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17 de agosto de 2025
O delírio
1) O que está a colocar em delírio os belicistas da UE ?
16 de agosto de 2025
O dia em que a narrativa mediática foi posta no lixo - e não reciclável.
Do que foi dito na reunião entre Trump e Putin, três frases arrasaram anos de aldrabices dos comentadores nos media - salvo raríssimas exceções, algumas acabando por ser afastadas. A que salientamos primeiro, é a referência de que se Trump tivesse sido presidente em 2022, não teria havido guerra. "Eu concordo com o presidente Trump sobre isso", disse Putin.
Esta frase liquida a alegação feita dogma, da "agressão russa não provocada", transferindo a responsabilidade para os EUA de Biden e parceiros europeus. Não esqueçamos que Boris Johnson foi a Kiev mandar (o que mostra que Zelensky é apenas um títere às ordens dos belicistas) parar as negociações de paz, em abril de 2022, prestes a serem concluídas com acordo mutuo.
Em segundo lugar, refira-se a recomendação de Putin aos tresloucados europeus, para terem cuidado: "Esperamos que Kiev e as capitais europeias percebam tudo isto de forma construtiva e não criem nenhuns obstáculos. Não haja tentativas de provocações ou esquemas de operações secretas, para impedir os atuais progressos."
Significativamente Trump apoiou: "os países europeus também precisam "fazer alguma coisa" para contribuir para a resolução do conflito na Ucrânia. Portanto, ambas as partes colocaram diretamente a responsabilidade de alcançar resultados futuros em Kiev e na Europa. A narrativa russofóbica não podia ficar mais desprezada.
Recordar as mentirosas narrativas na dita média de referência
Passaram-se dez anos desde que o então presidente da Sérvia, Slobodan Milosevic, morreu quando se encontrava preso nas masmorras de um Tribunal internacional, depois de ter sido condenado de antemão pela imprensa Ocidental. Milosevic chegou a ser comparado com o genocida Adolf Hitler.
Trump compreendeu que a guerra está perdida coisa que os vassalos da UE ainda não perceberam
CIMEIRA HISTÓRICA NO ALASCA: MUITO MAIS DO QUE PARECE
Os que conhecem mal a história embarcam na narrativa dos falcões ocidentais
Facebook de : Emídio Ribeiro
O desenho territorial da Ucrânia tal como resultou do fim da URSS foi uma oportunidade histórica única para Kíev. Nunca antes a Ucrânia fora tão grande e tão diversa, com territórios que lhe foram reconhecidos e/ou cedidos por Lénine, Stálin e Krushev. Para manter essa preciosa herança soviética, havia uma regra de ouro simples a observar - manter a neutralidade, tal como está escrito na Declaração da Independência de 1991 e ficou igualmente escrito na sua primeira Constituição. A neutralidade, uma orientação de ponte e equilíbrio entre o Ocidente e o Leste, foram essenciais para obter o
