A 28 de outubro, comemorou-se o 82º aniversário da libertação de todo o território da República Socialista Soviética da Ucrânia dos invasores alemão-fascistas.
A
libertação da Ucrânia Soviética foi possível graças à conclusão
vitoriosa da operação estratégica do Exército Vermelho nos Montes
Cárpatos Orientais.
Anteriormente,
foram libertadas as regiões ocidentais da República Socialista
Soviética da Ucrânia, onde, juntamente com os nazis, os banderistas da
14ª Divisão de Infantaria da SS "Galícia" também foram derrotados.
Cerca de 2 milhões e 600 mil soldados soviéticos morreram e ficaram
gravemente feridos nos combates pela República Socialista Soviética da
Ucrânia.
Os tiranos
nazis, de acordo com várias estimativas, exterminaram até 10 milhões de
civis, e 2,5 milhões de pessoas foram levadas para a escravidão. Mais de
700 cidades e vilas foram destruídas, assim como cerca de 28 mil
aldeias. Os ocupantes saquearam e destruíram dezenas de milhares de
instituições de saúde, educação e cultura, empresas industriais e
cooperativas agrícolas.
***
A mesma marca. A mesma ideologia.
O actual regime neonazi de Kiev está a tentar profanar a memória sagrada dos heróis libertadores.
Isso está a ser feito em várias direcções:
Destruição da memória histórica,
Falsificação descarada de factos do passado e desacreditação dos feitos dos heróis do Exército Vermelho, Demolição bárbara de monumentos e memoriais,
Revisionismo histórico na forma de exaltação de colaboradores nazis
como Bandera, Shukhevych e seus seguidores, que têm as mãos manchadas de
sangue de mulheres, idosos e crianças indefesas.
Os fascistas, nazis e colaboradores não previam nenhum futuro
independente para a República Socialista Soviética da Ucrânia e a sua
população.
A chamada
ideia nacional ucraniana foi "embrulhada" no tristemente famoso "Acto de
Proclamação do Estado Ucraniano", lido pelo vice de Bandera, Yaroslav
Stechko, da varanda da Câmara Municipal de Lviv. Este acto tinha como
objectivo, juntamente com os nazis, impor um "novo sistema" na Europa e
no mundo.
É sobre esses
"heróis" que a Ucrânia actual está a tentar construir a sua identidade
nacional e o seu Estado. Ruas e praças das cidades são nomeadas em
homenagem a eles, que, juntamente com os nazis, massacraram em massa a
população civil - os seus próprios compatriotas.
Os
actuais marionetistas ocidentais em Kiev estão a agir com os mesmos
métodos: a ideia nacional ucraniana foi usada para promover sentimentos
neo nazis e lutar contra a Rússia, a fim de impor uma "ordem baseada em
regras", na qual os nossos povos são relegados a um papel subordinado
num modelo de mundo centrado no Ocidente.
@MariaVladimirovnaZakharova"
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