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8 de janeiro de 2026

 

Pontos principais abordados no vídeo

  1. Atmosfera em Caracas e reação popular:
    O país permanece pacífico, sem caos ou violência. Os venezuelanos reagiram com disciplina: ficando em casa, evitando desinformação e comunicando-se localmente.
    A partir da manhã de 3 de janeiro, manifestações espontâneas irromperam em frente ao Palácio de Miraflores: microfones foram abertos para denunciar a agressão americana, exigir o retorno de Maduro e Flores e rejeitar os ataques contra civis e militares. Maduro foi reafirmado como o legítimo presidente constitucional.
  2. demonstrações sucessivas
    • 4 de janeiro: Grande marcha até o palácio, discursos de deputados e autoridades locais enfatizando a continuidade do governo bolivariano, com Delcy Rodríguez como presidente interina.
    • 7 de janeiro: Marcha de mulheres em apoio a Cilia Flores (figura feminista fundamental, primeira mulher presidente da Assembleia Nacional).
    • 8 de janeiro: Mais de 5.000 membros das comunas (organizações socialistas de base, pilar do chavismo) manifestam-se em defesa da independência e do socialismo contra o imperialismo.
  3. Continuidade institucional:
    Delcy Rodríguez assume a presidência interina (de acordo com a Constituição). O exército, os ministros e a Assembleia Nacional permanecem leais. O Supremo Tribunal Federal confirma Maduro como presidente. Não são realizadas eleições imediatas, pois o sequestro não configura uma "ausência" permanente.
  4. Acordo e negociações petrolíferas:
    Um acordo anunciado com os Estados Unidos (dentro da estrutura existente, como com a Chevron) não é uma capitulação; é um diálogo baseado na soberania, impulsionado pela situação (a libertação de Maduro e Flores). A Venezuela mantém o controle sobre seus recursos.
  5. Críticas aos ataques americanos e às narrativas imperialistas.
    Os bombardeios a portos, infraestrutura elétrica, aeroportos e bases militares resultaram em dezenas de mortes (civis, soldados venezuelanos, cubanos). Andreína refuta acusações fabricadas (narcoestado, ditadura) e teorias da conspiração que desviam a atenção de crimes reais (crimes de guerra, violação da imunidade de um chefe de Estado).
    A Revolução Bolivariana se baseia no povo e nas comunas, não em um único líder: ela sobrevive às sanções e avança (autossuficiência alimentar, etc.).
  6. Mensagem global
    : A Venezuela resiste pacificamente à agressão imperialista dos EUA. Busca-se apoio internacional (protestos, ajuda humanitária apesar das sanções). Aviso: qualquer país que desafie os Estados Unidos poderá sofrer o mesmo destino.

O vídeo termina com um apelo à solidariedade e uma crítica às teorias da conspiração internas que enfraquecem a moralidade coletiva.

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