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17 de agosto de 2025

Dois vídeos a Ver

1) 



Veja "Cimeira EUA-Rússia muda o Jogo de Séculos na Geopolítica Europeia" no YouTube


2) A Cimeira e os Europeus

O delírio

1) O que está a colocar em delírio os belicistas da UE ?

É que a Cimeira de Trump - Putin  mudou o foco do "cessar - fogo " , para "acordo de Paz"
O golpe da repetição da farsa de Minsk   por que se batem Macron ,Starmer , Mertz e os acólitos, Úrsula , Costa e o mafioso Rute , está desmascarado! E Trump percebe muito bem o que querem os  apoiantes declarados de Biden na Europa . A guerra de Biden
Que chatice." Maria da Luz ,  facebook

2) No Público de hoje David Pontes lastima-se . Coitado!
Depois de andar a diabolizar Putin  a deusificar Zelensky e a desinformar os seus leitores começa agora a ver que a sua narrativa fraudulenta se desmascara
Escreve pesaroso este capataz da SONAE :
Com este encontro , os EUA quebraram o isolamento diplomático do líder russo

Os anões da UE querem aplicar à Rússia mais um pacote de sanções mas ainda não encontraram um para Israel

 

Este é  o tempo da chegada das trevas

Miguel Castelo Branco, in Facebook


A ceifeira continua imparável a reclamar corpos de crianças. Hoje ao cair da tarde, em Gaza, matou os irmãos Omar, Ranim, Reem e Farah, cujos pais já haviam sido imolados.

16 de agosto de 2025

O dia em que a narrativa mediática foi posta no lixo - e não reciclável.

 Do que foi dito na reunião entre Trump e Putin, três frases arrasaram anos de aldrabices dos comentadores nos media - salvo raríssimas exceções, algumas acabando por ser afastadas. A que salientamos primeiro, é a referência de que se Trump tivesse sido presidente em 2022, não teria havido guerra. "Eu concordo com o presidente Trump sobre isso", disse Putin.

Esta frase liquida a alegação feita dogma, da "agressão russa não provocada", transferindo a responsabilidade para os EUA de Biden e parceiros europeus. Não esqueçamos que Boris Johnson foi a Kiev mandar (o que mostra que Zelensky é apenas um títere às ordens dos belicistas) parar as negociações de paz, em abril de 2022, prestes a serem concluídas com acordo mutuo.

Em segundo lugar, refira-se a recomendação de Putin aos tresloucados europeus, para terem cuidado: "Esperamos que Kiev e as capitais europeias percebam tudo isto de forma construtiva e não criem nenhuns obstáculos. Não haja tentativas de provocações ou esquemas de operações secretas, para impedir os atuais progressos."

Significativamente Trump apoiou: "os países europeus também precisam "fazer alguma coisa" para contribuir para a resolução do conflito na Ucrânia. Portanto, ambas as partes colocaram diretamente a responsabilidade de alcançar resultados futuros em Kiev e na Europa. A narrativa russofóbica não podia ficar mais desprezada.

Recordar as mentirosas narrativas na dita média de referência

 

Passaram-se dez anos desde que o então presidente da Sérvia, Slobodan Milosevic, morreu quando se  encontrava preso nas masmorras de um Tribunal internacional, depois de ter sido condenado de antemão  pela imprensa Ocidental. Milosevic chegou a ser comparado com o genocida Adolf Hitler. 

Trump compreendeu que a guerra está perdida coisa que os vassalos da UE ainda não perceberam

 CIMEIRA HISTÓRICA NO ALASCA: MUITO MAIS DO QUE PARECE

por Carlos Fino 

A sensação, à primeira vista, é de frustração: só isto? Afinal, tanto barulho para nada?! Mas, olhando melhor, por detrás da aparente inocuidade, está uma enorme mudança - Trump e Pútin viraram a página do confronto total à beira do abismo, retomando a via do confronto regulado. Parecendo pouco, é enorme -verdadeiramente histórico.

O grande vencedor imediato é Pútin, que, de vilipendiado e ostracizado, voltou, em passadeira vermelha, pela mão (e o aplauso!) de Trump, ao grande palco da política mundial.

Os que conhecem mal a história embarcam na narrativa dos falcões ocidentais

Facebook de : Emídio Ribeiro

O desenho territorial da Ucrânia tal como resultou do fim da URSS foi uma oportunidade histórica única para Kíev. Nunca antes a Ucrânia fora tão grande e tão diversa, com territórios que lhe foram reconhecidos e/ou cedidos por Lénine, Stálin e Krushev. Para manter essa preciosa herança soviética, havia uma regra de ouro simples a observar - manter a neutralidade, tal como está escrito na Declaração da Independência de 1991 e ficou igualmente escrito na sua primeira Constituição. A neutralidade, uma orientação de ponte e equilíbrio entre o Ocidente e o Leste, foram essenciais para obter o