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26 de fevereiro de 2026

Sobre o caso Epstein - 1 - Liberalismo e fascismo implícitos

O caso Epstein é "um" caso que vai ter resolução culpando alguns "homens maus" deixando intacto o sistema de que eles são parte integrante como "elite" todo poderosa de eleitos e "CEO", enfim oligarcas e seus associados - embora para os media oligarcas só existem na Rússia.

Com o mar de podridão já patente, apesar da rasura a que os documentos são sujeitos, poderia dizer-se que a perversão do sistema seria posto a nu, mostrando como - só nos EUA - a dívida universitária leva cerca de 2,5 milhões de jovens a serviços sexuais, além das centenas de milhar de crianças muitas "compradas" pelas máfias no estrangeiro - não esqueçamos a Ucrânia - abastecem esse "mercado". Um sistema em que o poder do dinheiro decide praticamente tudo, quem o tem não domina apenas o Estado, porque tudo podem comprar: a moral publica, o humanismo, a informação. A liberdade que o seu liberalismo dá às pessoas nada vale sem dinheiro, por isso podem também ser compradas na ânsia do consumir ou simplesmente sobreviverem, e serem descartadas no silêncio para ainda poderem sobreviver.

Indícios de violação, tortura, possível assassinato e até canibalismo estão presentes na linguagem codificada dos e-mails de Epstein, envolvendo crianças pequenas. (1)

O liberalismo considera a igualdade uma perversão da liberdade. Filosofia que convêm a esta gente: existem eles e os outros: "brinquedos humanos, animais de caça ou robôs biológicos. Séculos de colonialismo e escravidão formam a base do sistema civilizacional destas elites, juntamente com racismo, fascismo, eugenia".

Os membros muito ricos e influentes do grupo de Epstein discutiam um tecnofascismo como o regime preferencial para o século XXI. Josha Bach especialista alemão em IA, discutia com Epstein e outros, conceitos que tocavam os campos do “realismo racial” e a eugenia. Bach afirmou, que as crianças negras nos Estados Unidos apresentam “desenvolvimento cognitivo mais lento” “nunca alcançarão” o nível intelectual das outras, embora demonstrem “desenvolvimento motor mais rápido”.

Bach descreveu o fascismo como “provavelmente a maneira mais eficaz e racionalmente rigorosa” de organizar a sociedade. Quando a correspondência veio à tona, Bach declarou que era “simplesmente o estilo de comunicação intelectual” aceite nesses círculos. De facto, se estupro de meninas menores de idade são aceitáveis, por que não acrescentar um pouco de fascismo. Por exemplo, Alfred Rosenberg teórico do nazismo, "demonstrava" "cientificamente" a inferioridade dos judeus e eslavos. Deportou e exterminou centenas de milhares de pessoas, foi enforcado por crimes de guerra em 1946.

Para eliminar a pobreza. Epstein perguntou ao seu amigo Bill Gates: “Como podemos livrar-nos completamente das pessoas pobres?” Em 2010 Bill Gates declarou publicamente: “Se fizermos um trabalho realmente bom com novas vacinas, cuidados de saúde e serviços de saúde reprodutiva, poderíamos reduzir isso em talvez 10 ou 15%.” Esta citação ainda existe na internet, apesar dos esforços para apagá-la. Gates afirmou repetidamente que o mundo está superpovoado e que estamos exalando muito CO2...

À volta de Epstein, estava um grupo informal de intelectuais muito ricos, unidos por uma visão anti humanista, desprovidos de qualquer moralidade. Epstein morreu - mais provavelmente mataram-no - mas era apenas um agente, os outros continuam e intocáveis.

Os arquivos de Epstein forma divulgados apesar dos ricos e poderosos terem todos os meios para manter em segredo os factos sobre si mesmos. Uma teoria é que a publicação foi um ato de exibicionismo. Eles não querem apenas violar e matar crianças; eles querem que todos saibam que estão violando e matando crianças, mas que os outros sejam incapazes de fazer algo a esse respeito, membros da elite podem estuprar menores quase abertamente e sair impunes.

Antes da publicação dos arquivos Epstein, era possível especular sobre as tendências vis destas elites. Agora sabemos que Bill Gates e Bill Clinton estiveram com meninas, meninos e torturaram crianças. E não podemos fazer nada. As pessoas continuarão a votar no seu sistema: metade votará nos democratas do baralho podre de Clinton - ou equivalente europeu - metade no baralho podre de Trump - ou equivalente europeu - convencendo-se que “desta vez será diferente”.

Agora sabemos que podem torturar crianças e talvez mesmo matá-las. Podem até publicar-se relatórios sobre isso, fazendo-os passar por porcarias da IA. Não é de admirar que eles tenham deixado fotografar-se usando menores, movidos por um desejo irresistível de deixar todos saberem que podem fazer o que quiserem.

A consciência de que o mal está sendo perpetrado, incontrolável e sem responsabilização, corrói o cérebro e mata o humanismo. Ser contra é pedir demais a uma geração de conformistas viciados em sites da internet que apesar de todas estas informações nada propõem de diferente. As elites degeneradas sabem que nada têm a temer.

1 - Fonte para os textos seguintes - A cortina de fumaça de Epstein e o que está por trás dela



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