elementos de carácter militar.
O Departamento dos Assuntos dos Veteranos, que é responsável pelo pessoal militar aposentado, teve um orçamento de 180 biliões de dólares, em 2018.
A comunidade dos Serviços Secretos, composta de 17 agências (entre as quais a mais famosa é a CIA), declara um orçamento de 81,5 biliões, que, no entanto, é só a ponta do iceberg dos gastos reais para operações secretas.
O Departamento de Segurança Interna gastou 70 biliões em 2018, sobretudo para “proteger, com o serviço secreto, a nossa infraestrutura financeira e os nossos dirigentes mais destacados”.
O Departamento de Energia gastou 14 biliões, correspondendo a metade de seu orçamento, para manter e modernizar o arsenal nuclear.
Tendo em conta estes e outros assuntos, a despesa militar dos EUA, em 2018, chega a cerca de 1 trilião de dólares. Como despesa per capita, é equivalente a 3.000 (três mil) dólares por habitante dos Estados Unidos.
As Medidas contra a Venezuela
Javier Alexandre Roa
INTRODUCCIÓN
Los gobiernos de los presidentes Barack Obama y Donald Trump han trabajado intensamente para debilitar y derrocar al gobierno del presidente Nicolás Maduro utilizando todas las herramientas posibles, desde la tergiversación y manipulación de las leyes a través de los organismos internacionales, el desgaste económico a partir de sanciones para bloquear el comercio internacional del país, hasta la guerra sucia indirecta evidenciado en la contratación de paramilitares, infiltración de armas, creación de falsos expedientes, una fuerte campaña de propaganda negativa en los medios masivos de comunicación contra el gobierno y los reiterados intentos de asesinar al mandatario venezolano.
La conspiración de Estados Unidos y de los factores internos contra el proceso político bolivariano comenzó en el primer período del presidente Hugo Chávez. Pudieron ejecutar un golpe de Estado en el año 2002, realizar un paro petrolero y otros intentos de fuerza para derrocar al gobierno.
El complot ha sido continuo y ha redoblado sus malas intenciones en contra del presidente Nicolás Maduro desde que asumió su primer mandato en el año 2013.
¿Acaso Estados Unidos está utilizando a Venezuela como un laboratorio para experimentar con sus métodos coercitivos, para luego, utilizarlos contra otros gobiernos que no obedezcan a sus intereses?
Algunos analistas y expertos militares han llamado a esta persecución y hostigamiento contra el proceso político de Venezuela, "guerra de baja intensidad", donde se mezclan gran cantidad de elementos y hechos que se suceden paralelamente para desestabilizar, causar caos, descontento, debilitamiento y angustia psicológica entre los venezolanos.
Para ello utilizan combinadamente la propaganda en los medios de comunicación, el bloqueo y las sanciones comerciales y financieras, el chantaje a través de los organismos internacionales o los medios políticos para el soborno y la agresión.
El presidente Nicolás Maduro es quizás, dentro de la historia contemporánea, la figura presidencial más asediada y atacada.
A los enemigos no les ha sobrado herramientas para intentar derrocar su gobierno o asesinarlo. Desde el año 2015 (año que la oposición venezolana ganó las elecciones parlamentarias con amplia mayoría), apartando las brutales manifestaciones en Venezuela realizadas por la oposición en el año 2014, han quemado personas por "parecer" chavistas, por su color de piel, modo de vestir o por provenir de zonas populares.
Al menos, ocho hechos fundamentales de conspiración internacional (sin sumar la expulsión de Venezuela en el año 2017 de Mercosur) han buscado el derrocamiento del gobierno, destruir el proyecto político Bolivariano o debilitar las bases del Estado Venezolano.
CRONOLOGÍA DE LAS MEDIDAS COERCITIVAS UNILATERALES CONTRA VENEZUELA
1. El 9 de marzo de 2015, el presidente de Estados Unidos, Barack Obama, (ampliando las sanciones emitidas por el Congreso de Estados Unidos del 10 de diciembre de 2014), firmó una orden ejecutiva en la que declaró a Venezuela como una "amenaza inusual y extraordinaria a la seguridad nacional y política exterior de Estados Unidos". En consecuencia, ordenó sanciones económicas y coercitivas contra el alto gobierno y en lo progresivo contra el conjunto del país.
12 de maio de 2019
Adeus Kilograma
Kilogramme, seconde, mètre, ampère ou kelvin… Le nouveau Système international d'unités, entièrement refondu, prend effet le 20 mai. Il s'arrime aux constantes fondamentales de la physique.
Après cent trente ans de bons et loyaux services, le « grand K » s'apprête à prendre sa retraite. Lundi prochain, ce cylindre de platine iridié conservé depuis 1889 sous une triple cloche de verre au pavillon de Breteuil, dans le parc de Saint-Cloud, va cesser d'être la référence ultime et universelle du kilogramme.
C'était le dernier étalon matériel qu'incluait encore le Système international d'unités (SI) , cet ensemble de sept unités de base - mètre, kilogramme, seconde, ampère, kelvin, candela (unité de l'intensité lumineuse) et mole (unité de la quantité de matière) - à partir desquelles se déduisent toutes les autres unités de mesure : newton, joule, watt, hertz, coulomb, lumen…
Tremoços
167mil euros mensais , pensão de Jardim Gonçalves.
O que é isto comparado com a pensão media de um trabalhador? Tremoços ou amendoins !
O BCP não quer pagar os 167 mil euros mensais definidos, mas apenas aquilo que refere o artigo 402º do Código das Sociedades Comerciais: nenhum ex-administrador pode receber mais do que o valor mais alto pago aos administradores em funções. Miguel Maya, o presidente executivo da instituição, recebeu em 2018 587 mil euros anuais, em termos brutos, que, dividindo por 14 meses, resulta em menos de 42 mil euros.
42 mil euros mensais !...uma miséria...Coitado do Jardim
Andámos e andamos todos a trabalhar para a banca , isto e , para os banqueiros e grandes accionistas ...São as delicias da privatização da banca ...
O que é isto comparado com a pensão media de um trabalhador? Tremoços ou amendoins !
O BCP não quer pagar os 167 mil euros mensais definidos, mas apenas aquilo que refere o artigo 402º do Código das Sociedades Comerciais: nenhum ex-administrador pode receber mais do que o valor mais alto pago aos administradores em funções. Miguel Maya, o presidente executivo da instituição, recebeu em 2018 587 mil euros anuais, em termos brutos, que, dividindo por 14 meses, resulta em menos de 42 mil euros.
42 mil euros mensais !...uma miséria...Coitado do Jardim
Andámos e andamos todos a trabalhar para a banca , isto e , para os banqueiros e grandes accionistas ...São as delicias da privatização da banca ...
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