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31 de março de 2025

Uma manif vergonhosamente silênciada



1 A RTP canal público noticiou um encontro em Lisboa para discutir um estudo de uma obscura organização da Lituânia sobre a desinformação promovida pela Rússia. Sabendo se da histérica russofobia da Lituânia está se mesmo a ver a seriedade e objectividade de tal estudo Mas teve honras de telejornal.

Esta tarde também  em Lisboa realizou se uma significativa manifestação de apoio à Palestina desde o Martim Moniz ao Campo das Cebolas mas esta foi olimpicamente ignorado pela pluralista estação de Televisão Pública paga por todos nós. UMA VERGONHA." Manuela Silva facebook

Várias centenas de pessoas manifestaram-se este domingo em Lisboa para assinalar o Dia da Terra dos Palestinianos e exigir o cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e o reconhecimento do Estado da Palestina.
"Estamos aqui para nos lembrarmos, de novo, daquele dia, para nos lembrarmos dos jovens que foram mortos naquele dia", explicou a investigadora luso-palestiniana Dima Mohammed.

O Dia da Terra dos Palestinianos assinala a morte, em 1976, de seis árabes israelitas durante manifestações contra a confiscação de terras por Israel.

"Há décadas que o povo palestiniano está a resistir à confiscação da terra, a um projeto de colonização sionista que tem como objetivo expulsar o povo palestiniano", acrescentou a investigadora perante centenas de manifestantes.

O jardim do Campo das Cebolas foi o último ponto da manifestação, que percorreu, durante cerca de uma hora, as ruas da capital desde a Praça do Martim Moniz.

"Israel é culpado por um povo massacrado", "Israel é violência, Palestina é resistência" ou "Paz no médio oriente, Palestina independente" foram algumas das palavras de ordem ouvidas durante a marcha.

Com bandeiras da Palestina e cartazes empunhados, ou com ocao pescoço (o lenço tradicional em vários países do Médio Oriente que se tornou símbolo da luta palestiniana), repetiam-se os apelos à paz, ao cessar-fogo e ao reconhecimento do Estado da Palestina.


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