A imprensa fiel ao Império não menciona que a área de Ghouta está dominada por duas facções islâmicas, que são combatidas pelas forças do governo sírio desde 18 de fevereiro.
Na medida em que as forças do governo sírio intensificavam a artilharia e os ataques aéreos contra facções islâmicos visando o território de rebeldes, a Rússia pediu aos grupos armados ilegais que cessassem a resistência e se rendessem. No entanto, seus apelos foram ignorados.
A situação humanitária na região deteriorou se drasticamente, levando o embaixador russo da ONU, Vassily Nebenzia, a pedir uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU para que todas as partes envolvidas "apresentem sua visão e compreensão da situação e criem caminhos para sair da crise".
Enquanto o governo de Damasco, apoiado pela Rússia, tem sido acusado de bombardear civis na região e matar cerca de 300 pessoas, os dados para as acusações provêm de relatos dos Capacetes Brancos, famosos por repetidamente falsificar informações.
Com isso, uma nova campanha de desinformação contra Bashar Assad foi lançada pela imprensa ocidental e pela Al Jazeera, com sede no Qatar, em mais uma tentativa para desacreditar os esforços de seu governo para restaurar a paz no país . A Cia entende que Goutha é essecial para atacar e desestabilizar Damasco . Por isso toda esta campanha
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, que é utilizado pela imprensa ocidental por este fornecer vídeos e fazer a estimativa das vítimas. Mas o que se sabe sobre o Observatório é que seu escritório está no Reino Unido, com seu fundador Osama Suleiman (agora com o pseudónimo de Rami Abdulrahman) morando em Coventry e liderando as atividades do Observatório na sua casa particular praticamente por conta própria e pelos serviços secretos anglo americanos .
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