Nova descoberta!
Uma análise às despesas das famílias confirma que a crise não chega aos ricos.
As estatísticas de vendas de automóveis e de casas mostram que não há crise nos topo de gama nem nas habitações mais caras!
Os produtos de luxo não têm tido quebra.
Com a liquidação de pequenas empresas tem aumentado a centralização de capitais... Todas estas notícias são dadas como novidades e como surpreendentes por aqueles que acreditam ou fazem que acreditam que as medidas que têm sido tomadas são medidas de austeridade.
Não são!
São medidas de concentração de riqueza para uma minoria e de empobrecimento para a maioria.
Que outro sentido poderiam ter as medidas de desendividamento da banca à custa do Orçamento de Estado?
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20 de junho de 2013
Quem paga é o Zé
Outra velha novidade!
As PPPs (e ninguém vai preso!)
O jornal Público titulava ontem que as PPPs custam dez anos de subsídios pagos pelo Estado!
Os custos das parcerias público-privadas (PPPs) só no sector rodoviário custam ao contribuinte dez anos anos de subsídios!
Ultrapassa os 12 mil milhões de euros!
O PSD procura atirar todas as culpas para o PS mas a verdade é que estas começaram com Cavaco Silva, com o escândalo da Lusoponte.
PS e PSD apoiados ou não pelo CDS são os responsáveis deste descalabro.
Aqui é que está o grosso do despesismo, o resto são amendoins!
Não são os vencimentos dos professores nem dos trabalhadores da Função Pública a causa do défice...
19 de junho de 2013
Descoberta tardia - com suspeita
SÓ AGORA?
A Directora adjunta do Jornal de Negócios, escreveu (18.06.2013) que o sector financeiro se transformou numa arma de destruição maciça!
Depois de falar de manipulação das taxas de câmbio, das taxas de juro libor e das suspeitas de manipulação das cotações dos combustíveis ( Platts) a Helena Garrido, chega à conclusão brilhante: “o mercado financeiro está profundamente contaminado”.
«Os mercados não estão disfuncionais. Os mercados temos cada vez mais razões para suspeitar, são, na realidade, um cartel dominado por grandes bancos e operadores financeiros internacionais. Cartéis que que fingem ser mercados, mas que são armas de destruição maciça». É caso para dizer: só agora é que chega a esta conclusão? E mesmo assim ainda é só suspeita!
Mais vale tarde do que nunca !
A Directora adjunta do Jornal de Negócios, escreveu (18.06.2013) que o sector financeiro se transformou numa arma de destruição maciça!
Depois de falar de manipulação das taxas de câmbio, das taxas de juro libor e das suspeitas de manipulação das cotações dos combustíveis ( Platts) a Helena Garrido, chega à conclusão brilhante: “o mercado financeiro está profundamente contaminado”.
«Os mercados não estão disfuncionais. Os mercados temos cada vez mais razões para suspeitar, são, na realidade, um cartel dominado por grandes bancos e operadores financeiros internacionais. Cartéis que que fingem ser mercados, mas que são armas de destruição maciça». É caso para dizer: só agora é que chega a esta conclusão? E mesmo assim ainda é só suspeita!
Mais vale tarde do que nunca !
Desemprego e Emigração
Os resultados da política de Coelho e Portas
O país no pântano – desemprego+emigração
O saldo migratório de 2012 regressou a níveis do final dos anos 80 e é um dos mais negativos em 33 anos.
Em apenas um ano mais de 120 mil portugueses abandonaram o país, o equivalente a 1,2% da população residente em 2011, escreve o Jornal de Negócios de 18.06.2013.
São 120 mil portugueses que não entram nas contas dos desempregados mas que saíram do País porque não encontraram aqui trabalho digno!
A taxa oficial de desemprego em Abril estava nos 17,8% , a que há que juntar mais 120 mil que saíram!
O país no pântano – desemprego+emigração
O saldo migratório de 2012 regressou a níveis do final dos anos 80 e é um dos mais negativos em 33 anos.
Em apenas um ano mais de 120 mil portugueses abandonaram o país, o equivalente a 1,2% da população residente em 2011, escreve o Jornal de Negócios de 18.06.2013.
São 120 mil portugueses que não entram nas contas dos desempregados mas que saíram do País porque não encontraram aqui trabalho digno!
A taxa oficial de desemprego em Abril estava nos 17,8% , a que há que juntar mais 120 mil que saíram!
O capital o PS, PSD , BLOCO e CDS !
O QUE LHES QUEIMA A BOCA?
Qual o conceito que nem o PSD, nem o PS, nem o CDS, nem o Bloco mencionam?
Não podem deixar de falar da crise. Ela é tão visível que não se pode meter debaixo do tapete.
Mas procura-se dar a ideia de que houve uma crise que se chamou de sub-prime, que já acabou, depois uma crise da banca que também já passou ou que está em vias de ser ultrapassada, depois começaram a falar em crise dita das dívidas soberanas que se centrou na UE e que se mantém Depois associado a esta introduziram a crise do euro que procuram fazer crer que foi ultrapassada pela intervenção do BCE. Agora temos a crise provocada pelas medidas de austeridade que continua!
É espantoso ver os diversos comentadores e economistas das áreas – PSD, PS, CDS, Bloco, falarem das diversas crises, como se elas todas não fossem uma só : crise do capitalismo. Crise cíclica do capitalismo no quadro de uma crise estrutural do sistema.
Nem PS ,nem o Bloco se referem à crise do capitalismo...
Crise do capitalismo não existe, pois esta põe em causa o sistema Todas as outras denominações que apenas apresentam a espuma do fenómeno, não põem em causa o sistema que para os dominantes, é preciso perpetuar...
É a diversão ideológica no seu melhor!
Quem paga a factura?
Uma bomba ao retardador
Segundo “Les Echos” - jornal de economia francês - de ontem, os “Bad Banks” que se foram criando pela Europa, com este ou com outros nomes têm mais de 1000 milhares de milhão de euros alojados nos seus “activos”!
São, segundo o jornal “Les Echos”, uma bomba de 1 000 milhares de milhão de euros para os contribuintes europeus!
Sim, porque quem está a pagar o desendividamento da banca são os Estados e quem «paga» aos Estados são os contribuintes e os contribuintes são os que não podem deixar de pagar (os trabalhadores por conta de outrem – nos seus vencimentos, salários e reformas- em benefício dos banqueiros e respectivos accionistas... fartai vilanagem!
Isto não é despesismo!!!
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) perdeu mais de 120 milhões de euros desde 2008, com o investimento na “La seda de Barcelona” (LSB), um projecto que participou a pensar no desenvolvimento industrial de Sines apadrinhado pelo governo de José Sócrates,.
Este valor segundo a imprensa, reflete apenas as imparidades registadas (88 milhões) e as menos valias resultantes das vendas de acções (31,5 milhões)!
As perdas deverão ainda ser maiores com o crédito concedido ao Grupo catalão cujo montante não é conhecido...
Prejuízos na Caixa, menos entradas para o Orçamento, mais facturas para os contribuintes...
E não acontece nada aos responsáveis por esta negociata da Caixa?
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