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29 de novembro de 2012

AINDA SOBRE BANDIDOS E VIGARISTAS

Acerca de determinado sr. da comunicação social dizer que a Alemanha nos dava dinheiro, mas ele escoava-se pelos bolsos rotos do Estado, vale a pena consultar a intervenção de hoje do deputado António Filipe, sobre a escandalosa negociata das contrapartidas dos submarinos, feita pelo atual ministro Santos Pereira, que transformou um investimento há muito programado de uma empresa alemã ,de 150 M€ num hotel do Algarve - e em seu benefício, claro - numa compensação de 750 M€ devida em contrapartidas para a indústria nacional.
Assim vai este desgoverno, com comentadores numa comunicação social de rastos cada vez mais comparável à de antes do 25 de ABRIL.
Eis a pergunta a fazer: por que é que nunca lá vemos Eugénio Rosa, Octávio Teixeira, Carlos Carvalhas, o prof. Avelãs Nunes, e tantos outros que não se curvam ao fundamentalismo e à hipocrisia vigente?
Para aparecer na TV – ou escrever nos jornais – já pouco mais falta que assinar a velha declaração do “ativo repúdio pelo comunismo e por todas as ideias subversivas” do antigamente. Dantes era censura (e a PIDE) agora é o “critério editorial” e a ameaça de desemprego com “flexibilidade” e sem direitos. O desemprego e a pobreza são outras formas de tortura e prisão.

28 de novembro de 2012

BANDIDOS E VIGARISTAS

A diferença entre o bandido e o vigarista é que o bandido reclama a bolsa ou a vida; o vigarista leva a bolsa procurando convencer que está a fazer um favor ao iludido, pelo processo do cheque sem cobertura (o vigésimo premiado caiu em desuso), o falso anel ou o falso relógio de ouro. Enfim, a imaginação e os truques dos vigaristas são imensos. Uns roubam pela ameaça – como no fascismo – outros procuram seduzir como agora ocorre.
A figura do vigarista não é menos perigosa que a do bandido; ambos apostam no isolamento e na divisão entre as pessoas, dizendo sempre que só procuram o seu bem, porém com um sabe-se com o que se conta, com o outro corre-se o risco de ir de ilusão em ilusão, até nada nos restar.
Na TV – e não só – pululam o que chamamos de vigaristas emplumados, gente que vem fazer propaganda do produto deteriorado que é o neoliberalismo. Falsamente independentes, são escutados atenta e respeitosamente sem contraditório, pelos srs. apresentadores.
Apresentam-se com as plumas de elevados intelectuais, gente profundamente empenhada nos problemas do país e das pessoas. Agora o que está a dar é criticar o governo e o OE, embora sempre reclamassem e aplaudissem o que agora criticam. Um deles foi ao ponto de dizer que a Alemanha dá-nos dinheiro, mas ele vai-se pelos bolsos furados do Estado. Conclusão: repensar (ou “refundar”) o Estado, isto é, mais privatizações, menos prestações sociais e finalmente mudar a Constituição.
Eis o cheque sem cobertura da direita e da extrema-direita que os vigaristas emplumados querem passar. Convencer as pessoas que querem o seu bem (até criticam o governo…) mas que vão abdicando de tudo o que o 25 de ABRIL lhes trouxe – e já não resta assim tanto como isso.
Aqui chegámos com a direita trazida ao colo pelo PS. Aquele PS no dizer do sr. Gaspar, “moderado” e “europeísta”. Bem se ser moderado e europeísta é o que se passa no país, estamos esclarecidos, não podemos ser uma coisa nem outra.
De facto, não sabemos onde pára o PS no meio de tudo isto, também critica, mas propõe o quê? Diga-se que o PS parece hoje o que o PSD parecia quando era oposição. Que ternura pelos “contribuintes” e pelos desempregados então mostrava.
Para já, sabemos bem onde estão o governo e os seus partidos: levam aos portugueses não só a bolsa mas também a vida, aprovam o cheque sem cobertura cobrado e a ser pago portugueses que é o OE de 2013, como foi o de 2012 (como foram os PEC, é bom não esquecer).
Cada qual que tire as suas conclusões.

26 de novembro de 2012

A política de austeridade na Alemanha em 1930/32




As consequências das políticas de austeridade na Alemanha em 1930, não devem ser esquecidas.
A política de deflação salarial do chanceler Bruning reduziu brutalmente o rendimento médio dos trabalhadores, designadamente na indústria (14% de 1929 a 1932). A queda da procura, as falências e o encerramento das empresas levam a que a taxa de desemprego passe de 13% em 1929 para 43% em 1932.

A lógica do chanceler Bruning foi a de baixar substancialmente as prestações sociais para os desempregados (subsídio de desemprego) acompanhado de uma baixa de salários (10%) e de um aumento de impostos e das quotizações sociais.
Mas em 1931, verificou-se que o défice orçamental não se reduziu, pelo contrário.
Todos os salários foram de novo diminuídos (6%), os subsídios de desemprego drasticamente diminuídos.
Estas medidas agravaram consideravelmente a crise e Bruning demitiu-se em 30 de Março de 1932. Mas o mal estava feito e o desastre económico e social permitiram o sucesso eleitoral do NSDAP, o partido de Hitler nas eleições de 1932. (ver Histoire Ecónomique et Social du Monde – guerres et crises, 1914-1947, Paris, Armand Collin, 1972).
A reescrita da história monetária feita pelo Bundesbank, nos anos 1950 e 1960, procuram apresentar a inflação como a verdadeira causa da ascensão de Hitler ao poder não muda a verdade histórica. «Ora é exactamente a repetição destas políticas de austeridade e de deflaçãoaque se reduz a estratégia que os dirigentes da zona euro são capazes de imaginar». Jacques Sapir – Faut-il sortir de l´euro?

23 de novembro de 2012

A ALEMANHA JÁ PERDEU A GUERRA (analogias…)


Perante o repúdio generalizado pela política alemã, os comentadores de serviço têm-se apressado a sair em sua defesa e a criticar os portugueses. Merkel em visita de suserania vem a Portugal. Passos-Gaspar e Cavaco, curvam-se em sinal de obediência. Para eles a Alemanha – entenda-se: a finança alemã - estaria a sacrificar-se por todos nós. Como isto é parecido com os tempos do fascismo na Europa: também os de cá e não só propagandeavam que a Alemanha, agredindo e massacrando outros povos, estava a defender “a civilização do ocidente”. Hoje os argumentos para as agressões imperialistas (Jugoslávia, Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria, etc.) não são muito diferentes.
Já foi dito há muito, que quem dominasse Berlim dominava a Europa. O verdadeiro sinal para a 2ª guerra mundial, foi o Anchluss – a anexação da Áustria – tal como a atual guerra económica, financeira, social, cultural, contra os povos da Europa foi desencadeada pela anexação da RDA. Estavam destruídos os equilíbrios europeus; atrás da cegueira anticomunista veio a cegueira neoliberal. Os tratados da UE foram sucessivos Munique, até ao verdadeiro ato de rendição (equivalente ao de Compiégne em 40) perante o poder económico e financeiro da Alemanha, o “Mecanismo Europeu de Estabilidade” (MEE). Nem a França consegue cumprir estes critérios que aplicam penalizações de forma automática sem direito de apelo pelos países. O euro que não é uma moeda comum –nunca foi – tornou-se uma arma de agressão aos povos.
A Alemanha instituiu o seu 4º Reich. Não há nenhum diretório. A França faz o papel de pouco mais que peão, ao sabor dos interesses financeiros dominantes. Há um núcleo duro, Alemanha e seus satélites privilegiados – os mesmos que no passado – Áustria, Holanda, Finlândia. A Itália já se rendeu e o resto dos países está praticamente de rastos, são tratados como protetorados, e o que está em curso, vai torna-los meras colónias. Veja-se o que ocorre com a Grécia, Portugal vai na mesma via.
O BCE desempenha hoje um papel semelhante ao do Reich Bank da 2ª guerra, com uma moeda própria (o reich mark) para circulação entre os países dominados, era o instrumento da espoliação dos recursos destes países em nome da “Gross Deutschland” e da “defesa do ocidente”. Hoje a Alemanha obtém juros à taxa do BCE ou ainda inferiores, os dominados pagam 5, 6, 7 ou mais vezes. Será isto uma UE?
Recordemos ainda que o grande capital dos países dominados pelo fascismo não deixou de lucrar com a guerra, pondo-se ao serviço da agressão alemã. São casos exemplares- entre muitos outros - a Renault em França, o Espirito Santo em Portugal.
Mas a Alemanha tal como no passado já perdeu a guerra. O descalabro que de todos os pontos de vista atinge a UE mostra que a Alemanha não tem capacidade para suportar o euro e para gerir a UE. Os reflexos na sua própria economia e condições sociais são evidentes, de nada serviram ao povo alemão os enormes excedentes acumulados à custa demais “parceiros” (?!) da UE. (1) A austeridade não passa de uma fuga para a frente, semelhante à que anunciavam após a derrota em Estalinegrado: “Sie strarben damit Deutschland lebe“ “Eles morreram para que a Alemanha viva”. Em agosto de 43 – após Kursk -  era evidente a derrota, mas Goebels, vociferava ameaças de “guerra total”.
A austeridade permanente que os tratados impõem, não passa de um grito desesperado para defender o euro, sem o qual a Alemanha se afunda no panorama da competição mundial. Já não há na Europa uma economia para defender o euro. A austeridade era para 2 anos, depois 5, fala-se em 30 e a OCDE diz que salários têm de ser reduzidos de uns 30%.
A persistente irracionalidade e fanatismo de gente como Gaspar-Coelho, Rojoi, Barroso, Monti, Dragi, etc. faz rir do outro lado do Atlântico. Para eles é a História a repetir-se como farsa, para nós a tragédia continua. Até o FMI critica as políticas da UE e Stiglitz diz que não se vai resolver nada, que a Europa mergulha na depressão e na destruição do “capital humano” e que se não resolvendo os atuais problemas resta abandonar o euro. (Visão 08.nov.2012) Para Gaspar- Passos e Portas, porém estamos no” bom caminho”…
Tal como no passado para derrotar esta gente – uma vez o mal feito – foi preciso muita luta e muitos sacrifícios, mas só assim se conseguiu encetar um caminho de progresso. Assim terá de ser.
1 – Em 2008 apenas 18 países da UE eram deficitários; a Alemanha e a Holanda detinham 78% do saldo positivo, que aumentara 51% entre 2003 e 2008; 91% do saldo positivo concentrava-se em mais 5 países todos estreitamente ligados à economia alemã.

22 de novembro de 2012

Israel

A traduzir:




Jimmy Carter: 'Israelis' Policy Is to Confiscate Palestinian Territory' 
By Elisabeth Braw

November 21, 2012 "
Huffingtonpost" --  Israel and Gaza are again attacking each other, Syria is descending into civil war, four American diplomats killed in Libya: the Middle East is more fragile than ever. "Both sides should cease all hostilities," says former US President Jimmy Carter. "Israel should end its blockade of Gaza, and Western countries should work to facilitate reconciliation between Hamas and their Palestinian rival, Fatah. As long as Gaza remains isolated, the situation in and around Gaza will remain volatile."
Israel's leaders don't want a Palestinian state, Carter tells Metro in an exclusive interview with Metro. Carter, who still conducts international negotiations and is now a member The Elders, won the 2002 Nobel Peace Prize. He just returned from a visit to the Middle East.
The chances of a Palestinian state are fading. Whose job is it to fix this situation?
The peace process has been pretty well dormant for the past three years. Of course, in the past we played a key role in being the mediator and conveyer of meetings, but that's not happening either. The first priority would be for the Israelis and Palestinians to take the initiative. But the Israelis have continued with their massive settlement program in the West Bank and East Jerusalem, and the Palestinians say they won't negotiate as long as Israel is continuing to take over their territory, so there's deadlock. The United States is looked upon by the rest of the international community as the primary interlocutor, so the European Union members don't take action. As a result, there's no intermediary who can move things forward and initiate peace talks.
President Obama says he supports a Palestinian state, but even so there's a deadlock. Does it take even more than the support of a US President to get a Palestinian state?
I think the big change is that the Israeli leaders have decided to abandon the two-state solution. Their policy now is to confiscate Palestinian territory, and they've announced publicly that it the Palestinians have to recognize not just Israel but Israel as a Jewish state, even though 20% of the Israeli community are non-Jews. Netanyahu has also decided that even the Jordan valley has to be under Israeli control. So, those factors indicate quite clearly that Netanyahu has decided that the two-state solution is not what he wants. He wants what is being called Greater Israel, Eretz Israel. That's a new development, and I think everyone recognizes this.
The Arab Spring had worldwide support. Now four diplomats have been killed and the region is considered less safe. Are dictators sometimes better than democracy?
A: I don't think so at all. For example, the Egyptian people had a very safe series of elections. As the Carter Center, we monitored several of these elections, and have also monitored the elections in Tunisia and Libya. I don't think there's any doubt that the termination of the dictators has been a major beneficial development. The outside world just tends to be too impatient. The United States declared our independence from Britain in 1776, and it wasn't until 12 years later that we had a constitution. Egypt is going to have a constitution within a year of the President assuming power.
So we're simply too worried about Islamists?
Look at the Muslim Brotherhood. I've known the Muslim Brotherhood leaders for 20 years. They were persecuted by the Mubarak government, imprisoned and so forth, and now they've gone to the people in an honest, fair and safe election. And, of course, they've prevailed because their candidate became President and they have a majority in Parliament. But they're a very moderate group of Islamists, whereas salafists and others are much more radical, at least judging with Western criteria.
The YouTube video defaming Islam caused attacks and huge protests in the Arab world, including possibly the killing of the four American diplomats in Libya. Who's to blame? Is there too much freedom of speech in the US, or are Muslims too sensitive?
First of all, all the evidence now shows that the killings of the four American diplomats in Libya weren't caused by the film but was instead a planned attack by al Qaeda. In the US, Britain, Norway, Sweden and other countries in the West we believe in the right of expression. Western leaders are often criticized in scandalous ways in paintings, words and sculptures, and that criticism is accepted as legitimate. But we deplore when there's a scandalous statement like the ones made in that YouTube film. We regret that it has caused pain to believers in the Islamic faith, but it happens to our own faith as well. But freedom of speech includes freedom of blasphemy.
But isn't it frightening in itself that a deranged YouTube video posted by an obscure individual can undo years of diplomacy?
Yes, it is frightening. I'm a Christian; I teach Bible school every Sunday. I've heard and seen statements made about my own faith that cause me pain. But I don't want the blasphemous person who made the statements put in jail. Yes, it's painful to see the reaction in the Arab world, but I think we have to anticipate it. People in the non-Muslim world who deliberately do this in order to cause Muslims pain underestimate the violence that can erupt from aggrieved Muslims. It's painful and unfortunate, but when you have to choose between that kind of pain and the right of freedom to voice your opinions we come down on the side of freedom.
Speaking of your faith: how do you view the growing role of religion in politics?
In my country, of course, there's a rigid separation of church and state, and our Constitution prohibits religious faith being endorsed by the government. But we have to understand that the governments in Saudi Arabia, Morocco, Jordan and other fairly moderate states are based on sharia law. Then there are some places in certain parts of Sudan, for example, that enforce sharia law with extreme rigidity, like cutting off people's hands and or stoning people to death for adultery. Extreme implementation of sharia law is very bad, but look at Egypt: their constitution says that the principles of sharia law should apply. That's something that we adopt in the United States as well: our money says "in God we trust". We believe in the basic principles of God, and at the same time you can be an atheist if you choose. But in some Muslim countries, if someone says something derogatory about Islam, they can be convicted of blasphemy. That's obviously obnoxious to a Western observer. But each country has a right - depending on whom the voters elect in democratic elections - to impose or not impose the principles of religious law like the sharia

Declaração anti greve

Transcrevemos declaração a circular na net assinada por Alice Vieira - não confundir com a escritora.





DECLARACÃO ANTIGREVE:

Eu,.............................................. , 
NIF . ............................, 
Trabalhador/a da empresa...................................................,

DECLARO:

QUE estou absolutamente contra qualquer coação que limite a minha liberdade de trabalhar.

QUE, por isso, estou contra as greves, piquetes sindicais e qualquer tipo de violência que me impeçam a livre deslocação e acesso ao meu posto de trabalho.

QUE por um exercício de coerência com esta postura, e como mostra da minha total rejeição às violações dessas liberdades,
EXIJO:

1 º. QUE me seja retirado o benefício das 8 horas de trabalho diário, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e que me seja aplicada a jornada de 15 horas diárias em vigor antes da injusta obtenção deste benefício.

2 º. QUE me seja retirado o benefício dos dias de descanso semanal, dado que este beneficio foi obtido, por meio de greves, piquetes e violência, e que me seja aplicada a obrigação de trabalhar sem descanso de domingo a domingo.
3 º. QUE me seja retirado o benefício das férias, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e me seja aplicada a obrigação de trabalhar sem descanso os 365 dias do ano.

4 º. QUE me seja retirado o benefício dos Subsídios de Férias e de Natal, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e me seja aplicada a obrigação de receber apenas 12 salários por ano.

5 º. QUE me sejam retirados os beneficios de Licença de Maternidade, Subsídio de Casamento, Subsídio de Funeral dado que estes benefícios foram obtidos por meio de greves, piquetes e violência, e me seja a plicada a obrigação de trabalhar sem usufruir destes direitos.

6 º. QUE me seja retirado o benefício de Baixa Médica por doença, dado que este benefício foi obtido por meio de greves, piquetes e violência, e me seja aplicada a obrigação de trabalhar mesmo que esteja gravemente doente.

7 º. QUE me seja retirado o direito ao Subsídio de Baixa Médica e de Desemprego, dado que estes benefícios foram obtidos por meio de greves, piquetes e violência. Eu pagarei por qualquer assistência médica e pouparei para quando estiver desempregado/a.

8 º. E, em geral, me sejam retirados todos os beneficios obtidos por meio de greves , piquetes e violência que não estejam comtemplados por escrito.

9 º. DECLARO, também, que renuncio de maneira expressa, completa e permanente a qualquer beneficio atual ou futuro que se consiga por meio da greve do dia 14 de Novembro de 2012.


O mito do bom aluno !


O mito do bom aluno!

Como os gregos têm sido bons alunos a UE e o FMI (a troika lá do sítio) deu-lhes mais dois anos para reduzirem o défice.
Primeiro baixaram-lhe os juros, 1 ponto percentual, do qual Portugal também beneficiou, tal como a Irlanda.
Depois reestruturam-lhe a dívida anulando uma parte e agora foram obrigados a dar-lhe mais dois anos. Tudo porque os gregos têm sido bons alunos!!!
A situação da Grécia é tal que é o FMI que defende uma nova reestruturação da dívida , o que conta com a oposição da Alemanha a entrar em período pré-eleitoral!
Até lá procura-se arranjar 44 milhares de milhão que permitam tapar o buraco no imediato e fazer rolar a dívida grega!
Os principais credores da dívida grega são hoje o BCE, o F.E.E.F e o FMI, o que politicamente cria mais embaraços...
Há ainda a necessidade de recapitalizar os Bancos gregos para evitar que se afundem com pesadas consequências para os seus confrades europeus!
Escrevemos tudo isto para mostrar a farsa da afirmação do governo quando nos diz que tivemos mais uma ano para corrigir o défice porque somos cumpridores (bons alunos...)!
A continuar com a mesma política estamos no bom caminho, para atingirmos a situação grega!