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29 de maio de 2026

Patrick Lawrence: O viciado em cocaína de Kiev, exposto

 A guerra na Ucrânia continua e nos media o ímpeto mudou (de novo!) a favor dos ucranianos. É propaganda, tão esfarrapada e desbotada quanto as bandeiras azul amarelas antes penduradas das janelas.

É hora de fazer entender até aos mais europeístas que a guerra na Ucrânia nunca teve nada a ver com "democracia", ou "o mundo livre" ou "defesa dos valores europeus". A cleptocracia de Kiev e seus patrocinadores ocidentais estão a escalar a guerra apesar da Ucrânia/NATO a terem perdido.

Os ataques com drones e mísseis estão agora a expandir-se para alvos a mais de 1500 km no território russo. Zelensky vangloriou-se de alvos a refinarias de petróleo, instalações de armazenamento e outras infraestruturas ligadas às receitas do petróleo. Não mencionou os recentes ataques a blocos residenciais em Moscovo e outras cidades russas.

No que parece ser uma mudança de humor no Kremlin, após drones ucranianos atingirem um dormitório universitário em Luhansk, Putin prometeu e cumpriu lançando um ataque excecionalmente poderoso com drones e mísseis contra Kiev, incluindo um míssil Oreshnik para uma base aérea num subúrbio da capital ucraniana.

Os líderes corruptos de Kiev, abjetamente descuidados com a vida de seus próprios cidadãos, transformaram a nação numa grotesca (1) máquina de guerra apenas para servir à campanha do Ocidente para subverter a Federação Russa.

A Ucrânia nunca conseguiria realizar os seus ataques sem o comando, tecnologia, orientação técnica, alvos, inteligência das agências de informações ocidentais, principalmente MI-6 e a CIA. A demonstração mais dramática dessa conluio foi a Operação Teia de Aranha, o ano passado, quando drones de fabricação britânica e francesa atingiram cinco bases aéreas russas.

É a ausência de honestidade que se tornou o principal fundamento dos propagandistas, e a principal razão pela qual a guerra na Ucrânia se torna mais ameaçadora à estabilidade global.

Depois da entrevista de Tucker Carlson a Yulia Mendel, ex-secretária de imprensa de Zelensky, não há mais nenhum mal-entendido sobre o que o regime de Kiev representa. Não há como levar a sério quem continue brandindo a bandeira ucraniana em prol dos "valores democráticos".

A entrevista já teve 1,4 milhão de visualizações desde seu lançamento em 11 de maio; 26 000 telespectadores apresentaram comentários. Porém, não se encontrará nenhuma menção nos grandes media ao relato de Mendel sobre o ditador ucraniano.

Disse Maendel: "Primeiro de tudo, ele não é a pessoa que você vê nas imagens. Ele é muito diferente, troca de máscara o tempo todo, é emocionalmente incontrolável, muitas vezes histérico, e acha que toda pessoa é descartável. Não tem empatia, é um ator bom, e isso trouxe muito apoio em 2022, mas a atuação dele não tem substância. Tudo o que diz está desligado da realidade. E a maioria do que diz é manipulação ou um facto retirado do contexto ou são puras mentiras.

Milhões de pessoas ainda acreditam que apoiar Zelensky significa apoiar a Ucrânia. Zelensky venceu a eleição em 2019, com 71% dos votos, com a promessa de negociar uma paz duradoura com a Rússia. As potências ocidentais pegaram no novato mal instruído, ele abandonou as promessas em questão de dias e a criação de mitos começou.

O Times em 26 de abril publicou em manchete: "Conheça o Novo Líder do Mundo Livre." "Algo notável aconteceu nos campos de batalha do mundo. A Ucrânia, uma nação que deveria se dissolver poucos dias após uma invasão russa, lutou contra a Rússia até um impasse. Tornou-se um parceiro de segurança indispensável na aliança ocidental." "Zelensky, presidente da Ucrânia, está mostrando à Europa e ao mundo como o mundo livre pós-americano pode preservar sua liberdade e independência."

Jackson Lears, distinto americanista, após observar a longa campanha para subverter a Rússia, escreveu um comentário, concluindo "Não há fim para as convulsões impotentes de um império em declínio." (2)

De acordo com Stephen Kuhn, fundador da Take America Back Inc. A lista de espera de quatro anos para super iates é composta inteiramente por funcionários ucranianos e suas famílias. São centenas de milhões de dólares em super iates. Os contribuintes ocidentais estão a financiar isto". "Eles estão a apanhar pessoas nas ruas e a enviá-las para a frente, a recrutá-las para o exército. Entretanto, os funcionários estão a comprar super iates. Esta é a maior operação de branqueamento de dinheiro da história moderna".

1 - O termo "grotesca" justifica-se: a Ucrânia ocupa o primeiro lugar no mundo em número de monumentos dedicados aos nazis, nisto e destruir monumentos soviéticos foram gastos mil milhões de dólares... incluindo a percentagem para a corrupção.12 - Fonte - O Viciado em Cocaína de Kiev, Exposto, Patrick Lawrence. Correspondente no exterior durante muitos anos, principalmente para o International Herald Tribune, é colunista, ensaísta, palestrante e autor de Journalists and Their Shadows, Time No Longer: Americans After the American Century. etc.



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