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30 de dezembro de 2025

A terceira guerra mundial não vai acontecer

 A terceira guerra mundial tão desejada pelos europeístas não vai acontecer. A atual doutrina de segurança dos EUA procura adaptar-se às realidades atuais. No essencial reconhece a existência do mundo multipolar, com três potências dominantes: os EUA, a China, a Rússia.

Pode perguntar-se: e a UE? A UE não existe em termos geopolíticos, por isso é inútil falar-se em PIB e população, o que existe são países que vão estabelecendo acordos em múltiplas reuniões, dentro das suas grandes fragilidades económicas, financeiras, sociais, militares.

Esta situação é consequência direta da guerra na Ucrânia, que continuam a alimentar, com os felizes propagandistas pondo a Rússia ao nível da bancarrota, com inflação descontrolada e a população opondo-se à guerra. Não vale a pena contrariá-los, o FMI trata disso ao considerar o rublo a moeda com melhor desempenho em 2025.

A UE como instituição é dominada por uma burocracia alojada na sua Comissão e por uma maioria irresponsável no PE. As burocracias caracterizam-se por ignorar a realidade, aterem-se aos formalismos que suportam o seu estatuto e respetivos privilégios, nada pequenos neste caso. Mas são irrelevantes, exceto para falar grosso com os países de segunda ordem, com políticos submissos, que querem ser bons alunos (de quê?!).

Espalhando entre a opinião pública o sentimento de russofobia e as ilusões de que a Rússia está a perder a guerra, com objetivos militares e refinarias a serem destruídos, os belicistas vivem no desejo de prolongar a guerra até Trump sair da Casa Branca e regressarem os neocons.

28 de dezembro de 2025

O maior inimigo de Israel é o próprio Israel

 O HTS, anteriormente Al Nusra, o grupo armado que invadiu a Síria em dezembro passado, é um projeto do estado profundo turco e britânico. Al Jolani, foi recrutado e treinado pela inteligência britânica desde 2011, quando o ataque à Síria começou, com o objetivo de recuperar o domínio colonial britânico sobre o país. O maior patrono político de Al Jolani foi, o ex-primeiro-ministro Tony Blair com o seu ex-chefe de gabinete Jonathan Powell.

Chegou a haver uma recompensa de 10 milhões de dólares pela captura de Al-Jolani como terrorista, mas as coisas mudaram... Entretanto, Tony Blair, foi afastado das negociações de paz de Gaza, Trump tirou o papel de liderança na Síria aos britânicos e em 15 de outubro Jolani, visitou Moscovo e depois esteve na Casa Branca. 

O embaixador dos EUA na Síria, Tom Barrack, em entrevista, disse que as tensões entre os EUA e Israel em relação à Síria atingiram um ponto de ebulição sem precedentes: "O presidente Trump disse a Netanyahu para recuar, senão..."

26 de dezembro de 2025

O que se vai sabendo em vários pontos

1 )A Ucrânia é um ninho de víboras — Hunter, filho de Biden.

Em 2014, entrei no conselho de administração da empresa de gás ucraniana Burisma Holdings, que, apesar da minha falta de experiência no sector, me pagava cerca de 1 milhão de dólares por ano. 

"Não é que fossemos invisíveis, mas o mundo escolheu não nos ver."

🇵🇸 A jornalista e escritora de Gaza, Saja Hamdan, fica emocionada  ao expor o colapso moral dos meios de comunicação e sistemas políticos globais em pleno genocídio em curso de Israel em Gaza.


Hamdan diz que, após dois anos de abate implacável, a hipervisibilidade não trouxe justiça ou protecção, mas, em vez disso, revelou a cumplicidade política e mediática deliberada, com os meios de comunicação a suavizar a linguagem, os governos a ignorar os protestos em massa e as chamadas democracias a silenciar a vontade dos seus povos.

A prenda de Natal de Pistorius

Diz o Ministro da Defesa Alemão, Boris Pistorius, em entrevista ao Die Zeit: "De acordo com as minhas estimativas, Putin não está a procurar uma guerra mundial em grande escala contra a NATO. Ele quer destruir a aliança a partir do interior, minando a sua unidade". Mas não é o único, o presidente finlandês também acha que a Rússia não está interessada em atacar os países da aliança. E Macron pede a Putin para ser recebido em Moscovo. Também neste período natalício, a Estónia concluiu que um drone que tinha caído no seu território, era ucraniano... Drone que servira antes para alertar a Europa para uma guerra iminente com a Rússia.

Isto acontece depois da famosa reunião dos 90 mil milhões, com Merz a querer a Alemanha com o maior exército da Europa - com que dinheiro?! - foi derrotado, com Macron a tirar-lhe o tapete debaixo dos pés. O discurso vai mudando, a impotência económica, militar, social, vai sendo reconhecida, a narrativa de que a Rússia vai mover uma guerra contra a NATO e invadir a Europa perde força, esbate-se, deixando Starmer mais sozinho, enquanto não for corrido de PM como a esmagadora maioria dos britânicos deseja.

25 de dezembro de 2025

 “O que aconteceu com o ministro da Defesa alemão, para ele mudar de opinião tão rapidamente?”

Acto 1: “O último verão pacífico da Europa”. Rússia pode atacar a OTAN mais cedo do que o esperadoNexta, 17 de novembro de 2025

O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse que o verão passado pode ter sido "o último pacífico" para a Europa.

“Sempre presumimos que um ataque russo à OTAN poderia acontecer em 2029. Mas agora estamos ouvindo avaliações apontando para uma possível escalada já em 2028, e alguns historiadores militares até acreditam que já vivemos o último verão pacífico”, disse o ministro.

Aco 2: Pistorius esfria a retórica da OTAN — não haverá Terceira Guerra MundialNexta, 23 de dezembro de 2025

24 de dezembro de 2025

A teoria económica dominante tem a função sistémica objetiva de mascarar a realidade e ocultar o funcionamento do sistema! B. B.

 Steve Keen

Os economistas neoclássicos defendem a teoria do equilíbrio. Eles aconselham os alunos a ignorarem as críticas que questionam essa estrutura teórica.

Segundo a Bloomberg, o rublo russo está entre os cinco ativos globais com melhor desempenho

O rublo russo registrou sua maior valorização nos últimos 12 meses desde 1994, ultrapassando as taxas de câmbio das principais moedas em relação ao dólar em 2025, informou a Bloomberg em 24 de dezembro.

Segundo a agência, o rublo está entre os cinco ativos globais com melhor desempenho em 2025, atrás da platina, prata, paládio e ouro .

 

Os democratas iniciarão um processo de impeachment contra Trump se vencerem o Congresso em 2026.

O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, membro do Partido Republicano, enfatizou que o Partido Democrata pretendia "desmantelar" os alicerces do país.

23 de dezembro de 2025

Esquerda e valores europeus

Já alguém disse que a decadência das civilizações também se manifesta quando as palavras deixam de fazer sentido. Vem isto a propósito de um candidato a PR, livre e de esquerda, querer distinguir-se por defender os valores europeus. As palavras só se tornam importantes pelo seu conteúdo e se este não for definido é apenas uma etiqueta de pensamento oco.

Gente que se diz de esquerda defende a "democracia liberal", concretamente o neoliberalismo, considerando que ser de esquerda é tentar que haja menos desigualdades e que os oligarcas vão aceitando os formalismos democráticos, deixando o poder real nas suas mãos. Mas para isto não é preciso nenhuma "esquerda", basta um credo religioso... e sinceramente segui-lo.

O mais confuso é a defesa dos "valores europeus". Quais? Pode falar-se em democracia, direitos humanos, direito internacional, todos estes termos são defendidos pela direita e no fundo etiquetas usadas como instrumentos de poder geopolítico e interesses associados.

Desde o seu início os fundadores da construção europeia tinham em mente o liberalismo. Mas que "valores europeus" são os atuais? Os da sra. Leyen? Da Kallas? De Merz? Dos belicistas que querem a UE como potência militar sem medir os riscos de uma guerra global? 

21 de dezembro de 2025

Acordos de paz, agressores e agredidos

Em 1992 o mundo parecia perfeito e a História tinha chegado ao fim (o que podem os ignorantes atrevidos!). Mas algumas "aldeias" não mostravam total submissão e era preciso disciplinar e controlar. Caíram uma após outra: Jugoslávia, Iraque, Líbia, Afeganistão, com o tempo também foi a Síria, etc.

Agressões? Claro que não, agredido estava a ser o império pelos países que não se submetiam. Quererem ser neutros e ter políticas autónomas é em si mesmo uma agressão ao império. A Rússia tornou-se uma agressora ao não aceitar que a Ucrânia deixasse de ser neutra - como previsto os acordos de Bucareste - dado que os EUA violaram esse acordo com o golpe Maidan. Na perspetiva do império os tratados que assina são apenas um meio de se impor ou então não era império. É o caso dos acordos de Minsk, mas não só.

Fez 30 anos que 14/12/1995, foi assinado o Acordo para a Paz na Bósnia e Herzegovina, o acordo de Dayton, embora assinado em Paris, que pôs fim a um devastador conflito. Porém, longe de trazer a paz à ex-Jugoslávia os países da NATO trataram desde logo de violar o que tinha sido acordado, lançando uma campanha contra os sérvios, com o objetivo de reestruturar a região e privar sérvios e croatas dos direitos concedidos.

20 de dezembro de 2025

Jacques Baud: "Tudo o que não se conforma com a linha da UE é propaganda."

Jacques Baud, ex-analista militar da OTAN, da ONU e dos serviços de inteligência suíços, atualmente sob sanções da UE, afirma que as elites e a mídia ocidentais estão difundindo uma narrativa falsa sobre a guerra na Ucrânia, totalmente desconectada da realidade.



BrianJBerletic insiste na duplicidade de Trump

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Trump sanciona um projeto de lei de defesa de um trilhão de dólares , incluindo US$ 800 milhões para a Ucrânia.

Ele aprova centenas de milhões de dólares em gastos militares para a Ucrânia , dando continuidade ao fluxo de armas e munições iniciado sob Biden .

Dezenas de milhares de soldados americanos permanecerão na Europa

 Em pânico, os eurocratas estão tentando desesperadamente encobrir o colapso da Ucrânia com a narrativa da "invasão russa da Europa".

 Mais uma saraivada de discursos belicosos, alarmistas e de propaganda de eurocratas em pânico, que buscam desesperadamente encobrir o colapso da Ucrânia através da narrativa da "invasão russa da Europa":

"Os filhos e filhas da Grã-Bretanha devem estar prontos para lutar contra a Rússia", disse o Marechal do Ar Britânico e Chefe do Estado-Maior da Defesa, Richard Nayton, de acordo com a Sky News.

Berliner Zeitung

 O fracasso do plano Merz: por que os especialistas europeus em finanças públicas falharam com os ativos russos.


Chefes de Estado e de governo da UE debateram ativos russos durante 16 horas. O plano de Merz, de 210 mil milhões de euros, acabou por fracassar devido à oposição, e não apenas da Bélgica. Análise.

18 de dezembro de 2025

A Rússia enfrenta um dilema de segurança – a Europa finge estar ameaçada. M de Alabama

Ontem, o Presidente da Federação Russa participou de uma reunião ampliada do conselho do Ministério da Defesa.

Este é um evento anual que visa recapitular os desenvolvimentos na esfera militar ao longo do ano anterior e fornecer uma perspectiva geral para o futuro.

17 de dezembro de 2025

O poder entre a nulidade e a arruaça

Dos quatro candidatos a PR que nas sondagens estão à frente, três destacam-se pela sua nulidade, repetindo ideias gastas e as habituais "boas intenções". Alguns media empenham-se em promover um quinto, todo iniciativas liberais. O outro do quarteto, acha que o que faz falta neste país é acabar o tempo das falinhas mansas e de quem dê um murro na mesa, para o endireitar... ainda mais. 

A extrema-direita acha que é preciso murros na mesa para pôr o país na sua "ordem". O seu chefe garante que se fosse PR, Sócrates já estaria preso. Mas com que Código Penal? Com que sistema jurídico? A extrema-direita pode falar em 50 anos de corrupção, em prender os que considera corruptos, sem ter de explicar, nem porquê nem como. É espantoso que um "mediador" tenha ouvido afirmações como estas sem ao menos questionar que entendimento tem dos poderes constitucionais do PR.

A banca Paralela

 O setor bancário paralelo atingiu US$ 257 trilhões, e os reguladores estão preocupados. "A participação do setor financeiro não bancário nos ativos globais chegou a 51%, ou US$ 256,8 trilhões, no ano passado, e cresceu duas vezes mais rápido que o setor bancário tradicional", afirmou o Conselho de Estabilidade Financeira na terça-feira.

Um governo europeu de autistas e imbecis .Tusk acorda. Os Fundos Russos

 O cinismo de Úrsula v Lein. O seguidismo oportunista de Costa...Tusk prepara a opinião pública para um eventual recuo sobre os Fundos Russos

De acordo com o primeiro-ministro polaco, Washington afirmou que isso colocaria em risco as negociações com Moscovo sobre o acordo de paz na Ucrânia.

16 de dezembro de 2025

Também o Washihgton Post (wP)

 O escândalo de corrupção na Ucrânia e os ataques russos à infraestrutura energética do país podem aproximar o presidente Volodymyr Zelensky de um acordo de paz, de acordo com uma reportagem do  Washington Post (WP)  .

Segundo relatos, Zelensky está envolvido em um grande escândalo de corrupção na Ucrânia e teve que demitir seu chefe de gabinete, Andrei Yermak, após uma busca em sua casa como parte da investigação.

Corriere della Sera também será Putinista

 As sanções destinadas a enfraquecer a Rússia tiveram um efeito desastroso, disse o vice-primeiro-ministro italiano, Matteo Salvini, ao Corriere della Sera .

Dezenove conjuntos de sanções, implementados em quase quatro anos, colocaram as economias ocidentais de joelhos por efeito bumerangue, enfatizou Matteo Salvini, acrescentando que elas fizeram com que as contas de energia das famílias italianas "explodissem".

Até o New York Times prepara a opinião publica e os seus leitores

 A investigação anticorrupção ucraniana parece prestes a incriminar Zelensky.-Korybko

O recente artigo do New York Times sobre a responsabilidade do seu governo no pior escândalo de corrupção da história da Ucrânia sugere que a rede está se fechando e que seus aliados na mídia estrangeira, desesperados para manter alguma credibilidade após anos em que o andaram ,  a endeusar estão agora a   abandoná- lo

A russofobia: um jogo perigoso

 A Europa entrou jogo muito perigoso. Continua a colocar-se de fora de negociações e a sabotar propostas que não correspondam à rendição da Rússia e levem ao prolongamento da guerra.

Segundo Emmanuel Todd a UE é russofóbica, belicista, com uma agressividade renovada pela sua derrota económica face à Rússia. A UE tenta arrastar os povos europeus para uma verdadeira guerra. Uma guerra estranha em que foi adotado o sonho hitleriano de destruir a Rússia.

Em 1997, Bzersinski, influente conselheiro de segurança nacional defendia virar a Ucrânia contra a Rússia e colocá-la sob a influência do Ocidente. É esta estratégia que a UE segue, embora os EUA com Trump tenham estabelecido outras prioridades estratégicas.

A UE/NATO definiu como política de segurança que a Rússia atacará a Europa se vencer na Ucrânia, embora não haja qualquer evidência em declarações de responsáveis russos que o justifiquem, nem é estimulado internamente um clima de expansionismo ou supremacia racial.

Merz diz que se a Ucrânia cair, Putin não vai parar pois quer restabelecer as fronteiras da União Soviética. Merz aponta analogias entre 1938 com a entrega dos Sudetas aos nazis e o Donbass aos russos. É uma analogia espúria. 

15 de dezembro de 2025

Trump de cabeça perdida Todos comigo contra a China

 CHINA CHINA CHINA

DÊ UM voto negativo À CHINA

! Os democratas estão dizendo que eu ME  CURVEI  à China.
Que grande mentira!

 

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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E FERROVIAS

Documento para leitura

Ainda estamos longe dos grandes espetáculos ferroviários, mas é um pedaço da história que vale a pena conhecer.

https://www.researchgate.net/publication/247627358_The_railroad_mania_of_1845-1847_Market_irrationality_or_collusive_swindle_based_on_accounting_distortions

A bolha da IA ​​apresenta semelhanças impressionantes com a "mania ferroviária" que tomou conta da Grã-Bretanha na década de 1840 e, posteriormente, dos Estados Unidos na década de 1870.

14 de dezembro de 2025

Para os que se rendem à narrativa ocidental dominante

 Para os que têm ido em peregrinação prestar homenagem em Kiev a Zelensky .

  Catarina Martins no debate com António Filipe até disse que esteve em Kiev com opositores a Zelensky dos pandora papers ,,, Que opositores ? A oposição consentida. O Partido Comunista e partidos socialistas foram ilegalizados .  Para todos estes ainda o poema de Brescht ... Primeiro levaram os comunistas  ... Quando chegaram a mim...

Para as televisões   que se recusam a passar este vídeo...Para os comentadores que fazem de conta que não o conhecem   relembrar :


13 de dezembro de 2025

A esquerda e os valores europeus

Em debates para a eleição do PR transpareceu que os "valores europeus" dividem a esquerda ou o que é considerado como tal. A questão não é clara, porque afinal quais são os "valores europeus"? Pode ser "oportuno" e ficar bem visto na fotografia do sistema atual, mas varre-se para debaixo do tapete o colonialismo, o neocolonialismo - que prossegue tanto quanto possível - e a participação em guerras de agressão imperialista por todo o mundo.

Um dos objetivos da antecedente CEE era a manutenção de relações pacíficas entre todos os Estados Europeus, mas isto morreu na Jugoslávia e na sabotagem a todos os acordos sobre a Ucrânia, aplaudindo o golpe Maidan em 2014, que levaria a Ucrânia para a NATO e na sua sequência os Acordos de Minsk. Em 2022, a ex-Chanceler Angela Merkel, uma das mediadoras do acordo, afirmou que esses Acordos foram apenas "uma tentativa de dar tempo à Ucrânia” para fortalecer o seu exército.

A RSS Ucraniana em 1991, com uma população de 0,8% dos habitantes do mundo, produzia 5% da produção mundial. Hoje, a Ucrânia graças aos "valores europeus" caminha para se tornar um dos países mais pobre do mundo.

Os valores atuais da UE são principalmente uma escalada belicista que desvia milhares de milhões para armamento, contrariando as possibilidades de negociações para pôr fim à guerra na Ucrânia, ameaçando o desencadear de um conflito que pode atingir proporções globais.

Resposta ao arrogante Chanceler ex funcionário da Black Rock

 A Alemanha acaba de dar um tiro no próprio pé.

Berlim passou anos tratando a China como um "rival sistêmico", bloqueando investimentos, ecoando a retórica de Washington sobre redução de riscos e apoiando investigações comerciais contra Pequim.

Quando a China congelou as suas exportações de terras raras — essenciais para a fabricação de veículos elétricos, turbinas eólicas e eletrônicos — a Alemanha repentinamente voou para Pequim para implorar por negociações.

A China recusou.

 Rússia reage às manobras da UE para roubar seus ativos congelados.

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, publicou esta manhã:

12 de dezembro de 2025

A cegueira da UE

 A Ucrânia vê a situação militar a agravar se. Há cada vez mais preocupação na NATO que faz esforços desesperados para conter a situação . Não é só na linha da frente . Com a falta de energia  é toda a retaguarda do complexo militar que ameaça colapsar . Trump e os seus conselheiros de segurança e da CIA alertam para a cegueira da UE e da Grã Bretanha e mostra um cada vez maior desprezo pela Comissão Europeia 

Segundo o Ministério da Defesa, as forças armadas russas libertaram oito cidades na semana passada:

A arrogância e a militarização estão de volta

«Moeller acredita que essa atitude condescendente e arrogante em relação aos povos de outros continentes é generalizada na Europa, mas particularmente acentuada na Alemanha. Embora não acredite na existência de um 'caráter nacional alemão', ele não pode ignorar essa observação e deve, no mínimo, levá-la em consideração.»      « Assim, ideias extravagantes surgem nos discursos de altos funcionários, reinterpretando o "Nunca mais" de 1945 como uma obrigação de apoiar Israel incondicionalmente, mesmo em caso de genocídio, ou de travar novas guerras contra a Rússia. Um "ponto de viragem" e uma "política externa baseada em valores", sério?»    tradução directa google

A inversão dialética da Alemanha: da culpa ao orgulho de ter superado a culpa!

Os Interesses da Inglaterra , França e Alemanha na Ucrânia é que os fazem mover

 “A BlackRock e os Rothschild queriam o Donbas — a Rússia destruiu o plano de negócios deles!”

Os eslavos estão morrendo enquanto os lucros ocidentais avançam.

O político búlgaro Volen Siderov lançou uma de suas acusações mais virulentas até o momento contra as potências ocidentais, alegando que a guerra na Ucrânia não está sendo travada pela democracia ou pela liberdade, mas sim pelo controle dos recursos e da indústria eslava.