1 A RTP entrevistou o mordomo das Lajes pelo afilhado de Dias loureiro.Continua
com a mesma arrogância e petulância de MRPP . Só que agora tem por
companhia o mordomo Rangel e o mordomo Montenegro acolitados pelo
mordomo trapasseiro Ventura de seu nomeAna Sousa facebook2 DURÃO BARROSO, UM OPORTUNISTA EM TODO O SEU ESPLENDOR, GELATINOSO, CONTRADITÓRIO, AUTOSATISFEITO E INDIGNO!-
exclama Alfredo Barroso, agoniado pela mescla tão evidente de vaidade
pessoal, auto-satisfação, falta de dignidade e sabujice política que já
vêm dos tempos da famosa e criminosa «cimeira das Lajes»…
Face
à entrevista que concedeu ao jornalista Vitor Gonçalves, na RTP, no dia
4 de Março de 2026, há que reconhecer que é extremamente difícil ser
mais oportunista, mais contraditório e mais gelatinoso do que mostrou
ser o dr. José Manuel Durão Barroso, epígono e epítome do PPD-PSD,
todavia oriundo do PCTP-MRPP, tal como outros arrivistas e vira-casacas
que infectam e enxameam a vida política portuguesa, acolhidos sobretudo
pelo PPD-PSD, mas também alguns pelo PS, como exemplos de “convertidos”
aos interesses da “realpolitik”…A mendicidade
argumentativa do entrevistado foi evidente, ao referir-se, por exemplo,
ao Direito Internacional que está em vigor com uma duplicidade
escandalosamente contraditória. Por um lado, o Direito Internacional é
sem dúvida inteiramente válido se se trata de condenar a invasão da
Ucrânia pela Rússia. Mas já não vale, por ser algo difuso, irrealista e
ultrapassado, e por isso não é aplicável ao brutal ataque ao Irão pela
mortífera parceria entre os Estados Unidos da América e Israel, entre
Donald Trump [o “ogre da Casa Branca”] e “Bibi” Netanyhau [o “carniceiro
de Gaza”]. A gelatina de Durão em metamorfose…Desprezou
a atitude corajosa de Pedro Sanchez, presidente do Governo espanhol,
dizendo que ele ficou completamente isolado na Europa ao recusar aos
Estados-Unidos autorização do uso das bases militares em Espanha para
atacar o Irão, em clara violação do Direito Internacional, que, neste
caso, Durão considera uma excrescência. Durão
mostrou, aliás, uma grande admiração pelo pior Presidente da Vª
República que a França tem, Emmanuel Macron, por este proclamar que os
Estados-Unidos terão porventura violado o Direito Inernacional, mas «são
nossos aliados» e por isso vamos apoia-los com o nosso obsoleto
porta-aviões. É como aqueles eleitores invertebrados que admiram e elegem
os políticos que «roubam, mas fazem»!Durão não
hesitou, aliás, em comentar que «este é um cenário de sonho para
Netanyhau», que ele se orgulha de conhecer bem desde o tempo em que eram
ambos secretários de Estado dos Negócios Estrangeiros, de Israel e de
Portugal. «Les mauvais esprits se rencontrent toujours»…Só
mais um pormenor, este da irreprimível vaidade pessoal de Duráo
Barroso: a quantidade de vezes que ele - ao evocar a sua «juventude»
como secretário de Estado e depois ministro dos Negócios Estrangeiros -
se referiu a outros membros de Governos estrangeiros com os quais lidou
afirmando que «podiam ser pais dele»… Claro desrespeito filial por parte de um grandessíssimo «filho da mãe»!
Campo d’Ourique, 5 de Março de 2026
-
exclama Alfredo Barroso, agoniado pela mescla tão evidente de vaidade
pessoal, auto-satisfação, falta de dignidade e sabujice política que já
vêm dos tempos da famosa e criminosa «cimeira das Lajes»…
Face
à entrevista que concedeu ao jornalista Vitor Gonçalves, na RTP, no dia
4 de Março de 2026, há que reconhecer que é extremamente difícil ser
mais oportunista, mais contraditório e mais gelatinoso do que mostrou
ser o dr. José Manuel Durão Barroso, epígono e epítome do PPD-PSD,
todavia oriundo do PCTP-MRPP, tal como outros arrivistas e vira-casacas
que infectam e enxameam a vida política portuguesa, acolhidos sobretudo
pelo PPD-PSD, mas também alguns pelo PS, como exemplos de “convertidos”
aos interesses da “realpolitik”…
A mendicidade
argumentativa do entrevistado foi evidente, ao referir-se, por exemplo,
ao Direito Internacional que está em vigor com uma duplicidade
escandalosamente contraditória. Por um lado, o Direito Internacional é
sem dúvida inteiramente válido se se trata de condenar a invasão da
Ucrânia pela Rússia. Mas já não vale, por ser algo difuso, irrealista e
ultrapassado, e por isso não é aplicável ao brutal ataque ao Irão pela
mortífera parceria entre os Estados Unidos da América e Israel, entre
Donald Trump [o “ogre da Casa Branca”] e “Bibi” Netanyhau [o “carniceiro
de Gaza”]. A gelatina de Durão em metamorfose…
Desprezou
a atitude corajosa de Pedro Sanchez, presidente do Governo espanhol,
dizendo que ele ficou completamente isolado na Europa ao recusar aos
Estados-Unidos autorização do uso das bases militares em Espanha para
atacar o Irão, em clara violação do Direito Internacional, que, neste
caso, Durão considera uma excrescência.
Durão
mostrou, aliás, uma grande admiração pelo pior Presidente da Vª
República que a França tem, Emmanuel Macron, por este proclamar que os
Estados-Unidos terão porventura violado o Direito Inernacional, mas «são
nossos aliados» e por isso vamos apoia-los com o nosso obsoleto
porta-aviões. É como aqueles eleitores invertebrados que admiram e elegem
os políticos que «roubam, mas fazem»!
Durão não
hesitou, aliás, em comentar que «este é um cenário de sonho para
Netanyhau», que ele se orgulha de conhecer bem desde o tempo em que eram
ambos secretários de Estado dos Negócios Estrangeiros, de Israel e de
Portugal. «Les mauvais esprits se rencontrent toujours»…
Só
mais um pormenor, este da irreprimível vaidade pessoal de Duráo
Barroso: a quantidade de vezes que ele - ao evocar a sua «juventude»
como secretário de Estado e depois ministro dos Negócios Estrangeiros -
se referiu a outros membros de Governos estrangeiros com os quais lidou
afirmando que «podiam ser pais dele»…
Claro desrespeito filial por parte de um grandessíssimo «filho da mãe»!
Campo d’Ourique, 5 de Março de 2026
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